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	<title>Comments on: Sobre o Estatuto da Igualdade Racial</title>
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	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 16:53:13 +0000</pubDate>
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		<title>By: Ingrid</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-15411</link>
		<dc:creator>Ingrid</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 11:25:02 +0000</pubDate>
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		<description>BEm, sou totalmente contra a qualquer favorecimento a negros, pois se falando do brasil nao se pode dizer eu sou negro ou branco, um pais com tantas racas e etnias nao pode prender se a leis, cotas,favorecimentos... só porque se dizem ser negros.Quem no brasil é negro?
Somos um só povo e acredito q falando em racismo, defendendo os negros automaticamente estamos descriminando índios, loiros, brancos...Poís acredito q os maiores racistas da nossa sociedade sao os proprios negros!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BEm, sou totalmente contra a qualquer favorecimento a negros, pois se falando do brasil nao se pode dizer eu sou negro ou branco, um pais com tantas racas e etnias nao pode prender se a leis, cotas,favorecimentos&#8230; só porque se dizem ser negros.Quem no brasil é negro?<br />
Somos um só povo e acredito q falando em racismo, defendendo os negros automaticamente estamos descriminando índios, loiros, brancos&#8230;Poís acredito q os maiores racistas da nossa sociedade sao os proprios negros!!</p>
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		<title>By: celio da silva louro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12511</link>
		<dc:creator>celio da silva louro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 22:15:14 +0000</pubDate>
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		<description>eu sou radicalmente contra qualquer tipo de cotas, ou leis de desigualdade racial, pois nao existe diferentes raças, so existe uma raça na face da terra, a raça humana.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu sou radicalmente contra qualquer tipo de cotas, ou leis de desigualdade racial, pois nao existe diferentes raças, so existe uma raça na face da terra, a raça humana.</p>
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		<title>By: Filipe</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12510</link>
		<dc:creator>Filipe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2006 16:56:13 +0000</pubDate>
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		<description>Se a maioria dos comentários a respeito desse post basearem seus argumentos (contra ou favoráveis) em uma suposta busca de igualdade para os negros; que estes merecem essa busca política por uma igualdade - ou não, pois seria isso renegar reparações que não estão em pauta da mesma forma para as outras minorias étnicas,sociais, biológicas ou o que seja, estes posts estarão incorrendo num equívoco bem besta. Penso isso.

Não se busca uma igualdade. As mulheres não a querem. Nem os judeus (apesar de serem uma minoria opulenta). Nem os homossexuais, congêneres e simpatizantes. Também não os negros. Cada uma ao seu modo, representadas pelos seus respectivos e numerosos movimentos, defendem essencialmente o que são, que têm o direito de ser e que, por erros históricos, querem alguma reparação e ações que busquem sanar problemas que persistem. Afirmam suas diferenças. Orgulham-se delas. Mas exigem que os problemas que lhes foram causados por essas diferenças serem consideradas defeitos, deméritos, etc., sejam reconhecidos, interrompidos, sanados e reparados. Concordo com todos os grupos que fazem isso de maneira equilibrada, justa e com bom senso. Concordo com suas diferenças e as tolero (para mim isso é democracia: tolerância; não igualdade para todos), aceito, defendo, afirmo, o que for...

Temos de lembrar que somos, para o bem e para o mal, agentes históricos,
carregamos fardos pesados dos erros de nossos anteriores. Eu me sinto responsável por mortes que não cometi (apesar de viver com isso, vale
lembrar), por violências que não causei. O mundo não vai ser salvo por ninguém (muito menos por mim)mas todos têm o direito de buscar melhorias -
mesmo que bairristas, coniventes e restritas a um grupo - eu digo melhorias
reais para a sociedade, não vantagens escrotas que uns almejam e gritam por
aí. Se fosse uma busca por igualdade não ficaria cada um puxando brasa para sua sardinha. Sofrimento se compara? Quem se estrepou mais? Negros ou judeus?
Mulheres ou gays? E as mulheres judias negras e lésbicas? Cada um busque um
lugar melhor para estar e tente resolver seus problemas. Paim pode tentar e
outros também, vão haver defeitos e outros problemas, mas que se faça algo,
que se saia dessa ataraxia, dessa inércia. Contando que ainda se tenha boa intenção nesse mundo, algo de repente melhora. Intenção boa e genuína, aliás - o inferno e o mundo já estão bem cheios de boas intenções furadas.

