Umas duas palavras sobre o Smart e as pseudo-feministas

O Smart fez um belo post ontem. Como um tanto de coisas que ele faz, gerou polêmica.

O post, sobre alguns detalhes curiosos do envelhecimento de homens e mulheres, até onde eu consigo perceber está absolutamente correto. Ou seja: admite exceções, mas corresponde a qualquer observação empírica da sociedade. Não apenas a brasileira, mas as de todo o mundo.

É claro que o post do Smart é provocador, do melhor tipo: uma verdade que vai de encontro aos bons sentimentos gerados pelo Dia Internacional da Mulher. Talvez, se o post fosse publicado em outro dia, gerasse menos interesse; ao mesmo tempo, ele lembra que quando a provocação é contra o pessoal da direita anaeróbica o mesmo pessoal que agora está trocando comentários pesados vai lá aplaudir. Normal: quando é algo que bate de frente com alguns conceitos sem muita base na realidade, ou que simplesmente não lhe agrada, a coisa muda de figura. O pau está comendo naquele post, e se eu conheço o Smart, ele está gargalhando.

Ontem, olhando os comentários ao post, vi que meu nome foi jogado na roda; então deve ser hora de meter minha colher no meio.

O Marcus Pessoa disse lá que só foi ver o post depois do meu link, e quando eu linko algo sobre o assunto, já se sabe que o seu conteúdo é basicamente machista. Nisso ele demonstra má-fé ou ignorância. Aqui, quando eu ainda tinha saco para discutir alguma coisa, já houve alguns debates sobre a questão do aborto ou sobre feminismo. O Marcus, com esse comentário, se incluiu no mesmo rol daqueles que me chamam de ateu.

Isso me lembrou outro comentário, aqui no meu blog, do André Pessoa. Quando eu sugeri sexo anal como medida anticoncepcional, ele usou um bocado de palavras para dizer que eu sou misógino. O André não me conhece, não sabe nada sobre minha vida. E este blog não é, nem de longe, confessional. Isso, por si só, já desqualifica suas conclusões. Mas, assim como o Marcus, não custava nada dar uma olhada no blog. Talvez ele se surpreendesse.

Até a Ana Lucia, do (P)arte, apareceu por lá. É garantido: onde quer que meu nome seja mencionado, ela aparece para deixar algumas frases pouco abonadoras sobre mim. A Ana Lucia tem fixação em mim, é o que parece. É dona de uma combinação perniciosa de maus bofes, inteligência parca e excesso de tempo ocioso nas mãos. Suas críticas não são exatamente às minhas idéias, mas sim acusações de “feio”, essas coisas. É uma pessoa muito profunda. E ela está mais preocupada com a minha vida sexual do que eu mesmo.

No fim das contas, pelo que se deduz de uma leitura rápida dos comentários, o que se discute no post do Smart não é a realidade objetiva (aliás, a própria Ana Lucia disse nos comentários ser chegada num coroa, o que pode ajudar a ratificar a tese do Smart). O que se discute é a postura do sujeito. Ou seja: é apenas aquela posição boba de uma parcela da sociedade que se acha dona de uma verdade absoluta que não existe, processo talvez resultante de uma visão em preto e branco do mundo, repetindo os mesmos bordões cansados e desconectados da realidade. Sua noção de política (e a questão feminina, muito mais que sexual, é política, algo que elas talvez não entendam) é messiânica, e suas origens dizem mais respeito ao puritanismo protestante americano do que às desventuras de dona Severina, em Caicó.

***

Há alguns meses, um post meio sacana com um “pedido de paz” para as pseudo-feministas gerou uma repercussão bem interessante. Rafinha Galvão, o docinho que vos fala e filho dileto da senhora Galvão, virou sinônimo de machista chauvinista. Embora eu até goste do epíteto, o momento me parece propício para contar a história.

