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	<title>Comments on: De jornalistas e ascensoristas</title>
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		<title>By: Entremundos &#124; Entrelinks 12 - O que ando lendo na blogosfera e recomendo a você</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-20016</link>
		<dc:creator>Entremundos &#124; Entrelinks 12 - O que ando lendo na blogosfera e recomendo a você</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 00:49:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] De jornalistas e ascensoristas [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] De jornalistas e ascensoristas [...]</p>
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		<title>By: Sthael Samara</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19902</link>
		<dc:creator>Sthael Samara</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 20:32:50 +0000</pubDate>
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		<description>Oi,gente!
Sou estudante de jornalismo e adorei a análise.Sei bem o impacto que a queda do diploma causou na minha vida( nunca fui tão desistimulada por pressões externas quanto dessa vez)…Entretanto, acredito que a verdade é mais óbvia e muito menos desastrosa do que muitos estão fazendo parecer.Mesmo antes da queda do diploma, o número de pessoas que exerciam o “jornalismo” sem o mesmo era grande e, sinceramente, não acredito que agora mude muita coisa.A empresa jornalística está, e ao que tudo indica sempre esteve, muito mais interessada em capacidade do que em diploma.Vai continuar vencendo o velho dizer: quem é bom tem vaga.Quanto ao absurdo de que agora as faculdades não terão mais nenhum propósito, diria que é muito pelo contrário…Se antes qualquer um com diploma tinha alguma chance no mercado agora, apenas os capazes(que agradarem aos chefes) a terão. Concordo com quem disse que AGORA é que a faculdade term valor de fato.Não acho que exista realmente algum risco de que um jornalista perca seu emprego para um padeiro e, sinceramente, se um padeiro, sem formação, conseguir escrever e apurar fatos transformando-os em notícia melhor que um jornalista,é melhor que o padeiro esteja mesmo na redação.Só acho difícil de se encontrar tal padeiro que anseie pela carreira jornalística…
Na verdade, uma das poucas coisas que me parecem ruins ante a queda do diploma é a perca de certos direitos como, por exemplo, a extinção de concursos públicos de nível superior para jornalistas. Apesar da vida como jornalista em certos órgãos públicos ser um tanto quanto broxante, é menos uma opção…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi,gente!<br />
Sou estudante de jornalismo e adorei a análise.Sei bem o impacto que a queda do diploma causou na minha vida( nunca fui tão desistimulada por pressões externas quanto dessa vez)…Entretanto, acredito que a verdade é mais óbvia e muito menos desastrosa do que muitos estão fazendo parecer.Mesmo antes da queda do diploma, o número de pessoas que exerciam o “jornalismo” sem o mesmo era grande e, sinceramente, não acredito que agora mude muita coisa.A empresa jornalística está, e ao que tudo indica sempre esteve, muito mais interessada em capacidade do que em diploma.Vai continuar vencendo o velho dizer: quem é bom tem vaga.Quanto ao absurdo de que agora as faculdades não terão mais nenhum propósito, diria que é muito pelo contrário…Se antes qualquer um com diploma tinha alguma chance no mercado agora, apenas os capazes(que agradarem aos chefes) a terão. Concordo com quem disse que AGORA é que a faculdade term valor de fato.Não acho que exista realmente algum risco de que um jornalista perca seu emprego para um padeiro e, sinceramente, se um padeiro, sem formação, conseguir escrever e apurar fatos transformando-os em notícia melhor que um jornalista,é melhor que o padeiro esteja mesmo na redação.Só acho difícil de se encontrar tal padeiro que anseie pela carreira jornalística…<br />
Na verdade, uma das poucas coisas que me parecem ruins ante a queda do diploma é a perca de certos direitos como, por exemplo, a extinção de concursos públicos de nível superior para jornalistas. Apesar da vida como jornalista em certos órgãos públicos ser um tanto quanto broxante, é menos uma opção…</p>
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		<title>By: Jessi</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19871</link>
		<dc:creator>Jessi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 01:27:13 +0000</pubDate>
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		<description>Só pra complementar: Não podemos deixar de assumir que a Internet proporcionou um acesso à informação de maneira única. Profetizar sobre o fim do jornalismo impresso coloca em cena o futuro do fazer jornalístico. Como será o dia-a-dia de um repórter que não apura na rua sua matéria? Que não entrevista ninguém, apenas desempenha uma função de copydesk e
“empacota” uma reportagem que “sobe” em dez minutos para a rede? Como preparar o leitor para receber informações em diversos protocolos de leitura – bem diferentes dos tradicionalmente conhecidos, aqueles com suporte concreto como o jornal, a revista, o livro, a TV?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só pra complementar: Não podemos deixar de assumir que a Internet proporcionou um acesso à informação de maneira única. Profetizar sobre o fim do jornalismo impresso coloca em cena o futuro do fazer jornalístico. Como será o dia-a-dia de um repórter que não apura na rua sua matéria? Que não entrevista ninguém, apenas desempenha uma função de copydesk e<br />
