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	<title>Comments on: Petrobras e política</title>
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		<title>By: amigo</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-21490</link>
		<dc:creator>amigo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2010 07:32:05 +0000</pubDate>
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		<description>Recebido por email. Vale a pena ler... 
Hora de mudanças. Vamos nos unir! 
 
O que irá mudar? 
Combustível e outros derivados do petróleo mais barato. Sim, remédios e cosméticos, produtos de limpeza e muitos outros derivados do petróleo até 55% mais baratos (principalmente combustível); incluindo alimentos. Leia, publique e divulgue a todos e junte-se a nós. É um ato simples que promove mudanças... 
 
http://www.docstoc.com/docs/38985054/Petrobras
http://www.scribd.com/doc/31463714/Petrobras
http://cjoint.com/data/frhaXNbRFJ.htm
 
Este último é mais fácil pra baixar. 
 
Esta é uma solução para os preços... 
Abraço, 
 
Quer mais uma? 
 
http://diplomatizzando.blogspot.com/2009/06/1165-conselheiros-da-petrobras-76-mil.html
Dilma Rousseff parece ganhar R$ 76 mil da Petrobras. 
Onde há concurso para conselheiro? =) 
 
Vamos, amigos... Vamos nos unir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Recebido por email. Vale a pena ler&#8230;<br />
Hora de mudanças. Vamos nos unir! </p>
<p>O que irá mudar?<br />
Combustível e outros derivados do petróleo mais barato. Sim, remédios e cosméticos, produtos de limpeza e muitos outros derivados do petróleo até 55% mais baratos (principalmente combustível); incluindo alimentos. Leia, publique e divulgue a todos e junte-se a nós. É um ato simples que promove mudanças&#8230; </p>
<p><a href="http://www.docstoc.com/docs/38985054/Petrobras" rel="nofollow">http://www.docstoc.com/docs/38985054/Petrobras</a><br />
<a href="http://www.scribd.com/doc/31463714/Petrobras" rel="nofollow">http://www.scribd.com/doc/31463714/Petrobras</a><br />
<a href="http://cjoint.com/data/frhaXNbRFJ.htm" rel="nofollow">http://cjoint.com/data/frhaXNbRFJ.htm</a></p>
<p>Este último é mais fácil pra baixar. </p>
<p>Esta é uma solução para os preços&#8230;<br />
Abraço, </p>
<p>Quer mais uma? </p>
<p><a href="http://diplomatizzando.blogspot.com/2009/06/1165-conselheiros-da-petrobras-76-mil.html" rel="nofollow">http://diplomatizzando.blogspot.com/2009/06/1165-conselheiros-da-petrobras-76-mil.html</a><br />
Dilma Rousseff parece ganhar R$ 76 mil da Petrobras.<br />
Onde há concurso para conselheiro? =) </p>
<p>Vamos, amigos&#8230; Vamos nos unir.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Maurílio Oliveira</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-15414</link>
		<dc:creator>Maurílio Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 02:33:53 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Rafael,
Concordo em grande parte com as palavras do Rafael mas, sobre o conteúdo em que toma por base os salários dos empregados terceirizados, digo com toda a certeza, a fonte de informação não é verdadeira. Não podemos considerar como terceirizados, pelo menos na forma em que a PETROBRAS considera, os empregados das empresas que efetivamente prestam serviços à empresa. Esses realmente são, como os demais empregados das outras empresas do Brasil, muito mal remunerados. Mas, os terceirizados que representam quase 4/5 (parece mentira mas é isso mesmo! quatro quinto do total da força de trabalho), estão subordinados,(ilegalmente, já que a relação que existe é entre empresas - já que a terceirização é de serviços e não pessoas) aos gerentes da PETROBRAS recebendo salários muito maiores para executarem tarefafas equivalentes e sem nenhum compromisso legal, já que não são empregados da empresa, do que aqueles que inocentemente se submeteram a um concurso público, acreditando que os critérios que tanto nos enojam quando ocorrem nas diversas esferas, dos poderes constituidos jamais ocorreriam na PETROBRAS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rafael,<br />
Concordo em grande parte com as palavras do Rafael mas, sobre o conteúdo em que toma por base os salários dos empregados terceirizados, digo com toda a certeza, a fonte de informação não é verdadeira. Não podemos considerar como terceirizados, pelo menos na forma em que a PETROBRAS considera, os empregados das empresas que efetivamente prestam serviços à empresa. Esses realmente são, como os demais empregados das outras empresas do Brasil, muito mal remunerados. Mas, os terceirizados que representam quase 4/5 (parece mentira mas é isso mesmo! quatro quinto do total da força de trabalho), estão subordinados,(ilegalmente, já que a relação que existe é entre empresas &#8211; já que a terceirização é de serviços e não pessoas) aos gerentes da PETROBRAS recebendo salários muito maiores para executarem tarefafas equivalentes e sem nenhum compromisso legal, já que não são empregados da empresa, do que aqueles que inocentemente se submeteram a um concurso público, acreditando que os critérios que tanto nos enojam quando ocorrem nas diversas esferas, dos poderes constituidos jamais ocorreriam na PETROBRAS</p>