Ela começa algum tempo antes, na verdade. A Ana Lucia e sua fiel escudeira, a Daniela Silva, arranjaram uma briga com o Idelber. Como elas sempre fazem, saíram espalhando o seu barraco barraco blogoseira afora. Parece que quando a Ana Lucia arranja um desafeto ela faz campanha cerrada, monomaníaca, contra ele. A Daniela Silva deixou um comentário aqui que julguei uma provocação ao Idelber, e eu o apaguei; uma das regras deste blog é, normalmente, não permitir agressões a outros comentaristas ou a outros blogs. Como sempre fazia nesses casos (hoje apago sem dar explicações), mandei um e-mail explicando a razão. Por ter recebido alguma atenção, a Daniela Silva até me chamou de gentleman. Deve se arrepender disso agora. Mas esse episódio, aliado a uns posts sobre as adolescentes de 30 anos, parece ter gerado uma revolta muito grande na Ana Lucia, que não parece ter o que fazer.

Quando publiquei o post com o vídeo, a Ana Lucia foi ao blog da Leila (coincidentemente, num post sobre o Smart), e começou a descer a lenha (depois a Leila reclamaria no blog do Idelber que um blogueiro não apaga as ofensas que ela recebe nos comentários; ela também não apaga, isso eu posso garantir, mesmo quando não se tem nada a ver com a história).

Enquanto as bobagens estavam nos blogs alheios, eu não ligava. Se eu for me preocupar com cada vez que falam mal de mim aqui, eu fico igual à Ana Lucia. Mas a Denise Arcoverde, que eu não sabia quem era, caiu na da moça (curiosamente, as duas trocavam ofensas pesadas alguns meses antes, mas esse povo de pavio curto é muito volúvel, e aquele discurso feminista de caixa de comentários gera alianças imediatas) e mandou um e-mail descendo a lenha em mim para a blog-left, lista da qual eu fazia parte e da qual, aliás, fui um dos fundadores.

Nesse caso eu não podia ignorar. Mas brigar ainda é algo que não me animo muito a fazer. Então recorri a uma técnica para pegar bobos que, desgraçadamente, sempre funciona: mandei um e-mail arrogante e afetando superioridade e desprezo. A Arcoverde, como era de se esperar, caiu: pulando feito siri na lata, acabou dando origem a uma discussão que se prolongou por alguns dias. A essa altura eu já tinha cancelado o recebimento dos e-mails da lista, porque já sabia que aí quem ia acabar se irritando era eu. E meu negócio é irritar os outros, não a mim mesmo.

O Smart questionou alguns pontos dos argumentos da Arcoverde. Ela se irritou. O resultado foi uma discussão que se tornou cada vez mais áspera.

É batata: mulher que se quer liberada e moderna acaba precisando declarar que gosta de pornografia, ou pelo menos que a aceita. Não interessa que pornografia seja uma coisa chata: talvez o desconhecimento prático leve a isso, sei lá. O que eu sei é que parece que a Arcoverde levou a conversa para esse lado.

Seria preciso ser muito burro para chamar este blog de pornográfico. Mas o pior é que, para gente que estava numa lista política, cometeram um erro bobo: o vídeo, em si, nunca foi o problema. O que importava, mesmo, era o contexto em que eu o coloquei. Mas pseudo-feministas, mais acostumadas à troca de palavras de ordem vazias, não percebem esses detalhes. Para elas, sexo não é política. (Um bocado das pseudo-feministas, esse pessoal democrático e inteligente, saiu fazendo campanha para que eu tirasse o post do ar e deixava comentários aqui dizendo coisas que até a mim, com essa cabecinha suja que eu tenho, assustavam.)

Se eu estivesse no lugar delas, jamais teria desviado o assunto para a pornografia; me mantinha na “agressão machista”. Perderam o foco e esvaziaram antes do tempo uma discussão que, do ponto de vista externo, provavelmente teriam vencido. Em vez disso, a Arcoverde preferiu declarar que leu “As Onze Mil Varas” de Apollinaire. Putaria com assinatura chique pode.

Não posso garantir, mas dizem que a Arcoverde foi parar no hospital por causa dessa discussão.

O mais engraçado é que, na época dessa confusão, eu estava discutindo o roteiro de um documentário para a secção sergipana de uma entidade nacional de defesa dos direitos das mulheres, como falei em um e-mail para a Leila. Por isso tinha algum material sobre a luta feminista em minha mesa, como por exemplo o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Fiquei esperando que a discussão sobre feminismo chegasse a algum aspecto concreto.

