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	<title>Comments on: Quando Rubem Fonseca matou Mandrake</title>
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	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 19:19:26 +0000</pubDate>
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		<title>By: kelton</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10058</link>
		<dc:creator>kelton</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 11:15:14 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo artigo, discordo, + é muito interessante mesmo, se fosse autor receberia com muito agrado a crítica... + o fato é que não gosto dos endeusados "O Cobrador" e "Feliz Ano Novo", prefiro os contos mais recentes, quanto os romances, todos que li me parecem estar no mesmo nível (ou seja muito bom!) como A grande arte, Agosto, Buffo, Vastas emoções, Diário... quanto ao fato de serem "cansativos", acho que isso corresponde mais a uma característica de textos longos mesmo... Abraço!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo artigo, discordo, + é muito interessante mesmo, se fosse autor receberia com muito agrado a crítica&#8230; + o fato é que não gosto dos endeusados &#8220;O Cobrador&#8221; e &#8220;Feliz Ano Novo&#8221;, prefiro os contos mais recentes, quanto os romances, todos que li me parecem estar no mesmo nível (ou seja muito bom!) como A grande arte, Agosto, Buffo, Vastas emoções, Diário&#8230; quanto ao fato de serem &#8220;cansativos&#8221;, acho que isso corresponde mais a uma característica de textos longos mesmo&#8230; Abraço!</p>
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		<title>By: Eduardo K</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10057</link>
		<dc:creator>Eduardo K</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jul 2006 12:14:35 +0000</pubDate>
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		<description>Rubem Fonseca, oitenta anos, não é o velho atento de Onze de Maio. Tudo foi escrito muito antes do atual A Bíblia e a bengala. Longe de mim condená-lo por não escrever mais os tais bons livros...  O melhor é não esperar nada. Não espero nada de Rubem Fonseca. Como o viciado com alguma experiência, devemos, sim, dar um tempo. Ele que ja escreveu sobre o vicio da escrita. Talvez esquecendo um pouco da droga, possamos desviar o olhar da materia e trombar nossos olhos. Quem sabe na próxima dose do mesmo o efeito é outro.
Rubem fonseca, eu o amo.

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Rubem Fonseca, oitenta anos, não é o velho atento de Onze de Maio. Tudo foi escrito muito antes do atual A Bíblia e a bengala. Longe de mim condená-lo por não escrever mais os tais bons livros&#8230;  O melhor é não esperar nada. Não espero nada de Rubem Fonseca. Como o viciado com alguma experiência, devemos, sim, dar um tempo. Ele que ja escreveu sobre o vicio da escrita. Talvez esquecendo um pouco da droga, possamos desviar o olhar da materia e trombar nossos olhos. Quem sabe na próxima dose do mesmo o efeito é outro.<br />
Rubem fonseca, eu o amo.</p>
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		<title>By: Bruno Balbino</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10056</link>
		<dc:creator>Bruno Balbino</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2006 17:11:17 +0000</pubDate>
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		<description>Quando vc fala de romance histórico para se referir ao Selvagem da Ópera já é usado um critério que não é plenamente estabelecido, depende da proposta do autor.Normalmente as pessoas confudem seus preconceitos com critérios seguros de avaliação.Eu particularmente valorizei o livro na medida em que a personalidade do músico é dissecada e criada pelo autor, o que eu acho que foi muito bem feito.
Em relação ao Diário de um Fescenino e o Doente Molière as tramas como pano de fundo ao pequenos dramas dos narradores, que são de ordem tão mais fugaz e ao mesmo tempo mais eterna, são sobrepostas de maneira tão tranquila que alguns leitores acabam lendo nas entrelinhas apenas senilidade.Entretanto, pode ser o contrário.Com um pouco menos desse espírito amargo que gera comentários sem pé nem cabeça esses três livros de Rubem Fonseca podem ser muito bem recebidos.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vc fala de romance histórico para se referir ao Selvagem da Ópera já é usado um critério que não é plenamente estabelecido, depende da proposta do autor.Normalmente as pessoas confudem seus preconceitos com critérios seguros de avaliação.Eu particularmente valorizei o livro na medida em que a personalidade do músico é dissecada e criada pelo autor, o que eu acho que foi muito bem feito.<br />
Em relação ao Diário de um Fescenino e o Doente Molière as tramas como pano de fundo ao pequenos dramas dos narradores, que são de ordem tão mais fugaz e ao mesmo tempo mais eterna, são sobrepostas de maneira tão tranquila que alguns leitores acabam lendo nas entrelinhas apenas senilidade.Entretanto, pode ser o contrário.Com um pouco menos desse espírito amargo que gera comentários sem pé nem cabeça esses três livros de Rubem Fonseca podem ser muito bem recebidos.</p>
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		<title>By: Julio Cesar Corrêa</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10055</link>
		<dc:creator>Julio Cesar Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2005 17:20:03 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente o forte do Rubão são os contos. O Diário de um Fescenino foi a última coisa que li dele. Feliz Ano Novo, que aliás, está completando três décadas, continua sendo o seu melhor trabalho.
gd ab
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente o forte do Rubão são os contos. O Diário de um Fescenino foi a última coisa que li dele. Feliz Ano Novo, que aliás, está completando três décadas, continua sendo o seu melhor trabalho.<br />
gd ab</p>
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		<title>By: Jorge A. S.</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10054</link>
		<dc:creator>Jorge A. S.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2005 13:59:20 +0000</pubDate>
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		<description>Acontece-me com os escritores e com os artistas que aprecio, o que me vem acontecendo com os amigos...por vezes crescemos divergindo e os interesses que, num dado momento eram garante de "simpatia" e cimento do afecto, vão eles próprios conhecendo a transmutação que é apanágio do tempo.

