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	<title>Comments on: Tomates podres</title>
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	<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 09:31:35 +0000</pubDate>
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		<title>By: marcos</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-16141</link>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 18:19:53 +0000</pubDate>
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		<description>Agora sim, para corroborar seu argumento ;)

http://www.reddit.com/info/6slgy/comments/

http://www.imdb.com/chart/top

Abraço, Marcos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora sim, para corroborar seu argumento ;)</p>
<p><a href="http://www.reddit.com/info/6slgy/comments/" rel="nofollow">http://www.reddit.com/info/6slgy/comments/</a></p>
<p><a href="http://www.imdb.com/chart/top" rel="nofollow">http://www.imdb.com/chart/top</a></p>
<p>Abraço, Marcos.</p>
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		<title>By: Ed</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15815</link>
		<dc:creator>Ed</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 22:45:54 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, concordo com vc. Quantidade em detrimento da qualidade.
Há noite na arte. Há noite no cinema.

Abs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, concordo com vc. Quantidade em detrimento da qualidade.<br />
Há noite na arte. Há noite no cinema.</p>
<p>Abs.</p>
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	<item>
		<title>By: dom violeto</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15536</link>
		<dc:creator>dom violeto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 05:03:00 +0000</pubDate>
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		<description>Tirando o tom de ai como as coisas eram melhores antigamente, concordo, principalmente com a função dessas pesquisas de opinião baseadas na média do gosto comum. Mas, pensando bem, pro público que quer saber se seus pares, em matéria de mediocridade, gostaram de algo, o Rotentomatos é muito bom.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tirando o tom de ai como as coisas eram melhores antigamente, concordo, principalmente com a função dessas pesquisas de opinião baseadas na média do gosto comum. Mas, pensando bem, pro público que quer saber se seus pares, em matéria de mediocridade, gostaram de algo, o Rotentomatos é muito bom.</p>
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		<title>By: cottonboy</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15462</link>
		<dc:creator>cottonboy</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 21:34:37 +0000</pubDate>
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		<description>Que isso companheiro? O povo tem direito a ter uma voz!! VIVA CHE GUEVARA! VIVA A DITADURA DA MAIORIA... abaixo o capitalismo!!!


