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	<title>Comments on: Paulo Francis</title>
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	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 18:45:29 +0000</pubDate>
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		<title>By: Léo</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10357</link>
		<dc:creator>Léo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 08:27:43 +0000</pubDate>
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		<description>Mauricio,
Faz bem em não tentar compara Francis a Nietzsche. A Filosofia do último não era fragmentária. Como ele escreve em "Humano, Demasiado Humano", os quadros em relevo atiçam mais a curiosidade porque mostram apenas parte e deixam o resto para quem vê deduzir. Assim Nietzsche expunha sua filosofia. Mas existem os seus conceitos principais através dos quais toda sua filosofia e todos os seus escritos podem ser unificados. O pensamento dele não é segredo para nenhum estudioso atualmente.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Mauricio,<br />
Faz bem em não tentar compara Francis a Nietzsche. A Filosofia do último não era fragmentária. Como ele escreve em &#8220;Humano, Demasiado Humano&#8221;, os quadros em relevo atiçam mais a curiosidade porque mostram apenas parte e deixam o resto para quem vê deduzir. Assim Nietzsche expunha sua filosofia. Mas existem os seus conceitos principais através dos quais toda sua filosofia e todos os seus escritos podem ser unificados. O pensamento dele não é segredo para nenhum estudioso atualmente.</p>
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		<title>By: Guga Schultze</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10356</link>
		<dc:creator>Guga Schultze</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2007 21:26:37 +0000</pubDate>
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		<description>Você tem certeza que entendeu a citação de Francis sobre Marx e classe operária? Citação essa que pode ter se originado de Edmund Wilson, ok. Mas você disse que os dois estão errados, você argumenta sobre uma questão moral colocada erroneamente. Ninguém estava falando em moral. Francis disse apenas que ele, Francis, achava aquela citação parecida com moralismo judaico. É apenas uma opinião pessoal. Opiniões pessoais nunca estão "erradas".
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem certeza que entendeu a citação de Francis sobre Marx e classe operária? Citação essa que pode ter se originado de Edmund Wilson, ok. Mas você disse que os dois estão errados, você argumenta sobre uma questão moral colocada erroneamente. Ninguém estava falando em moral. Francis disse apenas que ele, Francis, achava aquela citação parecida com moralismo judaico. É apenas uma opinião pessoal. Opiniões pessoais nunca estão &#8220;erradas&#8221;.</p>
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		<title>By: Mauricio Moreira</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10355</link>
		<dc:creator>Mauricio Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2007 16:37:56 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Rafael,
Eu nao vou comparar a obra de Nietzsche e do Francis,mas como o primeiro que nem era considerado um filosofo por seu pensamento fragmentario,o Francis atraves da analise das varias facetas da realidade,fragmentarias,mas com uma abordagem direta da multiplicidade da vida,uma condensaçao da historia,seja ela politica,economica,social,cultural,filosofica,nos
mostrava,pelo menos a mim,a partir disso tudo,uma analise nova sobre a vida e suas circunstancias e,sim,como o Mainardi,considero Paulo Francis um grande pensador brasileiro.Abaixo um texto do Diogo:
Paulo Francis morreu oito anos atrás. A opinião geral é que sou a versão piorada dele. Como responder? Que não é verdade? Claro que é verdade. Digo apenas que a culpa não é minha. Eu me empenho no meu trabalho. Leio, estudo, escrevo, reescrevo. Não faço melhor porque não consigo. Não tenho capacidade. O único fato que alego em minha defesa é que não sou um principezinho. Não herdei o trono de Paulo Francis na imprensa brasileira. Fui posto em seu lugar por falta de alternativas. Porque não encontraram ninguém à altura. Se sou a versão piorada do Paulo Francis, é porque o Brasil, como um todo, piorou. Ficamos ainda mais conformistas, ainda mais rasteiros, ainda mais venais. Pegue a turma de Paulo Francis dos tempos do Pasquim, por exemplo. Apareceu algum humorista de verdade de lá para cá? Não. Apareceram somente chargistas a serviço do regime, como Chico Caruso. Se eles vivessem na Alemanha nazista, estariam pintando caricaturas de judeus com o nariz adunco nas vitrines do gueto. Então não me cobrem por ser uma pantomima grotesca do Paulo Francis. É bem mais instrutivo me ver como aquilo que realmente sou: um simples reflexo da irremediável deterioração intelectual e artística do país.