Concordo com o feriado, e que todas as ações políticas que visem uma reparação para cada um desses grupos resultem em mais feriados. Vou ter muito
mais dias para comemorar o que sou: negro, mulher, judeu, nordestino, cabôco,
mulato, alemão, jamaicano...

P.S: Homossexuais desculpem-me, não os represento fidedignamente.

Abraços a todos.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Se a maioria dos comentários a respeito desse post basearem seus argumentos (contra ou favoráveis) em uma suposta busca de igualdade para os negros; que estes merecem essa busca política por uma igualdade - ou não, pois seria isso renegar reparações que não estão em pauta da mesma forma para as outras minorias étnicas,sociais, biológicas ou o que seja, estes posts estarão incorrendo num equívoco bem besta. Penso isso.</p>
<p>Não se busca uma igualdade. As mulheres não a querem. Nem os judeus (apesar de serem uma minoria opulenta). Nem os homossexuais, congêneres e simpatizantes. Também não os negros. Cada uma ao seu modo, representadas pelos seus respectivos e numerosos movimentos, defendem essencialmente o que são, que têm o direito de ser e que, por erros históricos, querem alguma reparação e ações que busquem sanar problemas que persistem. Afirmam suas diferenças. Orgulham-se delas. Mas exigem que os problemas que lhes foram causados por essas diferenças serem consideradas defeitos, deméritos, etc., sejam reconhecidos, interrompidos, sanados e reparados. Concordo com todos os grupos que fazem isso de maneira equilibrada, justa e com bom senso. Concordo com suas diferenças e as tolero (para mim isso é democracia: tolerância; não igualdade para todos), aceito, defendo, afirmo, o que for&#8230;</p>
<p>Temos de lembrar que somos, para o bem e para o mal, agentes históricos,<br />
carregamos fardos pesados dos erros de nossos anteriores. Eu me sinto responsável por mortes que não cometi (apesar de viver com isso, vale<br />
lembrar), por violências que não causei. O mundo não vai ser salvo por ninguém (muito menos por mim)mas todos têm o direito de buscar melhorias -<br />
mesmo que bairristas, coniventes e restritas a um grupo - eu digo melhorias<br />
reais para a sociedade, não vantagens escrotas que uns almejam e gritam por<br />
aí. Se fosse uma busca por igualdade não ficaria cada um puxando brasa para sua sardinha. Sofrimento se compara? Quem se estrepou mais? Negros ou judeus?<br />
Mulheres ou gays? E as mulheres judias negras e lésbicas? Cada um busque um<br />
lugar melhor para estar e tente resolver seus problemas. Paim pode tentar e<br />
outros também, vão haver defeitos e outros problemas, mas que se faça algo,<br />
que se saia dessa ataraxia, dessa inércia. Contando que ainda se tenha boa intenção nesse mundo, algo de repente melhora. Intenção boa e genuína, aliás - o inferno e o mundo já estão bem cheios de boas intenções furadas.</p>
<p>Concordo com o feriado, e que todas as ações políticas que visem uma reparação para cada um desses grupos resultem em mais feriados. Vou ter muito<br />
mais dias para comemorar o que sou: negro, mulher, judeu, nordestino, cabôco,<br />
mulato, alemão, jamaicano&#8230;</p>
<p>P.S: Homossexuais desculpem-me, não os represento fidedignamente.</p>
<p>Abraços a todos.</p>
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	<item>
		<title>By: MarcosVP</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12509</link>
		<dc:creator>MarcosVP</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2006 14:33:38 +0000</pubDate>
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		<description>É uma verdade... se eu que sou branco, loiro e de olho azul (apesar de paraíba) saio por aí com uma camisa escrito "100% negro", eu sou um engajado. Se a camisa diz "100% branco", eu sou um nazista.

