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	<title>Comments on: Racismo</title>
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	<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 18:16:48 +0000</pubDate>
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		<title>By: David</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/06/racismo/#comment-2962</link>
		<dc:creator>David</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2005 06:14:08 +0000</pubDate>
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		<description>Felizmente ele hoje poderia visitar a África do Sul não é Rafael? Eu mesmo não sendo negro nunca teria ido lá quando rolava o Apartheid.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Felizmente ele hoje poderia visitar a África do Sul não é Rafael? Eu mesmo não sendo negro nunca teria ido lá quando rolava o Apartheid.</p>
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		<title>By: Nazir Zaied</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/06/racismo/#comment-2961</link>
		<dc:creator>Nazir Zaied</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2004 19:51:12 +0000</pubDate>
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		<description>Salve Rafael! Conheci seu blog através do Alexandre, gostei muito do que vi e principalmente do seu texto sobre a polêmica em torno da Mesquita na Espanha, por isso estou de volta. Esse seu post sobre racismo tá bem legal, eu não sou um profundo conhecedor da Bahia, passei por Salvador, Morro de SP, Porto Seguro, esses lugares de turista. E ao contrário do que eu imaginava eu senti uma certa tensão racial nesses lugares diferente do que conheço do resto do Brasil, essa sensação me fez pensar sobre o porquê disso. Acho que o fato de os negros bahianos serem mais organizados e "conscientes" de sua condição, e por isso mais assumidamente negros que em outros lugares, cria uma linha divisória na cidade, principalmente em Salvador. Ao contrário de outras cidades brasileiras aonde faz-se de conta que a diferença de cor não importa, em Salvador isso importa sim e parece que incomoda. O que você acha?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Salve Rafael! Conheci seu blog através do Alexandre, gostei muito do que vi e principalmente do seu texto sobre a polêmica em torno da Mesquita na Espanha, por isso estou de volta. Esse seu post sobre racismo tá bem legal, eu não sou um profundo conhecedor da Bahia, passei por Salvador, Morro de SP, Porto Seguro, esses lugares de turista. E ao contrário do que eu imaginava eu senti uma certa tensão racial nesses lugares diferente do que conheço do resto do Brasil, essa sensação me fez pensar sobre o porquê disso. Acho que o fato de os negros bahianos serem mais organizados e &#8220;conscientes&#8221; de sua condição, e por isso mais assumidamente negros que em outros lugares, cria uma linha divisória na cidade, principalmente em Salvador. Ao contrário de outras cidades brasileiras aonde faz-se de conta que a diferença de cor não importa, em Salvador isso importa sim e parece que incomoda. O que você acha?</p>
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		<title>By: Roger</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/06/racismo/#comment-2960</link>
		<dc:creator>Roger</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2004 13:10:09 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, semana passada o Alexandre Cruz Almeida tocou nesse tema de racismos no blog dele, ele falou de um ex-chefe americano dele que tinha orgulho de ser negro e não admitia o fato de que no Brasil era considerado branco. Muito engraçada essa questão de como nos vemos e como somos vistos pelo grupo. Contei uma história muito boa de um amigo meu "mulato" que achava que era branco e, ainda por cima, era racista.

Segue a mesma história para você:

Lembrei de uma história que aconteceu com dois amigos meus nos tempos de colégio. Ambos eram igualmente o que se chamaria de mulato, tinham exatamente o mesmo tom de pele e cabelos crespos. Só que um deles tinha pais que eram tão negros quanto seu ex-chefe, ou seja, eram mais claros que ele e eram ricos. Por causa disso ele se sentia no direito de chamar o outro de negrinho. Um dia, estávamos sentados no teatro do colégio aguardando o início de uma cerimônia. Todos os alunos e professores presentes. O colega que era vítima das brincadeiras chegou atrasado e entrou pela frente, passando onde estávamos sentados, imediatamente foi chamado de "negrinho" em tom de gozação. Só que dessa vez ele reagiu gritando: "Você também é negrinho! Sabia?!" Não preciso nem dizer que ambos foram suspensos, mas, nunca esqueci a cara de espanto do meu colega ao, finalmente, descobrir que também era negro.

Abraço,
Roger
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, semana passada o Alexandre Cruz Almeida tocou nesse tema de racismos no blog dele, ele falou de um ex-chefe americano dele que tinha orgulho de ser negro e não admitia o fato de que no Brasil era considerado branco. Muito engraçada essa questão de como nos vemos e como somos vistos pelo grupo. Contei uma história muito boa de um amigo meu &#8220;mulato&#8221; que achava que era branco e, ainda por cima, era racista.</p>
<p>Segue a mesma história para você:</p>
<p>Lembrei de uma história que aconteceu com dois amigos meus nos tempos de colégio. Ambos eram igualmente o que se chamaria de mulato, tinham exatamente o mesmo tom de pele e cabelos crespos. Só que um deles tinha pais que eram tão negros quanto seu ex-chefe, ou seja, eram mais claros que ele e eram ricos. Por causa disso ele se sentia no direito de chamar o outro de negrinho. Um dia, estávamos sentados no teatro do colégio aguardando o início de uma cerimônia. Todos os alunos e professores presentes. O colega que era vítima das brincadeiras chegou atrasado e entrou pela frente, passando onde estávamos sentados, imediatamente foi chamado de &#8220;negrinho&#8221; em tom de gozação. Só que dessa vez ele reagiu gritando: &#8220;Você também é negrinho! Sabia?!&#8221; Não preciso nem dizer que ambos foram suspensos, mas, nunca esqueci a cara de espanto do meu colega ao, finalmente, descobrir que também era negro.</p>
<p>Abraço,<br />
Roger</p>
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		<title>By: Cris Ramalho</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/06/racismo/#comment-2959</link>
		<dc:creator>Cris Ramalho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2004 12:19:54 +0000</pubDate>
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		<description>PRIMEIRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

um xero

criquinha
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		<content:encoded><![CDATA[<p>PRIMEIRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA</p>
<p>um xero</p>
<p>criquinha</p>
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