<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: A ilha do tesouro</title>
	<atom:link href="http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Sep 2010 20:32:38 -0400</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<item>
		<title>By: lariza</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-21699</link>
		<dc:creator>lariza</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 19:53:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-21699</guid>
		<description>gostei muito do livro e achei bastante interesante...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostei muito do livro e achei bastante interesante&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ana</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-21593</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 14:50:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-21593</guid>
		<description>Estou fazendo um diário sobre o livro e vim buscar informaçoes....espero que o livro seja bom ..pois nao li ainda</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou fazendo um diário sobre o livro e vim buscar informaçoes&#8230;.espero que o livro seja bom ..pois nao li ainda</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Augusto Botelho</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-20982</link>
		<dc:creator>Augusto Botelho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 01:04:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-20982</guid>
		<description>Rafael Galvão, antes de mais nada gostaria de parabenizá-lo pela beleza do texto, verdadeiro retrato de uma geração.
É muito acertada a sua afirmação das diferenças na maneira de ver o mundo entre as gerações. Obviamente, o mundo é diferente, não só externamente às pessoas, como internamente também.
Há, entretanto, uma série de pontos (alguns já demonstrados aqui nos comentários) esquecidos ou ignorados em sua análise. Como disse o Tiago Aguiar, existe o universo de propaganda que não existia antes. Toda a sedução a que as crianças estão submetidas.
E existe um ponto que considero de fundamental importância que é a relação dos pais com as crianças, sua maneira de tratá-las. O século XX foi (como acertadamente definiu Hobsbawn) a Era dos Extremos. E esses posicionamentos extremos levaram praticamente sempre a uma sociedade totalitária e repressora, seja diretamente (como no caso das ditaduras, regimes fascistas e etc) ou indiretamente (como no caso dos Estados Unidos, que disfaraçaram tudo com uma roupagem democrática utilizando-se da propaganda para promover valores morais extremistas). Isso assustou muito as pessoas e o fim do século trouxe, em quase todos os aspectos, a certeza de que o correto era o liberalismo. Liberalismo político e econômico, liberalismo na arte (tudo é válido, tudo é arte), liberalismo nas convenções sociais e liberalismo na educação das crianças. 
Nada de mal até aí, pode-se considerar um avanço (principalmente no caso da educação). O probema é que, seja pelo fato de o trauma social causado pelos anos anteriores ter sido muito forte, seja por uma simples propaganda ideológica, as pessoas acabaram caindo no exagero do liberalismo, em todos os aspectos. E aí chegamos no ponto que eu queria. Os pais aprenderam que devem ser liberais com as crianças, não reprimi-lás, respeitar seu desenvolvimento natural, suas fases da vida. Mas levaram isso a um extremo, os pais hoje, na grande maioria dos casos, apenas fazem seus filhos e jogam eles no mundo. Suprem suas necessidades físicas básicas, mas não o resto. O resto o filho terá que buscar na sociedade, e o que a sociedade oferece é um prato ideológico pronto.
