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	<title>Comments on: Sobre a Veja e o Nassif</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 09:39:32 +0000</pubDate>
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		<title>By: J Carlos</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14762</link>
		<dc:creator>J Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 12:39:28 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, eu também estou esperando provas concretas do Sr. Nassif.  Até agora o que ele tem publicado são ilações, análises subjetivas e informações de fontes que permanecem no anonimato. Prova ou evidência que é bom, nada.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, eu também estou esperando provas concretas do Sr. Nassif.  Até agora o que ele tem publicado são ilações, análises subjetivas e informações de fontes que permanecem no anonimato. Prova ou evidência que é bom, nada.</p>
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		<title>By: Adriano</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14761</link>
		<dc:creator>Adriano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 06:10:16 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com quase tudo que Rafael Galvão disse no texto. A Veja não é uma revista imparcial, ela tem um "bias", claro, mercadista, já que ela sobrevive graças ao mercado. Dito isto, preciso reconhecer que vez ou outra ela acerta a mão em algumas reportagens.

Só acho curioso que Galvão se esqueça de falar sobre as motivações de Nassif e as de si mesmo... afinal, não estão vocês falando das motivações de Veja e, pois, de seu mau jornalismo? Nassif mesmo já fez press release na Folha, em sua coluna, da Brasil Telecom, onde trabalha hoje (iG). Não está ele atendendo a interesses?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com quase tudo que Rafael Galvão disse no texto. A Veja não é uma revista imparcial, ela tem um &#8220;bias&#8221;, claro, mercadista, já que ela sobrevive graças ao mercado. Dito isto, preciso reconhecer que vez ou outra ela acerta a mão em algumas reportagens.</p>
<p>Só acho curioso que Galvão se esqueça de falar sobre as motivações de Nassif e as de si mesmo&#8230; afinal, não estão vocês falando das motivações de Veja e, pois, de seu mau jornalismo? Nassif mesmo já fez press release na Folha, em sua coluna, da Brasil Telecom, onde trabalha hoje (iG). Não está ele atendendo a interesses?</p>
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		<title>By: Laura Lorena</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14760</link>
		<dc:creator>Laura Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 19:13:30 +0000</pubDate>
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		<description>Kbção,

É...
Bem...
Veja bem...você é um garoto esforçado...
Continua tentanto... continua tentando..tenha fé..tenha fé.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kbção,</p>
<p>É&#8230;<br />
Bem&#8230;<br />
Veja bem&#8230;você é um garoto esforçado&#8230;<br />
Continua tentanto&#8230; continua tentando..tenha fé..tenha fé.</p>
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		<title>By: patético</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14759</link>
		<dc:creator>patético</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 18:42:06 +0000</pubDate>
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		<description>A "cruzada anti-Veja" começou com a popularização da internet. Antes, muita gente criticava, mas dentro das rodas limitadas dos círculos físicos, ou dentro de outras publicações - limitadas a quem tinha acesso à redação. Hoje, se você falar uma besteira, milhares de pessoas guglam pesqisas do assunto e divulgam suas asneiras em blogs e emails. Ponto. O bate-bola é imediato e as idéias são postas à prova instantaneamete.

A longo prazo, ou a Veja muda, ou acaba. Colocar a questão como "lulismo" ou "psdbismo" é bobagem, de um simplismo insuportável.

Outra coisa insuportável é a incapacidade de as pessoas discutirem um assunto sem apelarem para o viés político. TUDO agora tem que ser contra ou a favor do Governo? Será possível analisar a questão dos cartões corporativos pelo ponto de vista da falta de controle inerente ao monstro que é a administração pública? Toda cagada tem que ser resultado de um complô de alguém para esvaziar os cofres?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8220;cruzada anti-Veja&#8221; começou com a popularização da internet. Antes, muita gente criticava, mas dentro das rodas limitadas dos círculos físicos, ou dentro de outras publicações - limitadas a quem tinha acesso à redação. Hoje, se você falar uma besteira, milhares de pessoas guglam pesqisas do assunto e divulgam suas asneiras em blogs e emails. Ponto. O bate-bola é imediato e as idéias são postas à prova instantaneamete.</p>
<p>A longo prazo, ou a Veja muda, ou acaba. Colocar a questão como &#8220;lulismo&#8221; ou &#8220;psdbismo&#8221; é bobagem, de um simplismo insuportável.</p>
<p>Outra coisa insuportável é a incapacidade de as pessoas discutirem um assunto sem apelarem para o viés político. TUDO agora tem que ser contra ou a favor do Governo? Será possível analisar a questão dos cartões corporativos pelo ponto de vista da falta de controle inerente ao monstro que é a administração pública? Toda cagada tem que ser resultado de um complô de alguém para esvaziar os cofres?</p>
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		<title>By: Kbção</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14758</link>
		<dc:creator>Kbção</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 16:25:35 +0000</pubDate>
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		<description>De fato, Laura, não consegui. Acho que agora vai, baixou um cabôco de Graciliano Ramos em mim:

