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	<title>Comments on: Ainda o racismo</title>
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	<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 17:05:10 +0000</pubDate>
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		<title>By: junior</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/ainda-o-racismo/#comment-7199</link>
		<dc:creator>junior</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2005 08:53:27 +0000</pubDate>
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		<description>isso é ótimo!
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		<title>By: Ana Lucia</title>
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		<dc:creator>Ana Lucia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2005 01:23:49 +0000</pubDate>
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		<description>Ai Claudinho mimoso obrigada acho que já posso dormir tranquila hoje depois de receber um elogio de uma eminência parda como você !
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		<title>By: DaniCast</title>
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		<dc:creator>DaniCast</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2005 11:12:06 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, Claudinho querido (ou você prefere ser chamado de Papa-Bento?), com esses argumentos "brilhantes", cheios de intolerância e demonstrando sua total ignorância (nos dois sentidos) que você apresentou por aqui, você esperava o quê? Sabe como é, quando um anencéfalo não consegue subir o nível da discussão nem com escada, as pessoas se vêem obrigadas a descer até o nível dele e fazer um desenho, colocar umas legendas, para ver se finalmente conseguem com que ele entenda o que está sendo argumentado.
Só está faltando você mandar as "mulheres irem pra cozinha que é o lugar delas".
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, Claudinho querido (ou você prefere ser chamado de Papa-Bento?), com esses argumentos &#8220;brilhantes&#8221;, cheios de intolerância e demonstrando sua total ignorância (nos dois sentidos) que você apresentou por aqui, você esperava o quê? Sabe como é, quando um anencéfalo não consegue subir o nível da discussão nem com escada, as pessoas se vêem obrigadas a descer até o nível dele e fazer um desenho, colocar umas legendas, para ver se finalmente conseguem com que ele entenda o que está sendo argumentado.<br />
Só está faltando você mandar as &#8220;mulheres irem pra cozinha que é o lugar delas&#8221;.</p>
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		<title>By: Cláudio Cordeiro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/ainda-o-racismo/#comment-7196</link>
		<dc:creator>Cláudio Cordeiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2005 19:57:58 +0000</pubDate>
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		<description>Bela resposta, Ana Lucia. Seu poder de argumentação me assombra, assim como o embasamento com que vc expressa suas opiniões.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bela resposta, Ana Lucia. Seu poder de argumentação me assombra, assim como o embasamento com que vc expressa suas opiniões.</p>
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	<item>
		<title>By: lfelipe</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/ainda-o-racismo/#comment-7195</link>
		<dc:creator>lfelipe</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2005 12:36:07 +0000</pubDate>
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		<description>
Caro Rafael

Como contribuição ao debate, mando um artigo que escrevi sobre a viagem de Lula à Africa
abraços e parabéns pela condução da discussão.
Luiz Felipe de Alencastro


ALIÁS          O ESTADO DE S.PAULO
Domingo, 17 de Abril de 2005
Um pedido de desculpas para ficar na história

Lula foi o primeiro presidente brasileiro a reconhecer o "grave erro da escravidão" em solo africano
Luiz Felipe de Alencastro*
