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	<title>Comments on: Mudando para não mudar</title>
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	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 18:34:57 +0000</pubDate>
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		<title>By: Ciceero</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7124</link>
		<dc:creator>Ciceero</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2005 19:46:08 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Rafael:

A Igreja CAR, mudou sim e muito!. Do cristianismo primitivo até os tempos atuais, muita agua passou por debaixo da ponte. Vc, quer ver como a Igreja mudou?  Basta pensar que o Catolicismo, é a forma cristã MAIS  condescendente que existe com os seus fiéis.  QUanto ao "demônio", este NÃo foi inventado pela ICAR. No Antigo Testamento, NÂO há menção de Satanás, e a batalha espiriual se dá  entre o povo de Deus Vivo, Deus único,  e os povos  politeístas,  restando pouco espaço para a figura de Satanás. Foi Jesus, quem denunciou a existência do Diabo ( ser espiritual ) conforme a conhecemos  hoje, podendo ser resumido o seu Ministério na Terra,  nesses dois pontos principais: Revelar-nos o Reino de Deus (A Boa Nova), e denunciar a existência do Diabo, o que convenhamos, não é pouca coisa. Abçc.  Cicero
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Rafael:</p>
<p>A Igreja CAR, mudou sim e muito!. Do cristianismo primitivo até os tempos atuais, muita agua passou por debaixo da ponte. Vc, quer ver como a Igreja mudou?  Basta pensar que o Catolicismo, é a forma cristã MAIS  condescendente que existe com os seus fiéis.  QUanto ao &#8220;demônio&#8221;, este NÃo foi inventado pela ICAR. No Antigo Testamento, NÂO há menção de Satanás, e a batalha espiriual se dá  entre o povo de Deus Vivo, Deus único,  e os povos  politeístas,  restando pouco espaço para a figura de Satanás. Foi Jesus, quem denunciou a existência do Diabo ( ser espiritual ) conforme a conhecemos  hoje, podendo ser resumido o seu Ministério na Terra,  nesses dois pontos principais: Revelar-nos o Reino de Deus (A Boa Nova), e denunciar a existência do Diabo, o que convenhamos, não é pouca coisa. Abçc.  Cicero</p>
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		<title>By: Paulo</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7123</link>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2005 18:20:18 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Ismael:
Será que vc poderia dizer em qual livro,capítulo e versículo da Bíblia Vc encontrou tal "pérola"?

Já li muitas versões da Bíblia e nunca encontrei tal parte.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ismael:<br />
Será que vc poderia dizer em qual livro,capítulo e versículo da Bíblia Vc encontrou tal &#8220;pérola&#8221;?</p>
<p>Já li muitas versões da Bíblia e nunca encontrei tal parte.</p>
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		<title>By: Ricardo Antunes da Costa</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7122</link>
		<dc:creator>Ricardo Antunes da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2005 15:13:28 +0000</pubDate>
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		<description>Não, eles só estão indo na onda dos CNP®. ;-)

Na verdade tudo acaba naquilo que o Roger escreveu, que é optar entre quantidade e qualidade.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não, eles só estão indo na onda dos CNP®. ;-)</p>
<p>Na verdade tudo acaba naquilo que o Roger escreveu, que é optar entre quantidade e qualidade.</p>
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		<title>By: Rafael</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7121</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2005 13:29:04 +0000</pubDate>
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		<description>Ricardo, só uma pergunta: os padres da Teologia da Libertação são "católicos não-praticantes"?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo, só uma pergunta: os padres da Teologia da Libertação são &#8220;católicos não-praticantes&#8221;?</p>
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		<title>By: Ricardo Antunes da Costa</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7120</link>
		<dc:creator>Ricardo Antunes da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2005 12:00:58 +0000</pubDate>
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		<description>Eu concordo com o Roger.  Acredito, inclusive, que os verdadeiros católicos não desejam essa "adaptação" da Igreja aos "novos tempos".