Rafa, pra quem mora num estado vizinho das Alagoas, o cheiradão nunca foi pó que se cheire...kkkk Só que o pleiba conseguiu seduzir boa parte da grande mídia, não só a Veja. Até me parece que o Conti, cujo livro pretendo ler, diz que maior parte da culpa pela criação do mito foi dos próprios jornalistas e não uma ordem de cima.
Quem começou a apurar os dólares das FARC foi a ABIN. Custa nada lembrar também que representantes da narcoguerrilha já foram oficialmente recebido pelo governo petista do Rio Grande.
A matéria dos grampos do Mendonção deixou muita coisa no ar, era etérea que só...
Ainda  espero que o Na$$ifra suba um degrau além da especulação/insinuação e mostre um conjunto probatório de maior estofo.

Abç

P.s: acho que melhorou, né Laura?! hehehe
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De fato, Laura, não consegui. Acho que agora vai, baixou um cabôco de Graciliano Ramos em mim:</p>
<p>Rafa, pra quem mora num estado vizinho das Alagoas, o cheiradão nunca foi pó que se cheire&#8230;kkkk Só que o pleiba conseguiu seduzir boa parte da grande mídia, não só a Veja. Até me parece que o Conti, cujo livro pretendo ler, diz que maior parte da culpa pela criação do mito foi dos próprios jornalistas e não uma ordem de cima.<br />
Quem começou a apurar os dólares das FARC foi a ABIN. Custa nada lembrar também que representantes da narcoguerrilha já foram oficialmente recebido pelo governo petista do Rio Grande.<br />
A matéria dos grampos do Mendonção deixou muita coisa no ar, era etérea que só&#8230;<br />
Ainda  espero que o Na$$ifra suba um degrau além da especulação/insinuação e mostre um conjunto probatório de maior estofo.</p>
<p>Abç</p>
<p>P.s: acho que melhorou, né Laura?! hehehe</p>
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		<title>By: Diego Malavolta</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14757</link>
		<dc:creator>Diego Malavolta</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 14:11:33 +0000</pubDate>
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		<description>Corrigindo FM de 14 de fevereiro de 2008.

Post, quando se trata de informática, também, significa debate, ou mensagem que foi mandada para um grupo de discussão. Se seu inglês é limitado, não fique corrigindo os outros.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Corrigindo FM de 14 de fevereiro de 2008.</p>
<p>Post, quando se trata de informática, também, significa debate, ou mensagem que foi mandada para um grupo de discussão. Se seu inglês é limitado, não fique corrigindo os outros.</p>
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		<title>By: Rafael</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14756</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 13:07:21 +0000</pubDate>
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		<description>Macrocéfalo,

O que eu queria da Veja em relação a Collor? Que a revista apurasse os fatos e visse o que era aquele governo. A começar pelo acordo mais lesivo já feito a um Estado, como aquele com os usineiros. Ou pelos esquemas de desvios de dinheiro. Ou pela putaria generalizada, coisa que aliás admiro no rapaz. Uma parte disso está no livro do Pedro Collor. Não sei se você lembra, mas Collor foi eleito governador em 86 pelo PMDB com o apoio da maioria dos partidos de esquerda, como PCB, PCdoB e outros. Todos abandonaram o barco de Collor rapidamente, porque a coisa tinha ficado feia. Não precisava jogarsuspeitas infundadas. Não precisava de matérias "etéreas". BAstava fazer o seu trabalhocomo órgão de imprensa. A revista, ao criar o mito de caçador de marajás, deliberadamente deixou de lado informações simples, conhecidas de todos e facilmente apuráveis. É para isso que serve, afinal, o jornalismo. A história de todo o processo de criação do mito Collor, se não me engano, está no livro do Conti.

