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	<title>Comments on: Nizan Guanaes, Fabio Fernandes e a saborosa mistura de ódio e interesses comerciais escondendo um debate razoável</title>
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		<title>By: Fabrício</title>
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		<dc:creator>Fabrício</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 18:01:16 +0000</pubDate>
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		<description>Confesso que eu não entendi: por que o comercial está em inglês?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que eu não entendi: por que o comercial está em inglês?</p>
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	<item>
		<title>By: Daniel~Joppert</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17838</link>
		<dc:creator>Daniel~Joppert</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 03:00:26 +0000</pubDate>
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		<description>Discordo completamente da sua opinião. O Fabio Fernandes deixa claro em sua carta que ele enxerga a busca por um marketing eficiente.

E ele acha que isto deve ser encontrado utilizando a propaganda criativa como uma das ferramentas. Ou seja, ele acredita na busca por resultados, mas evitando fórmulas e repetições.

Além disso, seu ataque a Nizan está em pontos muito mais fundamentais, que remetem ao cárater. Em nenhum momento ele desmerece o passado do Nizan, que, este sim, renegou suas idéias pregressas, ou as idéias que ele aparentava ter.

A abordagem do Fabio é mais rica, humana e visa o progresso de todos e não a locupletação de um.

Está na hora de provermos o melhor para todos. E acabar com a opressão do homem pelo homem.

Talvez sua opinião não seja mais enviesada do que a minha. Mas novamente, esta discussão é sobre questões fundamentais. É sobre os princípios, os fins e os meios. E então eu estou 100% com o Fabio Fernandes.

(mudando de pau pra cacete)

Entristece-me, como publicitário, ver que depois do escândalo do Marcos Valério. Explodiu a demanda pelo curso superior de publicidade. Não posso deixar de crer, que parte deste novo contingente está mais para Nizan do que para Fernandes, ou seja, está muito mais para Valério, com seus dutos e todos os seus desvios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Discordo completamente da sua opinião. O Fabio Fernandes deixa claro em sua carta que ele enxerga a busca por um marketing eficiente.</p>
<p>E ele acha que isto deve ser encontrado utilizando a propaganda criativa como uma das ferramentas. Ou seja, ele acredita na busca por resultados, mas evitando fórmulas e repetições.</p>
<p>Além disso, seu ataque a Nizan está em pontos muito mais fundamentais, que remetem ao cárater. Em nenhum momento ele desmerece o passado do Nizan, que, este sim, renegou suas idéias pregressas, ou as idéias que ele aparentava ter.</p>
<p>A abordagem do Fabio é mais rica, humana e visa o progresso de todos e não a locupletação de um.</p>
<p>Está na hora de provermos o melhor para todos. E acabar com a opressão do homem pelo homem.</p>
<p>Talvez sua opinião não seja mais enviesada do que a minha. Mas novamente, esta discussão é sobre questões fundamentais. É sobre os princípios, os fins e os meios. E então eu estou 100% com o Fabio Fernandes.</p>
<p>(mudando de pau pra cacete)</p>
<p>Entristece-me, como publicitário, ver que depois do escândalo do Marcos Valério. Explodiu a demanda pelo curso superior de publicidade. Não posso deixar de crer, que parte deste novo contingente está mais para Nizan do que para Fernandes, ou seja, está muito mais para Valério, com seus dutos e todos os seus desvios.</p>
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	<item>
		<title>By: fernando cals</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17778</link>
		<dc:creator>fernando cals</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 17:27:25 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Rafael,
em briga de leões enfurecidos, não se deve intrometer. Principalmente se esses leões podem acabar se juntando pra comer você.
Deixa-los brigar, apurar o que sobrará de bom (será? sobrará?), para que possamos aprender (ou será que o que sobrará só servirá para o mal?)
Mundinho sem-vergonha esse da publicidade, né? Com todo o respeito, pois tenho amigos e familiares que trabalham, ou já trabalharam, nele.
Quanto ao comercial do You Tube, maravilhoso, mas belamente intelectualizado. Para um pequeno público, creio eu.
abração
fernando cals</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Rafael,<br />
em briga de leões enfurecidos, não se deve intrometer. Principalmente se esses leões podem acabar se juntando pra comer você.<br />
Deixa-los brigar, apurar o que sobrará de bom (será? sobrará?), para que possamos aprender (ou será que o que sobrará só servirá para o mal?)<br />
Mundinho sem-vergonha esse da publicidade, né? Com todo o respeito, pois tenho amigos e familiares que trabalham, ou já trabalharam, nele.<br />
Quanto ao comercial do You Tube, maravilhoso, mas belamente intelectualizado. Para um pequeno público, creio eu.<br />
abração<br />
fernando cals</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Sales Neto</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17733</link>
		<dc:creator>Sales Neto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 06:26:53 +0000</pubDate>
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		<description>Grande Deus Fala