Isso é coisa de católico "não-praticante", termo inventado para designar pessoas sem religião, mas que não querem admitir essa condição.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu concordo com o Roger.  Acredito, inclusive, que os verdadeiros católicos não desejam essa &#8220;adaptação&#8221; da Igreja aos &#8220;novos tempos&#8221;.</p>
<p>Isso é coisa de católico &#8220;não-praticante&#8221;, termo inventado para designar pessoas sem religião, mas que não querem admitir essa condição.</p>
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		<title>By: Roger</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7119</link>
		<dc:creator>Roger</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2005 09:49:39 +0000</pubDate>
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		<description>Apenas tentei articular o contra-ponto pela visão de quem tem fé e demonstrar que filosófica e conceitualmente a mudança é a maior inimiga da fé, pode, é claro, dar lugar a novas formas de crença.
Quanto às mudanças é preciso distinguir dentro da Igreja dogma de tradição. Uma vez lançado um dogma a Igreja se utiliza da infalibilidade e esse princípio se torna imutável. Seria como artigo constitucional em uma constituição rígida, só uma revolução que derrubasse tudo poderia mudar. A Imaculada Conceição, por exemplo, já fazia parte da tradição católica desde os primórdios, já tinha virado conceito praticamente unâmime muito antes de virar dogma de fé.
A liturgia pertence a tradição, ou seja, a missa pode ser repaginada para ficar mais atraente aos regionalismos com exceção da eucaristia que é dogma. Celibato pertence a tradição, é possível criar ordens onde os padres namorem e casem, o argumento "larga tua família e segue-me" dito por Cristo não tem força teológica para se impor como dogma.
Aborto e eutanásia, dificilmente mudam, como disse JP II,"não matar não prevê excessões", etc.
Agora um dado interessante, pelos primeiros pronunciamentos de Bento e do Magela depois do conclave, a idéia é aquela mesma, com mais de um bilhão de fiéis a Igreja está preocupada em ter fiéis verdadeiros que sigam a religião e considera a diminuição numérica um problema de segunda classe. "Nós não queremos quantidade, queremos cristãos autenticos", disse o Magela pós-conclave.
Dado interessante é que todas as Igrejas tradicionais tem perdido terreno para os neo-protestantes, hehehe, porém as Igrejas que cederam e tentaram se adaptar tem perdido mais e mais rápido, vide Anglicanos. Ou seja, melhor que crescer feito balão, grande por fora e vazio por dentro, é manter a eficiência e qualidade dentro do seu nicho de mercado, que no caso dos católicos não é tão pequeno assim. Esse é o pensamento demonstrado por eles e que casa com o conservadorismo e fé.