A viagem do presidente Lula à África tomou um tom mais simbólico durante a visita à ilha de Gorée, no Senegal, e à Casa dos Escravos. Neste local, venerado como centro da deportação dos escravos, o presidente Lula - acompanhado pelo presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, e pelo ministro Gilberto Gil - emocionou-se e declarou: "Eu queria dizer ao presidente Wade, ao povo do Senegal e da África que não tenho nenhuma responsabilidade pelo que aconteceu nos séculos 16, 17 e 18, mas que é uma boa política dizer ao povo do Senegal e da África perdão pelo que fizemos aos negros". Trata-se de um pronunciamento histórico, da parte do presidente do país que conta com a maior população de origem africana fora da África. Por isso, torna-se necessário situar o evento numa perspectiva mais longa. Note-se algo curioso. Visitada por milhares de pessoas, e pelos presidentes Bush (filho) e Clinton, pelo papa João Paulo II e por Mandela, a Casa dos Escravos tem uma história bizarra. Muito provavelmente, o prédio serviu de depósito de escravos, mas nunca foi - como se pretende - o ponto central do fluxo contínuo de escravos para as Américas. Aliás, não é preciso andar muito para esbarrar em incoerências. Enquanto o curador da Casa dos Escravos conta que 40 milhões de cativos foram embarcados dali, o Museu Histórico de Gorée, situado pouco adiante e dirigido por historiadores sérios, apresenta a cifra aceita pela maioria dos pesquisadores - perto de 10,5 milhões de escravos saídos de toda a África para as Américas. De qualquer modo, o lugar tornou-se um símbolo que ultrapassa a veracidade factual: é ali que os afro-americanos e as pessoas de boa vontade se recolhem para meditar sobre a tragédia do tráfico negreiro. Há outros portos mais relevantes que permanecem apagados da memória. Como a ilha de Luanda, na frente da capital de Angola. Centenas de milhares de escravos foram embarcados ali, geralmente para o Brasil, fazendo da região o mais movimentado porto negreiro da África. Mas pouca gente sabe disso, e o lugar é freqüentado por turistas em busca de suas praias. Nesse sentido, a Casa dos Escravos guarda toda a sua importância. Em novembro de 2003, quando visitou Luanda, o presidente Lula fez um discurso mencionando o drama dos escravos angolanos trazidos para o Brasil e os "laços de sangue" unindo nossos povos. Na mesma viagem, deu declarações sobre o peso da escravidão no Brasil, quando esteve em Moçambique. Mas as frases se perderam nas entrelinhas dos jornais. É preciso notar que Angola foi visitada por outros dois presidentes brasileiros. Mas nem Sarney (em 1989), que fizera um discurso corajoso sobre a escravidão no centenário da Abolição, em 1988, nem Fernando Henrique (em Luanda em 1996), autor de um importante livro sobre o escravismo, manifestaram-se sobre esse tema tão candente. Outra foi a atitude do presidente Clinton, que, em sua viagem a Uganda (1998), pediu desculpas pelo envolvimento dos norte-americanos na escravização dos africanos. Ora, comparado com o Brasil, o comprometimento norte-americano no tráfico negreiro foi muito relativo: os EUA receberam perto de 600 mil escravos africanos (6%), enquanto o Brasil é o maior beneficiário do tráfico, com perto de 4 milhões de indivíduos (40% do total). Mais ainda, os colonos do Brasil, desde o século 17, e os brasileiros propriamente ditos, de 1822 a 1850, tiveram participação ativa no saque direto dos povos africanos, sobretudo em Angola. Só os colonos do Brasil tiveram essa implicação na pilhagem negreira. Só o Brasil, como nação independente, foi tão fundo no tráfico e na escravidão. O fato é conhecido dos historiadores e diplomatas. Ao longo de seus cursos no Itamaraty, nossos diplomatas devem ter tido informação sobre a maior encrenca nessa área enfrentada pelo País: o conflito com a Inglaterra em torno da continuação do tráfico negreiro. Embora esse comércio fosse ilegal, e considerado ato de pirataria pelas leis brasileiras, havia gente como o senador mineiro Bernardo Pereira de Vasconcelos - eminente pai da Pátria - achando que permanecer importando escravos era assunto de soberania nacional. Faltava, portanto, um pronunciamento oficial sobre o assunto em solo africano. Faltava um gesto significativo para marcar o sentimento já expresso pelo presidente Lula em sua precedente viagem à África. O local escolhido foi a ilha de Gorée, tudo bem. Mas a fala - que deveria ter sido bem preparada - saiu enviesada. O presidente eximiu-se pessoalmente ("...não tenho nenhuma responsabilidade pelo que aconteceu nos séculos 16, 17 e 18"). Obviamente o indivíduo Lula não tem nada a ver com o que ocorreu em qualquer parte do planeta antes de sua maioridade. Mas deveria ter assumido seu papel de presidente de um país escravista e negreiro durante mais de três séculos. Contudo, Lula concluiu de maneira generosa: "Essas pessoas (os africanos) e seu sofrimento ajudaram a construir o meu país. Se não fosse a miscigenação, não teríamos o povo maravilhoso que é o brasileiro". O presidente poderia ter dito um pouco mais. Conservadas as atuais projeções demográficas (declínio da natalidade da população branca e queda mais lenta da natalidade dos negros e mulatos), o Brasil será, dentro de duas décadas, uma nação formada majoritariamente por cidadãos descendentes de africanos. Fechar-se-á, assim, um ciclo: antes de 1850 também éramos uma nação formada em sua maioria por negros e mulatos. *Luiz Felipe de Alencastro é titular da cátedra de História do Brasil na Universidade de Paris-Sorbonne e autor de Trato dos Viventes - Formação do Brasil no Atlântico Sul, Companhia das Letras, 2000
