<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: De livros novos e livros velhos</title>
	<atom:link href="http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 13:55:30 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>By: Mais sobre Kindle versus livro de papel &#8211; Um drible nas certezas</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20802</link>
		<dc:creator>Mais sobre Kindle versus livro de papel &#8211; Um drible nas certezas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 19:09:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20802</guid>
		<description>[...] afetiva com o livro de papel e a possibilidade de migrar para um leitor digital. Os textos estão um aqui e outro aqui. O certo era eu comentar lá, mas a caixa de comentários já vai ficando grande [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] afetiva com o livro de papel e a possibilidade de migrar para um leitor digital. Os textos estão um aqui e outro aqui. O certo era eu comentar lá, mas a caixa de comentários já vai ficando grande [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Kindle vs Livros: elitismo ou popularização? &#171;</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20773</link>
		<dc:creator>Kindle vs Livros: elitismo ou popularização? &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 15:56:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20773</guid>
		<description>[...] lá no Paraíba sobre Kindle vs Livros em papel. Dei meu pitaco no segundo post; há um primeiro post que introduziu a querela.  O pitaco é este abaixo, vão lá para ler o post e a thread: [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] lá no Paraíba sobre Kindle vs Livros em papel. Dei meu pitaco no segundo post; há um primeiro post que introduziu a querela.  O pitaco é este abaixo, vão lá para ler o post e a thread: [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: SLeo</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20740</link>
		<dc:creator>SLeo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 22:40:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20740</guid>
		<description>fm, no seu caso, a julgar pela maneira como interpretou minha sugestão, acho que o melhor é o Kindle mesmo. mas evite manuseá-lo diretamente, peça para o enfermeiro fazer isso para você.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fm, no seu caso, a julgar pela maneira como interpretou minha sugestão, acho que o melhor é o Kindle mesmo. mas evite manuseá-lo diretamente, peça para o enfermeiro fazer isso para você.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: fm</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20736</link>
		<dc:creator>fm</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 03:03:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20736</guid>
		<description>Teste concluído, joguei um livro na piscina!
Esperei alguns minutos retirei e deixei secar, e confesso, não sobrou muita coisa.
O livro se desfez!!!.
Ainda não secou totalmente, mas creio que não conseguirei ler.
Os blocos de páginas se separam e saíram da ordem. Eu sempre desconfiei dessas colas antiquadas com as quais se colam os livros.
Só um detalhe, eu usei no teste o livro do Alan Dershowitz &#039; em defesa de israel&#039;- que o pedro doria sugeriu para um debate com o Idelber, debate que não houve-, porque não sou maluco, é claro, de fazer isso com Cervantes.
O resultado até que ficou criativo, parece a proposta de &#039;Rayuela&#039; do Cortázar, na qual você pode ler em qualquer sequência que não alteraria o conteúdo eheheh.
As folhas enrolaram todas. O livro que tinha umas 300 páginas parece ter 5000 e picos. O que dificulta um pouco a leitura.
Eu sei, o livro em questão não ajuda, mas constatei algo que deve valer para tudo que é livro;
O cloro ataca principalmente as cores, e a capa de &#039;em defesa de israel&#039; ficou severamente desbotada, e como preto também é cor, as letras também estão quase apagadas, sem consistência.
Mas se você for um leitor decidido e nonsense, com algum esforço ainda dá pra ler as páginas avulsas. Mesmo que sem qualquer sentido.
Do ponto de vista do volume, o &#039;livro&#039; em questão se dissolveu, é só um amontoado de folhas de papel.
Enfim, o &#039;livro&#039; não passou no teste da piscina.
Recebi uma multa por sujar a piscina mas confesso que valeu. Foi divertido.

Obs.; 2x2 :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Teste concluído, joguei um livro na piscina!<br />
Esperei alguns minutos retirei e deixei secar, e confesso, não sobrou muita coisa.<br />
O livro se desfez!!!.<br />
Ainda não secou totalmente, mas creio que não conseguirei ler.<br />
Os blocos de páginas se separam e saíram da ordem. Eu sempre desconfiei dessas colas antiquadas com as quais se colam os livros.<br />
Só um detalhe, eu usei no teste o livro do Alan Dershowitz &#8216; em defesa de israel&#8217;- que o pedro doria sugeriu para um debate com o Idelber, debate que não houve-, porque não sou maluco, é claro, de fazer isso com Cervantes.<br />
O resultado até que ficou criativo, parece a proposta de &#8216;Rayuela&#8217; do Cortázar, na qual você pode ler em qualquer sequência que não alteraria o conteúdo eheheh.<br />
As folhas enrolaram todas. O livro que tinha umas 300 páginas parece ter 5000 e picos. O que dificulta um pouco a leitura.<br />
Eu sei, o livro em questão não ajuda, mas constatei algo que deve valer para tudo que é livro;<br />
O cloro ataca principalmente as cores, e a capa de &#8216;em defesa de israel&#8217; ficou severamente desbotada, e como preto também é cor, as letras também estão quase apagadas, sem consistência.<br />
Mas se você for um leitor decidido e nonsense, com algum esforço ainda dá pra ler as páginas avulsas. Mesmo que sem qualquer sentido.<br />
Do ponto de vista do volume, o &#8216;livro&#8217; em questão se dissolveu, é só um amontoado de folhas de papel.<br />
Enfim, o &#8216;livro&#8217; não passou no teste da piscina.<br />
Recebi uma multa por sujar a piscina mas confesso que valeu. Foi divertido.</p>
<p>Obs.; 2&#215;2 :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Vinicius</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20733</link>
		<dc:creator>Vinicius</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 21:19:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20733</guid>
		<description>Como diz o LLL, o Kindle tem várias utilidades e alguns de seus defeitos serão superados em breve. Olho para minha estante forrada de livros e vejo que todos eles no futuro caberão em algo do tamanho da capa de um deles.