E o mais engraçado, o que ninguém lembra ou comenta quando resolve defender a compensação pela escravidão, é que os primeiros mercadores de escravos africanos na época do mercantislismo foram os próprios africanos. Negros de castas e etnias "superiores" que aprisionavam e vendiam outros negros. E essa guerra étnica e tribal existe até hoje. Historicamente, o massacre dos tutsis pelos hutus em Ruanda foi ontem...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É uma verdade&#8230; se eu que sou branco, loiro e de olho azul (apesar de paraíba) saio por aí com uma camisa escrito &#8220;100% negro&#8221;, eu sou um engajado. Se a camisa diz &#8220;100% branco&#8221;, eu sou um nazista.</p>
<p>E o mais engraçado, o que ninguém lembra ou comenta quando resolve defender a compensação pela escravidão, é que os primeiros mercadores de escravos africanos na época do mercantislismo foram os próprios africanos. Negros de castas e etnias &#8220;superiores&#8221; que aprisionavam e vendiam outros negros. E essa guerra étnica e tribal existe até hoje. Historicamente, o massacre dos tutsis pelos hutus em Ruanda foi ontem&#8230;</p>
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		<title>By: crissmyass</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12508</link>
		<dc:creator>crissmyass</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2006 23:23:18 +0000</pubDate>
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		<description>Perfeitas suas considerações quanto à Educação - (aguardando o post exclusivo sobre as cotas!), Cultura e Saúde.
Mas no geral este estatuto parece querer evidenciar as diferenças.
A questão do emprego é extremamente subjetiva. Vai ser difícil comprovar coisas como "capacitação profissional", pois se a escolha recaísse entre duas pessoas da mesma cor e mesma capacitação, sempre poderia haver mais empatia por uma que por outra. Se a mais bonita for escolhida, por exemplo, já é preconceito, mas isso acontece há séculos e ninguém pode fazer nada a respeito. A menos que façam o etatuto do feio.
Mais um pouco e vão querer definir que se você é branco/a, para cada 5 namorada/os branca/os que tiver, deverá namorar uma preta; a cada dez, uma japonesa  e a cada duas, um gay.
A questão da TV é ridícula mesmo! Esse exemplo do xampu foi hilário.

Na questão da justiça, o estatuto já faria muito, mesmo que não oferecesse privilégios, se nas blitzes da PM, em ônibus e em carros, eles parassem e revistassem 80% de brancos e 20% de negros, do total dos "averiguados".

Por outro lado, o estatuto não fala nada sobre proibir a circulação de revistas exclusivas de raça e grupos de pagode com sugestivos nomes como "raça negra" e outras;
Imagine o furor causado por um grupo musical formado por lourinhos chamados "raça branca" ou coisa assim.
Sem contar aquelas camisetas 100% negro. Queria ver alguém andar com camiseta 100% branco.
O racismo está em toda parte.
Assim como o MST não é só formado por heróis ingênuos, não é só o fato de ser preto que faz do indivíduo uma inocente vítima da sociedade.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeitas suas considerações quanto à Educação - (aguardando o post exclusivo sobre as cotas!), Cultura e Saúde.<br />
Mas no geral este estatuto parece querer evidenciar as diferenças.<br />
A questão do emprego é extremamente subjetiva. Vai ser difícil comprovar coisas como &#8220;capacitação profissional&#8221;, pois se a escolha recaísse entre duas pessoas da mesma cor e mesma capacitação, sempre poderia haver mais empatia por uma que por outra. Se a mais bonita for escolhida, por exemplo, já é preconceito, mas isso acontece há séculos e ninguém pode fazer nada a respeito. A menos que façam o etatuto do feio.<br />
Mais um pouco e vão querer definir que se você é branco/a, para cada 5 namorada/os branca/os que tiver, deverá namorar uma preta; a cada dez, uma japonesa  e a cada duas, um gay.<br />
A questão da TV é ridícula mesmo! Esse exemplo do xampu foi hilário.</p>
<p>Na questão da justiça, o estatuto já faria muito, mesmo que não oferecesse privilégios, se nas blitzes da PM, em ônibus e em carros, eles parassem e revistassem 80% de brancos e 20% de negros, do total dos &#8220;averiguados&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, o estatuto não fala nada sobre proibir a circulação de revistas exclusivas de raça e grupos de pagode com sugestivos nomes como &#8220;raça negra&#8221; e outras;<br />
Imagine o furor causado por um grupo musical formado por lourinhos chamados &#8220;raça branca&#8221; ou coisa assim.<br />
Sem contar aquelas camisetas 100% negro. Queria ver alguém andar com camiseta 100% branco.<br />
O racismo está em toda parte.<br />
Assim como o MST não é só formado por heróis ingênuos, não é só o fato de ser preto que faz do indivíduo uma inocente vítima da sociedade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: crissmyass</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12507</link>
		<dc:creator>crissmyass</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2006 23:21:54 +0000</pubDate>
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		<description>Perfeitas suas considerações quanto aos quesitos Educação - (aguardando o post exclusivo sobre as cotas!), Cultura e Saúde.
Mas no geral este estatuto parece querer evidenciar as diferenças.
A questão do emprego é extremamente subjetiva. Vai ser difícil comprovar coisas como "capacitação profissional", pois se a escolha recaísse entre duas pessoas da mesma cor e mesma capacitação, sempre poderia haver mais empatia por uma que por outra. Se a mais bonita for escolhida, por exemplo, já é preconceito, mas isso acontece há séculos e ninguém pode fazer nada a respeito. A menos que façam o etatuto do feio.
Mais um pouco e vão querer definir que se você é branco/a, para cada 5 namorada/os branca/os que tiver, deverá namorar uma preta; a cada dez, uma japonesa  e a cada duas, um gay.
A questão da TV é ridícula mesmo! Esse exemplo do xampu foi hilário.