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rafael</p>
<p>Como contribuição ao debate, mando um artigo que escrevi sobre a viagem de Lula à Africa<br />
abraços e parabéns pela condução da discussão.<br />
Luiz Felipe de Alencastro</p>
<p>ALIÁS          O ESTADO DE S.PAULO<br />
Domingo, 17 de Abril de 2005<br />
Um pedido de desculpas para ficar na história</p>
<p>Lula foi o primeiro presidente brasileiro a reconhecer o &#8220;grave erro da escravidão&#8221; em solo africano<br />
Luiz Felipe de Alencastro*<br />
A viagem do presidente Lula à África tomou um tom mais simbólico durante a visita à ilha de Gorée, no Senegal, e à Casa dos Escravos. Neste local, venerado como centro da deportação dos escravos, o presidente Lula - acompanhado pelo presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, e pelo ministro Gilberto Gil - emocionou-se e declarou: &#8220;Eu queria dizer ao presidente Wade, ao povo do Senegal e da África que não tenho nenhuma responsabilidade pelo que aconteceu nos séculos 16, 17 e 18, mas que é uma boa política dizer ao povo do Senegal e da África perdão pelo que fizemos aos negros&#8221;. Trata-se de um pronunciamento histórico, da parte do presidente do país que conta com a maior população de origem africana fora da África. Por isso, torna-se necessário situar o evento numa perspectiva mais longa. Note-se algo curioso. Visitada por milhares de pessoas, e pelos presidentes Bush (filho) e Clinton, pelo papa João Paulo II e por Mandela, a Casa dos Escravos tem uma história bizarra. Muito provavelmente, o prédio serviu de depósito de escravos, mas nunca foi - como se pretende - o ponto central do fluxo contínuo de escravos para as Américas. Aliás, não é preciso andar muito para esbarrar em incoerências. Enquanto o curador da Casa dos Escravos conta que 40 milhões de cativos foram embarcados dali, o Museu Histórico de Gorée, situado pouco adiante e dirigido por historiadores sérios, apresenta a cifra aceita pela maioria dos pesquisadores - perto de 10,5 milhões de escravos saídos de toda a África para as Américas. De qualquer modo, o lugar tornou-se um símbolo que ultrapassa a veracidade factual: é ali que os afro-americanos e as pessoas de boa vontade se recolhem para meditar sobre a tragédia do tráfico negreiro. Há outros portos mais relevantes que permanecem apagados da memória. Como a ilha de Luanda, na frente da capital de Angola. Centenas de milhares de escravos foram embarcados ali, geralmente para o Brasil, fazendo da região o mais movimentado porto negreiro da África. Mas pouca gente sabe disso, e o lugar é freqüentado por turistas em busca de suas praias. Nesse sentido, a Casa dos Escravos guarda toda a sua importância. Em novembro de 2003, quando visitou Luanda, o presidente Lula fez um discurso mencionando o drama dos escravos angolanos trazidos para o Brasil e os &#8220;laços de sangue&#8221; unindo nossos povos. Na mesma viagem, deu declarações sobre o peso da escravidão no Brasil, quando esteve em Moçambique. Mas as frases se perderam nas entrelinhas dos jornais. É preciso notar que Angola foi visitada por outros dois presidentes brasileiros. Mas nem Sarney (em 1989), que fizera um discurso corajoso sobre a escravidão no centenário da Abolição, em 1988, nem Fernando Henrique (em Luanda em 1996), autor de um importante livro sobre o escravismo, manifestaram-se sobre esse tema tão candente. Outra foi a atitude do presidente Clinton, que, em sua viagem a Uganda (1998), pediu desculpas pelo envolvimento dos norte-americanos na escravização dos africanos. Ora, comparado com o Brasil, o comprometimento norte-americano no tráfico negreiro foi muito relativo: os EUA receberam perto de 600 mil escravos africanos (6%), enquanto o Brasil é o maior beneficiário do tráfico, com perto de 4 milhões de indivíduos (40% do total). Mais ainda, os colonos do Brasil, desde o século 17, e os brasileiros propriamente