husahsuahsauhsua tá, parei :p</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que isso companheiro? O povo tem direito a ter uma voz!! VIVA CHE GUEVARA! VIVA A DITADURA DA MAIORIA&#8230; abaixo o capitalismo!!!</p>
<p>husahsuahsauhsua tá, parei :p</p>
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	<item>
		<title>By: Ainda Wall.e &#171;</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15455</link>
		<dc:creator>Ainda Wall.e &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 20:35:46 +0000</pubDate>
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		<description>[...] 4, 2008 in alta cultura, dialogo interblogueiro, telona    O Rafael Galvão fez um post sobre o Rottentomatoes, mas também sobre o filme Wall.e.  Fiz lá o seguinte comentário, que [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] 4, 2008 in alta cultura, dialogo interblogueiro, telona    O Rafael Galvão fez um post sobre o Rottentomatoes, mas também sobre o filme Wall.e.  Fiz lá o seguinte comentário, que [...]</p>
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		<title>By: Hermenauta</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15454</link>
		<dc:creator>Hermenauta</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 20:34:31 +0000</pubDate>
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		<description>(*) a rigor, um ovo também só pode ser conhecido após deglutido, ou cheirado.  Mas a questão é que filmes são produtos muito menos padronizados que ovos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(*) a rigor, um ovo também só pode ser conhecido após deglutido, ou cheirado.  Mas a questão é que filmes são produtos muito menos padronizados que ovos.</p>
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		<title>By: Hermenauta</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15453</link>
		<dc:creator>Hermenauta</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 20:31:52 +0000</pubDate>
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		<description>Paraíba,
Filmes são o que os economistas chamam de "bens de experiência"; diferentemente de uma caixa de ovos, você só pode ter noção sobre a qualidade de um filme após "experimentá-lo" (*).
A crítica existe precisamente por esse motivo.  No entanto, há um grande problema quando nos vemos diante da resenha de um crítico: há uma assimetria de informação entre você e o crítico. Ele já viu o filme, você não; e a princípio, você não conhece o crítico suficientemente para saber aquilatar tudo o que ele está dizendo do filme (de bom ou ruim).
Diante disso há duas possibilidades:
a) Busque e encontre um ou mais críticos cuja sensibilidade ressoe com a sua.  Neste caso você provavelmente errará pouco.
b) Busque a opinião do maior número de críticos possível e deixe que a Lei dos Grandes Números opere em seu benefício.
Qualquer das duas alternativas demandará do consumidor a utilização de uma regra básica: conhece-te a ti mesmo.  No caso a) para saber se você e o crítico têm mesmo afinidade; no segundo caso, para saber se você é um contrarian avesso a tudo o que o resto da Humanidade adora.
No tocante à apreciação da obra cinematográfica em si, a coisa é um tanto complicada.  Para começar, as pessoas podem apenas estar em busca de entretenimento puro e simples.  Nesse caso é até admissível que sejam capazes de desenvolver um feeling para a qualidade do produto mais ligado ao pedigree dos atores, diretores, produtores, etc, do que à opinião do crítico _ simplesmente porque o produto "artístico" é mais variável e multidimensional do que o produto voltado para o "entretenimento".
Por outro lado, se formos falar de "arte", aí recairemos na espinhosa tarefa de ter primeiro que definir o que significa tal conceito.  Eu não vou nem tentar fazer isso, mas tenho uma intuição de que experiência e mais fundalmentamente a idade (porque há coisas incompressíveis no tempo, o que a experiência por si só não abarca) alteram sensivelmente a nossa capacidade de se espantar com alguma coisa (o que acho que deveria fazer parte de um conceito de arte, embora seja apenas um fator) ou achá-la bela (o que é um outro fator).
Nesse sentido muito particular, eu, diferentemente de você, acho que o filme inovou bastante na narrativa sim, se olharmos do ponto de vista de um público...adulto.  Em boa parte do filme, saber o que está acontecendo não é nada trivial, e exige uma certa quantidade de pressupostos dos quais talvez não estejamos cientes em uma primeira olhada.  Em outras palavras, eu conheço um bom contingente de adultos que não entenderia esse filme.  Mas me parece que as crianças já estão adaptadas a esse tipo de linguagem, talvez até por causa dos games.
E isso, eu imagino, é só um exemplo do "the shape of things to come"...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paraíba,<br />
Filmes são o que os economistas chamam de &#8220;bens de experiência&#8221;; diferentemente de uma caixa de ovos, você só pode ter noção sobre a qualidade de um filme após &#8220;experimentá-lo&#8221; (*).<br />
A crítica existe precisamente por esse motivo.  No entanto, há um grande problema quando nos vemos diante da resenha de um crítico: há uma assimetria de informação entre você e o crítico. Ele já viu o filme, você não; e a princípio, você não conhece o crítico suficientemente para saber aquilatar tudo o que ele está dizendo do filme (de bom ou ruim).<br />
Diante disso há duas possibilidades:<br />
a) Busque e encontre um ou mais críticos cuja sensibilidade ressoe com a sua.  Neste caso você provavelmente errará pouco.<br />
b) Busque a opinião do maior número de críticos possível e deixe que a Lei dos Grandes Números opere em seu benefício.<br />
Qualquer das duas alternativas demandará do consumidor a utilização de uma regra básica: conhece-te a ti mesmo.  No caso a) para saber se você e o crítico têm mesmo afinidade; no segundo caso, para saber se você é um contrarian avesso a tudo o que o resto da Humanidade adora.<br />
No tocante à apreciação da obra cinematográfica em si, a coisa é um tanto complicada.  Para começar, as pessoas podem apenas estar em busca de entretenimento puro e simples.  Nesse caso é até admissível que sejam capazes de desenvolver um feeling para a qualidade do produto mais ligado ao pedigree dos atores, diretores, produtores, etc, do que à opinião do crítico _ simplesmente porque o produto &#8220;artístico&#8221; é mais variável e multidimensional do que o produto voltado para o &#8220;entretenimento&#8221;.<br />
Por outro lado, se formos falar de &#8220;arte&#8221;, aí recairemos na espinhosa tarefa de ter primeiro que definir o que significa tal conceito.  Eu não vou nem tentar fazer isso, mas tenho uma intuição de que experiência e mais fundalmentamente a idade (porque há coisas incompressíveis no tempo, o que a experiência por si só não abarca) alteram sensivelmente a nossa capacidade de se espantar com alguma coisa (o que acho que deveria fazer parte de um conceito de arte, embora seja apenas um fator) ou achá-la bela (o que é um outro fator).<br />
Nesse sentido muito particular, eu, diferentemente de você, acho que o filme inovou bastante na narrativa sim, se olharmos do ponto de vista de um público&#8230;adulto.  Em boa parte do filme, saber o que está acontecendo não é nada trivial, e exige uma certa quantidade de pressupostos dos quais talvez não estejamos cientes em uma primeira olhada.  Em outras palavras, eu conheço um bom contingente de adultos que não entenderia esse filme.  Mas me parece que as crianças já estão adaptadas a esse tipo de linguagem, talvez até por causa dos games.<br />
E isso, eu imagino, é só um exemplo do &#8220;the shape of things to come&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Raquel</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15451</link>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:44:32 +0000</pubDate>
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		<description>Rafa, nem todos são tão críticos ou especialistas como você. 
O filme é fofo. É lindo. A história é boa e retrata um "futuro não muito longínquo". Pessoas vivendo 100% de tecnologia, gordas e totalmente manipuláveis por anúncios. Até que alguém enxerga as coisas um pouco além disso e tenta mudar seu futuro. That´s it. Um filme ótimo. Ele vende. Ele trás lucro. Ele divulga os nomes de seus criadores e produtores --para aqueles que tem o interesse-- e pronto. Eu não fui ao cinema para ver O MELHOR DESENHO DE TODOS OS TEMPOS. Não tenho essa expectativa e dificilmente acredito que vamos ter desenhos "mágicos" como os que citou. Nós somos "antigos". Para a nova geração existirão outros, dessa linhagem tecnologica que os marcaram tanto quanto Branca de Neve nos marcou. A sociedade mudou e continua em transformação. Os valores mudaram e eu não acredito que você vá assistir um filme desses e dizer: Caralho! --ou Rapaz! como costuma dizer-- que filme bom!!!! Assim como não acredito que meu filho vá assistir um desenho desses "mágicos" e vai vibrar como vibrou com Wall-E, Toy Story, Carros ou até mesmo o Kung Fu Panda --que ainda vai assistir...   
Beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafa, nem todos são tão críticos ou especialistas como você.<br />
O filme é fofo. É lindo. A história é boa e retrata um &#8220;futuro não muito longínquo&#8221;. Pessoas vivendo 100% de tecnologia, gordas e totalmente manipuláveis por anúncios. Até que alguém enxerga as coisas um pouco além disso e tenta mudar seu futuro. That´s it. Um filme ótimo. Ele vende. Ele trás lucro. Ele divulga os nomes de seus criadores e produtores &#8211;para aqueles que tem o interesse&#8211; e pronto. Eu não fui ao cinema para ver O MELHOR DESENHO DE TODOS OS TEMPOS. Não tenho essa expectativa e dificilmente acredito que vamos ter desenhos &#8220;mágicos&#8221; como os que citou. Nós somos &#8220;antigos&#8221;. Para a nova geração existirão outros, dessa linhagem tecnologica que os marcaram tanto quanto Branca de Neve nos marcou. A sociedade mudou e continua em transformação. Os valores mudaram e eu não acredito que você vá assistir um filme desses e dizer: Caralho! &#8211;ou Rapaz! como costuma dizer&#8211; que filme bom!!!! Assim como não acredito que meu filho vá assistir um desenho desses &#8220;mágicos&#8221; e vai vibrar como vibrou com Wall-E, Toy Story, Carros ou até mesmo o Kung Fu Panda &#8211;que ainda vai assistir&#8230;<br />
Beijos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gabriel Trigueiro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15449</link>
		<dc:creator>Gabriel Trigueiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 13:26:35 +0000</pubDate>
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		<description>Rafa,

