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	<title>Comments on: Crônica de um triste Natal alheio</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 09:33:12 +0000</pubDate>
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		<title>By: ...</title>
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		<dc:creator>...</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 11:13:11 +0000</pubDate>
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		<description>Eiii...
Lurdinha, vei!
Eu já passei por isso, na verdade eu tava tentando uma forma rápida de me matar, quando eu vi esse texto desse cara, aí!

Caramba, foi o maior tapa na cara que eu já levei na vida!
Faz isso não, você vai sofrer? Vai.
Vai chorar? Vai.
Vai querer morrer? Vai, já tá querendo.

Mas você pode dar a volta por cima.
Depois de um tempo o coração se acalma, e a alma tambem.
Quando você menos perceber, e quando você lembrar disso um dia, vai pensar que era uma idéia estupida.

Pensa nisso!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eiii&#8230;<br />
Lurdinha, vei!<br />
Eu já passei por isso, na verdade eu tava tentando uma forma rápida de me matar, quando eu vi esse texto desse cara, aí!</p>
<p>Caramba, foi o maior tapa na cara que eu já levei na vida!<br />
Faz isso não, você vai sofrer? Vai.<br />
Vai chorar? Vai.<br />
Vai querer morrer? Vai, já tá querendo.</p>
<p>Mas você pode dar a volta por cima.<br />
Depois de um tempo o coração se acalma, e a alma tambem.<br />
Quando você menos perceber, e quando você lembrar disso um dia, vai pensar que era uma idéia estupida.</p>
<p>Pensa nisso!</p>
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		<title>By: Luciano Honori</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14524</link>
		<dc:creator>Luciano Honori</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 02:18:20 +0000</pubDate>
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		<description>Digo apenas que isso: "E por não ousar desejar um próspero Ano Novo, me despeço esperando que você tenha, pelo menos, tido um feliz Natal." foi GENIAL!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Digo apenas que isso: &#8220;E por não ousar desejar um próspero Ano Novo, me despeço esperando que você tenha, pelo menos, tido um feliz Natal.&#8221; foi GENIAL!</p>
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		<title>By: Jair</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14523</link>
		<dc:creator>Jair</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 20:58:27 +0000</pubDate>
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		<description>O que a Lurdinha quer é, justamente, a atgenção do blogueiro samaritana. Já a tem, portanto, agora a bola está com ela outra vez. Qual será o próximo passo? Na próxima semana neste mesmo local...

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que a Lurdinha quer é, justamente, a atgenção do blogueiro samaritana. Já a tem, portanto, agora a bola está com ela outra vez. Qual será o próximo passo? Na próxima semana neste mesmo local&#8230;</p>
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		<title>By: Marcela</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14522</link>
		<dc:creator>Marcela</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 16:22:08 +0000</pubDate>
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		<description>Manda ela ler Emily Brontë, ela n vai mais achar o amor dela tão importante assim...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Manda ela ler Emily Brontë, ela n vai mais achar o amor dela tão importante assim&#8230;</p>
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		<title>By: Cris</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14521</link>
		<dc:creator>Cris</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 21:04:19 +0000</pubDate>
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		<description>"Mas essas mortes por amor não existem mais, para desgosto meu, das funerárias e das escritoras de romances baratos. Este é um mundo em que grandes emoções sem esperança não se resolvem mais em uma poça de sangue, mas no divã de um psico-terapeuta; são sempre privadas, e quando se tornam públicas são apenas arremedos sem graça e grosseiros como os comentários que você deixou. Foi isso que restou a nós, românticos desgraçados do século XXI: mortes fuleiras anunciadas em blogs ruins."
* É... Realmente essas dores não se resolvem mais nas poças de sangue, para sorte minha e azar dos que me detestam... rs