Muita gente gosta de falar da sede que as crianças tem pelo conhecimento, que não entendem como isso se perde, etc. Acontece que a criança não tem nenhuma sede consciente por conhecimento, ela não aprecia o conhecimento, ela precisa de conhecimento. A criança não tem as suas referências e o seu mundo interior construídos, logo ela precisa buscar fora de si os elementos para construir esse mundo, com todas as suas convenções, clichês, valores e idéias. E, pelo fato de não ter referência alguma (e estar em busca dessas referências), obviamente que a criança se interessa por qualquer coisa. Uma criança é capaz de se divertir com a coisa mais banal do mundo. E é nesse momento do crescimento que o papel dos pais se torna primordial. Não controlar, repreender ou maltratar. É sentar todo dia com um livro e ler para a criança, é simplesmente (após a alfabetização)  pegar um livro, chegar ao lado da criança e dizer &quot;hahaha! que livro ótimo!&quot; (pronto, a criança já se interessa). É colocar bons discos e boas músicas para tocar pela casa, fazer a criança crescer ouvindo aquilo (acredite, ela nunca perderá isso, estará sempre com ela). É ter tv a cabo só no quarto dos pais, ou não ter. É não deixar ficar o dia inteiro jogando video games ou usando o pc. Se você ofere à criança a possibilidade de expandir seus horizontes ela expandirá. E expandir os horizontes é exatamente o primordial para que a criança seja capaz de apreciar coisas diferentes. (como disse o poeta: &quot;quem de dentro de si não sai vai morrer sem amar ninguém&quot;- ninguém nem algo) 
Vamos ao caso das estórias. Sempre que alguém vivencia uma história (seja ela na forma que for) é oferecido a esse alguém um mundo, um universo com suas leis convenções etc. Para que a experiência aconteça de maneira satisfatória, o espectador/leitor/etc deverá ser capaz de entrar nesse universo. Ele precisa sair de si mesmo e vivenciar um mundo que não é o seu. E isso é uma das maiores, senão a maior, conquistas do ser humano. E também uma das mais difíceis. O problema hoje é que as novas gerações não são capazes de vivenciar esses outros mundos. E normalmente isso acontece porque nunca o vivenciaram antes (o instinto de repúdio ao diferente é um dos mais fortes), ou por existir uma série de preconceitos relacionados a esse mundo, ou por uma preocupação excessiva de se moldar aos padrões sociais e evitar a rejeição.
E exite ainda outro ponto que colabora para gerar toda essa situação. Que é a cultura contemporânea da idolatria do novo e, consequentemente, do jovem. Há um repúdio por tudo aquilo que for velho. Existe um total descaso para o estudo da história, um total deprezo pelo &quot;clássico&quot; e também pelas pessoas mais velhas. Isso é algo muito interessante no mundo hoje, perdeu-se muito o convívio entre pessoas velhas e jovens. O professor, os pais estão lá, mas o jovem não interage com eles em posição de igual. O jovem não quer saber o que o seu professor ou seu pai pensa, que tipo de música ele gosa, se ele escreve, pinta ou compõe. Sou aluno de artes plásticas e vejo muito isso na faculdade. A grande maioria dos alunos não estão nem aí para o trabalho dos professores, para seu universo criativo, suas referências, suas preferências. E isso tudo só colabora para aumentar a incapacidade de sair de si mesmo. Viva o novo, esqueça o velho! E aí a própria novidade se banaliza. Desde o primeiro modelo de computador pessoal, nós sempre os usamos para as mesmas coisas, há apenas diferenças em aspectos do uso, mas essencialmente é tudo o mesmo. E, ainda assim, todo ano temos milhões de novíssimos modelos como você unca viu antes!
Mas isso já é outra discussão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael Galvão, antes de mais nada gostaria de parabenizá-lo pela beleza do texto, verdadeiro retrato de uma geração.<br />
É muito acertada a sua afirmação das diferenças na maneira de ver o mundo entre as gerações. Obviamente, o mundo é diferente, não só externamente às pessoas, como internamente também.<br />
Há, entretanto, uma série de pontos (alguns já demonstrados aqui nos comentários) esquecidos ou ignorados em sua análise. Como disse o Tiago Aguiar, existe o universo de propaganda que não existia antes. Toda a sedução a que as crianças estão submetidas.<br />
