<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comments on: Depois do &#8220;boa noite&#8221;</title>
	<atom:link href="http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/</link>
	<description></description>
	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 19:12:15 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.5.1</generator>
		<item>
		<title>By: Henrique Placido</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7615</link>
		<dc:creator>Henrique Placido</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 20:23:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7615</guid>
		<description>O Dia de Maria já vale a pena só pela atuação do Stenio Garcia. É impressionante como o coroa só melhora com o tempo, ao contrário do Fagundes que vai ficando canastra...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia de Maria já vale a pena só pela atuação do Stenio Garcia. É impressionante como o coroa só melhora com o tempo, ao contrário do Fagundes que vai ficando canastra&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Mônica</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7614</link>
		<dc:creator>Mônica</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 15:46:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7614</guid>
		<description>Ai... duplamente maneta é foi foda! Aí já deixa de ser maneta e vira outra coisa, né? hehehe
Mas, como diz o Bia, ontem eu tava berba, com cérebro maneta. :)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ai&#8230; duplamente maneta é foi foda! Aí já deixa de ser maneta e vira outra coisa, né? hehehe<br />
Mas, como diz o Bia, ontem eu tava berba, com cérebro maneta. :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Biajoni</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7613</link>
		<dc:creator>Biajoni</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 15:45:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7613</guid>
		<description>adorei OLGA, o filme. independente dos SUPORTES, uma coisas NOS FALAM mais que outras. sem dúvida, a TV é mais MEDÍOCRE por necessidade, atinge uma massa maior, anseia PÚBLICOS maiores. em cinema, teatro, via de regra (não falo de BLOCKBUSTERS), pode-se trabalhar com NICHOS, privilegiando temas, referências, até MANEIRISMOS que são do PÚBLICO-ALVO. hehehe... bem COMERCIAL esse PÚBLICO-ALVO, né? mas, voltando, entendo a crítica (ou boa parte dela) ter MALHADO olga. se fosse pra fazer uma CRÍTICA FORMAL, talvez fosse meio impossível não citar a TV (jornalismo vive meio de CLICHÊS, né?). mas eu adorei, vi excelentes interpretações, boa trilha (melosa, é certo, mas CASADA com as imagens), direção OK e um conjunto LACRIMOSO como, PORRA, quiseram fazer. eu chorei pacas!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>adorei OLGA, o filme. independente dos SUPORTES, uma coisas NOS FALAM mais que outras. sem dúvida, a TV é mais MEDÍOCRE por necessidade, atinge uma massa maior, anseia PÚBLICOS maiores. em cinema, teatro, via de regra (não falo de BLOCKBUSTERS), pode-se trabalhar com NICHOS, privilegiando temas, referências, até MANEIRISMOS que são do PÚBLICO-ALVO. hehehe&#8230; bem COMERCIAL esse PÚBLICO-ALVO, né? mas, voltando, entendo a crítica (ou boa parte dela) ter MALHADO olga. se fosse pra fazer uma CRÍTICA FORMAL, talvez fosse meio impossível não citar a TV (jornalismo vive meio de CLICHÊS, né?). mas eu adorei, vi excelentes interpretações, boa trilha (melosa, é certo, mas CASADA com as imagens), direção OK e um conjunto LACRIMOSO como, PORRA, quiseram fazer. eu chorei pacas!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Roberson</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7612</link>
		<dc:creator>Roberson</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 10:55:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7612</guid>