Só sei que Walter Benjamin estaria ainda mais desolado e não posso deixar de concordar com ele. Cada livro tem sua identidade, sua forma de exibir seu conteúdo e até eventuais erros de impressão tornam-se parte de sua constituição. Dizer que isso não importa é utilitarismo demais para mim.

Uma amiga minha, durante sua adolescência, colocou uma pequena rosa em uma página de um livro de Álvares de Azevedo. Pueril? Sem dúvida. Simbólico e significativo? Com certeza.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como diz o LLL, o Kindle tem várias utilidades e alguns de seus defeitos serão superados em breve. Olho para minha estante forrada de livros e vejo que todos eles no futuro caberão em algo do tamanho da capa de um deles.</p>
<p>Só sei que Walter Benjamin estaria ainda mais desolado e não posso deixar de concordar com ele. Cada livro tem sua identidade, sua forma de exibir seu conteúdo e até eventuais erros de impressão tornam-se parte de sua constituição. Dizer que isso não importa é utilitarismo demais para mim.</p>
<p>Uma amiga minha, durante sua adolescência, colocou uma pequena rosa em uma página de um livro de Álvares de Azevedo. Pueril? Sem dúvida. Simbólico e significativo? Com certeza.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: joãogi</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20731</link>
		<dc:creator>joãogi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 20:57:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20731</guid>
		<description>alguém já disse, referindo-se a algumas das vantagens do livro sobre os novos dispositivos de leitura, para jogar um livro e um kindle do sétimo andar. o livro continuará legível. como gosto de ler na cama, um incômodo é livro pesado - como um calhamaço de 700 páginas do richard dawkins que estou lendo agora, &quot;evolução&quot;. acho que já deveriam ter inventado há mto tempo uma traquitana para facilitar a leitura por parte de gente preguiçosa como eu. algo no mesmo nível de eficiência das traquitanas usadas pelo personagem de um antigo filme, incapaz de se alimentar fora da cama, e que se utilizava de umas cordinhas para fazer sua comida descer e subir enquanto permanecia refestelado. em vez de nacos de carne, de queijo ou de pão, eu preferiria que as cordinhas fizessem descer sobre minha cama, pairando no ar sobre um suporte, os livros que estivesse lendo. apesar de ser um mecanismo primitivo, fala mais à minha sensibilidade de homem das cavernas livrescas do que o kindle.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>alguém já disse, referindo-se a algumas das vantagens do livro sobre os novos dispositivos de leitura, para jogar um livro e um kindle do sétimo andar. o livro continuará legível. como gosto de ler na cama, um incômodo é livro pesado &#8211; como um calhamaço de 700 páginas do richard dawkins que estou lendo agora, &#8220;evolução&#8221;. acho que já deveriam ter inventado há mto tempo uma traquitana para facilitar a leitura por parte de gente preguiçosa como eu. algo no mesmo nível de eficiência das traquitanas usadas pelo personagem de um antigo filme, incapaz de se alimentar fora da cama, e que se utilizava de umas cordinhas para fazer sua comida descer e subir enquanto permanecia refestelado. em vez de nacos de carne, de queijo ou de pão, eu preferiria que as cordinhas fizessem descer sobre minha cama, pairando no ar sobre um suporte, os livros que estivesse lendo. apesar de ser um mecanismo primitivo, fala mais à minha sensibilidade de homem das cavernas livrescas do que o kindle.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: André Kenji</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20728</link>
		<dc:creator>André Kenji</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 03:20:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20728</guid>
		<description>Repito o que eu já vi escrevi: até poucos anos atrás era a mesma discussão com relação ao MP3. E assim como os primeiros Mp3players eram muito ruins, os e-readers não devem ser avaliados pelo que são hoje. Com relação ao teste, olha, a maioria desses trecos eletronicos tem boa portabilidade. Dá para colocar no bolso ou na bolsa. Livro estraga fácil nesses lugares.

