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	<title>Comments on: Diogo Mainardi</title>
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	<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 15:30:12 +0000</pubDate>
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		<title>By: Vivien</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3878</link>
		<dc:creator>Vivien</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2006 10:19:23 +0000</pubDate>
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		<description>Achei o comentário do Roger perfeito: é fácil polemizar...as reações acontecem naturalmente e de forma tão tola quanto a própria crítica. É uma estratégia barata pra vender mais. Particularmente, acho que ninguem deveria comentar nunca o que ele escreve. Deixa o cara bater a cabeça na parede sozinho.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei o comentário do Roger perfeito: é fácil polemizar&#8230;as reações acontecem naturalmente e de forma tão tola quanto a própria crítica. É uma estratégia barata pra vender mais. Particularmente, acho que ninguem deveria comentar nunca o que ele escreve. Deixa o cara bater a cabeça na parede sozinho.</p>
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		<title>By: Ronaldo V. F. Filho</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3877</link>
		<dc:creator>Ronaldo V. F. Filho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2006 23:39:44 +0000</pubDate>
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		<description>Leio a coluna na Veja semanalmente e concordo quando ele diz que  jornalista não tem que ter rabo preso com ninguém, é preciso que alguém  diga " o rei está nu". Não sei se ele é a versão ruim do Paulo Francis, não importa, mas é muito bom ver como ele incomoda muita gente.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leio a coluna na Veja semanalmente e concordo quando ele diz que  jornalista não tem que ter rabo preso com ninguém, é preciso que alguém  diga &#8221; o rei está nu&#8221;. Não sei se ele é a versão ruim do Paulo Francis, não importa, mas é muito bom ver como ele incomoda muita gente.</p>
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		<title>By: ulli lane</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3876</link>
		<dc:creator>ulli lane</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2006 15:36:58 +0000</pubDate>
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		<description>Mainardi esta corretissimo em seus artigos.  Quem puder, tem mais e que sair do Brasil. A muitos anos atraz, quando o PT comecou a se fortalecer, eu ja comentava com os meus que, UM DIA, Lula chegaria ao poder.  Quando isto fosse acontecer, eu me mudaria para o Paraguai, pois pior do que este pais, so o Brasil o seria.
Graaaaaaaaacas a Deus, quando isto aconteceu, eu ja estava longe do Brasil e ate do Paraguai.
Hoje moro no exterior, onde fui aventurar aos 44 anos, e onde me dei muito bem.
Tenho a Globo internacional em minha casa, e leio a VEJA semanalmente, o que me deixa bem informada do que esta ocorrendo no Brasil, so que...       estes dois veiculos de comunicacao proporcionaram para mim um sentimento de "VERGONHA" de ser brasileira. Nem mesmo o Hino nascional nao consegue mais me deixar emocionada.
Portanto caro Mainardi e todos os brasileiros que tiverem condicao e coragem de sair do Brasil, SAIAM antes que este se transforme  em uma nova Venezuela.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mainardi esta corretissimo em seus artigos.  Quem puder, tem mais e que sair do Brasil. A muitos anos atraz, quando o PT comecou a se fortalecer, eu ja comentava com os meus que, UM DIA, Lula chegaria ao poder.  Quando isto fosse acontecer, eu me mudaria para o Paraguai, pois pior do que este pais, so o Brasil o seria.<br />
Graaaaaaaaacas a Deus, quando isto aconteceu, eu ja estava longe do Brasil e ate do Paraguai.<br />
Hoje moro no exterior, onde fui aventurar aos 44 anos, e onde me dei muito bem.<br />
Tenho a Globo internacional em minha casa, e leio a VEJA semanalmente, o que me deixa bem informada do que esta ocorrendo no Brasil, so que&#8230;       estes dois veiculos de comunicacao proporcionaram para mim um sentimento de &#8220;VERGONHA&#8221; de ser brasileira. Nem mesmo o Hino nascional nao consegue mais me deixar emocionada.<br />
Portanto caro Mainardi e todos os brasileiros que tiverem condicao e coragem de sair do Brasil, SAIAM antes que este se transforme  em uma nova Venezuela.</p>
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		<title>By: Sylvio</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3875</link>