“empacota” uma reportagem que “sobe” em dez minutos para a rede? Como preparar o leitor para receber informações em diversos protocolos de leitura – bem diferentes dos tradicionalmente conhecidos, aqueles com suporte concreto como o jornal, a revista, o livro, a TV?</p>
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		<title>By: Jessi</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19870</link>
		<dc:creator>Jessi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 01:13:26 +0000</pubDate>
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		<description>Talvez os meus dizeres sejam dispensáveis ou passem despercebidos em meio a tão longos e profundos comentários, mas gostaria de deixar para reflexão algumas palavras do escritor e jornalista Zuenir Ventura, que tem muito a ver com o que até aqui foi dito sobre o assunto em questão: &quot;Essa história de que a televisão acabou com a literatura, o computador acabou com o livro, a Internet acabou com não sei o quê, isso é uma constatação apocalíptica que não tem o menor sentido. E já que estou falando em apocalíptico, vou lembrar de Umberto Eco, que é um dos maiores homens de letras. Ele diz que a Internet [ao contrário do que mtos pensam] veio para salvar a palavra escrita. Se a televisão a estava matando, a Internet pode salvá-la. É um raciocínio interessantíssimo. Realmente, nunca se escreveu tanto como se escreve hoje. Eu não sei se estão escrevendo melhor, mas a verdade é que estão escrevendo muito. E isso é bom, é melhor do que não estar escrevendo como a geração anterior, antes da Internet, que ficava [apática] diante da televisão&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez os meus dizeres sejam dispensáveis ou passem despercebidos em meio a tão longos e profundos comentários, mas gostaria de deixar para reflexão algumas palavras do escritor e jornalista Zuenir Ventura, que tem muito a ver com o que até aqui foi dito sobre o assunto em questão: &#8220;Essa história de que a televisão acabou com a literatura, o computador acabou com o livro, a Internet acabou com não sei o quê, isso é uma constatação apocalíptica que não tem o menor sentido. E já que estou falando em apocalíptico, vou lembrar de Umberto Eco, que é um dos maiores homens de letras. Ele diz que a Internet [ao contrário do que mtos pensam] veio para salvar a palavra escrita. Se a televisão a estava matando, a Internet pode salvá-la. É um raciocínio interessantíssimo. Realmente, nunca se escreveu tanto como se escreve hoje. Eu não sei se estão escrevendo melhor, mas a verdade é que estão escrevendo muito. E isso é bom, é melhor do que não estar escrevendo como a geração anterior, antes da Internet, que ficava [apática] diante da televisão&#8221;.</p>
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		<title>By: Cumprindo minha missão &#171; Caixa de sabão do Sr Atoz</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19797</link>
		<dc:creator>Cumprindo minha missão &#171; Caixa de sabão do Sr Atoz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 04:34:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] faz a saudação vulcana. Ele é um de nós, os nerds.) http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/ http://olhometro.com/2009/06/19/seu-tatuador-e-ladrao/ http://mtv.uol.com.br/piadapronta/blog [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] faz a saudação vulcana. Ele é um de nós, os nerds.) <a href="http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/" rel="nofollow">http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/</a> <a href="http://olhometro.com/2009/06/19/seu-tatuador-e-ladrao/" rel="nofollow">http://olhometro.com/2009/06/19/seu-tatuador-e-ladrao/</a> <a href="http://mtv.uol.com.br/piadapronta/blog" rel="nofollow">http://mtv.uol.com.br/piadapronta/blog</a> [...]</p>
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		<title>By: O diploma morreu. Graças a Deus! &#171; amortecedor</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19577</link>
		<dc:creator>O diploma morreu. Graças a Deus! &#171; amortecedor</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 00:40:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] que nenhum jornal vai dar: a morte do jornal como o conhecemos. Quem falou muito bem dela foi o Rafael Galvão.Que alíás é publicitário. E deixou muito jornalista diplomado comendo [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] que nenhum jornal vai dar: a morte do jornal como o conhecemos. Quem falou muito bem dela foi o Rafael Galvão.Que alíás é publicitário. E deixou muito jornalista diplomado comendo [...]</p>
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		<title>By: Amaral</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19574</link>
		<dc:creator>Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 20:59:02 +0000</pubDate>
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		<description>Enviei o seu texto para maio mundo de gente. Massa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enviei o seu texto para maio mundo de gente. Massa!</p>
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		<title>By: Andre Kenji</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19568</link>
		<dc:creator>Andre Kenji</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 03:08:09 +0000</pubDate>
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		<description>Do ponto de vista do consumidor as diferenças são gigantes. Tecnicamente a maioria dos filmes e fotos tiradas pelos manifestantes em Teeran são terríveis e como foi colocado no Reliable Sources da CNN apartir do momento em que se dependeu do Twitter a coisa passou a funcionar do &quot;rumores de tal coisa estar ocorrendo&quot;, &quot;há rumores&quot;, etc. 