Seu blog é bacanérrimo! Sigo sempre que posso (bastante, por sinal!). Ganhaste mais uma fã! :)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mas essas mortes por amor não existem mais, para desgosto meu, das funerárias e das escritoras de romances baratos. Este é um mundo em que grandes emoções sem esperança não se resolvem mais em uma poça de sangue, mas no divã de um psico-terapeuta; são sempre privadas, e quando se tornam públicas são apenas arremedos sem graça e grosseiros como os comentários que você deixou. Foi isso que restou a nós, românticos desgraçados do século XXI: mortes fuleiras anunciadas em blogs ruins.&#8221;<br />
* É&#8230; Realmente essas dores não se resolvem mais nas poças de sangue, para sorte minha e azar dos que me detestam&#8230; rs</p>
<p>Seu blog é bacanérrimo! Sigo sempre que posso (bastante, por sinal!). Ganhaste mais uma fã! :)</p>
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	<item>
		<title>By: crissmyass</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14520</link>
		<dc:creator>crissmyass</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 23:08:13 +0000</pubDate>
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		<description>Eu voto por fazermos uma campanha, intitulada:
"Se mata, Lourdinha!"
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu voto por fazermos uma campanha, intitulada:<br />
&#8220;Se mata, Lourdinha!&#8221;</p>
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	</item>
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		<title>By: Dani-PE</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14519</link>
		<dc:creator>Dani-PE</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 14:23:00 +0000</pubDate>
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		<description>Eita! Li a página inteira. Morri de rir com o google, claro, e morri de pena do Marx... tadinho... hehehehehe.
Lurdinha deve estar fazendo pesquisa pra monografia... :P
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eita! Li a página inteira. Morri de rir com o google, claro, e morri de pena do Marx&#8230; tadinho&#8230; hehehehehe.<br />
Lurdinha deve estar fazendo pesquisa pra monografia&#8230; :P</p>
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	<item>
		<title>By: Alexandre Pinheiro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14518</link>
		<dc:creator>Alexandre Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 13:50:22 +0000</pubDate>
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		<description>arcoverde?
caramba rafael, olha ela aí dinovo
rs
vixi santa ... vaderetro ....
hahahahahahahahahahahahaah
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>arcoverde?<br />
caramba rafael, olha ela aí dinovo<br />
rs<br />
vixi santa &#8230; vaderetro &#8230;.<br />
hahahahahahahahahahahahaah</p>
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		<title>By: victor freire</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14517</link>
		<dc:creator>victor freire</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 16:31:39 +0000</pubDate>
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		<description>isso me fez lembrar de uma história.

conta-se que, lá pelos idos dos anos 50, 60, aqui na minha cidade (arcoverde, pernambuco), um pai deu uma tremenda surra de cinto no filho pela maior motivação da época para se dar uma surra de cinto: rebeldia, ou o que era classificado como tal. o filho, um molecote de uns 13, 14 anos, foi coçar as pisaduras no quarto. antes, deu uma passada pela cozinha.

5 minutos depois, os irmãos menores do sujeito em questão chegam correndo para o pai dizendo que o molecote está com uma faquinha de serra, dessas de cortar pão em café da manhã, apontada para a barriga, ajoelhado em cima da cama, no melhor estilo "harakiri". o pai vai ver o que está acontecendo de fato.

o pai chega e encontra o já referido filho em cima da cama, choramingando, e de fato com a faquinha na mão. num movimento rápido, tira a faca das mãos do filho e encosta para o pescoço dele. e pergunta gritando:

"você quer morrer? quer? porque se quiser me diga agora que a gente resolve isso logo!"

obviamente o molecote deu pra trás.

eu sinto repugnância a surras e castigos físicos, mas, às vezes, e principalmente quando vejo emos tentando cortar  os pulsos, morro de saudade da psicologia juvenil de tempos passados...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>isso me fez lembrar de uma história.</p>
<p>conta-se que, lá pelos idos dos anos 50, 60, aqui na minha cidade (arcoverde, pernambuco), um pai deu uma tremenda surra de cinto no filho pela maior motivação da época para se dar uma surra de cinto: rebeldia, ou o que era classificado como tal. o filho, um molecote de uns 13, 14 anos, foi coçar as pisaduras no quarto. antes, deu uma passada pela cozinha.</p>
<p>5 minutos depois, os irmãos menores do sujeito em questão chegam correndo para o pai dizendo que o molecote está com uma faquinha de serra, dessas de cortar pão em café da manhã, apontada para a barriga, ajoelhado em cima da cama, no melhor estilo &#8220;harakiri&#8221;. o pai vai ver o que está acontecendo de fato.</p>
<p>o pai chega e encontra o já referido filho em cima da cama, choramingando, e de fato com a faquinha na mão. num movimento rápido, tira a faca das mãos do filho e encosta para o pescoço dele. e pergunta gritando:</p>
<p>&#8220;você quer morrer? quer? porque se quiser me diga agora que a gente resolve isso logo!&#8221;</p>
<p>obviamente o molecote deu pra trás.</p>
<p>eu sinto repugnância a surras e castigos físicos, mas, às vezes, e principalmente quando vejo emos tentando cortar  os pulsos, morro de saudade da psicologia juvenil de tempos passados&#8230;</p>
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		<title>By: Thiago de Góes</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2007/12/cronica-de-um-triste-natal-alheio/#comment-14516</link>
		<dc:creator>Thiago de Góes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 15:50:27 +0000</pubDate>
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		<description>Caramba: "Foi isso que restou a nós, românticos desgraçados do século XXI: mortes fuleiras anunciadas em blogs ruins."

Lembrei-me da canção de roberto: o importante é que emoções eu vivi".
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Caramba: &#8220;Foi isso que restou a nós, românticos desgraçados do século XXI: mortes fuleiras anunciadas em blogs ruins.&#8221;</p>
<p>Lembrei-me da canção de roberto: o importante é que emoções eu vivi&#8221;.</p>
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