Espero até hoje.

Foi quando eu tive a certeza de que toda essa conversa dessas pseudo-feministas era só isso. Conversa. Feminismo, no Brasil, implica a discussão da atuação da sociedade e do Estado. Implica algum tipo de ação estratégica e, sim, política. Implica discutir relações de trabalho; não é só ficar dizendo bobagenzinhas auto-elogiosas e hiper-sensíveis em caixas de comentários. Mas para isso é preciso pensar, o que não parece ser atributo das moças. Quer discutir feminismo? Tudo bem. Mas faça a coisa direito.

Eu nunca vi uma delas sequer discutindo esses aspectos. Porque não interessa. Na verdade, o que parecem querer é apenas a troca de elogios — “linda”, “forte”, “poderosa”. É uma vida danada de boa, essa. Ainda mais lá fora: é engraçado que praticamente todas as pseudo-feministas tenham abandonado suas carreiras para morar nas terras de seus maridos. Não que isso invalide seus argumentos, claro, porque isso é uma opção pessoal; mas deveria lhes mostrar, pelo menos, que a vida é mais complexa do que suas palavras de ordem fazem crer. A vida é um amontoado de opções pessoais nos quais as regras boniitnhas nem sempre valem.

O resto é história. Eu ainda fiz uma sacanagem secreta. Publiquei um post sobre a Tata, que concorria ao seu quinto Prêmio Esso, tendo antes o cuidado de avisar a ela que provavelmente a Ana Lucia ia cair de pau em cima dela, por despeito. Se foi por despeito ou não, eu nunca vou saber. Mas que caiu de pau, caiu.

39 thoughts on “Umas duas palavras sobre o Smart e as pseudo-feministas

  1. Não pensei que você fosse se incomodar com a menção. Na verdade, fico espantado quando você nega que é machista. Pra mim isso é ponto pacífico, e você mesmo sempre fez questão de reforçar a imagem.

    Aqueles que o chamam de ateu estão falando de algo de foro íntimo. Eu, quando o considero machista, estou interpretando o que você publica no seu blog — e parece óbvio que você alimenta sua “fama” de forma deliberada.

    O fato de discutir feminismo e aborto não muda muita coisa. Machismo não é só aquele cara que bate na mulher. E se eu achasse machismo em si algo tão execrável, não falaria com 90% dos homens — até eu, de certa forma.

    Quando o assunto é a professora seduzindo o aluno, por exemplo (resposta do Smart), as reações são as tipicamente machistas, inclusive de gente que eu adoro como o Biajoni. Se fosse o contrário (um professor seduzindo uma menor) as coisas seriam bem diferentes.

    Ainda teria muita coisa o que comentar, mas eu acho que as pessoas são bem grandinhas e podem se defender.

    PS: eu quero muito acreditar que a menção ao comment grosseiro do meu irmão seja realmente por ele ter algo a ver com o meu, e não pelo autor ter o mesmo sobrenome.

  2. Queria apenas completar, se não ficou bem claro, que continuo gostando muito de você e do seu blog, que são sempre uma inspiração pra mim.

    Minha bronca era (e é) com o Smart, que tem sido bem pouco polido, e agora deu pra censurar posts que ele não consegue responder…

  3. Um esclarecimento.

    Marcus Pessoa, o bom moço, foi ao meu blog fazer comentários sobre um e-mail que mandei para ele muito tempo atrás. Apenas porque certa vez ele fez um comentário do qual eu não gostei, mas tive o cuidado de responder em particular. Pior, sobre assunto que nada tem a ver com o que está sendo debatido no post onde foi feito o comentário.

    Se ele quer mesmo ser tão ético a ponto de matar a ética abrindo a correspondência enviada em confiança em público, que faça essa sujeira no lugar adequado, como o blog dele. Felizmente, ele pode dormir tranquilo, pois eu jamais farei a mesma coisa a respeito dos e-mails que ele já me mandou para falar mal de alguém, ou os que ele me enviou pedindo que eu apagasse ofensas a ele dirigidas por terceiros no SSoB (pedidos que atendi). É uma pena, porém, que ele use dois pesos e duas medidas quando se trata de suas débeis tentativas de atingir a outros.