		<dc:creator>Sylvio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2005 10:35:15 +0000</pubDate>
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		<description>Seria interessante ler o artigo abaixo. O Diogo Mainardi até tem um pouco de razão:

Balanço Cívico

Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de quadrada, agüentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma reação, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, leva a vida ao som do samba,  guarda ainda na noite de sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, - reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta;
Um partido, desmoralizado e materialista, liberal e ateu, cuja Cúpula é o ministério do poder, e cujos responsáveis e afiliados não são mais que tradução em monstruosidade fura-vidas que governa o distrito ou do fura urnas que administra o Estado(1); e, ao pé deste conluio partidário, um grupo casuístico, apadrinhado e apadrinhador, exército de sombras, minando, enredando, absorvendo, pelo mensalão, pela escola, pela oficina, pelo asilo, pelo cabo eleitoral, pelo eleitorado, - força superior, cosmopolita, invencível, adaptando-se com elasticidade inteligente a todos os meios e condições, desde a aldeola íntima, onde berra pela boca epiléptica do fanfarrão milagreiro, até à rica sociedade elegante da capital central, onde o gentilismo é um dandismo de tesouraria, um beatério chic, politiquismo de high-life, prédicas untuosas   ( monólogos ao  todo poderoso no uso de cuecas valiosas e fralda) e em certos dias, na Sede da moda, o bonito discurso encantador, - luz discreta, flores de luxo, palanque de mogno, cadeiras cômodas, português primoroso, companheiros e companheiras, e frases formosas  repetidas dos melhores prosadores da ABL;
Uma elite, cívica e politicamente corrupta até a medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem caráter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e galhofarias, capazes de  toda a veniaga e toda infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política nacional sucedam, entre indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Partido congregado... (2);
Um Congresso que importa em milhões de reais, não valendo centavos, como elemento de defesa e garantia autônoma;
Um poder legislativo, meio esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país, e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre, - como da roda duma ponta de eixo;
A Justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara a ponto de fazer dela uma saca-rolhas;
...partidos... ora,  vários... sem idéias, sem planos, sem convicções, incapazes, na hora do desastre, de sacrificar os interesses próprios e mesquinhos...  ou meio centavo ou uma gota de esperança, vivendo... do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos atos, iguais uns aos outros como... partes do mesmo zero, e não se amalgamando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no plenário planetário... – de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar;
Um partido..., quase circunscrito..., avolumando ou diminuindo segundo erros da força sindical..., hoje aparentemente forte e numeroso, amanhã exaurido e letárgico, - água de poça inerte, transbordando se há chuva, tumultuando se há vento, furiosa um instante, imóvel em seguida, e evaporada logo, em lhe batendo dois dias de sol do sertão ardente; um partido composto sobretudo de pequenos grupos regionais, adstritos ao sedentarismo crônico do metro e da balança, dente de balcão, não de guerreiros, com um estado-maior pacífico e desconexo de velhos doutrinários, moços positivistas, românticos, jacobinos e declamadores, homens de boa fé, alguns de valia mas nenhum a valer; um partido, enfim, de índole estreita, acanhadamente político-eleitoreiro, mais negativo que afirmativo, mais de demolição que de reconstrução, faltando-lhe um chefe de autoridade abrupta, uma dessas cabeças firmes e superiores, olhos para iluminar e boca para mandar, - um desses homens predestinados, que são em crises históricas o ponto de intercepção de milhões de almas e vontades, acumuladores elétricos da vitalidade de uma raça, cérebro omnímodos, compreendendo tudo, adivinhando tudo, mudando tudo sem deixar se mudar - livro de cifras, livro de arte, livro de história, simultaneamente humanos e patriotas, do globo e da rua, do tempo e do minuto, forças supremas, forças invencíveis, que levam um povo de abalada, como quem leva ao colo uma criança;
Instrução miserável, Ministério da Educação nulo, e da Cultura tocado ao som da MPB, agricultura industrializada para o rico e de subsistência rudimentar  para o pobre;