E administrar uma biblioteca é uma tarefa tão trabalhosa que bibliófilo de verdade(Não gente tarada por papel) vê possibilidades gigantes num aparelho destes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Repito o que eu já vi escrevi: até poucos anos atrás era a mesma discussão com relação ao MP3. E assim como os primeiros Mp3players eram muito ruins, os e-readers não devem ser avaliados pelo que são hoje. Com relação ao teste, olha, a maioria desses trecos eletronicos tem boa portabilidade. Dá para colocar no bolso ou na bolsa. Livro estraga fácil nesses lugares.</p>
<p>E administrar uma biblioteca é uma tarefa tão trabalhosa que bibliófilo de verdade(Não gente tarada por papel) vê possibilidades gigantes num aparelho destes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: fm</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20726</link>
		<dc:creator>fm</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 02:20:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20726</guid>
		<description>Sleo, 
se a intenção é provar a longetividade do livro, substitua a água pelo fogo.
De outro modo, eu fico com as sandálias havaianas eheheh</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sleo,<br />
se a intenção é provar a longetividade do livro, substitua a água pelo fogo.<br />
De outro modo, eu fico com as sandálias havaianas eheheh</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: SLeo</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20724</link>
		<dc:creator>SLeo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 01:40:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20724</guid>
		<description>Fetiche? Se há algum condenável, é dos que se encantam com brinquedo novo. Colega de fetiche seu, caro rafael (só deste fetiche, bem entendido), acho que ele é só a noção inconsciente da superioridade tecnológica do ivro, em certos aspectos. O Kindle tem a vantagem de permitir buscas de palavras, por exemplo. E de abrigar milhraes de livros num só objeto 9enquanto esse objeto não começa a sofrer a deterioração acelerada de toda traquitana eletrônica) Mas para quem não se convence, sugiro o teste que propus lá no Digestivo Cultural:

1)Pegue um Kindle onde você baixou o Dom Quixote e uma versão de papel do mesmo livro. 
2) Mergulhe rapidamente os dois numa piscina, ou na beira da praia.
3) deixe secar com cuidado.
4) Deixe-os cair de cima de uma mesa de altura média, sobre um piso de pedra.
5) Sem se deixar levar pelos feticihismos do cheiro, da textura, essas babaquices, tente ler o texto e podemos conversar sobre a inevitabilidade da extinção do livro de papel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fetiche? Se há algum condenável, é dos que se encantam com brinquedo novo. Colega de fetiche seu, caro rafael (só deste fetiche, bem entendido), acho que ele é só a noção inconsciente da superioridade tecnológica do ivro, em certos aspectos. O Kindle tem a vantagem de permitir buscas de palavras, por exemplo. E de abrigar milhraes de livros num só objeto 9enquanto esse objeto não começa a sofrer a deterioração acelerada de toda traquitana eletrônica) Mas para quem não se convence, sugiro o teste que propus lá no Digestivo Cultural:</p>
<p>1)Pegue um Kindle onde você baixou o Dom Quixote e uma versão de papel do mesmo livro.<br />
2) Mergulhe rapidamente os dois numa piscina, ou na beira da praia.<br />
3) deixe secar com cuidado.<br />
4) Deixe-os cair de cima de uma mesa de altura média, sobre um piso de pedra.<br />
5) Sem se deixar levar pelos feticihismos do cheiro, da textura, essas babaquices, tente ler o texto e podemos conversar sobre a inevitabilidade da extinção do livro de papel.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: fm</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/01/de-livros-novos-e-livros-velhos/#comment-20723</link>
		<dc:creator>fm</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 01:19:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=2852#comment-20723</guid>
		<description>Bem, se não houvesse computador, celulares, mp3, mp4 etc os formatos anteriores seriam os suportes perfeitos.
As câmeras digitais, por exemplo, me tiraram da bolsa um grande peso. Antes eu viajava com kilos de filmes, e depois o trabalho todo de revelação e impressão ( esqueci o termo exato) era um saco. Eu não tenho saudades das fotos em papel.
Às vezes eu pego e vejo algumas fotos amareladas de um passado não tão distante que me enchem de saudades, mas o sentimento é o mesmo quando vejo na tela de um computador recordações digitais de minhas últimas viajens.
Aquela cor amarelada não significa nada para mim. A noção do tempo ido, distante, não depende do suporte, não dependem das orelhas retorcidas de uma foto em papel. O curioso é que pelas minhas contas , eu pertenço a uma geração anterior à sua Rafael. Isso não é uma crítica é apenas uma constatação.
