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	<title>Comments for Rafael Galvão</title>
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		<title>Comment on Daniel Boone by MAURICIO RODRIGUES PIONORIO FREIRE</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2003/11/daniel-boone/comment-page-2/#comment-21142</link>
		<dc:creator>MAURICIO RODRIGUES PIONORIO FREIRE</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 04:55:50 +0000</pubDate>
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		<description>QUANDO OUVI A MUSICA TEMA DE ABERTURA,DE DANIEL BOONE,EM 2004,EU CHOREI DIANTE DO COMPUTADOR E CHAMEI MINHAS IRMAS PARA QUE OUVISSEM TAMBEM.RECORDAMOS TANTA COISA BOA DE NOSSA INFANCIA.NESSA EPOCA NAO EXISTIA AINDA O YOU TUBE,E NAO PUDEMOS VER O VIDEO DE ABERTURA.A MUSICA ENTROU EM NOSSOS CORAÇOES E DESPERTOU LEMBRANÇAS MARAVILHOSAS HA MUITO ADORMECIDAS.FIQUEI MUITO EMOCIONADO TAMBEM AO LER OS DEPOIMENTOS DOS OUTROS LEITORES DO BLOG.EU GOSTARIA DE APROVEITAR A OPORTUNIDADE PARA DESEJAR A ATODOS OS AFICIONADOS DE DANIEL BOONE UM ANO DE 2010
COM TRABALHO,PAZ,SAUDE E ALEGRIA.E QUE,EM NOME DE JESUS CRISTO,DEUS OS ABENÇOE E
OS LIVRE DO MAL!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>QUANDO OUVI A MUSICA TEMA DE ABERTURA,DE DANIEL BOONE,EM 2004,EU CHOREI DIANTE DO COMPUTADOR E CHAMEI MINHAS IRMAS PARA QUE OUVISSEM TAMBEM.RECORDAMOS TANTA COISA BOA DE NOSSA INFANCIA.NESSA EPOCA NAO EXISTIA AINDA O YOU TUBE,E NAO PUDEMOS VER O VIDEO DE ABERTURA.A MUSICA ENTROU EM NOSSOS CORAÇOES E DESPERTOU LEMBRANÇAS MARAVILHOSAS HA MUITO ADORMECIDAS.FIQUEI MUITO EMOCIONADO TAMBEM AO LER OS DEPOIMENTOS DOS OUTROS LEITORES DO BLOG.EU GOSTARIA DE APROVEITAR A OPORTUNIDADE PARA DESEJAR A ATODOS OS AFICIONADOS DE DANIEL BOONE UM ANO DE 2010<br />
COM TRABALHO,PAZ,SAUDE E ALEGRIA.E QUE,EM NOME DE JESUS CRISTO,DEUS OS ABENÇOE E<br />
OS LIVRE DO MAL!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Comentários vagabundos by Akakiev</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/03/comentarios-vagabundos/comment-page-1/#comment-21141</link>
		<dc:creator>Akakiev</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 23:53:35 +0000</pubDate>
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		<description>Gladstone, não disse que tenho uma solução, apesar de que você mesmo &quot;cantou a bola&quot;: pagamento  diferenciado por mérito e desempenho. Detesto ver o pessoal desqualificado e os que fazem corpo mole tendo a mesma remuneração que quem está bem preparado e dá o sangue.

Mas como você mesmo disse os sindicatos de ensino são burramente e corporativistamente contra. Mas os administradores também não querem ter o trabalho de implantar: é mais fácil e barato pagar mal a todo mundo.

Sem falar na dificuldade em estabelecer critérios. O professor que dá aula em uma escola de periferia terá sempre seus alunos obtendo, na média, resultados piores do que os de uma escola central sem que isso signifique que ele é um professor pior. Isso para não falar nos professores (muito comuns) que tem índices de aprvação maravilhosos, apesar de seus alunos não saberem nem regra de três... Um sistema de avaliação tem que levar TODOS esses fatores em conta.

Como é complicado de fazer a administração não quer ter trabalho.. Já que o sindicato não quer mesmo junta a falta de fome com a vontade de não comer.

Mas meu questionamento não foi esse!

Eu chamei atenção para o fato que, permanecendo esse nível salarial para professores, não teremos gente capacitada no sistema de ensino público e, muitas vezes, nem mesmo no sistema privado.