Um regime econômico baseado na inscrição e no empenho  clamoroso de um subjetivo homem único contra todos..., perda de gente e perda de capital, autofagia coletiva, organismo vivendo e morrendo do parasitismo de si próprio;
Liberdade absoluta, neutralizada por uma desigualdade revoltante, - o direito garantido virtualmente na lei, posto, de fato, à mercê dum apadrinhado de batoteiros, sendo vedado, ainda aos mais orgulhosos e mais fortes, abrir caminho nesta porcaria, sem recorrer à influência tirânica e degradante de qualquer dos bandos partidários;
Uma literatura iconoclasta, - meia dúzia de homens que, no verso e no romance, no panfleto e na história, haviam desmoronado a cambaleante cenografia verde a amarela da classe dominante de..., opondo uma arte de sarcasmo, viril e humana, à fraudulagem pelintra da literatura oficial, carimbada para a imortalidade do esquecimento com cruz indelével da ordem mendicante...;
Uma geração nova das escolas, entusiastas, irreverentes, revolucionária, destinada, porém, como as anteriores, viva maré dum instante, a refluir anódina e apática ao charco das conveniência e dos interesses, dela restando apenas, isolados, meia dúzia de homens inflexos e direitos, indemnes à podridão contagiosa pela vacina orgânica dum caráter moral excepcionalíssimo.
E se a isso juntarmos um pessimismo canceroso e corrosivo, minando as almas, cristalizando já em fórmulas banais e populares, tão bons são uns como os outros, corja de pantomineiros, cambada de ladrões, tudo uma choldra, etc., etc., - teremos em sintético esboço a fisionomia da nacionalidade... no tempo da morte de um partido delirante..., cujo reinado de paz podre vem dia a dia supurando em gangrenamentos terciários.
O advento do materialismo capitalista, inaugurado pela ironia céptica do coronelismo desbravado, acabava pela galhofa cínica do poder canavieiro... O riso da hiena, levemente amargo, estridente, desfechava no riso canalha do garotão de  Ipanema. O patusco terminava em malandro.

(1) Há exceções individuais, claramente. A fisionomia geral, no entanto, é aquela.
(2) Se o Nazareno, entre ladrões, fosse hoje crucificado em plena  Praça dos Três Poderes, ao terceiro dia, em vez do Justo, ressuscitariam os bandidos. Ao terceiro dia? Que digo eu! Em 24 horas andavam na rua, sãos como cachorros com coleiras tricolores.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria interessante ler o artigo abaixo. O Diogo Mainardi até tem um pouco de razão:</p>
<p>Balanço Cívico</p>
<p>Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de quadrada, agüentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma reação, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, leva a vida ao som do samba,  guarda ainda na noite de sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, - reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta;<br />
Um partido, desmoralizado e materialista, liberal e ateu, cuja Cúpula é o ministério do poder, e cujos responsáveis e afiliados não são mais que tradução em monstruosidade fura-vidas que governa o distrito ou do fura urnas que administra o Estado(1); e, ao pé deste conluio partidário, um grupo casuístico, apadrinhado e apadrinhador, exército de sombras, minando, enredando, absorvendo, pelo mensalão, pela escola, pela oficina, pelo asilo, pelo cabo eleitoral, pelo eleitorado, - força superior, cosmopolita, invencível, adaptando-se com elasticidade inteligente a todos os meios e condições, desde a aldeola íntima, onde berra pela boca epiléptica do fanfarrão milagreiro, até à rica sociedade elegante da capital central, onde o gentilismo é um dandismo de tesouraria, um beatério chic, politiquismo de high-life, prédicas untuosas   ( monólogos ao  todo poderoso no uso de cuecas valiosas e fralda) e em certos dias, na Sede da moda, o bonito discurso encantador, - luz discreta, flores de luxo, palanque de mogno, cadeiras cômodas, português primoroso, companheiros e companheiras, e frases formosas  repetidas dos melhores prosadores da ABL;<br />
Uma elite, cívica e politicamente corrupta até a medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem caráter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e galhofarias, capazes de  toda a veniaga e toda infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política nacional sucedam, entre indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Partido congregado&#8230; (2);<br />
Um Congresso que importa em milhões de reais, não valendo centavos, como elemento de defesa e garantia autônoma;<br />