Eu tenho algumas primeiras edições, como por exemplo, a de um livro de Eça de Queiros, e um outro de Augusto dos Anjos, mas específicamente o &quot;EU&quot;, e que estão perdidos aqui na minha biblioteca. Não acho nem a pau.
Eu também li atento o post no  LLL sobre o kindle. E vou comprar um , sem dúvida.
Uma técnica antiga que alguns povos sem pátria utilizavam para manter o patrimônio era comprar pedras preciosas. Se precisassem sair rapidamente de um lugar era só pegar as pedrinhas, o patrimônio, e dar o fora. Para mim a lógica é a mesma;  A facilidade e agilidade  da compactação.
Penso que o diamante é o antecessor dos processos modernos digitais de compactação eheheh.
A &#039;fortuna&#039; deve caber no bolsos.
É por isso que eu quero um kindle. Ir para qualquer lugar e carregar comigo um monte de livros compactados, e o que é melhor, sem cheiro, e acima de tudo sem peso.
Eu sou alérgico e toda vez que revisito um livro antigo é decorrente os espirros. A cada página um espiro.
Eu não me importaria com a &#039;tela fria&#039; do kindle, muito menos com a padronização, Pois também não me incomoda a padronização representada pelo formato clássico do livro, como não me incomoda o meio padronizado que utilizo para escrever este comentário eheheh.
Eu acho meio sinistro  ouvir as opiniões do Millôr como parâmetro sobre o que é um livro. Se eu me apoiasse em alguém, eu ouviria, por exemplo, a opinião de Antonio Candido, ou de Oswald De Andrade. Mas como um não se pronunciou e o outro está morto eu vou comprar um kindle eheheh.
Quanto as capas eu concordo,  mas essa coisa de tipologia, na boa, é coisa de viado eheheh!
Bricadeiras à parte, eu desejo um grande ano pra vc Rafael, tudo de bom para você.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, se não houvesse computador, celulares, mp3, mp4 etc os formatos anteriores seriam os suportes perfeitos.<br />
As câmeras digitais, por exemplo, me tiraram da bolsa um grande peso. Antes eu viajava com kilos de filmes, e depois o trabalho todo de revelação e impressão ( esqueci o termo exato) era um saco. Eu não tenho saudades das fotos em papel.<br />
Às vezes eu pego e vejo algumas fotos amareladas de um passado não tão distante que me enchem de saudades, mas o sentimento é o mesmo quando vejo na tela de um computador recordações digitais de minhas últimas viajens.<br />
Aquela cor amarelada não significa nada para mim. A noção do tempo ido, distante, não depende do suporte, não dependem das orelhas retorcidas de uma foto em papel. O curioso é que pelas minhas contas , eu pertenço a uma geração anterior à sua Rafael. Isso não é uma crítica é apenas uma constatação.<br />
Eu tenho algumas primeiras edições, como por exemplo, a de um livro de Eça de Queiros, e um outro de Augusto dos Anjos, mas específicamente o &#8220;EU&#8221;, e que estão perdidos aqui na minha biblioteca. Não acho nem a pau.<br />
Eu também li atento o post no  LLL sobre o kindle. E vou comprar um , sem dúvida.<br />
Uma técnica antiga que alguns povos sem pátria utilizavam para manter o patrimônio era comprar pedras preciosas. Se precisassem sair rapidamente de um lugar era só pegar as pedrinhas, o patrimônio, e dar o fora. Para mim a lógica é a mesma;  A facilidade e agilidade  da compactação.<br />
Penso que o diamante é o antecessor dos processos modernos digitais de compactação eheheh.<br />
A &#8216;fortuna&#8217; deve caber no bolsos.<br />
É por isso que eu quero um kindle. Ir para qualquer lugar e carregar comigo um monte de livros compactados, e o que é melhor, sem cheiro, e acima de tudo sem peso.<br />
Eu sou alérgico e toda vez que revisito um livro antigo é decorrente os espirros. A cada página um espiro.<br />
Eu não me importaria com a &#8216;tela fria&#8217; do kindle, muito menos com a padronização, Pois também não me incomoda a padronização representada pelo formato clássico do livro, como não me incomoda o meio padronizado que utilizo para escrever este comentário eheheh.<br />
Eu acho meio sinistro  ouvir as opiniões do Millôr como parâmetro sobre o que é um livro. Se eu me apoiasse em alguém, eu ouviria, por exemplo, a opinião de Antonio Candido, ou de Oswald De Andrade. Mas como um não se pronunciou e o outro está morto eu vou comprar um kindle eheheh.<br />
Quanto as capas eu concordo,  mas essa coisa de tipologia, na boa, é coisa de viado eheheh!<br />
Bricadeiras à parte, eu desejo um grande ano pra vc Rafael, tudo de bom para você.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

<!-- Dynamic Page Served (once) in 0.387 seconds -->