Oito anos depois de morrer, Paulo Francis continua sendo o mais influente pensador brasileiro. Não é novidade que o melhor da mentalidade nacional se encontra na imprensa. Isso acontece desde Euclides da Cunha. O problema é que Paulo Francis costuma ser mais recordado por seu temperamento do que por sua obra. Seus admiradores sentem saudade de seu talento para o deboche. Seus detratores reclamam de seu ar afetado. Como seria natural num país de analfabetos, discute-se acaloradamente a respeito de sua personalidade, mas ninguém parece disposto a reler seus livros. A republicação de sua obra nos últimos dois anos, pela editora Francis, passou em branco. Dedicaram-lhe apenas umas notinhas chochas nos jornais. É um erro. Uma estupidez. Um país pobre de idéias como o nosso não pode abrir mão de maneira tão leviana de um escritor como Paulo Francis.

Quer um conselho? Releia seu livro de memórias Trinta Anos Esta Noite, publicado originalmente em 1994, no aniversário do golpe militar de 31 de março. Onze anos depois, ficou ainda melhor. Diz mais a respeito do Brasil e dos brasileiros do que Casa-Grande e Senzala. Paulo Francis, para usar uma de suas expressões, não escreve "à brasileira". Não sentimentaliza, não enobrece, não edulcora seu passado. Ao mesmo tempo que se penitencia por suas velhas idéias esquerdistas, ele ridiculariza, uma a uma, toda aquela "gente nojentinha" que nos governou de 1950 em diante. Trinta Anos Esta Noite escancara o lado mais repulsivo do caráter nacional: adesista, fisiológico, acovardado, desonesto, reacionário, primitivo, roceiro. Paulo Francis refletia sobre as asnices brasileiras até mesmo quando lia Samuel Pepys. Ele morreu denunciando a roubalheira institucionalizada das empresas estatais. A Petrobras deveria pedir-lhe desculpas póstumas. Não existem mais intelectuais como Paulo Francis no país. Só versões pioradas.



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		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Rafael,<br />
Eu nao vou comparar a obra de Nietzsche e do Francis,mas como o primeiro que nem era considerado um filosofo por seu pensamento fragmentario,o Francis atraves da analise das varias facetas da realidade,fragmentarias,mas com uma abordagem direta da multiplicidade da vida,uma condensaçao da historia,seja ela politica,economica,social,cultural,filosofica,nos<br />
mostrava,pelo menos a mim,a partir disso tudo,uma analise nova sobre a vida e suas circunstancias e,sim,como o Mainardi,considero Paulo Francis um grande pensador brasileiro.Abaixo um texto do Diogo:<br />
Paulo Francis morreu oito anos atrás. A opinião geral é que sou a versão piorada dele. Como responder? Que não é verdade? Claro que é verdade. Digo apenas que a culpa não é minha. Eu me empenho no meu trabalho. Leio, estudo, escrevo, reescrevo. Não faço melhor porque não consigo. Não tenho capacidade. O único fato que alego em minha defesa é que não sou um principezinho. Não herdei o trono de Paulo Francis na imprensa brasileira. Fui posto em seu lugar por falta de alternativas. Porque não encontraram ninguém à altura. Se sou a versão piorada do Paulo Francis, é porque o Brasil, como um todo, piorou. Ficamos ainda mais conformistas, ainda mais rasteiros, ainda mais venais. Pegue a turma de Paulo Francis dos tempos do Pasquim, por exemplo. Apareceu algum humorista de verdade de lá para cá? Não. Apareceram somente chargistas a serviço do regime, como Chico Caruso. Se eles vivessem na Alemanha nazista, estariam pintando caricaturas de judeus com o nariz adunco nas vitrines do gueto. Então não me cobrem por ser uma pantomima grotesca do Paulo Francis. É bem mais instrutivo me ver como aquilo que realmente sou: um simples reflexo da irremediável deterioração intelectual e artística do país.</p>
<p>Oito anos depois de morrer, Paulo Francis continua sendo o mais influente pensador brasileiro. Não é novidade que o melhor da mentalidade nacional se encontra na imprensa. Isso acontece desde Euclides da Cunha. O problema é que Paulo Francis costuma ser mais recordado por seu temperamento do que por sua obra. Seus admiradores sentem saudade de seu talento para o deboche. Seus detratores reclamam de seu ar afetado. Como seria natural num país de analfabetos, discute-se acaloradamente a respeito de sua personalidade, mas ninguém parece disposto a reler seus livros. A republicação de sua obra nos últimos dois anos, pela editora Francis, passou em branco. Dedicaram-lhe apenas umas notinhas chochas nos jornais. É um erro. Uma estupidez. Um país pobre de idéias como o nosso não pode abrir mão de maneira tão leviana de um escritor como Paulo Francis.</p>