Um poder legislativo, meio esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país, e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre, - como da roda duma ponta de eixo;<br />
A Justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara a ponto de fazer dela uma saca-rolhas;<br />
&#8230;partidos&#8230; ora,  vários&#8230; sem idéias, sem planos, sem convicções, incapazes, na hora do desastre, de sacrificar os interesses próprios e mesquinhos&#8230;  ou meio centavo ou uma gota de esperança, vivendo&#8230; do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos atos, iguais uns aos outros como&#8230; partes do mesmo zero, e não se amalgamando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no plenário planetário&#8230; – de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar;<br />
Um partido&#8230;, quase circunscrito&#8230;, avolumando ou diminuindo segundo erros da força sindical&#8230;, hoje aparentemente forte e numeroso, amanhã exaurido e letárgico, - água de poça inerte, transbordando se há chuva, tumultuando se há vento, furiosa um instante, imóvel em seguida, e evaporada logo, em lhe batendo dois dias de sol do sertão ardente; um partido composto sobretudo de pequenos grupos regionais, adstritos ao sedentarismo crônico do metro e da balança, dente de balcão, não de guerreiros, com um estado-maior pacífico e desconexo de velhos doutrinários, moços positivistas, românticos, jacobinos e declamadores, homens de boa fé, alguns de valia mas nenhum a valer; um partido, enfim, de índole estreita, acanhadamente político-eleitoreiro, mais negativo que afirmativo, mais de demolição que de reconstrução, faltando-lhe um chefe de autoridade abrupta, uma dessas cabeças firmes e superiores, olhos para iluminar e boca para mandar, - um desses homens predestinados, que são em crises históricas o ponto de intercepção de milhões de almas e vontades, acumuladores elétricos da vitalidade de uma raça, cérebro omnímodos, compreendendo tudo, adivinhando tudo, mudando tudo sem deixar se mudar - livro de cifras, livro de arte, livro de história, simultaneamente humanos e patriotas, do globo e da rua, do tempo e do minuto, forças supremas, forças invencíveis, que levam um povo de abalada, como quem leva ao colo uma criança;<br />
Instrução miserável, Ministério da Educação nulo, e da Cultura tocado ao som da MPB, agricultura industrializada para o rico e de subsistência rudimentar  para o pobre;<br />
Um regime econômico baseado na inscrição e no empenho  clamoroso de um subjetivo homem único contra todos&#8230;, perda de gente e perda de capital, autofagia coletiva, organismo vivendo e morrendo do parasitismo de si próprio;<br />
Liberdade absoluta, neutralizada por uma desigualdade revoltante, - o direito garantido virtualmente na lei, posto, de fato, à mercê dum apadrinhado de batoteiros, sendo vedado, ainda aos mais orgulhosos e mais fortes, abrir caminho nesta porcaria, sem recorrer à influência tirânica e degradante de qualquer dos bandos partidários;<br />
Uma literatura iconoclasta, - meia dúzia de homens que, no verso e no romance, no panfleto e na história, haviam desmoronado a cambaleante cenografia verde a amarela da classe dominante de&#8230;, opondo uma arte de sarcasmo, viril e humana, à fraudulagem pelintra da literatura oficial, carimbada para a imortalidade do esquecimento com cruz indelével da ordem mendicante&#8230;;<br />
Uma geração nova das escolas, entusiastas, irreverentes, revolucionária, destinada, porém, como as anteriores, viva maré dum instante, a refluir anódina e apática ao charco das conveniência e dos interesses, dela restando apenas, isolados, meia dúzia de homens inflexos e direitos, indemnes à podridão contagiosa pela vacina orgânica dum caráter moral excepcionalíssimo.<br />
E se a isso juntarmos um pessimismo canceroso e corrosivo, minando as almas, cristalizando já em fórmulas banais e populares, tão bons são uns como os outros, corja de pantomineiros, cambada de ladrões, tudo uma choldra, etc., etc., - teremos em sintético esboço a fisionomia da nacionalidade&#8230; no tempo da morte de um partido delirante&#8230;, cujo reinado de paz podre vem dia a dia supurando em gangrenamentos terciários.<br />
O advento do materialismo capitalista, inaugurado pela ironia céptica do coronelismo desbravado, acabava pela galhofa cínica do poder canavieiro&#8230; O riso da hiena, levemente amargo, estridente, desfechava no riso canalha do garotão de  Ipanema. O patusco terminava em malandro.</p>
<p>(1) Há exceções individuais, claramente. A fisionomia geral, no entanto, é aquela.<br />