  4. Marcus, eu não sabia que o André Pessoa era seu irmão, apesar do sobrenome (mas sabia que você tem um irmão gêmeo, que deve ser ele, portanto). O comentário, que eu achei engraçado apesar de agressivo, foi parar aí por seus próprios méritos.

    E eu continuo gostando do seu blog, também. Ainda que discorde de algumas posições, como você discorda de algumas minhas. 😉

  5. rapaz, isso é melhor que cinema. se vc dá corda pras pessoas, elas sempre acabam mostrando quem verdadeiramente são. ninguém precisa falar nada sobre o marcus e a leila, por exemplo, basta ir lá nos comentários do smart e ler o que eles mesmos escrevem…

  6. Marcus Pessoa já se desentendeu com Alex Castro uma vez porque ele usou em um post um e-mail que Marcus Pessoa havia lhe enviado. Acho de um extremo cinismo da parte dele que ele venha agora querer fazer exatamente a mesma coisa com uma pessoa que sequer lhe ofendeu.

    Tenha um pouco de honra e reconheça o que fez, Marcus Pessoa. Não seja canalha.

  7. Eu me divirto.
    Inclusive deixei o link desse post la no blog da feminista Denise Arcoverde, que tambem tem “excesso de tempo ocioso nas mãos”.

  8. smart, nunca fiz isso, nao. mas, ao contrario de vcs, eu nao acho canalhice e ainda posso bem fazer, se me encherem o saco.

    eh impressao minha ou o rafael vetou o ultimo comentario que fiz aqui?

  9. Pô, antes de mais nada quero dizer que sou fã confesso do Rafael Galvão há algum tempo e admirador (com menos fervor) do smart.

    O problema é que essas polêmicas bobas de blogs me lembram dos meus 16 anos, quando alguém falava mal de você e você ia trocar de mal com a pessoa. Ou pior, me lembra as intriguinhas dos blogs das ptaricinhas que eu conheci nos meus 17 anos.
    Marcus e smart, parem de frescura e voltem a escrever. Tem gente que abre o blog de vocês mais de uma vez por dia para acompanhar os posts…

  10. Rafa, solidarizo-me contigo. Feminismo no Brasil fica só no pseudo-feminismo mesmo. Somos umas ignorantes políticas e filosóficas sobre a questão que vai, no fundo, mais além das nossas poucas leituras e posições de idéias limitadas. E não digo isso ofendendo as mulheres. Claro que não. Mas por desconhecimento nosso mesmo sobre as verdades históricas do gênero, que têm implicações políticas e sociais sobre as quais não vejo ampla e aprofundada discussão, nunca.É sempre como um clube da luluzinha que encerra em si uma dita cultura e sapiência sobre um assunto cuja maioria absoluta das mulheres não faz idéia do que seja de fato. Ainda leiga, admito que as minhas leituras sobre Krupskaya, Beauvoir, Michelle Perrot e tantas outras, são insuficientes para me apropriar de uma bandeira de luta que no mínimo, coloque o homem na condição de inimigo. E nem quero isso, porque penso que seria a primeira condição para que na verdade, não haja igualdade entre os sexos. Te quero como aliado… rsrs. E ahhhh! Eu adoro sexo e pornografia (risos).

  11. Rafael, eu só estava esperando você contar nesse post quem deu pra quem na blogosfera. E a caixa de comentários virou desabafo de ressentidos.

    Todo mundo aqui tem telhado de vidro, né? Todos já se equivocaram, se exaltaram, foram injustos. Eu não gosto dessas futriquinhas pessoais porque ninguém sai mais bonito ou com mais moral depois delas.

    Mas já que meu nome entrou na roda, Rafael, eu acho que tenho direito de me manifestar. Da mesma forma que eu critico posts machistas, eu luto pela minha independência e contra os preconceitos desde criança, sempre falei e sempre protestei, independente de estar no meio de gente machista ou dos que acham isso chato. Eu contribuo para entidades que ajudam mulheres oprimidas. Há várias formas de se ajudar as mulheres no dia-a-dia, e o que você me vê fazendo na blogosfera não é suficiente para dizer que eu não sou feminista na prática. O mesmo vale para as outras blogueiras que você citou.