<p>Quer um conselho? Releia seu livro de memórias Trinta Anos Esta Noite, publicado originalmente em 1994, no aniversário do golpe militar de 31 de março. Onze anos depois, ficou ainda melhor. Diz mais a respeito do Brasil e dos brasileiros do que Casa-Grande e Senzala. Paulo Francis, para usar uma de suas expressões, não escreve &#8220;à brasileira&#8221;. Não sentimentaliza, não enobrece, não edulcora seu passado. Ao mesmo tempo que se penitencia por suas velhas idéias esquerdistas, ele ridiculariza, uma a uma, toda aquela &#8220;gente nojentinha&#8221; que nos governou de 1950 em diante. Trinta Anos Esta Noite escancara o lado mais repulsivo do caráter nacional: adesista, fisiológico, acovardado, desonesto, reacionário, primitivo, roceiro. Paulo Francis refletia sobre as asnices brasileiras até mesmo quando lia Samuel Pepys. Ele morreu denunciando a roubalheira institucionalizada das empresas estatais. A Petrobras deveria pedir-lhe desculpas póstumas. Não existem mais intelectuais como Paulo Francis no país. Só versões pioradas.</p>
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		<title>By: wagner lemos</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10354</link>
		<dc:creator>wagner lemos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 15:14:30 +0000</pubDate>
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		<description>Toda unanimidade é burra, disse o quase unânime Nelson Rodrigues. Realmente Darci Ribeiro deveria ser mais lembrado que o Sr Francis
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Toda unanimidade é burra, disse o quase unânime Nelson Rodrigues. Realmente Darci Ribeiro deveria ser mais lembrado que o Sr Francis</p>
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		<title>By: Phoenix Hennessey</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10353</link>
		<dc:creator>Phoenix Hennessey</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 00:30:08 +0000</pubDate>
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		<description>Madonna says she may adopt another child from abroad following her proposed adoption of a Malawian boy...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Madonna says she may adopt another child from abroad following her proposed adoption of a Malawian boy&#8230;</p>
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		<title>By: Roberto Pereira</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10352</link>
		<dc:creator>Roberto Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2006 04:58:30 +0000</pubDate>
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		<description>Digam o que disserem do Paulo Francis mas a verdade é que ele tinha algo que todos os colunistas e comentaristas do Brasil, senão o próprio Brasil, perderam: coragem.
Ele podia estar certo, e normalmente estava.
Podia estar errado e frequentemente estava (especialmente sob o ponto de vista ético).
Mas quer saber?
Foda-se!
Ele chutava mesmo, pegava firme, acertava na veia, esnobava descaradamente e não raramente perdia as estribeiras.
Mas a coragem dele de desacreditar até a si mesmo era algo admirável e merecedor até mesmo de um "stalker" que, qual urubu na carniça da celebridade, revira o lixo alheio em busca de uma projeçãozinha qualquer e uma polêmica besta.
Construímos nossa "cultura" sobre aquilo que nos emociona, nos cativa e nos faz pensar.
Paulo Francis, pro bem ou pro mal, fazia exatamente isso.
Darcy Ribeiro fazia o que mesmo?
Pois é.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Digam o que disserem do Paulo Francis mas a verdade é que ele tinha algo que todos os colunistas e comentaristas do Brasil, senão o próprio Brasil, perderam: coragem.<br />
Ele podia estar certo, e normalmente estava.<br />
Podia estar errado e frequentemente estava (especialmente sob o ponto de vista ético).<br />
Mas quer saber?<br />
Foda-se!<br />
Ele chutava mesmo, pegava firme, acertava na veia, esnobava descaradamente e não raramente perdia as estribeiras.<br />
Mas a coragem dele de desacreditar até a si mesmo era algo admirável e merecedor até mesmo de um &#8220;stalker&#8221; que, qual urubu na carniça da celebridade, revira o lixo alheio em busca de uma projeçãozinha qualquer e uma polêmica besta.<br />
Construímos nossa &#8220;cultura&#8221; sobre aquilo que nos emociona, nos cativa e nos faz pensar.<br />
Paulo Francis, pro bem ou pro mal, fazia exatamente isso.<br />
Darcy Ribeiro fazia o que mesmo?<br />
Pois é.</p>
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		<title>By: luis</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10351</link>
		<dc:creator>luis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2006 10:34:59 +0000</pubDate>
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		<description>a morte de paulo francis foi muy  pouco.