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	<item>
		<title>By: Maurício</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-12291</link>
		<dc:creator>Maurício</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Dec 2006 18:47:20 +0000</pubDate>
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		<description>Senhores, é de estarrecer o desconhecimento sobre o ambiente interno da PETROBRAS. Quando se fala em terceirização considera-se a dos serviços que não são os componentes das atividades fins da conpanhia.Se fosse assim, estaria justificado. Mas como participes da mesma sociedade, que elegem parlamentares cada vez mais distantes de atendimento dos seus anseios e muito mais interessados em tirar proveito das condições  a eles delegadas, encontra-se na PETROBRAS, em proporção até maior que encontrada no congresso, gerentes que  a transformaram na mais vergonhosa fonte de empreguismo,onde encontra-se dificuldade em localizar um empregado admitido por meios legais. O descaramento chega ao absurdo de se ter, não mais o neopotismo cruzado mas, o direto mesmo.E com salários muito maiores que o pagos a empregados com obrigações e compromissos legais para a com Companhia. Será que é difícil entender como uma empresa que antes funcionava com algo em torno de 70.000 empregados diretos, teve esse contingente reduzido para alguma coisa em torno de 37.000 e hoje tem 170.000? Basta fazer uma visita as quisquer das instalações que sentirá a dificuldade em identificar, um empregado PETROBRAS - O de &quot;crachá verde&quot;  aquele que tem de assumir legalmente as  irregularidades causadas pelos parentes e apadrinhados, nenhum que tenha trazido aumento e implantado novos métodos de trabalhos como justificativa para a contratação.Aconselho portanto, uma visita aos saguãos dos prédios da PETROBRAS, principalmente nos grandes centros.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhores, é de estarrecer o desconhecimento sobre o ambiente interno da PETROBRAS. Quando se fala em terceirização considera-se a dos serviços que não são os componentes das atividades fins da conpanhia.Se fosse assim, estaria justificado. Mas como participes da mesma sociedade, que elegem parlamentares cada vez mais distantes de atendimento dos seus anseios e muito mais interessados em tirar proveito das condições  a eles delegadas, encontra-se na PETROBRAS, em proporção até maior que encontrada no congresso, gerentes que  a transformaram na mais vergonhosa fonte de empreguismo,onde encontra-se dificuldade em localizar um empregado admitido por meios legais. O descaramento chega ao absurdo de se ter, não mais o neopotismo cruzado mas, o direto mesmo.E com salários muito maiores que o pagos a empregados com obrigações e compromissos legais para a com Companhia. Será que é difícil entender como uma empresa que antes funcionava com algo em torno de 70.000 empregados diretos, teve esse contingente reduzido para alguma coisa em torno de 37.000 e hoje tem 170.000? Basta fazer uma visita as quisquer das instalações que sentirá a dificuldade em identificar, um empregado PETROBRAS &#8211; O de &#8220;crachá verde&#8221;  aquele que tem de assumir legalmente as  irregularidades causadas pelos parentes e apadrinhados, nenhum que tenha trazido aumento e implantado novos métodos de trabalhos como justificativa para a contratação.Aconselho portanto, uma visita aos saguãos dos prédios da PETROBRAS, principalmente nos grandes centros.</p>
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		<title>By: Wellington Amado</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-12290</link>
		<dc:creator>Wellington Amado</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2006 13:12:36 +0000</pubDate>
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		<description>Sabe Por que a Petrobrás é lucrativa e uma empresa de sucesso ?
É simples: O Brasil é alto suficiente em petróleo comparado até a alguns países da Arábia, mas na comercialização do combustível somos bem diferentes porque a Petrobrás estar mal acostuma a cobrar no mercado interno um absurdo pelo preço da gasolina  e derivados de petróleo.
Essa é a verdade.
Mas o Brasileiro é um povo bom, aceite ser explorado.
Pergunto: Se somos alto suficiente na exploração de petróleo, porque não cobrar  no mercado interno um preço justo pelos derivados?