A vaidade é o pecado que o diabo mais gosta. 
Estes caras são ricos prá caralho, ocupados prá caralho, dirigem grandes empresas com faturamentos milionários e estão aí na berlinda, servindo de material de análise para pseudo-entendidos que acham isso e aquilo, enquanto eles estão tomando champagne francesa legítima e scotch 18 anos ou mais. 
De minha parte, serei um mentecapto necrosado. Tirarei minha roupa em praça pública para protestar contra o capitalismo. Minha nudez servirá de chacota, tanto pela barriga fora de moda, pela bunda murcha e a pinta pequena. Nada mais antigo do que isso. Mas o mundo está se virando para o antigo cumprindo seus ciclos.
Mas sei que valerá a pena, as futuras gerações não precisarão pagar este mico.
Deus Fala
Convoco vc também para este ato de coragem e selvageria.
Vamos ficar nús na praça. Que manguem.

Sales Neto - com insônia e sem raciocinar direito</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Deus Fala</p>
<p>A vaidade é o pecado que o diabo mais gosta.<br />
Estes caras são ricos prá caralho, ocupados prá caralho, dirigem grandes empresas com faturamentos milionários e estão aí na berlinda, servindo de material de análise para pseudo-entendidos que acham isso e aquilo, enquanto eles estão tomando champagne francesa legítima e scotch 18 anos ou mais.<br />
De minha parte, serei um mentecapto necrosado. Tirarei minha roupa em praça pública para protestar contra o capitalismo. Minha nudez servirá de chacota, tanto pela barriga fora de moda, pela bunda murcha e a pinta pequena. Nada mais antigo do que isso. Mas o mundo está se virando para o antigo cumprindo seus ciclos.<br />
Mas sei que valerá a pena, as futuras gerações não precisarão pagar este mico.<br />
Deus Fala<br />
Convoco vc também para este ato de coragem e selvageria.<br />
Vamos ficar nús na praça. Que manguem.</p>
<p>Sales Neto &#8211; com insônia e sem raciocinar direito</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: fm</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17732</link>
		<dc:creator>fm</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 23:35:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=1891#comment-17732</guid>
		<description>Bem, Rafael, tenho que discordar novamente. Mas nem tanto.
Não afirmei que os publicitários, que são sim arrogantes e muitas vezes sacanas, saibam o que é melhor para uma empresa. A não ser no que diz a seus ofícios, a publicidade. Vender.
Mas colocado da forma que você colocou, o Nizan diante da criatividade,  me pareceu uma criancinha que acabou de descobrir que comer terra é bom. E como todas as outras crianças, que já comiam terra e nunca tinham dito que era gostoso, porque era óbvio, passaram a parecer mais bobas.
Mas acho que você matou a charada quando diz que  &#039;novas posições de Nizan, que agora minimiza o valor da criatividade e diz que “idéia boa tem que ser copiada”. 
Não estamos sós, o Nizan , você e eu, e acho que ninguém, ao concordar com o valor da copia nas coisas boas.
Em sua resposta ao meu comentário,  você diz que o discurso do Fernandes tem como modêlo algo fragmentado e pouco mensurável do século passado.
Acho que você estava falando de criatividade.
No entanto, há algo que me dificulta a compreensão em sua defesa ao Nizan.
Se ele copia o que é bom, e pelo que tenho observado, o bom é sempre criativo e porque criativo e produtivo é copiado, eu não compreendo sua defesa à idéia do Nizan à pura copia, como um sinal de que este é o futuro. Se assim for, uma hora vai faltar alguma coisa a que se copiar.
Acho que a criatividade deveria ter um valor, importante, neste conceito. E assim ao contrário de atacar &#039;os criativos&#039;, Nizan deveria mesmo ee reverencia-los.
Visto que, até entre os empresários, a criatividade se tornou um bem comum e embora não mensurável, desejável. Inclusive neste século 21.
Sobre Canes,  as agências não gastam tanto na produção dessas peças, porque elas contam , de forma geral, com a compreensão de todos seus fornecedores.
Geralmente os custos maiores ficam por conta das festas na França. Mais isso é outro assunto.
Concordo com você, por exemplo, quando pergunta e responde;  &#039;Publciitários sabem vender melhor? Geralmente — embora nem sempre, e embora às vezes, em nome dos seus interesses, possam ser francamente desonestos. 
Porém, isso também pode muito facilmente se aplicar aos empresários.
Como por exemplo na composição dos preços de seus produtos.
Acho  que isso os igualam aos publicitários, bons ou maus.