(2) Se o Nazareno, entre ladrões, fosse hoje crucificado em plena  Praça dos Três Poderes, ao terceiro dia, em vez do Justo, ressuscitariam os bandidos. Ao terceiro dia? Que digo eu! Em 24 horas andavam na rua, sãos como cachorros com coleiras tricolores.</p>
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		<title>By: Fabio Martins</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3874</link>
		<dc:creator>Fabio Martins</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2005 01:51:33 +0000</pubDate>
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		<description>Ola...sou jornalista da radio ABC e estou fazendo um documentario sobre patriotismo...e para colocar os dois lados da moeda estou usando como base aliada o livro "Brasil-mito fundador e sociedade autoritaria" de Marilena Chaui e a controversia o livro "Contra o Brasil" de Diogo Mainardi, mas para isso precisaria que o Diogo nos concedesse uma entrevista seja por telefone ou pessoalmente se for possivel. Aguardo um retorno. Cordialmente Fabio Martins
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola&#8230;sou jornalista da radio ABC e estou fazendo um documentario sobre patriotismo&#8230;e para colocar os dois lados da moeda estou usando como base aliada o livro &#8220;Brasil-mito fundador e sociedade autoritaria&#8221; de Marilena Chaui e a controversia o livro &#8220;Contra o Brasil&#8221; de Diogo Mainardi, mas para isso precisaria que o Diogo nos concedesse uma entrevista seja por telefone ou pessoalmente se for possivel. Aguardo um retorno. Cordialmente Fabio Martins</p>
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		<title>By: Diogo Mainardi uma idéia que boia no rio. rs...</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3873</link>
		<dc:creator>Diogo Mainardi uma idéia que boia no rio. rs...</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2004 02:47:09 +0000</pubDate>
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		<description>As vezes fico puto com a liberdade que Deus nos deu...deixar um cara como Diogo Mainardi abrir a boca é a mesma coisa do que merda que boia em um rio. Fede e bóia mas gosta dessa presença. Não é mesmo Diogo?

Esse cara não sabe o que fala... gosta é de aparecer achando que levanta uma bandeira do "isso é injusto aquilo é certo" mas que é julgado por ele mesmo. Apenas um egoísta. Disfarça suas magoas escrevendo pra veja. Olha o que o cara me fala em umas de suas colulas "Lula da azar" hahahaha e outra vem falar que "O PT é Coronelistmo" desculpe mas vc não é nada cara. Se é rico e tem dinheiro grande coisa! talvez esse seja o seu limite ser rico e ter merda na cabeça! VOCÊ TEM QUE PROVAR O QUE SUA BOCA DE LIXO ACUSA. Quero comprar uma briga de frente com vc topas?! Como os manos da periferia falam vc é "Vacilão". O Brasil fica podre com uma mente dessas.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As vezes fico puto com a liberdade que Deus nos deu&#8230;deixar um cara como Diogo Mainardi abrir a boca é a mesma coisa do que merda que boia em um rio. Fede e bóia mas gosta dessa presença. Não é mesmo Diogo?</p>
<p>Esse cara não sabe o que fala&#8230; gosta é de aparecer achando que levanta uma bandeira do &#8220;isso é injusto aquilo é certo&#8221; mas que é julgado por ele mesmo. Apenas um egoísta. Disfarça suas magoas escrevendo pra veja. Olha o que o cara me fala em umas de suas colulas &#8220;Lula da azar&#8221; hahahaha e outra vem falar que &#8220;O PT é Coronelistmo&#8221; desculpe mas vc não é nada cara. Se é rico e tem dinheiro grande coisa! talvez esse seja o seu limite ser rico e ter merda na cabeça! VOCÊ TEM QUE PROVAR O QUE SUA BOCA DE LIXO ACUSA. Quero comprar uma briga de frente com vc topas?! Como os manos da periferia falam vc é &#8220;Vacilão&#8221;. O Brasil fica podre com uma mente dessas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Macaca de Auditório</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3872</link>
		<dc:creator>Macaca de Auditório</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2004 00:44:19 +0000</pubDate>
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		<description>Mainardi é um gato! É lindo! Tem umas sobrancelhas maravilhosas! É uma pena que seja casado! Vou rezar prá Santo Onofre prá ele se livrar da Anna e ficar comigo!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mainardi é um gato! É lindo! Tem umas sobrancelhas maravilhosas! É uma pena que seja casado! Vou rezar prá Santo Onofre prá ele se livrar da Anna e ficar comigo!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3871</link>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2004 09:05:38 +0000</pubDate>
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		<description>Tbém o acho superficial.
