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	<title>Comments on: A semântica do nazismo</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 09:48:43 +0000</pubDate>
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		<title>By: Terminal</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-15492</link>
		<dc:creator>Terminal</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 03:41:03 +0000</pubDate>
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		<description>Venho acompanhando a algum tempo essa disputa palestina ,israel ,e alemanha nazista.
sempre o mesmo discurso ,o mesmo papo a mesma idéia o mesmo argumento,blablablabla,
po quem manda é o mais forte ,quem é o mais forte é o que manda.quem tem mais poder é quem manda ,quem manda é quem tem mais dinheiro ,para comprar armas e defender seu territorio,quem manda ,quem tem mais razão é quem tem mais poder ,mais dinheiro ,é esse quem manda ,
ARGUMENTO É PODER É DINHEIRO ,É ISSO.

A hora que os EUA ENTRAR NA AMAZONIA E TOMAR A AMAZONIA ,
VAI FICAR  AQUELE ARGUMENTO ,PORQUE PORQUE ...BLABLABLABLABLA
PORQUE O BRASIL NÃO TEM CONDIÇÕES DE CUIDAR DA AMAZONIA ,QUE É O PULMÃO DO MUNDO.E DE QUEIMADA EM QUEIMADA A AMAZONIA VAI SENDO DESTRUIDA,E NOS FICAREMOS SEM RESPIRAR.
EIA A QUESTÃO ,TEM RAZÕES QUE A PROPRIA RAZÃO DESCONHECE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Venho acompanhando a algum tempo essa disputa palestina ,israel ,e alemanha nazista.<br />
sempre o mesmo discurso ,o mesmo papo a mesma idéia o mesmo argumento,blablablabla,<br />
po quem manda é o mais forte ,quem é o mais forte é o que manda.quem tem mais poder é quem manda ,quem manda é quem tem mais dinheiro ,para comprar armas e defender seu territorio,quem manda ,quem tem mais razão é quem tem mais poder ,mais dinheiro ,é esse quem manda ,<br />
ARGUMENTO É PODER É DINHEIRO ,É ISSO.</p>
<p>A hora que os EUA ENTRAR NA AMAZONIA E TOMAR A AMAZONIA ,<br />
VAI FICAR  AQUELE ARGUMENTO ,PORQUE PORQUE &#8230;BLABLABLABLABLA<br />
PORQUE O BRASIL NÃO TEM CONDIÇÕES DE CUIDAR DA AMAZONIA ,QUE É O PULMÃO DO MUNDO.E DE QUEIMADA EM QUEIMADA A AMAZONIA VAI SENDO DESTRUIDA,E NOS FICAREMOS SEM RESPIRAR.<br />
EIA A QUESTÃO ,TEM RAZÕES QUE A PROPRIA RAZÃO DESCONHECE.</p>
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		<title>By: outro Edson</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14946</link>
		<dc:creator>outro Edson</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 23:11:41 +0000</pubDate>
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		<description>Um argumento engraçado é esse de que os judeus-alemães não se explodiam em ataques suicidas, blá, blá, blá... O paralelo que o Rafael faz aqui é a relação entre como Israel trata os palestinos e como a Alemanha tratava os judeus. Ele não trata da forma como judeus e palestinos reagem ao fascismo.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um argumento engraçado é esse de que os judeus-alemães não se explodiam em ataques suicidas, blá, blá, blá&#8230; O paralelo que o Rafael faz aqui é a relação entre como Israel trata os palestinos e como a Alemanha tratava os judeus. Ele não trata da forma como judeus e palestinos reagem ao fascismo.</p>
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		<title>By: Vitor</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14945</link>
		<dc:creator>Vitor</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 11:56:15 +0000</pubDate>
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		<description>A grande diferença é que os judeus, na época do nazismo, não se explodiam nos cafés, nem nos ônibus alemães. Ah, eles também não lançavam dezenas de mísseis sobre a população civil da Alemanha.

Os palestinos fazem isso. E fazem mais.

