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	<title>Comments on: Marketing político</title>
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	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 18:49:32 +0000</pubDate>
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		<title>By: Freitas</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/08/marketing-politico-2/#comment-11995</link>
		<dc:creator>Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2007 12:45:58 +0000</pubDate>
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		<description>Por favor mande-me mais textos relacionado a Marketing Polítoco via meu e mail. Estou pesquisando sobre o assunto para faculdade.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Por favor mande-me mais textos relacionado a Marketing Polítoco via meu e mail. Estou pesquisando sobre o assunto para faculdade.</p>
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		<title>By: Brenda Nunes</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/08/marketing-politico-2/#comment-11994</link>
		<dc:creator>Brenda Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2006 11:16:49 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, achei este artigo sobre marketing político muito interessante, e como sou recém graduada em jornalismo, gostaria de mais informações a respeito deste assunto, pois pretendo me especializar nesta área, visto o tamanho fascínio que a política exerce sobre os meus conhecimentos. Aguardo resposta. Tenha um bom dia
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, achei este artigo sobre marketing político muito interessante, e como sou recém graduada em jornalismo, gostaria de mais informações a respeito deste assunto, pois pretendo me especializar nesta área, visto o tamanho fascínio que a política exerce sobre os meus conhecimentos. Aguardo resposta. Tenha um bom dia</p>
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		<title>By: cottonboy</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/08/marketing-politico-2/#comment-11993</link>
		<dc:creator>cottonboy</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Sep 2006 23:40:50 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não concordo com vc.. não quanto a imparcialidade ou essa babaquice toda que dizem existir... sobre marqueteiro. Você diz q medico tem q cuidar sem olhar a quem e etc, porem politico nao eh um qualquer... ele vai decidir o teu futuro, o do medico, o do advogado, o do teus filhos, o da tua mae e o do teu pai... e se você simplesmente se "vende" a ele por ter pago mais e nao por concordar com os ideias dele... eu realmente sentirei nojo da palavra marqueteiro porque não serás diferente de nenhum político corrupto. Se você vende um produto e ele vem com defeito, o consumidor pode voltar na loja e trocar por um novo que funcione... mas ainda não existe um serviço de troca de político com "defeito".
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não concordo com vc.. não quanto a imparcialidade ou essa babaquice toda que dizem existir&#8230; sobre marqueteiro. Você diz q medico tem q cuidar sem olhar a quem e etc, porem politico nao eh um qualquer&#8230; ele vai decidir o teu futuro, o do medico, o do advogado, o do teus filhos, o da tua mae e o do teu pai&#8230; e se você simplesmente se &#8220;vende&#8221; a ele por ter pago mais e nao por concordar com os ideias dele&#8230; eu realmente sentirei nojo da palavra marqueteiro porque não serás diferente de nenhum político corrupto. Se você vende um produto e ele vem com defeito, o consumidor pode voltar na loja e trocar por um novo que funcione&#8230; mas ainda não existe um serviço de troca de político com &#8220;defeito&#8221;.</p>
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		<title>By: cris</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/08/marketing-politico-2/#comment-11992</link>
		<dc:creator>cris</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2006 15:27:33 +0000</pubDate>
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		<description>esse pessoal que ainda acredita em ficções úteis como a tal da "imparcialidade" cansa a minha (já nem tão existente assim) beleza.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>esse pessoal que ainda acredita em ficções úteis como a tal da &#8220;imparcialidade&#8221; cansa a minha (já nem tão existente assim) beleza.</p>
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		<title>By: Yvonne</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/08/marketing-politico-2/#comment-11991</link>
		<dc:creator>Yvonne</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Aug 2006 10:09:17 +0000</pubDate>
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		<description>Absolutamente perfeito. Ainda temos muito o que melhorar, mas um dia chegaremos lá. Beijocas
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Absolutamente perfeito. Ainda temos muito o que melhorar, mas um dia chegaremos lá. Beijocas</p>
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		<title>By: Henrique</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/08/marketing-politico-2/#comment-11990</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Aug 2006 06:06:49 +0000</pubDate>
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		<description>O problema dessa imparcialidade orgulhosa dos jornalistas é que ela é, quase sempre, balela. Analise o mesmo fato na cobertura de dez jornais "imparciais" e encontrará dez versões diferentes da verdade... Seja por ideologia, interesses econômicos ou qualquer outro motivo, mas eu duvido que exista empresa de comunicação funcionando apenas pelo dever cívico de informar o povo.

Eu também acho engraçada essa revolta jornalística contra os marqueteiros. Costuma-se dizer muito que eles transformaram a corrida eleitoral num jogo de quem se adapta mais à opinião publica, que políticos pararam de apresentar propostas para dizer o que o povo quer ouvir, etc... Mas não é essa mesma atitude que sempre baseou o "agenda setting" da mídia? Alguém me corrija se eu estiver falando merda, mas uma pauta, por mais importante que seja, não pode cair se o editor achar que o público não se interessaria? Assuntos que num dia ganham matérias de várias páginas não acabam sumindo conforme o publico vai se cansando deles? etc...