Wellington Amado

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe Por que a Petrobrás é lucrativa e uma empresa de sucesso ?<br />
É simples: O Brasil é alto suficiente em petróleo comparado até a alguns países da Arábia, mas na comercialização do combustível somos bem diferentes porque a Petrobrás estar mal acostuma a cobrar no mercado interno um absurdo pelo preço da gasolina  e derivados de petróleo.<br />
Essa é a verdade.<br />
Mas o Brasileiro é um povo bom, aceite ser explorado.<br />
Pergunto: Se somos alto suficiente na exploração de petróleo, porque não cobrar  no mercado interno um preço justo pelos derivados?</p>
<p>Wellington Amado</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Dejanira, a mulher donzela</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-12289</link>
		<dc:creator>Dejanira, a mulher donzela</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2006 19:41:10 +0000</pubDate>
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		<description>eu tô amando a discussão, mas só não entendi uma coisa: a Petrobrás já não foi privatizada? aquelas ações que eu comprei com o meu mirrado fgts são de mentirinha?

que eu saiba, o governo é acionista, mais que eu, mas tanto quanto eu.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu tô amando a discussão, mas só não entendi uma coisa: a Petrobrás já não foi privatizada? aquelas ações que eu comprei com o meu mirrado fgts são de mentirinha?</p>
<p>que eu saiba, o governo é acionista, mais que eu, mas tanto quanto eu.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Wellington Amado</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-12288</link>
		<dc:creator>Wellington Amado</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2006 18:52:17 +0000</pubDate>
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		<description>Afinal é incopetência da petrobrás, ou o governo Lula resolveu abrir mão dos direitos para não ariscar sua reeleição?
Alguém precisa tomar providências antes que o Governo Lula comprometa ainda mais o patrimonio nacional!!

Petrobrás cede tudo

Até a quinta-feira passada, o presidente da Petrobrás garantia que a empresa não aceitaria o papel de simples prestadora de serviços, na exploração dos Campos de San Alberto e San Antonio, na Bolívia. Afinal, uma vez nacionalizadas as reservas de hidrocarbonetos e estatizadas as operações de exploração e comercialização, não havia interesse econômico, para a Petrobrás, em permanecer na Bolívia apenas como uma empresa contratada para extrair óleo e gás. O presidente Lula e o chanceler Celso Amorim endossaram publicamente a posição da Petrobrás, afirmando que, se o contrato que estava sendo negociado não fosse favorável, a estatal brasileira encerraria suas operações na Bolívia e reivindicaria seus direitos nas cortes internacionais.

Na sexta-feira houve um abrandamento da posição inicialmente defendida pelo presidente da Petrobrás e no sábado, véspera do segundo turno das eleições presidenciais, o presidente Evo Morales anunciou a assinatura de um contrato que contraria os interesses da Petrobrás.