E tendo em vista que nem todos os preços são justos, como os da telefonia por exemplo, isso coloca as certezas dos empresários no mesmo patamar da criatividade, &#039;algo fragmentado e pouco mensurável&#039;. Para o bem ou para o mal.
O que não tira qualquer mérito de qualquer um, publicitários ou empresários,  na defesa de seus interesses.
Por outro lado, quando você , em sua resposta ao Rafael Amaral, diz que &#039;O Nizan, por sua vez, quer ser visto como grande empresário, como investidor, etc., como apontou bem o FF. Seu discurso é outro. É mais próximo da realidade empresarial.&#039;, não &#039;reflete aquela certa arrogância típica de &#039;criadores&#039; publicitários de seu post? Afinal ele ainda não produz cervejas.
De qualquer forma, prefiro os métodos e direcionamentos do Nizan no que diz respeito à publicidade.
Saber que a terra é gostosa, em meio a crianças, vale ouro.
Mas saber-se criança não tem preço eh eh eh..
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, Rafael, tenho que discordar novamente. Mas nem tanto.<br />
Não afirmei que os publicitários, que são sim arrogantes e muitas vezes sacanas, saibam o que é melhor para uma empresa. A não ser no que diz a seus ofícios, a publicidade. Vender.<br />
Mas colocado da forma que você colocou, o Nizan diante da criatividade,  me pareceu uma criancinha que acabou de descobrir que comer terra é bom. E como todas as outras crianças, que já comiam terra e nunca tinham dito que era gostoso, porque era óbvio, passaram a parecer mais bobas.<br />
Mas acho que você matou a charada quando diz que  &#8216;novas posições de Nizan, que agora minimiza o valor da criatividade e diz que “idéia boa tem que ser copiada”.<br />
Não estamos sós, o Nizan , você e eu, e acho que ninguém, ao concordar com o valor da copia nas coisas boas.<br />
Em sua resposta ao meu comentário,  você diz que o discurso do Fernandes tem como modêlo algo fragmentado e pouco mensurável do século passado.<br />
Acho que você estava falando de criatividade.<br />
No entanto, há algo que me dificulta a compreensão em sua defesa ao Nizan.<br />
Se ele copia o que é bom, e pelo que tenho observado, o bom é sempre criativo e porque criativo e produtivo é copiado, eu não compreendo sua defesa à idéia do Nizan à pura copia, como um sinal de que este é o futuro. Se assim for, uma hora vai faltar alguma coisa a que se copiar.<br />
Acho que a criatividade deveria ter um valor, importante, neste conceito. E assim ao contrário de atacar &#8216;os criativos&#8217;, Nizan deveria mesmo ee reverencia-los.<br />
Visto que, até entre os empresários, a criatividade se tornou um bem comum e embora não mensurável, desejável. Inclusive neste século 21.<br />
Sobre Canes,  as agências não gastam tanto na produção dessas peças, porque elas contam , de forma geral, com a compreensão de todos seus fornecedores.<br />
Geralmente os custos maiores ficam por conta das festas na França. Mais isso é outro assunto.<br />
Concordo com você, por exemplo, quando pergunta e responde;  &#8216;Publciitários sabem vender melhor? Geralmente — embora nem sempre, e embora às vezes, em nome dos seus interesses, possam ser francamente desonestos.<br />
Porém, isso também pode muito facilmente se aplicar aos empresários.<br />
Como por exemplo na composição dos preços de seus produtos.<br />
Acho  que isso os igualam aos publicitários, bons ou maus.<br />
E tendo em vista que nem todos os preços são justos, como os da telefonia por exemplo, isso coloca as certezas dos empresários no mesmo patamar da criatividade, &#8216;algo fragmentado e pouco mensurável&#8217;. Para o bem ou para o mal.<br />
O que não tira qualquer mérito de qualquer um, publicitários ou empresários,  na defesa de seus interesses.<br />
Por outro lado, quando você , em sua resposta ao Rafael Amaral, diz que &#8216;O Nizan, por sua vez, quer ser visto como grande empresário, como investidor, etc., como apontou bem o FF. Seu discurso é outro. É mais próximo da realidade empresarial.&#8217;, não &#8216;reflete aquela certa arrogância típica de &#8216;criadores&#8217; publicitários de seu post? Afinal ele ainda não produz cervejas.<br />
De qualquer forma, prefiro os métodos e direcionamentos do Nizan no que diz respeito à publicidade.<br />
Saber que a terra é gostosa, em meio a crianças, vale ouro.<br />
Mas saber-se criança não tem preço eh eh eh..<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rafael Galvão</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17726</link>
		<dc:creator>Rafael Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 12:09:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=1891#comment-17726</guid>
		<description>Rafael,