E existe um ponto que considero de fundamental importância que é a relação dos pais com as crianças, sua maneira de tratá-las. O século XX foi (como acertadamente definiu Hobsbawn) a Era dos Extremos. E esses posicionamentos extremos levaram praticamente sempre a uma sociedade totalitária e repressora, seja diretamente (como no caso das ditaduras, regimes fascistas e etc) ou indiretamente (como no caso dos Estados Unidos, que disfaraçaram tudo com uma roupagem democrática utilizando-se da propaganda para promover valores morais extremistas). Isso assustou muito as pessoas e o fim do século trouxe, em quase todos os aspectos, a certeza de que o correto era o liberalismo. Liberalismo político e econômico, liberalismo na arte (tudo é válido, tudo é arte), liberalismo nas convenções sociais e liberalismo na educação das crianças.<br />
Nada de mal até aí, pode-se considerar um avanço (principalmente no caso da educação). O probema é que, seja pelo fato de o trauma social causado pelos anos anteriores ter sido muito forte, seja por uma simples propaganda ideológica, as pessoas acabaram caindo no exagero do liberalismo, em todos os aspectos. E aí chegamos no ponto que eu queria. Os pais aprenderam que devem ser liberais com as crianças, não reprimi-lás, respeitar seu desenvolvimento natural, suas fases da vida. Mas levaram isso a um extremo, os pais hoje, na grande maioria dos casos, apenas fazem seus filhos e jogam eles no mundo. Suprem suas necessidades físicas básicas, mas não o resto. O resto o filho terá que buscar na sociedade, e o que a sociedade oferece é um prato ideológico pronto.<br />
Muita gente gosta de falar da sede que as crianças tem pelo conhecimento, que não entendem como isso se perde, etc. Acontece que a criança não tem nenhuma sede consciente por conhecimento, ela não aprecia o conhecimento, ela precisa de conhecimento. A criança não tem as suas referências e o seu mundo interior construídos, logo ela precisa buscar fora de si os elementos para construir esse mundo, com todas as suas convenções, clichês, valores e idéias. E, pelo fato de não ter referência alguma (e estar em busca dessas referências), obviamente que a criança se interessa por qualquer coisa. Uma criança é capaz de se divertir com a coisa mais banal do mundo. E é nesse momento do crescimento que o papel dos pais se torna primordial. Não controlar, repreender ou maltratar. É sentar todo dia com um livro e ler para a criança, é simplesmente (após a alfabetização)  pegar um livro, chegar ao lado da criança e dizer &#8220;hahaha! que livro ótimo!&#8221; (pronto, a criança já se interessa). É colocar bons discos e boas músicas para tocar pela casa, fazer a criança crescer ouvindo aquilo (acredite, ela nunca perderá isso, estará sempre com ela). É ter tv a cabo só no quarto dos pais, ou não ter. É não deixar ficar o dia inteiro jogando video games ou usando o pc. Se você ofere à criança a possibilidade de expandir seus horizontes ela expandirá. E expandir os horizontes é exatamente o primordial para que a criança seja capaz de apreciar coisas diferentes. (como disse o poeta: &#8220;quem de dentro de si não sai vai morrer sem amar ninguém&#8221;- ninguém nem algo)<br />
Vamos ao caso das estórias. Sempre que alguém vivencia uma história (seja ela na forma que for) é oferecido a esse alguém um mundo, um universo com suas leis convenções etc. Para que a experiência aconteça de maneira satisfatória, o espectador/leitor/etc deverá ser capaz de entrar nesse universo. Ele precisa sair de si mesmo e vivenciar um mundo que não é o seu. E isso é uma das maiores, senão a maior, conquistas do ser humano. E também uma das mais difíceis. O problema hoje é que as novas gerações não são capazes de vivenciar esses outros mundos. E normalmente isso acontece porque nunca o vivenciaram antes (o instinto de repúdio ao diferente é um dos mais fortes), ou por existir uma série de preconceitos relacionados a esse mundo, ou por uma preocupação excessiva de se moldar aos padrões sociais e evitar a rejeição.<br />
E exite ainda outro ponto que colabora para gerar toda essa situação. Que é a cultura contemporânea da idolatria do novo e, consequentemente, do jovem. Há um repúdio por tudo aquilo que for velho. Existe um total descaso para o estudo da história, um total deprezo pelo &#8220;clássico&#8221; e também pelas pessoas mais velhas. Isso é algo muito interessante no mundo hoje, perdeu-se muito o convívio entre pessoas velhas e jovens. O professor, os pais estão lá, mas o jovem não interage com eles em posição de igual. O jovem não quer saber o que o seu professor ou seu pai pensa, que tipo de música ele gosa, se ele escreve, pinta ou compõe. Sou aluno de artes plásticas e vejo muito isso na faculdade. A grande maioria dos alunos não estão nem aí para o trabalho dos professores, para seu universo criativo, suas referências, suas preferências. E isso tudo só colabora para aumentar a incapacidade de sair de si mesmo. Viva o novo, esqueça o velho! E aí a própria novidade se banaliza. Desde o primeiro modelo de computador pessoal, nós sempre os usamos para as mesmas coisas, há apenas diferenças em aspectos do uso, mas essencialmente é tudo o mesmo. E, ainda assim, todo ano temos milhões de novíssimos modelos como você unca viu antes!<br />