Decidimos tolerar e mesmo aprender a amar os defeitos alheios ou afastamo-nos progressivamente sem dramas... Movimento browniano, átomos e moléculas atraindo-se e afastando-se, dança da realidade...

Penso que o Rafael está sendo algo severo com o Rubem Fonseca. Eu gostei muito do "Agosto" que foi o último livro que li dele. Não desmerece as obras anteriores. Continua a ser um grande carpinteiro da língua com um sentido muito agudo da trama.

Reconheço as minhas limitações: quando amo sou cego. Como com o Caetano, a quem defendi contra tudo e todos quando trouxe a Lisboa e a Bruxelas, o "Fina Estampa",estou disposto a pôr as mãos no fogo pelo Rubem...

Quanto ao resto, grande blogue...

Abraços.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece-me com os escritores e com os artistas que aprecio, o que me vem acontecendo com os amigos&#8230;por vezes crescemos divergindo e os interesses que, num dado momento eram garante de &#8220;simpatia&#8221; e cimento do afecto, vão eles próprios conhecendo a transmutação que é apanágio do tempo.</p>
<p>Decidimos tolerar e mesmo aprender a amar os defeitos alheios ou afastamo-nos progressivamente sem dramas&#8230; Movimento browniano, átomos e moléculas atraindo-se e afastando-se, dança da realidade&#8230;</p>
<p>Penso que o Rafael está sendo algo severo com o Rubem Fonseca. Eu gostei muito do &#8220;Agosto&#8221; que foi o último livro que li dele. Não desmerece as obras anteriores. Continua a ser um grande carpinteiro da língua com um sentido muito agudo da trama.</p>
<p>Reconheço as minhas limitações: quando amo sou cego. Como com o Caetano, a quem defendi contra tudo e todos quando trouxe a Lisboa e a Bruxelas, o &#8220;Fina Estampa&#8221;,estou disposto a pôr as mãos no fogo pelo Rubem&#8230;</p>
<p>Quanto ao resto, grande blogue&#8230;</p>
<p>Abraços.</p>
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		<title>By: Viva</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10053</link>
		<dc:creator>Viva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2005 12:24:17 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa! Fiquei até com pena do Zé...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa! Fiquei até com pena do Zé&#8230;</p>
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		<title>By: Thiago Cavalcanti</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10052</link>
		<dc:creator>Thiago Cavalcanti</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2005 11:21:36 +0000</pubDate>
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		<description>Rapaz, só posso dizer alguma coisa depois que ler o livro, mas aviso logo que raramente concordo com o que dizem os críticos de qualquer espécie no campo das artes.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rapaz, só posso dizer alguma coisa depois que ler o livro, mas aviso logo que raramente concordo com o que dizem os críticos de qualquer espécie no campo das artes.</p>
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		<title>By: Axel</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10051</link>
		<dc:creator>Axel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2005 10:42:51 +0000</pubDate>
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		<description>Rafa, estás parecendo o marido traído falando da ex. Não é pedra demais para uma só vidraça? Fonseca não se repete, apenas é o mesmo sem a mesma intensidade. Assim como Márquez ou Greene depois de suas obras marcantes. Posso entender a decepção mas  não entendo a não compreensão.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafa, estás parecendo o marido traído falando da ex. Não é pedra demais para uma só vidraça? Fonseca não se repete, apenas é o mesmo sem a mesma intensidade. Assim como Márquez ou Greene depois de suas obras marcantes. Posso entender a decepção mas  não entendo a não compreensão.</p>
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		<title>By: Gabs</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10050</link>
		<dc:creator>Gabs</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2005 09:40:04 +0000</pubDate>
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		<description>Rubem seguiu os passos do mestre Nelson Rodrigues, mas se perdeu no caminho.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Rubem seguiu os passos do mestre Nelson Rodrigues, mas se perdeu no caminho.</p>
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		<title>By: Cant</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2005/11/quando-rubem-fonseca-matou-mandrake/#comment-10049</link>
		<dc:creator>Cant</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2005 09:36:08 +0000</pubDate>
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		<description>Agosto é bom.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Agosto é bom.</p>
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