<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: As revoluções dos Beatles</title>
	<atom:link href="http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 13:55:30 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>By: OUVINTE</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-21193</link>
		<dc:creator>OUVINTE</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 00:35:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-21193</guid>
		<description>É verdade! A primeira fase merece respeito! Eles eram únicos nesse período! Passo a passo, disco a disco, eles foram evoluindo. Só acho que não houve evolução do &quot;A Hard Day&#039;s night&quot; para o &quot;Beatles For Sale&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade! A primeira fase merece respeito! Eles eram únicos nesse período! Passo a passo, disco a disco, eles foram evoluindo. Só acho que não houve evolução do &#8220;A Hard Day&#8217;s night&#8221; para o &#8220;Beatles For Sale&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Carlos Vinicius</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20272</link>
		<dc:creator>Carlos Vinicius</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 15:41:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20272</guid>
		<description>Cara, excelente postagem. Acrescento uma impressão pessoal: as canções da primeira fase dos Beatles são excelentes, e a revolução musical nem sempre é uma guinada para a experimentação. No caso dos Beatles, o salto qualitativo dos primeiros discos em relação ao que se fazia na época é que foi revolucionário. &quot;Pet sounds&quot; só existiu porque Brian Wilson percebeu isso claramente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, excelente postagem. Acrescento uma impressão pessoal: as canções da primeira fase dos Beatles são excelentes, e a revolução musical nem sempre é uma guinada para a experimentação. No caso dos Beatles, o salto qualitativo dos primeiros discos em relação ao que se fazia na época é que foi revolucionário. &#8220;Pet sounds&#8221; só existiu porque Brian Wilson percebeu isso claramente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gustavo</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20264</link>
		<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 15:08:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20264</guid>
		<description>Aliás, Rafa, você falou que o BFS é bonzinho, mas não chega a ser o melhor dessa fase.

Qual dos álbuns é o seu favorito desse período?

Eu tenho uma predileção especial pelo With The Beatles, mas acho que é por cansaço de tanto já ter ouvido o A Hard Day&#039;s Night, o Help!, o Please Please Me. Continuo achando o BFS o mais fraco de todos.

Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aliás, Rafa, você falou que o BFS é bonzinho, mas não chega a ser o melhor dessa fase.</p>
<p>Qual dos álbuns é o seu favorito desse período?</p>
<p>Eu tenho uma predileção especial pelo With The Beatles, mas acho que é por cansaço de tanto já ter ouvido o A Hard Day&#8217;s Night, o Help!, o Please Please Me. Continuo achando o BFS o mais fraco de todos.</p>
<p>Abs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gustavo</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20263</link>
		<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:58:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20263</guid>
		<description>Então Rafa, eu tenho passado justamente por essa fase do fã que olha carinhosamente a fase pré-Revolver, mas não dá o devido respeito. 

É realmente engraçado porque a evolução que ocorreu depois de 1966 foi muito rápida (Hendrix, Joplin, Zeppelin, Cream, etc). Daí fica parecendo mesmo que I Wanna Hold Your Hand é inocente demais não só pros próprios Beatles, mas pra todo o rock &#039;n roll que explodiu na segunda metade dos anos 60.