Mas isso já é outra discussão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Pedro Marques</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-20964</link>
		<dc:creator>Pedro Marques</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 05:31:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-20964</guid>
		<description>Felizmente, eu consegui ter uma infância bem incomum: tenho 19 anos e, até os 12, já tinha devorado a coleção dos clássicos infanto-juvenis. Li o &quot;Capitão Tormenta&quot;, &quot;A Odisséia&quot; (era o meu preferido, até hoje eu pego pra ler de vez em quando), &quot;Os Três Mosqueteiros&quot;, &quot;Ben-Hur&quot;... títulos que serviram como uma maravilhosa introdução ao hábito da leitura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Felizmente, eu consegui ter uma infância bem incomum: tenho 19 anos e, até os 12, já tinha devorado a coleção dos clássicos infanto-juvenis. Li o &#8220;Capitão Tormenta&#8221;, &#8220;A Odisséia&#8221; (era o meu preferido, até hoje eu pego pra ler de vez em quando), &#8220;Os Três Mosqueteiros&#8221;, &#8220;Ben-Hur&#8221;&#8230; títulos que serviram como uma maravilhosa introdução ao hábito da leitura.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: pinheiro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-20962</link>
		<dc:creator>pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 18:24:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-20962</guid>
		<description>Os tempos são outros, sem duvida.
Interessante ver como o que você acabou de escrever vem bem a calhar com o que estavámos ontem a discutir poraqui.
Ao passar pelos inúmeros camelôs da Rua São Bento, dia desses, um deles vendia algo como aquelas pomadas &quot;milagrosas&quot;, o que me avivou a memória dos caras que vez por outra passavam por Itapetininga, vendendo algo semelhante, além de pós e outro truques.
O mote da atenção ficava por conta de uma &quot;mala&quot;, onde o cabra dizia haver uma cobra. O povo ficava na espectativa então da cobra.
Minha reminiscência acabou por constatar os &quot;tenpos outros&quot;, onde ninguém mais cairia na lorota da cobra.
O assunto veio com alguma &quot;lorota&quot; que a patroa quis pregar ao pequeno, de onde lembrei da pomada e da cobra na mala, para finalizar que nem as crianças mais caem em qualquer conversa, nem os bem miúdos, como o meu.
Ou seja, foi-se o tempo, o que é em parte o que você diz aí em cima.
Ou não?
Grande abrassss.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os tempos são outros, sem duvida.<br />
Interessante ver como o que você acabou de escrever vem bem a calhar com o que estavámos ontem a discutir poraqui.<br />
Ao passar pelos inúmeros camelôs da Rua São Bento, dia desses, um deles vendia algo como aquelas pomadas &#8220;milagrosas&#8221;, o que me avivou a memória dos caras que vez por outra passavam por Itapetininga, vendendo algo semelhante, além de pós e outro truques.<br />
O mote da atenção ficava por conta de uma &#8220;mala&#8221;, onde o cabra dizia haver uma cobra. O povo ficava na espectativa então da cobra.<br />
Minha reminiscência acabou por constatar os &#8220;tenpos outros&#8221;, onde ninguém mais cairia na lorota da cobra.<br />
O assunto veio com alguma &#8220;lorota&#8221; que a patroa quis pregar ao pequeno, de onde lembrei da pomada e da cobra na mala, para finalizar que nem as crianças mais caem em qualquer conversa, nem os bem miúdos, como o meu.<br />
Ou seja, foi-se o tempo, o que é em parte o que você diz aí em cima.<br />
Ou não?<br />
Grande abrassss.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Tiago Azevedo de Aguiar</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-20955</link>
		<dc:creator>Tiago Azevedo de Aguiar</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 23:10:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-20955</guid>
		<description>Eu fui tarado na Xuxa...