Sobre as mentiras da Veja, o caso dos dólares de Cuba (e o dinheiro das Farc, lembra?) é exemplar. Você tem razão ao dizer que não era verdade absoluta, como eu tinha dito erradamente. Mas é assim que funciona. Você espalha uma mentira, não se compromete e não importa que seja desmentido, porque o que você queria fazer, jogar lama, já foi feito. O último &lt;a href="http://luis.nassif.googlepages.com/odossi%C3%AAfalsificado" rel="nofollow"&gt;capítulo&lt;/a&gt; do Nassif mostra como isso funciona. Quanto à perseguição "petista", é justamente o contrário: me mostre mentiras da revista, ou matérias desse tipo "etéreo", contra o governo FHC. Não há. Quem mudou não foram os outros, foi a Veja. É esse, desde o início, o problema.

E eu ainda quero saber: sinceramente, você acha que o Nassif está mentindo? :)

Quanto ao texto da moça, o problema é a história dela, sim. Ela não pensa de maneira clara sobre política. É emocional, como é emocional toda aquela classe média de Ipanema/Leblon. Só porque se achou patrulhada por militantes ou porque uns idiotas do PT bateram no carro dela, algo assim. É a típica indignação de fachada que leva o pessoal a fazer campanha pra Gralhas das Alagoas.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Macrocéfalo,</p>
<p>O que eu queria da Veja em relação a Collor? Que a revista apurasse os fatos e visse o que era aquele governo. A começar pelo acordo mais lesivo já feito a um Estado, como aquele com os usineiros. Ou pelos esquemas de desvios de dinheiro. Ou pela putaria generalizada, coisa que aliás admiro no rapaz. Uma parte disso está no livro do Pedro Collor. Não sei se você lembra, mas Collor foi eleito governador em 86 pelo PMDB com o apoio da maioria dos partidos de esquerda, como PCB, PCdoB e outros. Todos abandonaram o barco de Collor rapidamente, porque a coisa tinha ficado feia. Não precisava jogarsuspeitas infundadas. Não precisava de matérias &#8220;etéreas&#8221;. BAstava fazer o seu trabalhocomo órgão de imprensa. A revista, ao criar o mito de caçador de marajás, deliberadamente deixou de lado informações simples, conhecidas de todos e facilmente apuráveis. É para isso que serve, afinal, o jornalismo. A história de todo o processo de criação do mito Collor, se não me engano, está no livro do Conti.</p>
<p>Sobre as mentiras da Veja, o caso dos dólares de Cuba (e o dinheiro das Farc, lembra?) é exemplar. Você tem razão ao dizer que não era verdade absoluta, como eu tinha dito erradamente. Mas é assim que funciona. Você espalha uma mentira, não se compromete e não importa que seja desmentido, porque o que você queria fazer, jogar lama, já foi feito. O último <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/odossi%C3%AAfalsificado" rel="nofollow">capítulo</a> do Nassif mostra como isso funciona. Quanto à perseguição &#8220;petista&#8221;, é justamente o contrário: me mostre mentiras da revista, ou matérias desse tipo &#8220;etéreo&#8221;, contra o governo FHC. Não há. Quem mudou não foram os outros, foi a Veja. É esse, desde o início, o problema.</p>
<p>E eu ainda quero saber: sinceramente, você acha que o Nassif está mentindo? :)</p>
<p>Quanto ao texto da moça, o problema é a história dela, sim. Ela não pensa de maneira clara sobre política. É emocional, como é emocional toda aquela classe média de Ipanema/Leblon. Só porque se achou patrulhada por militantes ou porque uns idiotas do PT bateram no carro dela, algo assim. É a típica indignação de fachada que leva o pessoal a fazer campanha pra Gralhas das Alagoas.</p>
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	<item>
		<title>By: Laura Lorena</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14755</link>
		<dc:creator>Laura Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 11:54:20 +0000</pubDate>
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		<description>"(vou tentar ser mais conciso, os comentários estão ficando muito grandes...)"

Kbção,
Vc não conseguiu.:(
Continue tentando, tenha fé!!