Concordo com 99% do que v. disse. A única ressalva que faço: seu ponto de vista é elitista, sim. O que não invalida em nada a sua leitura, diga-se. És um marxista (politicamente) e um conservador (culturalmente), paraíba. :-)

Grande abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafa,</p>
<p>Concordo com 99% do que v. disse. A única ressalva que faço: seu ponto de vista é elitista, sim. O que não invalida em nada a sua leitura, diga-se. És um marxista (politicamente) e um conservador (culturalmente), paraíba. :-)</p>
<p>Grande abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Bruno</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/07/tomates-podres/#comment-15448</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 03:56:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=1849#comment-15448</guid>
		<description>Sou mais o IMDB.

Rottentomatoes já fez parte da minha vida cinéfila. Por duas semanas. Depois cansei justamente dele ser tão somente um site destinado à votos sem tanta sustância - que é o que procuro. É como comprar um livro baseado no rating na Amazon. Depois descobre-se que ele é um texto imbecil que só tem rating alto por causa da doida da Oprah e seu book club...

Dá pra confiar em opinião popular não...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou mais o IMDB.</p>
<p>Rottentomatoes já fez parte da minha vida cinéfila. Por duas semanas. Depois cansei justamente dele ser tão somente um site destinado à votos sem tanta sustância - que é o que procuro. É como comprar um livro baseado no rating na Amazon. Depois descobre-se que ele é um texto imbecil que só tem rating alto por causa da doida da Oprah e seu book club&#8230;</p>
<p>Dá pra confiar em opinião popular não&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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