Alega a Petrobrás que três razões a levaram a aderir ao novo contrato: a garantia de retorno na operação dos dois campos; a manutenção de uma posição estratégica na Bolívia, onde grandes reservas ainda podem ser exploradas; e a necessidade de garantir o abastecimento de gás para a indústria brasileira. Ora, sem a possibilidade de administrar os campos – a YPFB determinará o fluxo de extração e os investimentos a serem feitos –, o retorno do capital lá aplicado será lento e, sobretudo, inseguro. Com a nacionalização das reservas, simplesmente não existe “posição estratégica” a ser considerada – a menos que a Petrobrás conte com a falência do modelo instituído por Evo Morales. E o fornecimento de gás para o Brasil poderia ser feito por qualquer empresa prestadora de serviços contratada pela Bolívia.

Apesar disso, o governo brasileiro tem tentado provar que o contrato assinado no sábado foi altamente benéfico para o País e, mais que isso, que as exigências bolivianas foram dobradas. O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, faz prodígios de contorcionismo verbal para mostrar que “temos um componente próximo de um contrato de compartilhamento de produção, o que nós queremos, e também têm componentes de prestação de serviços, que é o que a YPFB queria”. E isso porque, pelo novo contrato, além de uma alíquota fixa de impostos e royalties de 50%, haverá outra variável, que se reduzirá de acordo com quatro variáveis, entre elas o volume de produção e o nível de investimentos que a Petrobrás fizer. Mas quem determinará volumes de produção e de investimentos será a estatal boliviana. Afinal, diante dos fatos irrefutáveis, Gabrielli explica que a Bolívia não cedeu na questão da alíquota de 82%: “Não é que ela cedeu, ela converge, na tabela de longo prazo, para uma alíquota de 82% à medida que os campos vão atingindo um ritmo de produção mais alto. Mas não é mais uma taxa fixa de 82%.”

Já o presidente da YPFB, Juan Carlos Ortiz, chama as coisas pelo nome: o que foi assinado é um contrato de operação e o government take, no Campo de San Antonio, supera os 85%.

A Petrobrás anuncia que não fará os investimentos previstos de US$ 1,5 bilhão nos Campos de San Alberto e San Antonio enquanto o governo boliviano não criar um marco regulatório que dê garantias de estabilidade ao setor. Não será de admirar se, em breve, com regulamentos insatisfatórios ou até sem eles, a estatal brasileira se veja compelida a fazer tais investimentos, sob pena de ser acusada de quebra de contrato.

O fato é que a presença da Petrobrás na Bolívia, que deveria solucionar parte dos problemas energéticos do Brasil, com a ascensão de Evo Morales – o “irmão caçula” de Lula – ao poder, tornou-se uma grande atrapalhação. E só há uma maneira de resolver o imbróglio do gás boliviano: é tratá-lo exclusivamente sob o ponto de vista negocial, abandonando as “identidades” ideológicas com o companheiro Morales.