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;(vou tentar ser mais conciso, os comentários estão ficando muito grandes&#8230;)&#8221;</p>
<p>Kbção,<br />
Vc não conseguiu.:(<br />
Continue tentando, tenha fé!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Kbção</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14754</link>
		<dc:creator>Kbção</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 09:01:25 +0000</pubDate>
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		<description>
(vou tentar ser mais conciso, os comentários estão ficando muito grandes...)

Anda exagerando no bourbon? Esqueceu? O desafio apareceu quando você disse que a jihad anti-Veja seria mais antiga que o atual governo.  Refutei e pedi que fosse atrás de declarações como as que são feitas pós-Lula. Só isso. Ah, ainda estou à espera das provas do Na$$ifra,,,Como você mesmo disse, INDÍCIO NÃO É FATO!

Também continuo esperando que vossa senhoria aponte as tais mentiras da revista contra o governo...

Sobre o Collor, Rafa, você quer o que? O cara desponta lá das alagoas, tinha carisma, caçava marajás (hehehe), tinha um plano de governo inovador e ainda por cima era jovem e bonitão. Resumindo, era um fato novo no cenário político.  Será que isso não merecia atenção da revista? Bem sei que o cheiradão, com aqulea conversa mole toda atraiu os holofotes da grande imprensa. Até a vênus platinada, seu grande trampolim, entrou na onda e depois, juntas, ajudaram a depô-lo. Mas não lembro de defesa firme alguma.

Quer critério mais objetivo para o sucesso do que o número de leitores. Tá bom, sei do que estás falando. Então voltamos, novamente, à questão-matraca, à pergunta que não quer calar: cadê a lista de mentiras da revista contra o governo operário? Sim, lerei a entrevista com o RPT.

Olha,   qualquer estudante de 1º ano de direito sabe que indício não é fato. Até mesmo uma prova mais contundente não pode levar à certeza plena. Agora, jornalisticamente falando, o indício pode sim ser fato. Repito: todas as acusações feitas pelo Na$$ifra estão ancoradas apenas em seu depoimento e em indícios. É aqulea velha história, dois pesos e duas medidas. Indício no cêú dos outros é refresco...

Um boato pode levar sim a uma boa reportagem, ainda mais quando vem acompanhado de fortes indícios e de prova testemunhal...

Rafa diz: "E sobre o texto que você me pediu pra ler: a moça é uma anti-petista histórica, é para levar a sério?"

Kbção, retruca: Faça o que eu digo não faça o que eu faço... Eis aqui o Rafa Galvão infringindo o primeiro mandamento de ..............Rafa Galvão! Do alto de sua torre, bradava o mestre: atentem à mensagem, não procurem dequalificar o mensageiro (apesar de, na minha concepção, chamar alguém de anti-petista é elogiá-lo...). Eu, eu mesmo e Irene. Esquizofrenia. Ou, como está na moda, transtorno bipolar.É muita coerência...