Mas apesar de tudo isso, não consigo deixar de sentir que o Abbey Road é catártico, definitivo e muito mais sublime do que Please Please Me, apesar de ser proporcionalmente, digamos, &quot;menos revolucionário&quot;. Não sei explicar. É como se existisse ali a síntese absoluta do que há de melhor entre quatro seres humanos fazendo música no século XX. Talvez o tempo me torne um pouco mais cético, não sei.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então Rafa, eu tenho passado justamente por essa fase do fã que olha carinhosamente a fase pré-Revolver, mas não dá o devido respeito. </p>
<p>É realmente engraçado porque a evolução que ocorreu depois de 1966 foi muito rápida (Hendrix, Joplin, Zeppelin, Cream, etc). Daí fica parecendo mesmo que I Wanna Hold Your Hand é inocente demais não só pros próprios Beatles, mas pra todo o rock &#8216;n roll que explodiu na segunda metade dos anos 60.</p>
<p>Mas apesar de tudo isso, não consigo deixar de sentir que o Abbey Road é catártico, definitivo e muito mais sublime do que Please Please Me, apesar de ser proporcionalmente, digamos, &#8220;menos revolucionário&#8221;. Não sei explicar. É como se existisse ali a síntese absoluta do que há de melhor entre quatro seres humanos fazendo música no século XX. Talvez o tempo me torne um pouco mais cético, não sei.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gisele Lemper</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20176</link>
		<dc:creator>Gisele Lemper</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:08:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20176</guid>
		<description>oh yeahhh, querido. sim, meu gato: nada se compara ao gatilho
dos beatles, desde seus primeiros moments. The first moment. O primeiro e mais importante movimento: Eu 
que o diga... rsrsrs... beatlemaniaca, em pelo menos
dez sessões de a hard days night no cinema da tarde e pela vida afora... 
adolescente, acho que falavam de uma forma de expressão musical que se consolidaria dp.... em mil formas de expressões da arte in the world.
Todo o resto é mera consequência... or not?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oh yeahhh, querido. sim, meu gato: nada se compara ao gatilho<br />
dos beatles, desde seus primeiros moments. The first moment. O primeiro e mais importante movimento: Eu<br />
que o diga&#8230; rsrsrs&#8230; beatlemaniaca, em pelo menos<br />
dez sessões de a hard days night no cinema da tarde e pela vida afora&#8230;<br />
adolescente, acho que falavam de uma forma de expressão musical que se consolidaria dp&#8230;. em mil formas de expressões da arte in the world.<br />
Todo o resto é mera consequência&#8230; or not?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: karin</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20174</link>
		<dc:creator>karin</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 20:58:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20174</guid>
		<description>Vício antigo, te leio regularmente. Nunca deixei de ler. Gosto dos textos desde sempre, mas, se é permitido, quero fazer duas críticas: Entre um texto e outro há um espaço de tempo muito longo e sinto falta de temáticas novas e alguma criatividade. Uma renovação seria muito bom.
Best Wishes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vício antigo, te leio regularmente. Nunca deixei de ler. Gosto dos textos desde sempre, mas, se é permitido, quero fazer duas críticas: Entre um texto e outro há um espaço de tempo muito longo e sinto falta de temáticas novas e alguma criatividade. Uma renovação seria muito bom.<br />
Best Wishes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rafael Galvão</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20169</link>
		<dc:creator>Rafael Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 16:14:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20169</guid>
		<description>Roger, welcome back. :)

Um comentário.

Acho que cada época deixa sinais claros em cada música, quando não na melodia e na harmonia, nos valores de produção e principalmente nos arranjos. Por exemplo, dá para saber com razoável precisão se uma canção foi gravada nos anos 50, 60, ou 70 apenas ouvindo. Basta eu ouvir aquela bateria com caixa excessivamente amplificada e sintetizadores a morrer pra saber que ela é dos anos 80.

Nesse sentido, não acho que a datação seja algo intrinsecamente ruim, porque é inevitável. Mas tenho certeza de que uma das coisas que fazem a permanência dos Beatles é justamente o fato de que uma percentagem considerável de suas canções não soam datadas -- ao contrário, por exemplo, dos Beach Boys ou do Velvet Underground.