Em vez de investir na Bolívia, onde só há garantias de instabilidade, a Petrobrás precisa acelerar os trabalhos de exploração dos campos de gás na plataforma continental brasileira – e assim acabar com uma dependência prejudicial aos interesses nacionais.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal é incopetência da petrobrás, ou o governo Lula resolveu abrir mão dos direitos para não ariscar sua reeleição?<br />
Alguém precisa tomar providências antes que o Governo Lula comprometa ainda mais o patrimonio nacional!!</p>
<p>Petrobrás cede tudo</p>
<p>Até a quinta-feira passada, o presidente da Petrobrás garantia que a empresa não aceitaria o papel de simples prestadora de serviços, na exploração dos Campos de San Alberto e San Antonio, na Bolívia. Afinal, uma vez nacionalizadas as reservas de hidrocarbonetos e estatizadas as operações de exploração e comercialização, não havia interesse econômico, para a Petrobrás, em permanecer na Bolívia apenas como uma empresa contratada para extrair óleo e gás. O presidente Lula e o chanceler Celso Amorim endossaram publicamente a posição da Petrobrás, afirmando que, se o contrato que estava sendo negociado não fosse favorável, a estatal brasileira encerraria suas operações na Bolívia e reivindicaria seus direitos nas cortes internacionais.</p>
<p>Na sexta-feira houve um abrandamento da posição inicialmente defendida pelo presidente da Petrobrás e no sábado, véspera do segundo turno das eleições presidenciais, o presidente Evo Morales anunciou a assinatura de um contrato que contraria os interesses da Petrobrás.</p>
<p>Alega a Petrobrás que três razões a levaram a aderir ao novo contrato: a garantia de retorno na operação dos dois campos; a manutenção de uma posição estratégica na Bolívia, onde grandes reservas ainda podem ser exploradas; e a necessidade de garantir o abastecimento de gás para a indústria brasileira. Ora, sem a possibilidade de administrar os campos – a YPFB determinará o fluxo de extração e os investimentos a serem feitos –, o retorno do capital lá aplicado será lento e, sobretudo, inseguro. Com a nacionalização das reservas, simplesmente não existe “posição estratégica” a ser considerada – a menos que a Petrobrás conte com a falência do modelo instituído por Evo Morales. E o fornecimento de gás para o Brasil poderia ser feito por qualquer empresa prestadora de serviços contratada pela Bolívia.</p>
<p>Apesar disso, o governo brasileiro tem tentado provar que o contrato assinado no sábado foi altamente benéfico para o País e, mais que isso, que as exigências bolivianas foram dobradas. O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, faz prodígios de contorcionismo verbal para mostrar que “temos um componente próximo de um contrato de compartilhamento de produção, o que nós queremos, e também têm componentes de prestação de serviços, que é o que a YPFB queria”. E isso porque, pelo novo contrato, além de uma alíquota fixa de impostos e royalties de 50%, haverá outra variável, que se reduzirá de acordo com quatro variáveis, entre elas o volume de produção e o nível de investimentos que a Petrobrás fizer. Mas quem determinará volumes de produção e de investimentos será a estatal boliviana. Afinal, diante dos fatos irrefutáveis, Gabrielli explica que a Bolívia não cedeu na questão da alíquota de 82%: “Não é que ela cedeu, ela converge, na tabela de longo prazo, para uma alíquota de 82% à medida que os campos vão atingindo um ritmo de produção mais alto. Mas não é mais uma taxa fixa de 82%.”</p>
<p>Já o presidente da YPFB, Juan Carlos Ortiz, chama as coisas pelo nome: o que foi assinado é um contrato de operação e o government take, no Campo de San Antonio, supera os 85%.</p>
<p>A Petrobrás anuncia que não fará os investimentos previstos de US$ 1,5 bilhão nos Campos de San Alberto e San Antonio enquanto o governo boliviano não criar um marco regulatório que dê garantias de estabilidade ao setor. Não será de admirar se, em breve, com regulamentos insatisfatórios ou até sem eles, a estatal brasileira se veja compelida a fazer tais investimentos, sob pena de ser acusada de quebra de contrato.</p>
<p>O fato é que a presença da Petrobrás na Bolívia, que deveria solucionar parte dos problemas energéticos do Brasil, com a ascensão de Evo Morales – o “irmão caçula” de Lula – ao poder, tornou-se uma grande atrapalhação. E só há uma maneira de resolver o imbróglio do gás boliviano: é tratá-lo exclusivamente sob o ponto de vista negocial, abandonando as “identidades” ideológicas com o companheiro Morales.</p>
<p>Em vez de investir na Bolívia, onde só há garantias de instabilidade, a Petrobrás precisa acelerar os trabalhos de exploração dos campos de gás na plataforma continental brasileira – e assim acabar com uma dependência prejudicial aos interesses nacionais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: crissmyass</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-12287</link>
		<dc:creator>crissmyass</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2006 22:20:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1598#comment-12287</guid>
		<description>Em tempo: empregados da Petrobrás não gostam de ser chamados de &quot;funcionários&quot; porque eles não são funcionários; eles são empregados mesmo, &quot;celetistas&quot;, de uma EMPRESA DE CAPITAL ABERTO, cujo maior acionista é o Estado.
O termo &quot;funcionário&quot; se aplica somente àqueles que trabalham no serviço público.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempo: empregados da Petrobrás não gostam de ser chamados de &#8220;funcionários&#8221; porque eles não são funcionários; eles são empregados mesmo, &#8220;celetistas&#8221;, de uma EMPRESA DE CAPITAL ABERTO, cujo maior acionista é o Estado.<br />
O termo &#8220;funcionário&#8221; se aplica somente àqueles que trabalham no serviço público.</p>
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	<item>
		<title>By: crissmyass</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-12286</link>