FM: escreve em sânscrito que é melhor de entender...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(vou tentar ser mais conciso, os comentários estão ficando muito grandes&#8230;)</p>
<p>Anda exagerando no bourbon? Esqueceu? O desafio apareceu quando você disse que a jihad anti-Veja seria mais antiga que o atual governo.  Refutei e pedi que fosse atrás de declarações como as que são feitas pós-Lula. Só isso. Ah, ainda estou à espera das provas do Na$$ifra,,,Como você mesmo disse, INDÍCIO NÃO É FATO!</p>
<p>Também continuo esperando que vossa senhoria aponte as tais mentiras da revista contra o governo&#8230;</p>
<p>Sobre o Collor, Rafa, você quer o que? O cara desponta lá das alagoas, tinha carisma, caçava marajás (hehehe), tinha um plano de governo inovador e ainda por cima era jovem e bonitão. Resumindo, era um fato novo no cenário político.  Será que isso não merecia atenção da revista? Bem sei que o cheiradão, com aqulea conversa mole toda atraiu os holofotes da grande imprensa. Até a vênus platinada, seu grande trampolim, entrou na onda e depois, juntas, ajudaram a depô-lo. Mas não lembro de defesa firme alguma.</p>
<p>Quer critério mais objetivo para o sucesso do que o número de leitores. Tá bom, sei do que estás falando. Então voltamos, novamente, à questão-matraca, à pergunta que não quer calar: cadê a lista de mentiras da revista contra o governo operário? Sim, lerei a entrevista com o RPT.</p>
<p>Olha,   qualquer estudante de 1º ano de direito sabe que indício não é fato. Até mesmo uma prova mais contundente não pode levar à certeza plena. Agora, jornalisticamente falando, o indício pode sim ser fato. Repito: todas as acusações feitas pelo Na$$ifra estão ancoradas apenas em seu depoimento e em indícios. É aqulea velha história, dois pesos e duas medidas. Indício no cêú dos outros é refresco&#8230;</p>
<p>Um boato pode levar sim a uma boa reportagem, ainda mais quando vem acompanhado de fortes indícios e de prova testemunhal&#8230;</p>
<p>Rafa diz: &#8220;E sobre o texto que você me pediu pra ler: a moça é uma anti-petista histórica, é para levar a sério?&#8221;</p>
<p>Kbção, retruca: Faça o que eu digo não faça o que eu faço&#8230; Eis aqui o Rafa Galvão infringindo o primeiro mandamento de &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..Rafa Galvão! Do alto de sua torre, bradava o mestre: atentem à mensagem, não procurem dequalificar o mensageiro (apesar de, na minha concepção, chamar alguém de anti-petista é elogiá-lo&#8230;). Eu, eu mesmo e Irene. Esquizofrenia. Ou, como está na moda, transtorno bipolar.É muita coerência&#8230;</p>
<p>FM: escreve em sânscrito que é melhor de entender&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rafael</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/02/sobre-a-veja-e-o-nassif/#comment-14753</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 21:56:16 +0000</pubDate>
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		<description>Ô Kbção, o desafio continua? Uai, você comenta um post falando das denúncias sobre a Veja, não mostra que o Nassif está mentindo, não faz nada mais que questionar a idoneidade dele, aí contra-ataca com essa conversa, e é para eu cair nessa? Ah, por favor.

Hoje mesmo o Nassif (imagino que você esteja acompanhando a série de matérias dele) falou sobre a maneira como a Veja lidou com dossiê plantado por Dantas. Sabia que era falso. Mas jogou a lama. É esse o problema da Veja, se você não entendeu ainda. Ou talvez tenha entendido.

Você também quer saber onde disse que dinheiro não influencia a política. Então lá vai, para lhe poupar o trabalho de reler seu comentário: "Se ele provar por a + b que tudo é verdade, ainda assim isso não leva ao questionamento das matérias de cunho político". Claro, claro.

Cortina de fumaça para encobrir as besteiras do governo? Ainda essa conversa mole?Jornais e revistas melhores que a Veja já falaram cansativamente disso, redes de TV, o diabo. Inclusive dando furos verdadeiros, comprovando os fatos, coisa que a Veja não faz ultimamente. Aqui não se está criticando alguma matéria verdadeira que a Veja tenha publicado desancando o governo. Está se criticando o fato de a Veja usar mentiras para detonar o governo, se é que você não conseguiu entender ainda.

Com base em quê eu digo que a Veja apoiou Collor? Kbção, você tem certeza de que era vivo em 1988,1989? A Veja foi o primeiro trampolim nacional de Collor, com uma capa antológica, coisa que você deve ter esquecido ou ignora. Quanto ao resto, faça o seguinte: compare as edições da revista ao longo do segundo semestre de 1989. Leia, especialmente, a edição que circulava em 15 de novembro daquele ano, data da eleição, preparada quando a eleição de Lula passou a ser um risco real. Traz os dois na capa. E não venha citar a entrevista de Pedro Collor para mostrar que a Veja "pegava nos calcanhares". A Veja abandonou o barco multicor muito depois do reseto do empresariado paulista. Tentou dar sobrevida ao Fernandinho até a época do Marcílio Marques Moreira.

(Engraçado que na época a Veja divulgou o suposto caso extra-conjugal de Rosane Collor de Mello. Mas recentemente publicou uma entrevista dela, claramente uma chantagem da moça de Canapi para ganhar uma pensão melhor, e aceitou sem perguntas a versão dela. Aceitou como verdade. Afinal de contas, quando a Veja mentiu? Em 1991 ou em 2007?)