Na questão da justiça, o estatuto já faria muito, mesmo que não oferecesse privilégios, se nas blitzes da PM, em ônibus e em carros, eles parassem e revistassem 80% de brancos e 20% de negros, do total dos "averiguados".

Por outro lado, o estatuto não fala nada sobre proibir a circulação de revistas exclusivas de raça e grupos de pagode com sugestivos nomes como "raça negra" e outras;
Imagine o furor causado por um grupo musical formado por lourinhos chamados "raça branca" ou coisa assim.
Sem contar aquelas camisetas 100% negro. Queria ver alguém andar com camiseta 100% branco.
O racismo está em toda parte.
Assim como o MST não é só formado por heróis ingênuos, não é só o fato de ser preto que faz do indivíduo uma inocente vítima da sociedade.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeitas suas considerações quanto aos quesitos Educação - (aguardando o post exclusivo sobre as cotas!), Cultura e Saúde.<br />
Mas no geral este estatuto parece querer evidenciar as diferenças.<br />
A questão do emprego é extremamente subjetiva. Vai ser difícil comprovar coisas como &#8220;capacitação profissional&#8221;, pois se a escolha recaísse entre duas pessoas da mesma cor e mesma capacitação, sempre poderia haver mais empatia por uma que por outra. Se a mais bonita for escolhida, por exemplo, já é preconceito, mas isso acontece há séculos e ninguém pode fazer nada a respeito. A menos que façam o etatuto do feio.<br />
Mais um pouco e vão querer definir que se você é branco/a, para cada 5 namorada/os branca/os que tiver, deverá namorar uma preta; a cada dez, uma japonesa  e a cada duas, um gay.<br />
A questão da TV é ridícula mesmo! Esse exemplo do xampu foi hilário.</p>
<p>Na questão da justiça, o estatuto já faria muito, mesmo que não oferecesse privilégios, se nas blitzes da PM, em ônibus e em carros, eles parassem e revistassem 80% de brancos e 20% de negros, do total dos &#8220;averiguados&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, o estatuto não fala nada sobre proibir a circulação de revistas exclusivas de raça e grupos de pagode com sugestivos nomes como &#8220;raça negra&#8221; e outras;<br />
Imagine o furor causado por um grupo musical formado por lourinhos chamados &#8220;raça branca&#8221; ou coisa assim.<br />
Sem contar aquelas camisetas 100% negro. Queria ver alguém andar com camiseta 100% branco.<br />
O racismo está em toda parte.<br />
Assim como o MST não é só formado por heróis ingênuos, não é só o fato de ser preto que faz do indivíduo uma inocente vítima da sociedade.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Juliano</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12506</link>
		<dc:creator>Juliano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2006 20:09:08 +0000</pubDate>
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		<description>Essa história de criar uma nova disciplina é uma estultice que só vendo. Se a moda pega, pra cada problema brasileiro, uma nova disciplina. Demagogia barata.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa história de criar uma nova disciplina é uma estultice que só vendo. Se a moda pega, pra cada problema brasileiro, uma nova disciplina. Demagogia barata.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Kau</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12505</link>
		<dc:creator>Kau</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2006 15:14:38 +0000</pubDate>
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		<description>"Eu tava encostad'ali minha guitarra
No quadrado branco, vídeo, papelão
Eu era o enigma, uma interrogação
Olha que coisa mais, que coisa à toa, boa boa boa boa
Eu tava com graça...
Tava por acaso ali, não era nada
Bunda de mulata, muque de peão
Tava em Madureira, tava na Bahia
No Beaubourg, no Bronx, no Brás e eu e eu e eu e eu
A me perguntar
Eu sou neguinha?
Era uma mensagem
Parece bobagem, mas não era não
Eu não decifrava, eu não conseguia
Mas aquilo ia e eu ia e eu ia e eu ia e eu ia
Eu me perguntava: era uma gesto hippie,
um desenho estranho
Homens trabalhando, pare, contramão
E era uma alegria, era uma esperança
E era dança e dança ou não ou não ou não
Tava perguntando: Eu sou neguinha?
Eu sou neguinha? Eu sou neguinha?"