		<dc:creator>crissmyass</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2006 22:16:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1598#comment-12286</guid>
		<description>Caraca, quanta honra, mas acho que eu não tou com essa bola toda!
Logo eu, que odeio política!
Mas, enfim...
Não foi isso que eu disse não, heim...
O que eu disse - ou quis dizer, ou pensei ter dito, é que a política não tem assim TANTA influência no desempenho de uma gigante como a Petrobrás; Que tem alguma influência, claro que tem, afinal a política influi em tudo, infelizmente, e eu sou meio burrinha mas nem tanto.
Mas há outros fatores que pesam, ou não? os tecnológicos, os conjunturais internacionais, os naturais.
A terceirização que você menciona é mesmo uma faca de dois gumes. Por um lado, ela é um método de gestão eficaz, pelo menos na teoria, comprovado no mundo todo. Se qualquer empresa terceiriza, teoricamente não há porque uma empresa estatal não fazer o mesmo, modernizar-se, tornar-se mais eficiente. Por outro lado, a terceirização (e os milhões que seus contratos representam) dão margem a corrupção e tráfico de influência.
Isso, no entanto, não significa que todos os contratos de terceirização da Petrobrás sejam viciados. Nem significa que todos os profissionais ou empresas terceirizados sejam incompetentes, porque isso seria o mesmo que dizer que todos os diretores da Petrobrás com poder de contratar são venais, incompetentes ou irresponsáveis.
Nada disso é verdade, muito pelo contrário. A grande maioria dos terceirizados é competente, idônea e extremamente exigida sob todos os aspectos, e alguns ainda enfrentam o preconceito da parte de alguns colegas &quot;da casa&quot;, apesar de &quot;vestirem a camisa&quot; com é comum na cultura da empresa.
Até para se prestar um serviço tolo como revestir uma parede é necessário passar or uma sabatina.
Achar que a terceirização teve alguma coisa a ver com o acidente é um absurdo incompatível com a sua e a nossa inteligência.
Qual teria sido a causa daquele outro acidente no Mar do Norte? terceirização também?
Shit happens, ora!
O que se faz pela segurança dessas plataformas, que é muito, e que está em constante evolução, é fruto do esforço conjunto de Petrobrás e terceirizadas internacionais do mais alto nível.
Saibam quantos lerem estas mal-traçadas, que não trabalho na nem para a Petrobrás, sou absolutamente CONTRA a privatização, e principalmente não vou votar no Alckmin.
Rafael, em quase um ano que leio seu blog, foi a primeira vez que discordei de algo que você disse. Que chegue logo o fim dessa (re) eleição e que vença seu candidato, mesmo sem meu voto, só pra você voltar a escrever coisas sensatas ou bonitas. Ou sensatas e bonitas.
Beijos, e não me leve tão a sério!
Criss
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caraca, quanta honra, mas acho que eu não tou com essa bola toda!<br />
Logo eu, que odeio política!<br />
Mas, enfim&#8230;<br />
Não foi isso que eu disse não, heim&#8230;<br />
O que eu disse &#8211; ou quis dizer, ou pensei ter dito, é que a política não tem assim TANTA influência no desempenho de uma gigante como a Petrobrás; Que tem alguma influência, claro que tem, afinal a política influi em tudo, infelizmente, e eu sou meio burrinha mas nem tanto.<br />
Mas há outros fatores que pesam, ou não? os tecnológicos, os conjunturais internacionais, os naturais.<br />
A terceirização que você menciona é mesmo uma faca de dois gumes. Por um lado, ela é um método de gestão eficaz, pelo menos na teoria, comprovado no mundo todo. Se qualquer empresa terceiriza, teoricamente não há porque uma empresa estatal não fazer o mesmo, modernizar-se, tornar-se mais eficiente. Por outro lado, a terceirização (e os milhões que seus contratos representam) dão margem a corrupção e tráfico de influência.<br />
Isso, no entanto, não significa que todos os contratos de terceirização da Petrobrás sejam viciados. Nem significa que todos os profissionais ou empresas terceirizados sejam incompetentes, porque isso seria o mesmo que dizer que todos os diretores da Petrobrás com poder de contratar são venais, incompetentes ou irresponsáveis.<br />
Nada disso é verdade, muito pelo contrário. A grande maioria dos terceirizados é competente, idônea e extremamente exigida sob todos os aspectos, e alguns ainda enfrentam o preconceito da parte de alguns colegas &#8220;da casa&#8221;, apesar de &#8220;vestirem a camisa&#8221; com é comum na cultura da empresa.<br />
Até para se prestar um serviço tolo como revestir uma parede é necessário passar or uma sabatina.<br />
Achar que a terceirização teve alguma coisa a ver com o acidente é um absurdo incompatível com a sua e a nossa inteligência.<br />
Qual teria sido a causa daquele outro acidente no Mar do Norte? terceirização também?<br />
Shit happens, ora!<br />
O que se faz pela segurança dessas plataformas, que é muito, e que está em constante evolução, é fruto do esforço conjunto de Petrobrás e terceirizadas internacionais do mais alto nível.<br />
Saibam quantos lerem estas mal-traçadas, que não trabalho na nem para a Petrobrás, sou absolutamente CONTRA a privatização, e principalmente não vou votar no Alckmin.<br />
Rafael, em quase um ano que leio seu blog, foi a primeira vez que discordei de algo que você disse. Que chegue logo o fim dessa (re) eleição e que vença seu candidato, mesmo sem meu voto, só pra você voltar a escrever coisas sensatas ou bonitas. Ou sensatas e bonitas.<br />
Beijos, e não me leve tão a sério!<br />
Criss</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Thiago</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-12285</link>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2006 13:01:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1598#comment-12285</guid>
		<description>Rafael,
ainda bem que você voltou!
Contra fatos não há argumentos, né? hehehe
Esse pessoal do bico grande queria porque queria que o Lula declarasse guerra à Bolívia, ou levantasse sanção, ou construísse um murão na fronteira, ou fosse na assembléia geral da ONÍ chamar o Evo de Diabo, magina... hehehe povinho mais reaça, rapaiz!