    Nunca passou pela minha cabeça depender de homem, de marido. Até hoje, casada, sou completamente independente em termos financeiros. Meu marido divide todas as tarefas comigo, e eu jamais casaria com alguém diferente, que esperasse de mim uma postura passiva ou de escrava doméstica.

    As razões que me levaram a abandonar o jornalismo são muitas, e não apenas vir morar nos EUA. Inclusive, o meu marido é que veio morar no Brasil primeiro, porque eu não queria largar tudo e ir para lá no início do casamento. Ele é que largou tudo por minha causa. Portanto, pense duas vezes na próxima vez que sentir vontade de fazer esse tipo de ilações maldosas sobre a vida pessoal alheia em seu blog.

    (Eu fechei a window do comentário que estava escrevendo antes de terminar, não sei se você recebeu. Desculpe se ficar repetitivo)

  12. Rafael, antes um esclarecimento: o meu comentário que você citou, embora atrelado ao post do sexo anal, foi motivado por toda a escalada machista daqueles dias, especialmente o post “Para aquelas que chamei de pseudo-feministas”.

    Ele não tinha “um bocado de palavras”. Ele era curto, e poderia ser até mais curto, se eu tivesse tirado o miolo do segundo parágrafo (aí é que o Marcus ía achar grosseiro mesmo). Ele não tinha uma “conclusão”, pois afinal era apenas um ataque sarcástico ao rafael.galvao.org (que, claro, não é a mesma pessoa que você, o que me faz prescindir de “conhecê-lo” ou “saber algo da sua vida”). Eu não sou uma pessoa inteligente para o humor e a ironia, mas naquele dia acho que o espírito de Lord Ass baixou em mim, e o meu único objetivo foi provocar o provocador, deixá-lo irritado como ele gostaria de ter feito com seus desafetos.

    Pelo jeito, consegui, e a sua lembrança tanto tempo depois demonstra isso. Lembro também que naquele dia você demorou um longo tempo pra decidir se iria ou não autorizar o comentário.

    Rafael, eu não sou o Marcus. Eu sou o irmão mais esperto dele. Eu freqüento muito pouco a blogosfera, porque eu tenho uma vida. No post que deu origem a essa polêmica, o Marcus e a Leila, pessoas bem intencionadas, tentaram responder ao burro letrado com longas digressões sobre o assunto, sem perceberem que a resposta já estava na primeira frase do primeiro comentário do Marcus: “Resume aí, tio”. Síntese é tudo.

  13. André, o “bocado de palavras” é uma questão de matemática:

    André, 49 palavras: “Você não gosta de mulher. E por favor, não tome isso como um xingamento ou coisa parecida. Eu não estou querendo dizer que você é viado, longe disso. Estou apenas dizendo que está na frase: você não gosta de mulher, apenas transa com elas.”

    Rafael, uma palavra: “misógino”.

    Quanto a irritar, não é bem essa a palavra. Se eu fosse me iriritar com todo comentário ruim que recebo por aqui, eu não escrevia mais posts, só respondia comentários. Lembro dele, claro, como você lembra que se passou um tempo até eu liberar o comentário. Não entendi por que tanto orgulho, sinceramente.

    E é verdade. Síntese é tudo. 🙂

  14. Leila,

    A referência aos “exílios” deve ser compreendido no contexto em que foi incluído: o de que é fácil falar regras e não levar em consideração a multiplicidade da vida, que é feita de escolhas.

  15. Cheguei numa hora errada, só queria o link da tal postagem geradora de tanto mal entendido. Apesar de não saber do que se trata, acho que vocês se admiram, afinal, ligamos para a opinião de quem nos interessa.
    Beijus

  16. É por essas e outras que eu adoro o Prof. Saja: “Deus morreu, Marx morreu… e eu, não me sinto muito bem” (rsrsrsrs)

  17. Eu adoro pornografia!!!

    Sou uma mulher moderna agora?

    Hehehe…bem, o Smart me chamou de fubanga burra… então, o que vier é lucro.