Mas Vc mandou muito bem neste seu artigo.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tbém o acho superficial.<br />
Mas Vc mandou muito bem neste seu artigo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Roger</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3870</link>
		<dc:creator>Roger</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Sep 2004 10:44:32 +0000</pubDate>
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		<description>Imbecilidade ou é engraçada ou revoltante e o Mainardi não é lá muito engraçado... Acho que gerar reações de ódio é fácil até demais, cuspa na Bíblia e os evangélicos vão te xingar por semanas, diga que os negros são isso ou aquilo e terá reações, fale que lugar de mulher é na cozinha e elas vão mandar e-mails de revolta pra ti, etc. Enfim, não vejo méritos no Mainardi e acho que as pessoas dão importância demais pra ele, seja pra criticar ou pra elogiar. Pra mim ele é um polemista gratuito e de argumentação fraquíssima e superficial. Ponto. A reação que ele gera nos imbecís é tão imbecil quanto seu método.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Imbecilidade ou é engraçada ou revoltante e o Mainardi não é lá muito engraçado&#8230; Acho que gerar reações de ódio é fácil até demais, cuspa na Bíblia e os evangélicos vão te xingar por semanas, diga que os negros são isso ou aquilo e terá reações, fale que lugar de mulher é na cozinha e elas vão mandar e-mails de revolta pra ti, etc. Enfim, não vejo méritos no Mainardi e acho que as pessoas dão importância demais pra ele, seja pra criticar ou pra elogiar. Pra mim ele é um polemista gratuito e de argumentação fraquíssima e superficial. Ponto. A reação que ele gera nos imbecís é tão imbecil quanto seu método.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Andre Kenji</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/09/diogo-mainardi/#comment-3869</link>
		<dc:creator>Andre Kenji</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2004 18:54:27 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acho o Mainardi pobre. Mas para ser franco, desde de que eu descobri os articulistas estrangeiros na internet, nunca consegui ler o congeneres nacionais da mesma forma.

E se ele atiça paixões é mais um sinal da pobreza do ambiente intelectual brasileiro, que se divide entre o panfletismo barato pseudo-marxista de DA Universitário e o conservadorismo de madame que lê o Jornal da Tarde.

A Veja já teve momentos que era de fato influente.
Hoje, sei lá. Do que ela tem falado, as revistas femininas da Abril falam com mais propriedade.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho o Mainardi pobre. Mas para ser franco, desde de que eu descobri os articulistas estrangeiros na internet, nunca consegui ler o congeneres nacionais da mesma forma.</p>
<p>E se ele atiça paixões é mais um sinal da pobreza do ambiente intelectual brasileiro, que se divide entre o panfletismo barato pseudo-marxista de DA Universitário e o conservadorismo de madame que lê o Jornal da Tarde.</p>
<p>A Veja já teve momentos que era de fato influente.<br />
Hoje, sei lá. Do que ela tem falado, as revistas femininas da Abril falam com mais propriedade.</p>
]]></content:encoded>
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