Enquanto o magistério, que exige 4 anos de ensino superior, pagar menos que ocupações que exigem ensino médio mal feito, o que você terá é professor de português que não consegue escrever um parágrafo que faça sentido. E sempre tem uma faculdade disposta a dar diploma para um cara desses, desde que pague a mensalidade.

Repito: se o mercado de trabalho &quot;julga&quot; que R$ 1.500,00 está ótimo para um professor (principalmente da rede pública de ensino) por que está acima da média salarial do brasileiro, perfeito. Só que aí não vale reclamar. Lei da oferta e da procura: só atrairá gente com baixa qualificação com as consequências previsíveis para a qualidade de ensino....

Como falei no início, não disse que tenho a solução....

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gladstone, não disse que tenho uma solução, apesar de que você mesmo &#8220;cantou a bola&#8221;: pagamento  diferenciado por mérito e desempenho. Detesto ver o pessoal desqualificado e os que fazem corpo mole tendo a mesma remuneração que quem está bem preparado e dá o sangue.</p>
<p>Mas como você mesmo disse os sindicatos de ensino são burramente e corporativistamente contra. Mas os administradores também não querem ter o trabalho de implantar: é mais fácil e barato pagar mal a todo mundo.</p>
<p>Sem falar na dificuldade em estabelecer critérios. O professor que dá aula em uma escola de periferia terá sempre seus alunos obtendo, na média, resultados piores do que os de uma escola central sem que isso signifique que ele é um professor pior. Isso para não falar nos professores (muito comuns) que tem índices de aprvação maravilhosos, apesar de seus alunos não saberem nem regra de três&#8230; Um sistema de avaliação tem que levar TODOS esses fatores em conta.</p>
<p>Como é complicado de fazer a administração não quer ter trabalho.. Já que o sindicato não quer mesmo junta a falta de fome com a vontade de não comer.</p>
<p>Mas meu questionamento não foi esse!</p>
<p>Eu chamei atenção para o fato que, permanecendo esse nível salarial para professores, não teremos gente capacitada no sistema de ensino público e, muitas vezes, nem mesmo no sistema privado.</p>
<p>Enquanto o magistério, que exige 4 anos de ensino superior, pagar menos que ocupações que exigem ensino médio mal feito, o que você terá é professor de português que não consegue escrever um parágrafo que faça sentido. E sempre tem uma faculdade disposta a dar diploma para um cara desses, desde que pague a mensalidade.</p>
<p>Repito: se o mercado de trabalho &#8220;julga&#8221; que R$ 1.500,00 está ótimo para um professor (principalmente da rede pública de ensino) por que está acima da média salarial do brasileiro, perfeito. Só que aí não vale reclamar. Lei da oferta e da procura: só atrairá gente com baixa qualificação com as consequências previsíveis para a qualidade de ensino&#8230;.</p>
<p>Como falei no início, não disse que tenho a solução&#8230;.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Comentários vagabundos by Gladstone</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/03/comentarios-vagabundos/comment-page-1/#comment-21140</link>
		<dc:creator>Gladstone</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 23:08:03 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;O normal é ter aluno de licenciatura em matemática que não sabe nem equação do segundo grau. Os alunos com bom preparo simplesmente não estão interessados na perspectiva de uma carreira de professor, devido aos baixos salários. Seguem exatamente a sugestão: não gostou, procura outro emprego.&quot;
    E quanto você acha que deveria ser o salário para atrair quem consegue passar em medicina e engenharia para o magistério? E por que aumentar o salários dos que já estão lá e não conhecem equações do segundo grau? Afinal, os sindicatos do ensino público têm horror a pagamento diferenciado por mérito, exames que mostrem quais professores realmente conhecem a matéria que lecionam, etc. No final, o pessoal que não conhece equação do segundo grau vai ganhar salário de popstar, mesmo fazendo mais do mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O normal é ter aluno de licenciatura em matemática que não sabe nem equação do segundo grau. Os alunos com bom preparo simplesmente não estão interessados na perspectiva de uma carreira de professor, devido aos baixos salários. Seguem exatamente a sugestão: não gostou, procura outro emprego.&#8221;<br />
    E quanto você acha que deveria ser o salário para atrair quem consegue passar em medicina e engenharia para o magistério? E por que aumentar o salários dos que já estão lá e não conhecem equações do segundo grau? Afinal, os sindicatos do ensino público têm horror a pagamento diferenciado por mérito, exames que mostrem quais professores realmente conhecem a matéria que lecionam, etc. No final, o pessoal que não conhece equação do segundo grau vai ganhar salário de popstar, mesmo fazendo mais do mesmo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Comentários vagabundos by Akakiev</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/03/comentarios-vagabundos/comment-page-1/#comment-21137</link>
		<dc:creator>Akakiev</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 16:44:13 +0000</pubDate>
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		<description>Antes de mais nada sou professor em instituição federal, portanto &quot;suspeito&quot;.