    Tsc, como diria o Bill: so much ado about nothing…

  18. Pô, Gabi, eu só te chamei de fubanga burra porque você chamou minhas amigas de fubangas burras.

    Alguém que chama minhas amigas de fubangas burras só pode ser uma fubanga burra, ora. Nada pessoal aí.

    André Pessoa,

    Eu nem te conheço, mas vou ser sintético: vá procurar uma ostra pra se roçar.

  19. o smart chamou a gabi de quê?
    !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    agora o negócio é comigo, rapá!
    ninguém chama gabi de burra!
    fubanda, tudo bem!
    ma burra não!!!!!!!!!

  20. Ô Rafa! Menino, mas esses seus posts sobre feminismo rendem heim? É um tal do pessoal entrar aqui bravo e dizer “eu disse que você escreveu que fulano falou e nhe-nhe-nhém” que eu já estou até tonta tentando entender sobre qual post estão falando. 🙂
    Quanto ao feminismo ou qualquer outro tipo de militância, me desculpem, mas acho que a maioria se estressa por muito pouca coisa. Ah, mas eu acho tão cansativo ficar argumentando e contra-argumentando sobre esse tipo de assunto na internet. Nada contra quem faz isso, mas nunca esperem que vá sair pela blogosfera afora, portando uma faixa de protesto e gritando palavras ordem a cada post alheio que eu acredite ser racista, sexista ou homofóbico. Sei lá, eu tenho mais o que fazer do que ficar me estressando. Lavar as cuecas freiadas do maridón com clorox e assistir novela das oito, por exemplo. 8)

  21. hahahahaha E eu estava perdendo isso aqui! Rafael, só posso dizer, sem medo de errar: GRANDE POST (e não, não sou puxa-saco, mas caramba, como falta gente sincera nesse mundo). Sobre o feminismo e a militância, acho genial ter um ideal e defendê-lo, o problema é que com o tempo todo mundo vai ficando meio cego, já perceberam?

  22. Uhh Smart

    Eu falei para não me comparar com a “maioria das fubangas burras que vc conhece…”

    Não sabia que eram suas amigas…sorry..

    (pff)

  23. Gabi,

    /modo didático on

    Lógica 101

    Minhas amigas necessariamente estão incluidas no conjunto das pessoas que conheço, enquanto o contrário não é verdadeiro.

    /modo didático off

  24. Testando, testando…

    Eu pretendia escrever um post explicando linha por linha desse mar de calúnias que estão rolando aqui contra euzinha, uma santinha. Mas daí reli tudo e fiquei aqui refletindo com os meus borbotões. Você tem toda a razão ! Eu andava com muito tempo ocioso e precisando de um tratamento anti-blog. O que você não sabe é que foi daí que comecei a mudar meus hábitos de vida, a rezar, a pensar positivo. Consultei uma numeróloga que me disse que aquele meu provedor não era bom para minha $aúde, então comecei tudo do zero, encontrei com ELE e parei de brigar nas caixas alheias e inclusive no meu blog, onde atualmente só escrevo posts light falando da minha rotina e da minha nova vida. Andava realmente preocupada com a sua vida sexual e afetiva, mas agora que você está dizendo que tudo está BEM, vou pensar em quem sabe largar do seu pé e do pé dos seus miguxos! Beijus.

  25. Smart

    Vaisefuder mode on:

    Quer dizer que todas elas são, portanto, fubangas e burras?

    Novamente, (já que vc não entendeu da primeira vez) Não especifiquei, dizendo que eram suas amigas.

    Agora, se você considera todas as mulheres que conhece, amigas, tudo bem…

    Deve ser coisa normal entre nerds carentes de atenção…

    Vaisefuder stand by mode.

  26. Prezada irmã Ana Lucia,

    Eu não falei, em momento nenhum, da minha vida sexual, em nenhum sentido.

    Devem ter sido as vozes na sua cabeça.

    O senhor esteja convosco.

  27. Atrasada como sempre.Comentário impertinente: A blogazia é uma vila, na vila existe um riacho onde as lavadeiras “debatem’ enquanto lavam suas roupas.

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