A minha impressão é a de que os dois são empresários de tipos diferentes. O Fabio é um empresário de propaganda típico. É quase óbvio que ele defenda a criação, porque esse é o seu verdadeiro produto. É isso que ele vende.

O Nizan, por sua vez, quer ser visto como grande empresário, como investidor, etc., como apontou bem o FF. Seu discurso é outro. É mais próximo da realidade empresarial.

É cada defendendo seus interesses comerciais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael,</p>
<p>A minha impressão é a de que os dois são empresários de tipos diferentes. O Fabio é um empresário de propaganda típico. É quase óbvio que ele defenda a criação, porque esse é o seu verdadeiro produto. É isso que ele vende.</p>
<p>O Nizan, por sua vez, quer ser visto como grande empresário, como investidor, etc., como apontou bem o FF. Seu discurso é outro. É mais próximo da realidade empresarial.</p>
<p>É cada defendendo seus interesses comerciais.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rafael Amaral</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17720</link>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 00:49:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=1891#comment-17720</guid>
		<description>A discussão está boa demais para eu ficar calado.

Vem cá, Rafael, concordo com certos pontos teus e do fm mas uma coisa fica bastante confusa neste raciocínio: Nizan e Fábio são grandes empresários. Atualmente, arrisco até dizer que muito mais empresários que publicitários.

E aí, como fica?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão está boa demais para eu ficar calado.</p>
<p>Vem cá, Rafael, concordo com certos pontos teus e do fm mas uma coisa fica bastante confusa neste raciocínio: Nizan e Fábio são grandes empresários. Atualmente, arrisco até dizer que muito mais empresários que publicitários.</p>
<p>E aí, como fica?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rafael Galvão</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17717</link>
		<dc:creator>Rafael Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 17:35:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=1891#comment-17717</guid>
		<description>FM, deixa então eu discordar da sua discordância.

Acho que há um debate interessante aí, sim. O negócio publicitário está mudando. Aquele modelo que durou o século XX inteiro está dando lugar a algo mais fragmentado e mais mensurável.

O discurso do Fabio Fernandes é concebido tendo esse modelo em vista. O do Nizan, na minha opinião, é mais adequado ao momento atual e ao que parece ser o futuro.

Quanto à questão da cópia, a novidade está em um sujeito que fez sua fama como redator adotadno outro discurso, que bate de frente com o discurso do mercado publicitário.

Sempre se copiou? Sim. Mas nunca se admitiu a cópia como algo bom. Porque às agências, era necessário vender a criação como seu maior diferencial. Em toda a minha vida eu vi cópias, inspirações e plágios -- e eu mesmo já fui plagiado.

É esse discurso que faz as agências gastarem tanto dinheiro criando peças fantasmas para aparecem em festivais e revistas como a Archive. É isso que sempre as valorizou. Mas isso está mudando.