No final, isso é tudo questão de ir onde está a grana. Nisso o jornalismo e a publicidade são bem irmãos... :P
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema dessa imparcialidade orgulhosa dos jornalistas é que ela é, quase sempre, balela. Analise o mesmo fato na cobertura de dez jornais &#8220;imparciais&#8221; e encontrará dez versões diferentes da verdade&#8230; Seja por ideologia, interesses econômicos ou qualquer outro motivo, mas eu duvido que exista empresa de comunicação funcionando apenas pelo dever cívico de informar o povo.</p>
<p>Eu também acho engraçada essa revolta jornalística contra os marqueteiros. Costuma-se dizer muito que eles transformaram a corrida eleitoral num jogo de quem se adapta mais à opinião publica, que políticos pararam de apresentar propostas para dizer o que o povo quer ouvir, etc&#8230; Mas não é essa mesma atitude que sempre baseou o &#8220;agenda setting&#8221; da mídia? Alguém me corrija se eu estiver falando merda, mas uma pauta, por mais importante que seja, não pode cair se o editor achar que o público não se interessaria? Assuntos que num dia ganham matérias de várias páginas não acabam sumindo conforme o publico vai se cansando deles? etc&#8230;</p>
<p>No final, isso é tudo questão de ir onde está a grana. Nisso o jornalismo e a publicidade são bem irmãos&#8230; :P</p>
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		<title>By: Luma</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/08/marketing-politico-2/#comment-11989</link>
		<dc:creator>Luma</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2006 13:10:45 +0000</pubDate>
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		<description>Touché!! Beijus

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Touché!! Beijus</p>
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	<item>
		<title>By: Roger Moreira</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/08/marketing-politico-2/#comment-11988</link>
		<dc:creator>Roger Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2006 09:36:19 +0000</pubDate>
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		<description>No fundo eu acho o debate político público que é feito no Brasil simplesmente vazio.

Por exemplo, a atual campanha presidencial: Lula fala que o bolsa família beneficiou milhões de famílias, Alckmim retruca que FHC começou esses programas e que ele irá melhorá-los. Eles brigam pela paternidade e um diz que faz melhor que o outro, mas e daí?

Pro povo isso basta, claro. Pra quem recebe a ajuda e quer receber mais, basta, de alguma forma, o convencimento de quem irá fazer isso.

Agora, discução sobre a real validade desse tipo de programa, impacto orçamentário, moralidade dessa lógica assistencialista de "redistribuição de renda", ou o que mais, não interessam ao povo que, repito, recebe e quer é receber mais.

O bolsa família é apenas um exemplo, existem outros onde o debate é limitado por essa mistura de falta de conhecimento e busca de vantagens que se apresentem de forma imediata. Pior, existe, ainda, uma quantidade enorme de assuntos vitais que o povo simplesmente não sabe do que se trata.

Mas, não culpo o povo, se eu estivesse ferrado na vida ía mais é querer bolsa família e LOAS. Só que é justamente por isso que não dá pra dizer que esse mesmo povo é capaz de um debate político mais profundo e isento. Não dá pra dizer que existe qualidade nesse bate-bola entre povo e políticos e que o povo tenha uma idéia ou plano fundamentado do que seria bom pro Brasil e porquê. Não dá pra dizer que o voto é guiado por um convencimento fundamentado sobre os grandes assuntos nacionais.

Parece que a coisa toda está fadada a ser superficial e vazia.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>No fundo eu acho o debate político público que é feito no Brasil simplesmente vazio.</p>
<p>Por exemplo, a atual campanha presidencial: Lula fala que o bolsa família beneficiou milhões de famílias, Alckmim retruca que FHC começou esses programas e que ele irá melhorá-los. Eles brigam pela paternidade e um diz que faz melhor que o outro, mas e daí?</p>
<p>Pro povo isso basta, claro. Pra quem recebe a ajuda e quer receber mais, basta, de alguma forma, o convencimento de quem irá fazer isso.</p>
<p>Agora, discução sobre a real validade desse tipo de programa, impacto orçamentário, moralidade dessa lógica assistencialista de &#8220;redistribuição de renda&#8221;, ou o que mais, não interessam ao povo que, repito, recebe e quer é receber mais.</p>
<p>O bolsa família é apenas um exemplo, existem outros onde o debate é limitado por essa mistura de falta de conhecimento e busca de vantagens que se apresentem de forma imediata. Pior, existe, ainda, uma quantidade enorme de assuntos vitais que o povo simplesmente não sabe do que se trata.</p>
<p>Mas, não culpo o povo, se eu estivesse ferrado na vida ía mais é querer bolsa família e LOAS. Só que é justamente por isso que não dá pra dizer que esse mesmo povo é capaz de um debate político mais profundo e isento. Não dá pra dizer que existe qualidade nesse bate-bola entre povo e políticos e que o povo tenha uma idéia ou plano fundamentado do que seria bom pro Brasil e porquê. Não dá pra dizer que o voto é guiado por um convencimento fundamentado sobre os grandes assuntos nacionais.</p>
<p>Parece que a coisa toda está fadada a ser superficial e vazia.</p>
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