P.S.Ainda vou te ver comendo arroz com pequi, viu? hehehehe
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas tentei articular o contra-ponto pela visão de quem tem fé e demonstrar que filosófica e conceitualmente a mudança é a maior inimiga da fé, pode, é claro, dar lugar a novas formas de crença.<br />
Quanto às mudanças é preciso distinguir dentro da Igreja dogma de tradição. Uma vez lançado um dogma a Igreja se utiliza da infalibilidade e esse princípio se torna imutável. Seria como artigo constitucional em uma constituição rígida, só uma revolução que derrubasse tudo poderia mudar. A Imaculada Conceição, por exemplo, já fazia parte da tradição católica desde os primórdios, já tinha virado conceito praticamente unâmime muito antes de virar dogma de fé.<br />
A liturgia pertence a tradição, ou seja, a missa pode ser repaginada para ficar mais atraente aos regionalismos com exceção da eucaristia que é dogma. Celibato pertence a tradição, é possível criar ordens onde os padres namorem e casem, o argumento &#8220;larga tua família e segue-me&#8221; dito por Cristo não tem força teológica para se impor como dogma.<br />
Aborto e eutanásia, dificilmente mudam, como disse JP II,&#8221;não matar não prevê excessões&#8221;, etc.<br />
Agora um dado interessante, pelos primeiros pronunciamentos de Bento e do Magela depois do conclave, a idéia é aquela mesma, com mais de um bilhão de fiéis a Igreja está preocupada em ter fiéis verdadeiros que sigam a religião e considera a diminuição numérica um problema de segunda classe. &#8220;Nós não queremos quantidade, queremos cristãos autenticos&#8221;, disse o Magela pós-conclave.<br />
Dado interessante é que todas as Igrejas tradicionais tem perdido terreno para os neo-protestantes, hehehe, porém as Igrejas que cederam e tentaram se adaptar tem perdido mais e mais rápido, vide Anglicanos. Ou seja, melhor que crescer feito balão, grande por fora e vazio por dentro, é manter a eficiência e qualidade dentro do seu nicho de mercado, que no caso dos católicos não é tão pequeno assim. Esse é o pensamento demonstrado por eles e que casa com o conservadorismo e fé.</p>
<p>P.S.Ainda vou te ver comendo arroz com pequi, viu? hehehehe</p>
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		<title>By: Dani-PE</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7118</link>
		<dc:creator>Dani-PE</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Apr 2005 23:42:11 +0000</pubDate>
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		<description>Ah... e eu considero virgindade, o fato de não ter tido relações sexuais, mas pelo jeito a igreja considera o físico, né?
Nunca tinha atentado pra isso... que pra entrar, ela não perdeu a virgindade física, mas pra sair ela tem que ter perdido.
Mas a Bíblia relata irmãos de Jesus, ou seja, Maria teve outros filhos com José, e nada mais sagrado do que isso, pô. Casou, véu e grinalda, crescei e multiplicai-vos. Mas a igreja teima em negar isso. Dizem que "irmãos" é a palavra que substitiu "primos" porque não existia essa palavra na época, na língua, sei lá. Mas quando falam que Maria foi visitar Isabel, falam que foi visitar a prima Isabel se não estou errada. Então existia a palavra "primo".
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah&#8230; e eu considero virgindade, o fato de não ter tido relações sexuais, mas pelo jeito a igreja considera o físico, né?<br />
Nunca tinha atentado pra isso&#8230; que pra entrar, ela não perdeu a virgindade física, mas pra sair ela tem que ter perdido.<br />
Mas a Bíblia relata irmãos de Jesus, ou seja, Maria teve outros filhos com José, e nada mais sagrado do que isso, pô. Casou, véu e grinalda, crescei e multiplicai-vos. Mas a igreja teima em negar isso. Dizem que &#8220;irmãos&#8221; é a palavra que substitiu &#8220;primos&#8221; porque não existia essa palavra na época, na língua, sei lá. Mas quando falam que Maria foi visitar Isabel, falam que foi visitar a prima Isabel se não estou errada. Então existia a palavra &#8220;primo&#8221;.</p>
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		<title>By: Dani-PE</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7117</link>
		<dc:creator>Dani-PE</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Apr 2005 23:36:59 +0000</pubDate>
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		<description>Vi na discovery channel um programa sobre isso e li outras coisas (comentadas por Roberta e Flávio) em outros lugares. Eu tb sou desmancha prazeres. :P
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Vi na discovery channel um programa sobre isso e li outras coisas (comentadas por Roberta e Flávio) em outros lugares. Eu tb sou desmancha prazeres. :P</p>
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		<title>By: viajandona</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7116</link>
		<dc:creator>viajandona</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Apr 2005 20:14:12 +0000</pubDate>
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		<description>A igreja pura politicagem como qualquer grupo humano, onde há junção há política.O problema da "política religiosa" é que se acha A verdade e que somente eles conhecem e podem mudar A verdade.Tratam a verdade deles como verdades universais.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A igreja pura politicagem como qualquer grupo humano, onde há junção há política.O problema da &#8220;política religiosa&#8221; é que se acha A verdade e que somente eles conhecem e podem mudar A verdade.Tratam a verdade deles como verdades universais.</p>
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		<title>By: Cláudio Costa</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/04/mudando-para-nao-mudar/#comment-7115</link>
		<dc:creator>Cláudio Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Apr 2005 18:40:32 +0000</pubDate>
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		<description>Lúcido, calmo e sereno. Três adjetivos em um só blog. A "santíssima trindade" de um bom texto argumentativo. Nada a acrescentar. Tenha fé no que eu falo. Amém.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lúcido, calmo e sereno. Três adjetivos em um só blog. A &#8220;santíssima trindade&#8221; de um bom texto argumentativo. Nada a acrescentar. Tenha fé no que eu falo. Amém.</p>
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