Apenas pense nisso quando comparar o estado de Israel com a Alemanha nazista. Não existe paralelo. Ponto.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A grande diferença é que os judeus, na época do nazismo, não se explodiam nos cafés, nem nos ônibus alemães. Ah, eles também não lançavam dezenas de mísseis sobre a população civil da Alemanha.</p>
<p>Os palestinos fazem isso. E fazem mais.</p>
<p>Apenas pense nisso quando comparar o estado de Israel com a Alemanha nazista. Não existe paralelo. Ponto.</p>
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		<title>By: Leonardo Bernardes</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14944</link>
		<dc:creator>Leonardo Bernardes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:21:13 +0000</pubDate>
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		<description>Você está certo, a política de Estado de Israel tem princípios que se assemelham aos princípios nazistas. Mas a relação entre judeus e nazistas não é controversa como no caso entre israelenses e palestinos, tampouco os judeus se comportaram da mesma forma que se comportam as forças de resistências palestina.

O que nos traz o emprego do termo holocausto ou a referência ao nazismo? Como eles atuam no debate? Simples, imobilizam a justificativa israelense através da identificação das suas práticas com as práticas dos seus antigos algozes. Não há nada de inaceitável nesse tipo de discurso, é um argumento justo -- como é justa toda refutação que ele sofre. Agora, querer que seja mera "semântica" toda flexibilização a esse uso é coagir a aceitar o sistema de valores que ele traz consigo como se ele fosse não um argumento mobilizado com propósitos definidos, e interesses relativamente claros, mas um dado objetivo, que gira no vazio quando analisado de qualquer outra perspectiva.

As abstrações sempre deixam de fora um ou outro aspecto do seu objeto. A legitimidade do uso do termo holocausto para se referir aos eventos na Palestina nunca deixará de ser controverso porque implica formular uma equivalência entre acontecimentos diversos segundo uma identidade de princípios que tem sua coerência de acordo com interesses das partes que o mobilizam. Não dá pra aceitar que se classifique como "semântica" toda a leitura que diverge desse modo de argumentar. O que está em jogo, por fim, é saber se no propósito de interditar ações é legítimo mexer com a memória dos judeus e abstrair as diferenças entre os dois conflitos -- o que não implica nenhuma resposta definitiva.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Você está certo, a política de Estado de Israel tem princípios que se assemelham aos princípios nazistas. Mas a relação entre judeus e nazistas não é controversa como no caso entre israelenses e palestinos, tampouco os judeus se comportaram da mesma forma que se comportam as forças de resistências palestina.</p>
<p>O que nos traz o emprego do termo holocausto ou a referência ao nazismo? Como eles atuam no debate? Simples, imobilizam a justificativa israelense através da identificação das suas práticas com as práticas dos seus antigos algozes. Não há nada de inaceitável nesse tipo de discurso, é um argumento justo &#8212; como é justa toda refutação que ele sofre. Agora, querer que seja mera &#8220;semântica&#8221; toda flexibilização a esse uso é coagir a aceitar o sistema de valores que ele traz consigo como se ele fosse não um argumento mobilizado com propósitos definidos, e interesses relativamente claros, mas um dado objetivo, que gira no vazio quando analisado de qualquer outra perspectiva.</p>
<p>As abstrações sempre deixam de fora um ou outro aspecto do seu objeto. A legitimidade do uso do termo holocausto para se referir aos eventos na Palestina nunca deixará de ser controverso porque implica formular uma equivalência entre acontecimentos diversos segundo uma identidade de princípios que tem sua coerência de acordo com interesses das partes que o mobilizam. Não dá pra aceitar que se classifique como &#8220;semântica&#8221; toda a leitura que diverge desse modo de argumentar. O que está em jogo, por fim, é saber se no propósito de interditar ações é legítimo mexer com a memória dos judeus e abstrair as diferenças entre os dois conflitos &#8212; o que não implica nenhuma resposta definitiva.</p>
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		<title>By: Celso Licciardi</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14943</link>
		<dc:creator>Celso Licciardi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 00:58:23 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael, foi um grande prazer encontrar seu blog.
O que vou dizer é o óbvio: não há como voltar no tempo. Os judeus israelennses não irão devolver todo o território aos palestinos, e ambos (palestinos e israelenses) terão que entrar num acordo, mais cedo ou mais tarde, para a devolução de parte desse território. Não existe outro meio, a não ser os ilícitos moralmente(genocídio de uma das partes, por exemplo, que espero que não ocorra.).E enquanto isso não acontece, a indústria bélica mundial, a imprensa e os governos envolvidos lucram com isso.Até já desisti de ver reportagens sobre o tema.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael, foi um grande prazer encontrar seu blog.<br />
O que vou dizer é o óbvio: não há como voltar no tempo. Os judeus israelennses não irão devolver todo o território aos palestinos, e ambos (palestinos e israelenses) terão que entrar num acordo, mais cedo ou mais tarde, para a devolução de parte desse território. Não existe outro meio, a não ser os ilícitos moralmente(genocídio de uma das partes, por exemplo, que espero que não ocorra.).E enquanto isso não acontece, a indústria bélica mundial, a imprensa e os governos envolvidos lucram com isso.Até já desisti de ver reportagens sobre o tema.</p>
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		<title>By: victor freire</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14942</link>
		<dc:creator>victor freire</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 00:31:38 +0000</pubDate>
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		<description>jackpot! você chegou no cerne da questão!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>jackpot! você chegou no cerne da questão!</p>
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		<title>By: fm</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14941</link>
		<dc:creator>fm</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 22:38:00 +0000</pubDate>
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		<description>OLá Rafael, tudo bem?