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu tava encostad&#8217;ali minha guitarra<br />
No quadrado branco, vídeo, papelão<br />
Eu era o enigma, uma interrogação<br />
Olha que coisa mais, que coisa à toa, boa boa boa boa<br />
Eu tava com graça&#8230;<br />
Tava por acaso ali, não era nada<br />
Bunda de mulata, muque de peão<br />
Tava em Madureira, tava na Bahia<br />
No Beaubourg, no Bronx, no Brás e eu e eu e eu e eu<br />
A me perguntar<br />
Eu sou neguinha?<br />
Era uma mensagem<br />
Parece bobagem, mas não era não<br />
Eu não decifrava, eu não conseguia<br />
Mas aquilo ia e eu ia e eu ia e eu ia e eu ia<br />
Eu me perguntava: era uma gesto hippie,<br />
um desenho estranho<br />
Homens trabalhando, pare, contramão<br />
E era uma alegria, era uma esperança<br />
E era dança e dança ou não ou não ou não<br />
Tava perguntando: Eu sou neguinha?<br />
Eu sou neguinha? Eu sou neguinha?&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Vivien</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12504</link>
		<dc:creator>Vivien</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2006 09:59:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1613#comment-12504</guid>
		<description>(Não sou contra nada que me faça dormir até mais tarde. Se isso for em prol de um movimento de conscientização nacional em relação a situação da população afro-descendente, melhor ainda.)
Em relação aos Pontos de Cultura, ainda que eu reconheça que eles tem efetivamente uma ação de resgate cultural importante, sua pouca projeção nos meios de comunicação limitam sua ação.
Quanto ao projeto que vc comenta, como não o li....nem dá pra comentar.
Mas sua visão me parece lúcida.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(Não sou contra nada que me faça dormir até mais tarde. Se isso for em prol de um movimento de conscientização nacional em relação a situação da população afro-descendente, melhor ainda.)<br />
Em relação aos Pontos de Cultura, ainda que eu reconheça que eles tem efetivamente uma ação de resgate cultural importante, sua pouca projeção nos meios de comunicação limitam sua ação.<br />
Quanto ao projeto que vc comenta, como não o li&#8230;.nem dá pra comentar.<br />
Mas sua visão me parece lúcida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Yvonne</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2006/11/sobre-o-estatuto-da-igualdade-racial/#comment-12503</link>
		<dc:creator>Yvonne</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2006 09:47:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1613#comment-12503</guid>
		<description>Rafael, sou contra esse feriado. A situação do negro no Brasil precisa melhorar muito, mas acho que os primeiros passos já foram dados. Beijocas
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael, sou contra esse feriado. A situação do negro no Brasil precisa melhorar muito, mas acho que os primeiros passos já foram dados. Beijocas</p>
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	</item>
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