Dito isso, eu acho que realmente as greves no serviço público têm sido abusivas. Não só por que os funcionários não podem ser demitidos e descontados no salário, como no setor privado. Mas também (ou principalmente) por que os que decidem (governantes) não são os prejudicados, ao contrário do setor privado. Se não aparecer na TV escola e hspital pode fazer greve eterna que o governo (e quem pode influenciá-los) não está nem aí.

Até por isso elas têm se tornado cada vez mais eficientes e hipócritas. Tanto que na última vez que houve uma ameaça de greve no meu trabalho (que não se realizou) eu fui contra.

Realmente, quem está recebendo salário tem que trabalhar. Pode estar puto, insatisfeito, mas tem que cumprir sua obrigação sim, isso não se discute. Não está mais valendo a pena? Tenta mudar, mas enquanto ficar tem que trabalhar.

Só que eu não concordo com o tom de &quot;não pode reclamar por que sabia que ia ser assim&quot;. Pelos seguintes motivos:

1) No serviço público em especial, mas também no setor privado, o salário de hoje não é o que você aceitou inicialmente. A inflação está baixa, mas 5% ao ano durante 5 anos representa uma perda de 1/4 do salário real. Posso dar como exemplo exatamente as universidades federais. Depois de 8 anos de governo FHC, particamente sem reajustes, o salário tinha um valor real  inferior a 50% do valor que tinha FHC assumiu. Então quem fez concurso em 1994 não sabia que ia ganhar o que ganhava em 2002. O Lula recompos em boa parte as perdas, mas ainda está bem inferior ao valor de 1994. OBS: Eu, pessoalmente, não posso reclamar pois está melhor do que quando entrei em 2006, mas me preocupo com os próximos anos.

2) OK, não está satisfeito, vai para outro  emprego. Só que isso não é tão simples assim, nem no serviço público, nem no setor privado, nem para empresários, nem para profissionais autônomos. O mercado, incluisive o de trabalho, não é essa maravilha ideal que se prega. Portanto, não é tão simples assim procurar outro emprego, como todos nós sabemos muito bem. Da mesma maneira que não é simples mudar o foco do negócio de sua empresa, ou mudar de profissão para um autônomo.
O empregado, seja público ou privado,  tem, em maior ou menor grau, o recurso do protesto via greve. O autônomo ou empresário não tem, apesar de terem, também em maior ou menor grau, outras formas de pressão.

É obrigação do funcionário cumprir sua obrigação e trabalhar direito? Sim!!! Em especial no caso do servidor público. Mas simplesmente dizer que não deve fazer greve por que se não está gostado é só mudar de emprego é um argumento simplista demais.

3) Algumas profissões são melhor remuneradas do que outras e a vida é assim mesmo? É verdade.

Quando meus amigos que são médicos reclamam eu costumo lembrá-los que o que eles estão considerando salários ruins são o topo da pirâmede em carreiras que têm níveis de formação e exigências equivalentes.

É a lei de mercado que diz que um professor ganhar R$ 1.800,00 reais na rede pública é bom salário? É maior que a média salaria nacional (que inclui do executiivo ao gari? Perfeito!

Mas lembre-se que, pagando salário de nível médio (não precisa nem fazer curso técnico), vai ser difícil achar gente disposta a fazer 4 anos de faculdade de física, química, biologia, ou qualquer outra área, para depois ser professor e ganhar esse salário.

Aliás, acha-se sim quem considere o salário interessante: a maioria dos alunos que atualmente estão dispostos a fazer licenciatura são aqueles que não conseguem passar em mais nada. O normal é ter aluno de licenciatura em matemática que não sabe nem equação do segundo grau. Os alunos com bom preparo simplesmente não estão interessados na perspectiva de uma carreira de professor, devido aos baixos salários. Seguem exatamente a sugestão: não gostou, procura outro emprego.