Mas a questão, que discordei e quiz pontuar, é que cada vez mais as crianças são mais erotizadas. Nos anos 60, menos que nos 70 e assim sucessivamente.

As crianças tem menos interesses pela imaginação, mais pelo consumo, e o novo está altamente relacionado a isso.

O que defendo, é que se bem direcionado, o interesse pode existir.

Mas o seu texto é excelente (como sempre)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu fui tarado na Xuxa&#8230;</p>
<p>Mas a questão, que discordei e quiz pontuar, é que cada vez mais as crianças são mais erotizadas. Nos anos 60, menos que nos 70 e assim sucessivamente.</p>
<p>As crianças tem menos interesses pela imaginação, mais pelo consumo, e o novo está altamente relacionado a isso.</p>
<p>O que defendo, é que se bem direcionado, o interesse pode existir.</p>
<p>Mas o seu texto é excelente (como sempre)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rafael Galvão</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-20954</link>
		<dc:creator>Rafael Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 22:21:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-20954</guid>
		<description>Colafina,
Eu tenho uns livros preferidos da infância, a coleção &quot;Clássicos da Literatura Juvenil&quot;. É facilmente achada nos sebos e foi reeditada várias vezes até o comecinho dos anos 80. Eu comprei vários para minha filha. Ela praticamente os ignora até hoje. Enquanto isso devorou as séries Harry Potter e Crepúsculo. Vai entender um negócio desses. :)

Tiago,
O texto não falou da erotização de crianças. E se eu ainda tivesse idade nos anos 80, ia ser tarado pela Xuxa.

Carol,
Você tem razão. TV distrai. TV a cabo distrai mais ainda.

Hélio,
Você tem toda a razão. Eu não sei como não me toquei sobre as HQs. Porque a chegada do Superman é um elemento fundamental nesse processo: a partir dali a aventura deixaria de ser personificada por pessoas reais e seria substituída por, err, &quot;super-homens&quot;. Acho que a chegada e a consolidação dos quadrinhos de super-heróis foi fundamental para essa mudança de percepção da criançada. A história de Bonny, Rackham e Read é real, sim. Deve estar disponível na internet, e na Amazon dá para achar alguns livros sobre a história da pirataria. Atualmente, nas bancas, tem um livrinho ilustrado à venda, &quot;Piratas&quot;, que conta essa história. Foi de lá que eu tirei, mas é um livro meio confuso e certamente superficial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Colafina,<br />
Eu tenho uns livros preferidos da infância, a coleção &#8220;Clássicos da Literatura Juvenil&#8221;. É facilmente achada nos sebos e foi reeditada várias vezes até o comecinho dos anos 80. Eu comprei vários para minha filha. Ela praticamente os ignora até hoje. Enquanto isso devorou as séries Harry Potter e Crepúsculo. Vai entender um negócio desses. :)</p>
<p>Tiago,<br />
O texto não falou da erotização de crianças. E se eu ainda tivesse idade nos anos 80, ia ser tarado pela Xuxa.</p>
<p>Carol,<br />
Você tem razão. TV distrai. TV a cabo distrai mais ainda.</p>
<p>Hélio,<br />
Você tem toda a razão. Eu não sei como não me toquei sobre as HQs. Porque a chegada do Superman é um elemento fundamental nesse processo: a partir dali a aventura deixaria de ser personificada por pessoas reais e seria substituída por, err, &#8220;super-homens&#8221;. Acho que a chegada e a consolidação dos quadrinhos de super-heróis foi fundamental para essa mudança de percepção da criançada. A história de Bonny, Rackham e Read é real, sim. Deve estar disponível na internet, e na Amazon dá para achar alguns livros sobre a história da pirataria. Atualmente, nas bancas, tem um livrinho ilustrado à venda, &#8220;Piratas&#8221;, que conta essa história. Foi de lá que eu tirei, mas é um livro meio confuso e certamente superficial.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: hélio jesuíno</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-20952</link>
		<dc:creator>hélio jesuíno</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 11:20:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-20952</guid>
		<description>Sou de um geração anterior. Na TV peguei paladino do oeste, os intocáveis, rintintim, o menino do circo... nos livros os mesmos e eternos dumas, kipling, stevenson , julio verne e quejandos, a maioria deles da nunca assasz incensada coleção terramarear. Belas aquarelas na capa e contracap-a listrada de azul e branco.Dessa coleção  sobrou-me apenas um, CAninos Brancos do jack london.