"O que é decadência pra você, não o é para os leitores da revista, uma das mais vendidas no mundo." Kbção, fofo, nós não estamos falando de gosto musical ou literário. Estamos falando da capacidade de se ater aos fatos, de respeitar os critérios jornalísticos. Critérios objetivos são benvindos.

Por isso, sobre aquele longo parágrafo sobre uma hipotética reportagem baiana, eu só posso dizer uma coisa: se você ainda não aprendeu a diferença entre boato e reportagem, não sou eu quem vai te explicar. E indício não é fato.

Ah, aproveite para ler uma entrevista recente do Roberto Pompeu de Toledo na revista Imprensa. A revista está perdendo até o respeito de seus melhores colunistas.

E sobre o texto que você me pediu pra ler: a moça é uma anti-petista histórica, é para levar a sério?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Ô Kbção, o desafio continua? Uai, você comenta um post falando das denúncias sobre a Veja, não mostra que o Nassif está mentindo, não faz nada mais que questionar a idoneidade dele, aí contra-ataca com essa conversa, e é para eu cair nessa? Ah, por favor.</p>
<p>Hoje mesmo o Nassif (imagino que você esteja acompanhando a série de matérias dele) falou sobre a maneira como a Veja lidou com dossiê plantado por Dantas. Sabia que era falso. Mas jogou a lama. É esse o problema da Veja, se você não entendeu ainda. Ou talvez tenha entendido.</p>
<p>Você também quer saber onde disse que dinheiro não influencia a política. Então lá vai, para lhe poupar o trabalho de reler seu comentário: &#8220;Se ele provar por a + b que tudo é verdade, ainda assim isso não leva ao questionamento das matérias de cunho político&#8221;. Claro, claro.</p>
<p>Cortina de fumaça para encobrir as besteiras do governo? Ainda essa conversa mole?Jornais e revistas melhores que a Veja já falaram cansativamente disso, redes de TV, o diabo. Inclusive dando furos verdadeiros, comprovando os fatos, coisa que a Veja não faz ultimamente. Aqui não se está criticando alguma matéria verdadeira que a Veja tenha publicado desancando o governo. Está se criticando o fato de a Veja usar mentiras para detonar o governo, se é que você não conseguiu entender ainda.</p>
<p>Com base em quê eu digo que a Veja apoiou Collor? Kbção, você tem certeza de que era vivo em 1988,1989? A Veja foi o primeiro trampolim nacional de Collor, com uma capa antológica, coisa que você deve ter esquecido ou ignora. Quanto ao resto, faça o seguinte: compare as edições da revista ao longo do segundo semestre de 1989. Leia, especialmente, a edição que circulava em 15 de novembro daquele ano, data da eleição, preparada quando a eleição de Lula passou a ser um risco real. Traz os dois na capa. E não venha citar a entrevista de Pedro Collor para mostrar que a Veja &#8220;pegava nos calcanhares&#8221;. A Veja abandonou o barco multicor muito depois do reseto do empresariado paulista. Tentou dar sobrevida ao Fernandinho até a época do Marcílio Marques Moreira.</p>
<p>(Engraçado que na época a Veja divulgou o suposto caso extra-conjugal de Rosane Collor de Mello. Mas recentemente publicou uma entrevista dela, claramente uma chantagem da moça de Canapi para ganhar uma pensão melhor, e aceitou sem perguntas a versão dela. Aceitou como verdade. Afinal de contas, quando a Veja mentiu? Em 1991 ou em 2007?)</p>
<p>&#8220;O que é decadência pra você, não o é para os leitores da revista, uma das mais vendidas no mundo.&#8221; Kbção, fofo, nós não estamos falando de gosto musical ou literário. Estamos falando da capacidade de se ater aos fatos, de respeitar os critérios jornalísticos. Critérios objetivos são benvindos.</p>
<p>Por isso, sobre aquele longo parágrafo sobre uma hipotética reportagem baiana, eu só posso dizer uma coisa: se você ainda não aprendeu a diferença entre boato e reportagem, não sou eu quem vai te explicar. E indício não é fato.</p>
<p>Ah, aproveite para ler uma entrevista recente do Roberto Pompeu de Toledo na revista Imprensa. A revista está perdendo até o respeito de seus melhores colunistas.</p>
<p>E sobre o texto que você me pediu pra ler: a moça é uma anti-petista histórica, é para levar a sério?</p>
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