ditos, de 1822 a 1850, tiveram participação ativa no saque direto dos povos africanos, sobretudo em Angola. Só os colonos do Brasil tiveram essa implicação na pilhagem negreira. Só o Brasil, como nação independente, foi tão fundo no tráfico e na escravidão. O fato é conhecido dos historiadores e diplomatas. Ao longo de seus cursos no Itamaraty, nossos diplomatas devem ter tido informação sobre a maior encrenca nessa área enfrentada pelo País: o conflito com a Inglaterra em torno da continuação do tráfico negreiro. Embora esse comércio fosse ilegal, e considerado ato de pirataria pelas leis brasileiras, havia gente como o senador mineiro Bernardo Pereira de Vasconcelos - eminente pai da Pátria - achando que permanecer importando escravos era assunto de soberania nacional. Faltava, portanto, um pronunciamento oficial sobre o assunto em solo africano. Faltava um gesto significativo para marcar o sentimento já expresso pelo presidente Lula em sua precedente viagem à África. O local escolhido foi a ilha de Gorée, tudo bem. Mas a fala - que deveria ter sido bem preparada - saiu enviesada. O presidente eximiu-se pessoalmente (&#8221;&#8230;não tenho nenhuma responsabilidade pelo que aconteceu nos séculos 16, 17 e 18&#8243;). Obviamente o indivíduo Lula não tem nada a ver com o que ocorreu em qualquer parte do planeta antes de sua maioridade. Mas deveria ter assumido seu papel de presidente de um país escravista e negreiro durante mais de três séculos. Contudo, Lula concluiu de maneira generosa: &#8220;Essas pessoas (os africanos) e seu sofrimento ajudaram a construir o meu país. Se não fosse a miscigenação, não teríamos o povo maravilhoso que é o brasileiro&#8221;. O presidente poderia ter dito um pouco mais. Conservadas as atuais projeções demográficas (declínio da natalidade da população branca e queda mais lenta da natalidade dos negros e mulatos), o Brasil será, dentro de duas décadas, uma nação formada majoritariamente por cidadãos descendentes de africanos. Fechar-se-á, assim, um ciclo: antes de 1850 também éramos uma nação formada em sua maioria por negros e mulatos. *Luiz Felipe de Alencastro é titular da cátedra de História do Brasil na Universidade de Paris-Sorbonne e autor de Trato dos Viventes - Formação do Brasil no Atlântico Sul, Companhia das Letras, 2000</p>
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		<title>By: Ana Lucia</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/ainda-o-racismo/#comment-7194</link>
		<dc:creator>Ana Lucia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2005 22:11:35 +0000</pubDate>
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		<description>Valeu Dani :-) Agora deixemos para lá esse energúmeno  que além de imbecil tem complexo de inferioridade e nunca leu um daqueles livrinhos O que é cultura, que a gente lê no segundo grau.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu Dani :-) Agora deixemos para lá esse energúmeno  que além de imbecil tem complexo de inferioridade e nunca leu um daqueles livrinhos O que é cultura, que a gente lê no segundo grau.</p>
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		<title>By: Cláudio Cordeiro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/ainda-o-racismo/#comment-7193</link>
		<dc:creator>Cláudio Cordeiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2005 19:18:41 +0000</pubDate>
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		<description>É, o Egito era uma civilização africana. Os faraós eram negros, como no clipe do Michael Jackson. São Paulo é uma metrópole. A "Oca" é um bom museu. A arte africana é genial. E eu, como já disse em outro lugar, sou o Bento XVII.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>É, o Egito era uma civilização africana. Os faraós eram negros, como no clipe do Michael Jackson. São Paulo é uma metrópole. A &#8220;Oca&#8221; é um bom museu. A arte africana é genial. E eu, como já disse em outro lugar, sou o Bento XVII.</p>
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		<title>By: DaniCast</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/ainda-o-racismo/#comment-7192</link>
		<dc:creator>DaniCast</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2005 18:20:00 +0000</pubDate>
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		<description>Ah sim, claro, o Egito é uma cultura "asiática/semita". Os faraós eram todos asiáticos. Ptolomeu não era Alexandre o Grande que era grego. Eram todos chineses. O Egito nem fica na África! Fica na Península Ibérica.