Finalmente, acho que você não entendeu direito a questão da arrogância publicitária. Se um anunciante, diante da crise, diminui seus investimentos, é chamado de &quot;bundão&quot; pelo Fabio Fernandes. Mas publicidade é apenas uma parte pequena de um conjunto de marketing, que por sua vez é apenas parte de um negócio. Publciitários sabem vender melhor? Geralmente -- embora nem sempre, e embora às vezes, em nome dos seus interesses, possam ser francamente desonestos. Mas um empresário, forçosamente, sabe qual é a hora de investir, porque ele é que tem noção de seus custos e processos. Se ele retira os seus investimentos, é porque precisa. Ele necessariamente sabe mais sobre o seu negócio que qualquer publicitário -- assim como um publicitário em tese sabe mais sobre propaganda eficiente do que um empresário. Achar que porque faz uma campanha interessante já se sabe mais soobre como funciona uma empresa, como ela forma seus preços, como ela define estratégias de mercado, é mais que arrogância. É burrice.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>FM, deixa então eu discordar da sua discordância.</p>
<p>Acho que há um debate interessante aí, sim. O negócio publicitário está mudando. Aquele modelo que durou o século XX inteiro está dando lugar a algo mais fragmentado e mais mensurável.</p>
<p>O discurso do Fabio Fernandes é concebido tendo esse modelo em vista. O do Nizan, na minha opinião, é mais adequado ao momento atual e ao que parece ser o futuro.</p>
<p>Quanto à questão da cópia, a novidade está em um sujeito que fez sua fama como redator adotadno outro discurso, que bate de frente com o discurso do mercado publicitário.</p>
<p>Sempre se copiou? Sim. Mas nunca se admitiu a cópia como algo bom. Porque às agências, era necessário vender a criação como seu maior diferencial. Em toda a minha vida eu vi cópias, inspirações e plágios &#8212; e eu mesmo já fui plagiado.</p>
<p>É esse discurso que faz as agências gastarem tanto dinheiro criando peças fantasmas para aparecem em festivais e revistas como a Archive. É isso que sempre as valorizou. Mas isso está mudando.</p>
<p>Finalmente, acho que você não entendeu direito a questão da arrogância publicitária. Se um anunciante, diante da crise, diminui seus investimentos, é chamado de &#8220;bundão&#8221; pelo Fabio Fernandes. Mas publicidade é apenas uma parte pequena de um conjunto de marketing, que por sua vez é apenas parte de um negócio. Publciitários sabem vender melhor? Geralmente &#8212; embora nem sempre, e embora às vezes, em nome dos seus interesses, possam ser francamente desonestos. Mas um empresário, forçosamente, sabe qual é a hora de investir, porque ele é que tem noção de seus custos e processos. Se ele retira os seus investimentos, é porque precisa. Ele necessariamente sabe mais sobre o seu negócio que qualquer publicitário &#8212; assim como um publicitário em tese sabe mais sobre propaganda eficiente do que um empresário. Achar que porque faz uma campanha interessante já se sabe mais soobre como funciona uma empresa, como ela forma seus preços, como ela define estratégias de mercado, é mais que arrogância. É burrice.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: fm</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17714</link>
		<dc:creator>fm</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 04:52:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=1891#comment-17714</guid>
		<description>Caro Rafael, me permita discordar de alguns pontos.
Em primeiro lugar, essa tese de que o que é bom deva ser copiado, é muito antiga na publicidade, não há  mérito nenhum do Nizan, muito menos do Olivetto. E o Olivetto só entrou em meu comentario para dar uma dimensão de tempo. Ou seja, você não afirmou que ele é um publicitário que copiava. Mas eu afirmo, Olivettto copiava a fórmula já em seu tempo, assim como os anteriores..
Eu diria até que copiar um sucesso  é um padrão que está  presente, hà muito,  em qualquer área, não só na publicidade.
Portanto, Nizan não está falando nada de novo quando afirma que o que é bom deva ser copiado. Talvez, a &#039;novidade&#039; seja a afirmação.
Mas não creio. Acho que seja apenas uma declaração fútil, com a finalidade de causar polêmica.
Nos 20 anos de prestação de serviços para as agencias de são Paulo, noto que copiar é uma regra. E isto não é patrimônio da publicidade brasileira. Qualquer lugar que se faça publicidade de qualidade, que seja criativa e eficiente, é imediatamente copiada.
E esse padrão sempre ocorreu de forma muito tranquila, sem alardes, sem polêmicas.
Excetuando isso,  concordo com você que o Fernades não foi elegante, e que apesar de tudo, Nizan tem um pé à frente de Fernandes. Mas nem Tanto.
E seu  equivoco maior é afirmar que se os publicitários,  que não sabe fabricar um carro, um refrigrerante ou uma cerveja,  não saberiam o que é melhor, no que diz respeito a vender esses produtos.
Ou que se, &quot;julgam sempre saber o que é melhor para uma empresa do que aqueles que a comandam efetivamente&quot;. 
Eu não vejo o trabalho dos publicitários como concorrentes ao dos empressários que produzem cervejas, por exemplo. 
Eu acho que agências de publicidade, do porte de uma F/nazca,  Africa , Dm9, Almap, W brasil etc, sabem muito bem o que é bom para uma empresa vender. Muito mais que seus clientes.
Acho que o Nizan está adaptando suas agências a uma demanda do mercado. O que muitas agências, inclusive a F/nazca do Fernades está fazendo.
Acho que a questão toda fica circunscrita apenas na guerrinha de egos. Ao espetáculo.
Sinceramente, não acho que dá para tirar maiores conclusões disso.