		<description>Podemos dividir produções culturais em dois grupos: &lt;b&gt;coisas boas&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;coisas ruins&lt;/b&gt;, que no teatro, cinema ou TV. Hoje é dia de Maria e Os Maias foram as duas últimas coisas boas da TV. Mas, como lembra o Flávio Prada, o caráter de produção industrial para as massas cria obstáculos comerciais para coisas mais elaboradas, que não necessariamente teriam público elitizado. Hoje é dia de Maria foi sucesso de crítica e público, superando todas as expectativas da Globo quanto à audiência.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Podemos dividir produções culturais em dois grupos: <b>coisas boas</b> e <b>coisas ruins</b>, que no teatro, cinema ou TV. Hoje é dia de Maria e Os Maias foram as duas últimas coisas boas da TV. Mas, como lembra o Flávio Prada, o caráter de produção industrial para as massas cria obstáculos comerciais para coisas mais elaboradas, que não necessariamente teriam público elitizado. Hoje é dia de Maria foi sucesso de crítica e público, superando todas as expectativas da Globo quanto à audiência.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Flavio Prada</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7611</link>
		<dc:creator>Flavio Prada</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 04:24:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7611</guid>
		<description>O texto pode ser o mesmo, mas a gramatica, os tempos e estrutura dramatica de teatro, cinema e televisão são completamente diferentes. Do mesmo texto saem produtos muito diferentes, pois as enfases devem respeitar a linguagem do meio. Um unico exemplo entre tantos: na TV voce tem trinta segundo para conquistar o espectador e deve criar ganchos antes dos comerciais pro cara voltar a te ver. No cinema e teatro não existe isso. Faz muita diferença. Quanto a hegemonia da TV, no caso brasileiro acho que é como comparar produto industrializado com artesanato, ou seja, produto de largo consumo com produto de melhor acabamento. Isso não exclui que a capacidade da TV de gerar produtos artesanais com otimo acabamento como uma miniserie, porem a logica no geral, é de produto industrial ainda nesse caso.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto pode ser o mesmo, mas a gramatica, os tempos e estrutura dramatica de teatro, cinema e televisão são completamente diferentes. Do mesmo texto saem produtos muito diferentes, pois as enfases devem respeitar a linguagem do meio. Um unico exemplo entre tantos: na TV voce tem trinta segundo para conquistar o espectador e deve criar ganchos antes dos comerciais pro cara voltar a te ver. No cinema e teatro não existe isso. Faz muita diferença. Quanto a hegemonia da TV, no caso brasileiro acho que é como comparar produto industrializado com artesanato, ou seja, produto de largo consumo com produto de melhor acabamento. Isso não exclui que a capacidade da TV de gerar produtos artesanais com otimo acabamento como uma miniserie, porem a logica no geral, é de produto industrial ainda nesse caso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Mônica</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7610</link>
		<dc:creator>Mônica</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 01:48:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7610</guid>
		<description>Mais, sobre João Kléber e Jô Soares, já que hoje cismei de dar uma de crítica de TV: o primeiro é mais engraçado, e disfarça menos seu lado "mundo cão". O tal "eu sou o Soares educado na Suíça", além de não fazer rir nem o dedo mindinho das mãos de um duplamente maneta, ainda posa de "o culto". Seja cultura ou não, prefiro o primeiro.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais, sobre João Kléber e Jô Soares, já que hoje cismei de dar uma de crítica de TV: o primeiro é mais engraçado, e disfarça menos seu lado &#8220;mundo cão&#8221;. O tal &#8220;eu sou o Soares educado na Suíça&#8221;, além de não fazer rir nem o dedo mindinho das mãos de um duplamente maneta, ainda posa de &#8220;o culto&#8221;. Seja cultura ou não, prefiro o primeiro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Mônica</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7609</link>
		<dc:creator>Mônica</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 01:43:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7609</guid>
		<description>Comentários de alguém que deve ter assistido, se muito, a quatro peças de teatro na vida:

Imagino que as coisas funcionem diferente. Cinema é de um jeito, TV de outro, teatro de outro outro. Acho que é, guardadas as tais proporções, algo como desenhar com nanquim, pintar uma tela a óleo, usar acrílico ou aquarela.

***

Outro dos meus "achismos": tentar definir o que define a cultura de um país é questão de estatística, e essa é uma disciplina que eu ODIAVA na faculdade. Meu tio tinha um caseiro em sua roça (não era fazenda, era roça), o Zito, que não sabia que havia filmadora. Outro tio resolveu fazer um vídeo com ele. O cara achava que era máquina fotográfica e ficava imóvel. Quando viu o vídeo, pirou. Tudo bem que faz tempo, mas é sintomático.

***

Acho que novela tem, sim, um alcance incrível. Muita gente usa a roupa tal porque a tal da Darlene se veste de tal jeito. Até o esmalte da figura imitam. Mas tomar algo como definitivo na definição da cultura de um país eu acho meio forte. Opiniões, opiniões...

***

Eu gosto de ver TV. E vejo que, mesmo na TV aberta, aquela que alcança muita gente, a variação de temas é grande. Provavelmente a força maior seja das novelas. Quem são as mais fortes? As mexicanas ou as da Globo? Sei lá. Vejo de tudo, desde João Kléber ao chato do Jô Soares que, aliás, acho mais nojento que o primeiro. Tosqueira é comigo mesmo. Questão de personalidade, talvez. Mas cada um tem a sua, enfim. O que sei é que cada pessoa com quem converso - e as classes sociais dos meus "conversantes" variam - tem uma preferência diferente e uma visão diferente da coisa. Que bom que seja assim.

***

Fiz estágio, quando ainda era estudante, numa favela. Taquaril. Lugar barra pesada, onde tem gente morando em barracos de lona ainda hoje. O que a gente pode falar da cultura dessas pessoas? Absolutamente nada. São vidas que não conhecemos. Portanto, evito generalizar.

***

Volto ao Zito, aquele que achava que gravação de imagem em movimento não existia: para ele a cultura são os bois, as lendas da roça, as histórias de assombração. Para mim a cultura tem a ver com minha sensação de não ter lido, visto ou ouvido o que deveria, por achar que estou desperdiçando um prazer que poderia ter ou ter tido. Mas nem isso sei. Gosto de coisas toscas e talvez deva assumir isso. Como dizem por aí, cada um é cada um.