Tem razão, não rola conversar com gente que acha que "pintar os olhos para se proteger do sol é uma manifestação cultural". Nem com pessoas que acham que Alexandria era uma biblioteca. Ou que a cultura do chá é importante social e econômicamente.
Concordo com você, Claudio, não discute comigo não, você só vai passar mais e mais vexame.

Pena que você viva no "cu do mundo". Eu não vivo. Vivo em uma metrópole chamada São Paulo, onde pude, inclusive ver uma exposição de Arte Chinesa em um museu chamado Oca, que também exibiu uma exposição africana.

A Ana então, nem vou comentar, porque senão aí sim você vai ser obrigado a se recolher à sua insignificância intelectual.

Em tempo: vários dos wunderblogs são meus amigos, esse comentário aí era pra ser ofensa? Não ofendeu.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah sim, claro, o Egito é uma cultura &#8220;asiática/semita&#8221;. Os faraós eram todos asiáticos. Ptolomeu não era Alexandre o Grande que era grego. Eram todos chineses. O Egito nem fica na África! Fica na Península Ibérica.<br />
Tem razão, não rola conversar com gente que acha que &#8220;pintar os olhos para se proteger do sol é uma manifestação cultural&#8221;. Nem com pessoas que acham que Alexandria era uma biblioteca. Ou que a cultura do chá é importante social e econômicamente.<br />
Concordo com você, Claudio, não discute comigo não, você só vai passar mais e mais vexame.</p>
<p>Pena que você viva no &#8220;cu do mundo&#8221;. Eu não vivo. Vivo em uma metrópole chamada São Paulo, onde pude, inclusive ver uma exposição de Arte Chinesa em um museu chamado Oca, que também exibiu uma exposição africana.</p>
<p>A Ana então, nem vou comentar, porque senão aí sim você vai ser obrigado a se recolher à sua insignificância intelectual.</p>
<p>Em tempo: vários dos wunderblogs são meus amigos, esse comentário aí era pra ser ofensa? Não ofendeu.</p>
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		<title>By: Cláudio Cordeiro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/ainda-o-racismo/#comment-7191</link>
		<dc:creator>Cláudio Cordeiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2005 12:41:16 +0000</pubDate>
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		<description>Ui, as moçoilas ficaram bravinhas comigo!! Não precisa partir pro ataque, gente, afinal eu não mereço isso, não é mesmo? heheheh. Esse pessoalzinho "liberal" brasileiro precisa aprender urgente a respeitar opiniões contrárias..... hmmmmm, ofensas bobinhas e desnecessárias, ataquinhos em grupo..... estaremos vendo o nascimento dos antípodas dos Wunderblogs?
&lt;br /&gt;
Ana Lucia: eu não vivo no centro do universo. Pelo contrário, vivo no Brasil, neste cu do mundo, onde tem gente irrelevante como vc que acha que a África nos deu geniais obras de arte.