Ps; Seu novo visual está muito chique. Em breve vão dizer que você subtraiu vantagens financeiras, Vão botar a culpa no PT. 
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rafael, me permita discordar de alguns pontos.<br />
Em primeiro lugar, essa tese de que o que é bom deva ser copiado, é muito antiga na publicidade, não há  mérito nenhum do Nizan, muito menos do Olivetto. E o Olivetto só entrou em meu comentario para dar uma dimensão de tempo. Ou seja, você não afirmou que ele é um publicitário que copiava. Mas eu afirmo, Olivettto copiava a fórmula já em seu tempo, assim como os anteriores..<br />
Eu diria até que copiar um sucesso  é um padrão que está  presente, hà muito,  em qualquer área, não só na publicidade.<br />
Portanto, Nizan não está falando nada de novo quando afirma que o que é bom deva ser copiado. Talvez, a &#8216;novidade&#8217; seja a afirmação.<br />
Mas não creio. Acho que seja apenas uma declaração fútil, com a finalidade de causar polêmica.<br />
Nos 20 anos de prestação de serviços para as agencias de são Paulo, noto que copiar é uma regra. E isto não é patrimônio da publicidade brasileira. Qualquer lugar que se faça publicidade de qualidade, que seja criativa e eficiente, é imediatamente copiada.<br />
E esse padrão sempre ocorreu de forma muito tranquila, sem alardes, sem polêmicas.<br />
Excetuando isso,  concordo com você que o Fernades não foi elegante, e que apesar de tudo, Nizan tem um pé à frente de Fernandes. Mas nem Tanto.<br />
E seu  equivoco maior é afirmar que se os publicitários,  que não sabe fabricar um carro, um refrigrerante ou uma cerveja,  não saberiam o que é melhor, no que diz respeito a vender esses produtos.<br />
Ou que se, &#8220;julgam sempre saber o que é melhor para uma empresa do que aqueles que a comandam efetivamente&#8221;.<br />
Eu não vejo o trabalho dos publicitários como concorrentes ao dos empressários que produzem cervejas, por exemplo.<br />
Eu acho que agências de publicidade, do porte de uma F/nazca,  Africa , Dm9, Almap, W brasil etc, sabem muito bem o que é bom para uma empresa vender. Muito mais que seus clientes.<br />
Acho que o Nizan está adaptando suas agências a uma demanda do mercado. O que muitas agências, inclusive a F/nazca do Fernades está fazendo.<br />
Acho que a questão toda fica circunscrita apenas na guerrinha de egos. Ao espetáculo.<br />
Sinceramente, não acho que dá para tirar maiores conclusões disso.</p>
<p>Ps; Seu novo visual está muito chique. Em breve vão dizer que você subtraiu vantagens financeiras, Vão botar a culpa no PT.<br />
Abraços</p>
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		<title>By: links for 2008-10-24</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2008/10/nizan-guanaes-fabio-fernandes-e-a-saborosa-mistura-de-odio-e-interesses-comerciais-escondendo-um-debate-razoavel/comment-page-1/#comment-17711</link>
		<dc:creator>links for 2008-10-24</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 00:30:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Rafael Galvão » Post Topic » Nizan Guanaes, Fabio Fernandes e a saborosa mistura de ódio e inter... uma defesa legal para Nizan Guanaes na discussão com o Fábio Fernandes. (tags: propaganda nizanguanaes fabiofernandes advertising) [...]</description>
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