Agora, eu concordo plenamente com você: tem muito tempo que não aparece nada realmente original em termos de música. Não só no rock, mas no pop, na MPB, e até mesmo na última grande novidade, o rap.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Roger, welcome back. :)</p>
<p>Um comentário.</p>
<p>Acho que cada época deixa sinais claros em cada música, quando não na melodia e na harmonia, nos valores de produção e principalmente nos arranjos. Por exemplo, dá para saber com razoável precisão se uma canção foi gravada nos anos 50, 60, ou 70 apenas ouvindo. Basta eu ouvir aquela bateria com caixa excessivamente amplificada e sintetizadores a morrer pra saber que ela é dos anos 80.</p>
<p>Nesse sentido, não acho que a datação seja algo intrinsecamente ruim, porque é inevitável. Mas tenho certeza de que uma das coisas que fazem a permanência dos Beatles é justamente o fato de que uma percentagem considerável de suas canções não soam datadas &#8212; ao contrário, por exemplo, dos Beach Boys ou do Velvet Underground.</p>
<p>Agora, eu concordo plenamente com você: tem muito tempo que não aparece nada realmente original em termos de música. Não só no rock, mas no pop, na MPB, e até mesmo na última grande novidade, o rap.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Roger Moreira</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20166</link>
		<dc:creator>Roger Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 23:14:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20166</guid>
		<description>Humm, nunca entendi muito esse negócio de música datada. Esse termo é usado pejorativamente pra dizer que algo já era, passou, não cola mais ou não merece atenção. Mas, para mim, o que existe é música que eu gosto e música que eu não gosto. Considerando que, sinceramente, faz muito tempo que não vejo nada realmente original no rock, mas apenas reciclagens e misturas do que surgiu no máximo até os anos 80 - então fica difícil definir o que seria datado, exceto pelo critério do gosto pessoal ou do que está em voga.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Humm, nunca entendi muito esse negócio de música datada. Esse termo é usado pejorativamente pra dizer que algo já era, passou, não cola mais ou não merece atenção. Mas, para mim, o que existe é música que eu gosto e música que eu não gosto. Considerando que, sinceramente, faz muito tempo que não vejo nada realmente original no rock, mas apenas reciclagens e misturas do que surgiu no máximo até os anos 80 &#8211; então fica difícil definir o que seria datado, exceto pelo critério do gosto pessoal ou do que está em voga.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: marcus</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20165</link>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 22:38:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20165</guid>
		<description>&lt;a href=&quot;#comment-20159&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Rafael Galvão&lt;/a&gt; 

Já eu acho o For Sale o primeiro grande disco dos Beatles. Concordo com o que tu escreveu no post, Rafael, mas não sou um grande fã dos dois primeiros álbuns dos Fab Four.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-20159" rel="nofollow">@Rafael Galvão</a> </p>
<p>Já eu acho o For Sale o primeiro grande disco dos Beatles. Concordo com o que tu escreveu no post, Rafael, mas não sou um grande fã dos dois primeiros álbuns dos Fab Four.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rafael Galvão</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2009/09/as-revolucoes-dos-beatles/#comment-20164</link>
		<dc:creator>Rafael Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 21:24:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2726#comment-20164</guid>
		<description>Victor,

Acho que a pessoa ideal para falar sobre isso seria o Idelber.

Acho que a grande revolução baiana, na verdade, não veio nos anos 60: veio algumas décadas antes, com Caymmi. Mas, quanto a Caetano e Gil, achoque aquela geração tropicalista fez basicamente o que Pernambuco faria 30 anos depois: resgatou o que a Bahia tinha de mais tradicional, tanto em termos de música quanto de poesia e, à la Oswald de Andrade, misturou com o que tinha de mais moderno vindo de fora.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Victor,</p>
<p>Acho que a pessoa ideal para falar sobre isso seria o Idelber.</p>
<p>Acho que a grande revolução baiana, na verdade, não veio nos anos 60: veio algumas décadas antes, com Caymmi. Mas, quanto a Caetano e Gil, achoque aquela geração tropicalista fez basicamente o que Pernambuco faria 30 anos depois: resgatou o que a Bahia tinha de mais tradicional, tanto em termos de música quanto de poesia e, à la Oswald de Andrade, misturou com o que tinha de mais moderno vindo de fora.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

<!-- Dynamic Page Served (once) in 0.384 seconds -->