&lt;br /&gt;
DaniCast: Eu estou falando da África, não do Egito, que é mto mais uma cultura asiática/semita. Agora não dá pra discutir mesmo cultura com gente que acha que pintar os olhos para se proteger do sol é uma manifestação cultural. Assim realmente não rola.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ui, as moçoilas ficaram bravinhas comigo!! Não precisa partir pro ataque, gente, afinal eu não mereço isso, não é mesmo? heheheh. Esse pessoalzinho &#8220;liberal&#8221; brasileiro precisa aprender urgente a respeitar opiniões contrárias&#8230;.. hmmmmm, ofensas bobinhas e desnecessárias, ataquinhos em grupo&#8230;.. estaremos vendo o nascimento dos antípodas dos Wunderblogs?<br />
<br />
Ana Lucia: eu não vivo no centro do universo. Pelo contrário, vivo no Brasil, neste cu do mundo, onde tem gente irrelevante como vc que acha que a África nos deu geniais obras de arte.<br />
<br />
DaniCast: Eu estou falando da África, não do Egito, que é mto mais uma cultura asiática/semita. Agora não dá pra discutir mesmo cultura com gente que acha que pintar os olhos para se proteger do sol é uma manifestação cultural. Assim realmente não rola.</p>
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	<item>
		<title>By: DaniCast</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/ainda-o-racismo/#comment-7190</link>
		<dc:creator>DaniCast</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2005 09:06:19 +0000</pubDate>
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		<description>Claudio, você me surpreende pelo seu preconceito e ignorância. Cultura não é nem nunca foi o que está em museus ou livros, os livros existem nesse formato há menos de 400 anos, os museus tem mais ou menos esse tempo de vida. Ou seja, papiros para você não são registros válidos de cultura escrita né?
Cultura, meu caro ignorante e preconceituoso é todo o conjunto de conhecimentos que pertence a um povo, seja ele qual for. Isso inclui tradição oral, música, dança, comida, hábitos.
Vou pegar o exemplo do Sahara, que possui tribos nômades e citar apenas UMA característica cultural de um grupo nômade, os tuaregues: os homens pintam os olhos com kaal azul, como os egípcios faziam, para proteger sua visão das ondas de calor do deserto.
Aliás, citar a região africana como reduto da falta de cultura e ignorância é coisa de ignorante mesmo: o Egito é lá, e a maior biblioteca que se tem notícia do mundo da antiguidade (feita em papiros, não em livros, mas esse detalhe não deveria fazer diferença, é cultura e conhecimento do mesmo modo) era em Alexandria, uma cidade na costa africana, portuária, no mediterrâneo.
Sabe, preconceito nasce de ignorância. Mas tudo isso que eu citei é matéria dada no Ensino Médio.
Volta para a escola Claudio, você está desesperadamente necessitado.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Claudio, você me surpreende pelo seu preconceito e ignorância. Cultura não é nem nunca foi o que está em museus ou livros, os livros existem nesse formato há menos de 400 anos, os museus tem mais ou menos esse tempo de vida. Ou seja, papiros para você não são registros válidos de cultura escrita né?<br />
Cultura, meu caro ignorante e preconceituoso é todo o conjunto de conhecimentos que pertence a um povo, seja ele qual for. Isso inclui tradição oral, música, dança, comida, hábitos.<br />
Vou pegar o exemplo do Sahara, que possui tribos nômades e citar apenas UMA característica cultural de um grupo nômade, os tuaregues: os homens pintam os olhos com kaal azul, como os egípcios faziam, para proteger sua visão das ondas de calor do deserto.<br />
Aliás, citar a região africana como reduto da falta de cultura e ignorância é coisa de ignorante mesmo: o Egito é lá, e a maior biblioteca que se tem notícia do mundo da antiguidade (feita em papiros, não em livros, mas esse detalhe não deveria fazer diferença, é cultura e conhecimento do mesmo modo) era em Alexandria, uma cidade na costa africana, portuária, no mediterrâneo.<br />
Sabe, preconceito nasce de ignorância. Mas tudo isso que eu citei é matéria dada no Ensino Médio.<br />
Volta para a escola Claudio, você está desesperadamente necessitado.</p>
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