Caro Bruno, Israel merece 'estar ali', e não há nada questionável sobre um estado judeu, como não devria ser questionado o direito a um estado palestino.
Creio que foi a 'diplomacia' que outorgou direitos ao estado judeu. Mas foi a ’diplomacia’, que você reivindica, que outorgou o direito a israel de ocupar terras além de seu território. Da mesma forma, é essa diplomacia que apóia a intervenção no Iraque etc... Afinal, toda 'intervenção' ocidental tem apoio da sua própria 'diplomacia'.
Rafael, se Auschwitz fosse hoje, não teria o mesmo ’desenho’ do III Reich. Mas pode haver sim esta comparação. Porque entre outras coisas, o estado de Israel não surje do nada apartir da segunda guerra. E uns dos itens da política anti-palestina hoje se caracteriza pela vida confinada aos guetos palestinos.
A não ser que diplomaticamente considerarmos que os palestinos não vivam em guetos.
A única diferença diferença, e que não justifica os atos, é que no caso alemão havia de fato um estado alemão. No caso de Israel o estado de direito está muito longe de suas fronteiras.Mas política é a mesma, 'substituir' por judeus, a qualquer custo, todo palestino que ocupe um determinado espaço de interesse de Israel. Mesmo que considerarmos a geografia da fundação do estado de israel.
O Alexandre pinheiro tem razão, há uma reserva de mercado para sofrimento dos judeus. E é intocável. Minha família é judia e conheço esse sentimento de posse.
O fato é que existe uma política de exterminação radical de palestinos, que se diferença da política do III reich, apenas no método. A palestina é pobre, os fornos são caros, e na palestina ainda estão adptados apenas para fazer tijolos. Mas é o suficiente para afirmar que os israelenses, para resolver o 'problema judeu', praticam uma espécie de Nationalsozialismus, ou seja nazismo.
É muito conveniente que acusem os árabes, aqueles bárbaros que sentem prazer em se auto-explodirem, pelas mazelas do povo palestino.Enquanto isso israel pratica seus atos vis, avança e massacra, para conquistar a terra prometida.
Eu dou risadas com a afirmação de que os EUA dão apoio financeiro ao estado de israel, já que o dinheiro que circula nos EUA, no minimo, pertence aos judeus
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OLá Rafael, tudo bem?</p>
<p>Caro Bruno, Israel merece &#8216;estar ali&#8217;, e não há nada questionável sobre um estado judeu, como não devria ser questionado o direito a um estado palestino.<br />
Creio que foi a &#8216;diplomacia&#8217; que outorgou direitos ao estado judeu. Mas foi a ’diplomacia’, que você reivindica, que outorgou o direito a israel de ocupar terras além de seu território. Da mesma forma, é essa diplomacia que apóia a intervenção no Iraque etc&#8230; Afinal, toda &#8216;intervenção&#8217; ocidental tem apoio da sua própria &#8216;diplomacia&#8217;.<br />
Rafael, se Auschwitz fosse hoje, não teria o mesmo ’desenho’ do III Reich. Mas pode haver sim esta comparação. Porque entre outras coisas, o estado de Israel não surje do nada apartir da segunda guerra. E uns dos itens da política anti-palestina hoje se caracteriza pela vida confinada aos guetos palestinos.<br />
A não ser que diplomaticamente considerarmos que os palestinos não vivam em guetos.<br />
A única diferença diferença, e que não justifica os atos, é que no caso alemão havia de fato um estado alemão. No caso de Israel o estado de direito está muito longe de suas fronteiras.Mas política é a mesma, &#8217;substituir&#8217; por judeus, a qualquer custo, todo palestino que ocupe um determinado espaço de interesse de Israel. Mesmo que considerarmos a geografia da fundação do estado de israel.<br />
O Alexandre pinheiro tem razão, há uma reserva de mercado para sofrimento dos judeus. E é intocável. Minha família é judia e conheço esse sentimento de posse.<br />
O fato é que existe uma política de exterminação radical de palestinos, que se diferença da política do III reich, apenas no método. A palestina é pobre, os fornos são caros, e na palestina ainda estão adptados apenas para fazer tijolos. Mas é o suficiente para afirmar que os israelenses, para resolver o &#8216;problema judeu&#8217;, praticam uma espécie de Nationalsozialismus, ou seja nazismo.<br />