cúrioca que fala mal de parahyba/baiano tem é que morrer mesmo!!!!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>a morte de paulo francis foi muy  pouco.</p>
<p>cúrioca que fala mal de parahyba/baiano tem é que morrer mesmo!!!!</p>
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		<title>By: Milton do Prado</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10350</link>
		<dc:creator>Milton do Prado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 18:05:10 +0000</pubDate>
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		<description>Alô, Rafael! Passo por aqui depois de um tempo afastado e me deparo com esse belo post. Claro que há um exagero absurdo no dimensionamento do papel de Francis para a cultura brasileira, mas sinto muita falta de ler seus textos. Lembro de alguns insights maravilhosos sobre alguns filmes e algumas obsessões bem engraçadas (ele era vidrado pela Sandra Bullock, por exemplo). E bem lembrado: no final da vida, o cara meteu os pés pelas mãos. Suas viúvas adoram falar que a Petrobrás o matou, mas não conseguem ver que o cara disparava impropérios contra a Estatal sem o menor rigor e preocupação com a verdade. Abraço.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alô, Rafael! Passo por aqui depois de um tempo afastado e me deparo com esse belo post. Claro que há um exagero absurdo no dimensionamento do papel de Francis para a cultura brasileira, mas sinto muita falta de ler seus textos. Lembro de alguns insights maravilhosos sobre alguns filmes e algumas obsessões bem engraçadas (ele era vidrado pela Sandra Bullock, por exemplo). E bem lembrado: no final da vida, o cara meteu os pés pelas mãos. Suas viúvas adoram falar que a Petrobrás o matou, mas não conseguem ver que o cara disparava impropérios contra a Estatal sem o menor rigor e preocupação com a verdade. Abraço.</p>
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		<title>By: Carlos</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10349</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2006 18:01:11 +0000</pubDate>
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		<description>Lamentáveis essas tentativas de reabilitar o Francis, desculpem. É profundamente triste ver que os jornalistas que vêem algum mérito nesta figura nefasta estão, na verdade, defendendo o direito a dizer mentiras, estrupícios e plagiozinhos vulgares de frases de efeito porque quem o fazia escrevia bonitinho...Acho que isto é, em parte, produto da velha briga corporativa dos jornalistas com a Universidade, que durante a ditadura passou a pautar os termos do debate cultural brasileiro. Que o país necessita de um jornalismo culturalmente forte, precisa; mas o fato é que, quando era a imprensa que pautava o debate cultural, quando um Euclides da Cunha, João do Rio, Mário Pedrosa, Nelson Werneck Sodré, Otto Carpeaux, expunham suas idéias nas colunas do jornal, era porque els combinavam legibilidade com honestidade intelectual escrupulosa, conhecimento das fontes e erudição genuína; não com cultura de botequim de Ipanema, lamento...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Lamentáveis essas tentativas de reabilitar o Francis, desculpem. É profundamente triste ver que os jornalistas que vêem algum mérito nesta figura nefasta estão, na verdade, defendendo o direito a dizer mentiras, estrupícios e plagiozinhos vulgares de frases de efeito porque quem o fazia escrevia bonitinho&#8230;Acho que isto é, em parte, produto da velha briga corporativa dos jornalistas com a Universidade, que durante a ditadura passou a pautar os termos do debate cultural brasileiro. Que o país necessita de um jornalismo culturalmente forte, precisa; mas o fato é que, quando era a imprensa que pautava o debate cultural, quando um Euclides da Cunha, João do Rio, Mário Pedrosa, Nelson Werneck Sodré, Otto Carpeaux, expunham suas idéias nas colunas do jornal, era porque els combinavam legibilidade com honestidade intelectual escrupulosa, conhecimento das fontes e erudição genuína; não com cultura de botequim de Ipanema, lamento&#8230;</p>
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		<title>By: gloria</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/01/paulo-francis/#comment-10348</link>
		<dc:creator>gloria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 18:24:48 +0000</pubDate>
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		<description>totalmente bobo esse comentário do franciel. francis estava certíssimo. é mesmo muito mais confiável comprar um carro de segunda mão de tasso jereissati do que um land rover q pertenceu a silvio pereira (dirigente do PT)
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		<content:encoded><![CDATA[<p>totalmente bobo esse comentário do franciel. francis estava certíssimo. é mesmo muito mais confiável comprar um carro de segunda mão de tasso jereissati do que um land rover q pertenceu a silvio pereira (dirigente do PT)</p>
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