E há um detalhe terrível que a alta popularidade de Ahmaninejad entre a população pobre que não tem internet foi ignorada pelos nossos correspondentes via Twitter, por exemplo. E falando de forma franca, desconfio que você precisa acompanhar o noticiário de forma mais apurada se acha que o Dória substitui correspondentes internacionais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Do ponto de vista do consumidor as diferenças são gigantes. Tecnicamente a maioria dos filmes e fotos tiradas pelos manifestantes em Teeran são terríveis e como foi colocado no Reliable Sources da CNN apartir do momento em que se dependeu do Twitter a coisa passou a funcionar do &#8220;rumores de tal coisa estar ocorrendo&#8221;, &#8220;há rumores&#8221;, etc. </p>
<p>E há um detalhe terrível que a alta popularidade de Ahmaninejad entre a população pobre que não tem internet foi ignorada pelos nossos correspondentes via Twitter, por exemplo. E falando de forma franca, desconfio que você precisa acompanhar o noticiário de forma mais apurada se acha que o Dória substitui correspondentes internacionais.</p>
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	<item>
		<title>By: Rafael Galvão</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19565</link>
		<dc:creator>Rafael Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 15:52:23 +0000</pubDate>
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		<description>Bia,
Cidades com 20 ou 30 mil habitantes, quando e se têm jornais, têm ainda menos condições de proteger qualquer coisa, porque as oportunidades são ainda menores. Assim como você, eu conheço razoavelmente a realidade desses mercados. E poderia dizer que nada faz tão mal à ética e à dignidade da profissão de jornalistas, formados ou não, quanto essas pequenas realidades.

Kenji,
Do ponto de vista do consumidor, não interessa como a informação foi conseguida. Interessa a sua qualidade. Se foi conseguida através de conversas no Twitter ou in loco, tanto faz. Também não acho justo comparar o trabalho de jornalista ao de um pesquisador. Os dois se propõem a coisas diferentes. O que me interessa é: a informação do Pedro Dória é confiável? A do Idelber é? Esse é o ponto. É isso que significa rede. E ninguém está romantizando blogueiros. Pelo contrário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bia,<br />
Cidades com 20 ou 30 mil habitantes, quando e se têm jornais, têm ainda menos condições de proteger qualquer coisa, porque as oportunidades são ainda menores. Assim como você, eu conheço razoavelmente a realidade desses mercados. E poderia dizer que nada faz tão mal à ética e à dignidade da profissão de jornalistas, formados ou não, quanto essas pequenas realidades.</p>
<p>Kenji,<br />
Do ponto de vista do consumidor, não interessa como a informação foi conseguida. Interessa a sua qualidade. Se foi conseguida através de conversas no Twitter ou in loco, tanto faz. Também não acho justo comparar o trabalho de jornalista ao de um pesquisador. Os dois se propõem a coisas diferentes. O que me interessa é: a informação do Pedro Dória é confiável? A do Idelber é? Esse é o ponto. É isso que significa rede. E ninguém está romantizando blogueiros. Pelo contrário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Biajoni</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/06/de-jornalistas-e-ascensoristas/comment-page-1/#comment-19563</link>
		<dc:creator>Biajoni</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 15:31:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2601#comment-19563</guid>
		<description>Rafa,
A questão da IMPRENSA EM GERAL independe de jornalistas formados ou não, mas sim de condições econômicas, etc..., e de donos de jornal que não precisam e quase nunca são formados
Na IMPRENSA GERAL, o diploma, o sindicato, a justiça, são mecanismos que podem garantir, proteger, auxiliar o jornalista no desempenho da sua função.   
Na imprensa local, nem da regional eu digo, falo da local mesmo, de cidades com 20, 30, 50 mil habitantes e dois jornais, geralmente de grupos políticos diferentes, etc... o jornalista formado ainda consegue se proteger dentro de alguns limites por conta do diploma, do sindicato...
Não sou contra, reitero, que jornalistas não-formados, trabalhem na imprensa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafa,<br />
A questão da IMPRENSA EM GERAL independe de jornalistas formados ou não, mas sim de condições econômicas, etc&#8230;, e de donos de jornal que não precisam e quase nunca são formados<br />
Na IMPRENSA GERAL, o diploma, o sindicato, a justiça, são mecanismos que podem garantir, proteger, auxiliar o jornalista no desempenho da sua função.<br />
Na imprensa local, nem da regional eu digo, falo da local mesmo, de cidades com 20, 30, 50 mil habitantes e dois jornais, geralmente de grupos políticos diferentes, etc&#8230; o jornalista formado ainda consegue se proteger dentro de alguns limites por conta do diploma, do sindicato&#8230;<br />
Não sou contra, reitero, que jornalistas não-formados, trabalhem na imprensa.</p>
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