É muito conveniente que acusem os árabes, aqueles bárbaros que sentem prazer em se auto-explodirem, pelas mazelas do povo palestino.Enquanto isso israel pratica seus atos vis, avança e massacra, para conquistar a terra prometida.<br />
Eu dou risadas com a afirmação de que os EUA dão apoio financeiro ao estado de israel, já que o dinheiro que circula nos EUA, no minimo, pertence aos judeus</p>
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		<title>By: Paulo Moreira</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14940</link>
		<dc:creator>Paulo Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 21:00:43 +0000</pubDate>
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		<description>Nao me consta que os judeus alemaes andassem explodindo bombas em atentados suicidas em pracas e mercados alemaes nem que organizacoes judaicas de qualquer tipo, na Alemanha ou fora dela, pregassem o exterminio dos alemaes na epoca da ascencao de Hitler. Sou contra a politica atual do estado de Israel, mas comparar o holocausto com o que acontece agora na Palestina eh um absurdo e uma falta de respeito.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Nao me consta que os judeus alemaes andassem explodindo bombas em atentados suicidas em pracas e mercados alemaes nem que organizacoes judaicas de qualquer tipo, na Alemanha ou fora dela, pregassem o exterminio dos alemaes na epoca da ascencao de Hitler. Sou contra a politica atual do estado de Israel, mas comparar o holocausto com o que acontece agora na Palestina eh um absurdo e uma falta de respeito.</p>
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	<item>
		<title>By: Alexandre Pinheiro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14939</link>
		<dc:creator>Alexandre Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 13:43:55 +0000</pubDate>
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		<description>não creio que chegará a tanto, mas se for, não será supresa
o que já se faz por aquelas plagas é no mínimo o prenúncio do inferno
é sempre difícil falar de judeus
enquanto povo que desde tempos longínquo é sempre tão odiado, sem levantar de retorno mesmo ódio, senão mais severo
o epísódio do carro alegócio do último carnaval do rio é emblemático: uma maldita "reserva de mercado"
é bom carregar suas chagas, e sempre tão sangrentas
sem dizer q a caso, creio, foi também decidida por uma pessoa de mesma decendência
lamentável
no fundo o homem é uma incógnita
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não creio que chegará a tanto, mas se for, não será supresa<br />
o que já se faz por aquelas plagas é no mínimo o prenúncio do inferno<br />
é sempre difícil falar de judeus<br />
enquanto povo que desde tempos longínquo é sempre tão odiado, sem levantar de retorno mesmo ódio, senão mais severo<br />
o epísódio do carro alegócio do último carnaval do rio é emblemático: uma maldita &#8220;reserva de mercado&#8221;<br />
é bom carregar suas chagas, e sempre tão sangrentas<br />
sem dizer q a caso, creio, foi também decidida por uma pessoa de mesma decendência<br />
lamentável<br />
no fundo o homem é uma incógnita</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Julio Augusto</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/03/a-semantica-do-nazismo/#comment-14938</link>
		<dc:creator>Julio Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 00:47:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=1804#comment-14938</guid>
		<description>Em Israel os árabes votam e têm representantes no Parlamento.

Na Palestina a TV infantil incita as crianças a lutar até a morte contra o "judeu invasor".

E é &lt;i&gt;Israel&lt;/i&gt; que age como se fosse a Alemanha Nazista?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em Israel os árabes votam e têm representantes no Parlamento.</p>
<p>Na Palestina a TV infantil incita as crianças a lutar até a morte contra o &#8220;judeu invasor&#8221;.</p>
<p>E é <i>Israel</i> que age como se fosse a Alemanha Nazista?</p>
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