Abraços e bienvenido!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael,<br />
ainda bem que você voltou!<br />
Contra fatos não há argumentos, né? hehehe<br />
Esse pessoal do bico grande queria porque queria que o Lula declarasse guerra à Bolívia, ou levantasse sanção, ou construísse um murão na fronteira, ou fosse na assembléia geral da ONÍ chamar o Evo de Diabo, magina&#8230; hehehe povinho mais reaça, rapaiz!</p>
<p>Abraços e bienvenido!</p>
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		<title>By: Grande Lider da Silva</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/10/petrobras-e-politica/comment-page-1/#comment-12284</link>
		<dc:creator>Grande Lider da Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2006 11:43:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1598#comment-12284</guid>
		<description>Marcus, você tem razão. No meu comentário parece que o BB é um antro.

OK, eu realmente não quis dizer isso. O BB é um grande banco e merece toda a admiração.

O meu ponto é que a diretoria do BB esteve envolvida em vários escândalos. De onde saíram esses diretores? Concurso? Não, indicação política.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus, você tem razão. No meu comentário parece que o BB é um antro.</p>
<p>OK, eu realmente não quis dizer isso. O BB é um grande banco e merece toda a admiração.</p>
<p>O meu ponto é que a diretoria do BB esteve envolvida em vários escândalos. De onde saíram esses diretores? Concurso? Não, indicação política.</p>
]]></content:encoded>
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