Livros e seriados formam para mim um arquipélago de deliciosas lembranças, verdadeira arca do tesouro que  abro de vez em quando e vem aquele cheiro de mato e cavalo das férias na fazenda e a maresia de antigas copacabanas.
Aliás o Biajoni tem um texto no amálgama onde ele fala dessas leituras de formação e inclui outro elemento fundamental  - as HQs.
VAle outro post hem, Rafael?

PS - Essa história da Diadorim do caribe, foi assim mesmo? tem algum livro sobre isso?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou de um geração anterior. Na TV peguei paladino do oeste, os intocáveis, rintintim, o menino do circo&#8230; nos livros os mesmos e eternos dumas, kipling, stevenson , julio verne e quejandos, a maioria deles da nunca assasz incensada coleção terramarear. Belas aquarelas na capa e contracap-a listrada de azul e branco.Dessa coleção  sobrou-me apenas um, CAninos Brancos do jack london.<br />
Livros e seriados formam para mim um arquipélago de deliciosas lembranças, verdadeira arca do tesouro que  abro de vez em quando e vem aquele cheiro de mato e cavalo das férias na fazenda e a maresia de antigas copacabanas.<br />
Aliás o Biajoni tem um texto no amálgama onde ele fala dessas leituras de formação e inclui outro elemento fundamental  &#8211; as HQs.<br />
VAle outro post hem, Rafael?</p>
<p>PS &#8211; Essa história da Diadorim do caribe, foi assim mesmo? tem algum livro sobre isso?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: fm</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-20950</link>
		<dc:creator>fm</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 21:36:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-20950</guid>
		<description>Você termina de forma meio melancólica, mas pelo menos não podem nos chamar de Carolinas eheheh.
Mas um coisa que vc , talvez, se esqueça é que a maioria dos filmes são baseados em obras literárias. 
Então eu encaro seu texto não só como uma crítica ao cinema, mas também à literatura.
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você termina de forma meio melancólica, mas pelo menos não podem nos chamar de Carolinas eheheh.<br />
Mas um coisa que vc , talvez, se esqueça é que a maioria dos filmes são baseados em obras literárias.<br />
Então eu encaro seu texto não só como uma crítica ao cinema, mas também à literatura.<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Carol Ribeiro</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/02/a-ilha-do-tesouro/comment-page-1/#comment-20949</link>
		<dc:creator>Carol Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:02:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3010#comment-20949</guid>
		<description>É que nós temos uma certa cultura de ter tv. Alguém ai já experimentou não ter tv em casa? Ou apenas uma lá no canto, que só pode ser ligada 2 horas por dia.

3 anos sem tv e te digo, nunca li tanto na minha vida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É que nós temos uma certa cultura de ter tv. Alguém ai já experimentou não ter tv em casa? Ou apenas uma lá no canto, que só pode ser ligada 2 horas por dia.</p>
<p>3 anos sem tv e te digo, nunca li tanto na minha vida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

<!-- Dynamic Page Served (once) in 0.462 seconds -->