***

E, para finalizar, tenha linguagem de TV, de cinema, de teatro ou do famigerado dia-a-dia, achei Olga, o filme, um porre. Gostei mais do livro.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comentários de alguém que deve ter assistido, se muito, a quatro peças de teatro na vida:</p>
<p>Imagino que as coisas funcionem diferente. Cinema é de um jeito, TV de outro, teatro de outro outro. Acho que é, guardadas as tais proporções, algo como desenhar com nanquim, pintar uma tela a óleo, usar acrílico ou aquarela.</p>
<p>***</p>
<p>Outro dos meus &#8220;achismos&#8221;: tentar definir o que define a cultura de um país é questão de estatística, e essa é uma disciplina que eu ODIAVA na faculdade. Meu tio tinha um caseiro em sua roça (não era fazenda, era roça), o Zito, que não sabia que havia filmadora. Outro tio resolveu fazer um vídeo com ele. O cara achava que era máquina fotográfica e ficava imóvel. Quando viu o vídeo, pirou. Tudo bem que faz tempo, mas é sintomático.</p>
<p>***</p>
<p>Acho que novela tem, sim, um alcance incrível. Muita gente usa a roupa tal porque a tal da Darlene se veste de tal jeito. Até o esmalte da figura imitam. Mas tomar algo como definitivo na definição da cultura de um país eu acho meio forte. Opiniões, opiniões&#8230;</p>
<p>***</p>
<p>Eu gosto de ver TV. E vejo que, mesmo na TV aberta, aquela que alcança muita gente, a variação de temas é grande. Provavelmente a força maior seja das novelas. Quem são as mais fortes? As mexicanas ou as da Globo? Sei lá. Vejo de tudo, desde João Kléber ao chato do Jô Soares que, aliás, acho mais nojento que o primeiro. Tosqueira é comigo mesmo. Questão de personalidade, talvez. Mas cada um tem a sua, enfim. O que sei é que cada pessoa com quem converso - e as classes sociais dos meus &#8220;conversantes&#8221; variam - tem uma preferência diferente e uma visão diferente da coisa. Que bom que seja assim.</p>
<p>***</p>
<p>Fiz estágio, quando ainda era estudante, numa favela. Taquaril. Lugar barra pesada, onde tem gente morando em barracos de lona ainda hoje. O que a gente pode falar da cultura dessas pessoas? Absolutamente nada. São vidas que não conhecemos. Portanto, evito generalizar.</p>
<p>***</p>
<p>Volto ao Zito, aquele que achava que gravação de imagem em movimento não existia: para ele a cultura são os bois, as lendas da roça, as histórias de assombração. Para mim a cultura tem a ver com minha sensação de não ter lido, visto ou ouvido o que deveria, por achar que estou desperdiçando um prazer que poderia ter ou ter tido. Mas nem isso sei. Gosto de coisas toscas e talvez deva assumir isso. Como dizem por aí, cada um é cada um.</p>
<p>***</p>
<p>E, para finalizar, tenha linguagem de TV, de cinema, de teatro ou do famigerado dia-a-dia, achei Olga, o filme, um porre. Gostei mais do livro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Cipy</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7608</link>
		<dc:creator>Cipy</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 01:15:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7608</guid>
		<description>Rafa, bacana vc abordar esse tema. Discordo q 'quem define a cultura deste país é a TV'. Primeiro: cinema, TV  e teatro são linguagens diferentes, e comparações n cabe.
Segundo: 'definir' é mto forte. Houve e há uma grande, e até abusiva, penetração da TV.Isso pode e deve ter norteado ou contribuído para a melhora de nossas produções. Faz (fez!) coisas maravilhosas. Reconheço. Agora, definir ... é mto, não?
Terceiro: se levarmos em conta a produção musical, num viés da brasileira, por exemplo, na TV aparece mto pouco do q há de melhor.

PS 1: n tenho visto TV ultimamente. Sem o mínimo saco. Vou ao cinema, a shows, ao teatro e, com certeza, lucro mais.

PS 2: como n falar dos seus parágrafos de uma só palavra? Arrasa, né?

Meu beijo!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafa, bacana vc abordar esse tema. Discordo q &#8216;quem define a cultura deste país é a TV&#8217;. Primeiro: cinema, TV  e teatro são linguagens diferentes, e comparações n cabe.<br />
Segundo: &#8216;definir&#8217; é mto forte. Houve e há uma grande, e até abusiva, penetração da TV.Isso pode e deve ter norteado ou contribuído para a melhora de nossas produções. Faz (fez!) coisas maravilhosas. Reconheço. Agora, definir &#8230; é mto, não?<br />
Terceiro: se levarmos em conta a produção musical, num viés da brasileira, por exemplo, na TV aparece mto pouco do q há de melhor.</p>
<p>PS 1: n tenho visto TV ultimamente. Sem o mínimo saco. Vou ao cinema, a shows, ao teatro e, com certeza, lucro mais.</p>
<p>PS 2: como n falar dos seus parágrafos de uma só palavra? Arrasa, né?</p>
<p>Meu beijo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: vanna</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7607</link>
		<dc:creator>vanna</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 00:48:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7607</guid>
		<description>dãããããããããã~
Deve ser por causa do fuso horário
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>dãããããããããã~<br />
Deve ser por causa do fuso horário</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: DaniCast</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/05/depois-do-boa-noite/#comment-7606</link>
		<dc:creator>DaniCast</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 00:44:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1270#comment-7606</guid>
		<description>Hummm... tá.
E como ficaria então o debate sobre linguagem e a poética do olhar?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hummm&#8230; tá.<br />
E como ficaria então o debate sobre linguagem e a poética do olhar?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