Mas não tem problema pois esses alunos sem preparo farão cursos de licenciatura meia boca e irão mesmo dar aula na rede pública. Só não vale depois reclamar da qualidade do ensino público...

ATENÇÃO: Não estou dizendo que essa é a única causa da baixa qualidade do ensino público, mas no ensino de ciências é uns 70% do problema.

Abraços a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais nada sou professor em instituição federal, portanto &#8220;suspeito&#8221;.</p>
<p>Dito isso, eu acho que realmente as greves no serviço público têm sido abusivas. Não só por que os funcionários não podem ser demitidos e descontados no salário, como no setor privado. Mas também (ou principalmente) por que os que decidem (governantes) não são os prejudicados, ao contrário do setor privado. Se não aparecer na TV escola e hspital pode fazer greve eterna que o governo (e quem pode influenciá-los) não está nem aí.</p>
<p>Até por isso elas têm se tornado cada vez mais eficientes e hipócritas. Tanto que na última vez que houve uma ameaça de greve no meu trabalho (que não se realizou) eu fui contra.</p>
<p>Realmente, quem está recebendo salário tem que trabalhar. Pode estar puto, insatisfeito, mas tem que cumprir sua obrigação sim, isso não se discute. Não está mais valendo a pena? Tenta mudar, mas enquanto ficar tem que trabalhar.</p>
<p>Só que eu não concordo com o tom de &#8220;não pode reclamar por que sabia que ia ser assim&#8221;. Pelos seguintes motivos:</p>
<p>1) No serviço público em especial, mas também no setor privado, o salário de hoje não é o que você aceitou inicialmente. A inflação está baixa, mas 5% ao ano durante 5 anos representa uma perda de 1/4 do salário real. Posso dar como exemplo exatamente as universidades federais. Depois de 8 anos de governo FHC, particamente sem reajustes, o salário tinha um valor real  inferior a 50% do valor que tinha FHC assumiu. Então quem fez concurso em 1994 não sabia que ia ganhar o que ganhava em 2002. O Lula recompos em boa parte as perdas, mas ainda está bem inferior ao valor de 1994. OBS: Eu, pessoalmente, não posso reclamar pois está melhor do que quando entrei em 2006, mas me preocupo com os próximos anos.</p>
<p>2) OK, não está satisfeito, vai para outro  emprego. Só que isso não é tão simples assim, nem no serviço público, nem no setor privado, nem para empresários, nem para profissionais autônomos. O mercado, incluisive o de trabalho, não é essa maravilha ideal que se prega. Portanto, não é tão simples assim procurar outro emprego, como todos nós sabemos muito bem. Da mesma maneira que não é simples mudar o foco do negócio de sua empresa, ou mudar de profissão para um autônomo.<br />
O empregado, seja público ou privado,  tem, em maior ou menor grau, o recurso do protesto via greve. O autônomo ou empresário não tem, apesar de terem, também em maior ou menor grau, outras formas de pressão.</p>
<p>É obrigação do funcionário cumprir sua obrigação e trabalhar direito? Sim!!! Em especial no caso do servidor público. Mas simplesmente dizer que não deve fazer greve por que se não está gostado é só mudar de emprego é um argumento simplista demais.</p>
<p>3) Algumas profissões são melhor remuneradas do que outras e a vida é assim mesmo? É verdade.</p>
<p>Quando meus amigos que são médicos reclamam eu costumo lembrá-los que o que eles estão considerando salários ruins são o topo da pirâmede em carreiras que têm níveis de formação e exigências equivalentes.</p>
<p>É a lei de mercado que diz que um professor ganhar R$ 1.800,00 reais na rede pública é bom salário? É maior que a média salaria nacional (que inclui do executiivo ao gari? Perfeito!</p>
<p>Mas lembre-se que, pagando salário de nível médio (não precisa nem fazer curso técnico), vai ser difícil achar gente disposta a fazer 4 anos de faculdade de física, química, biologia, ou qualquer outra área, para depois ser professor e ganhar esse salário.</p>
<p>Aliás, acha-se sim quem considere o salário interessante: a maioria dos alunos que atualmente estão dispostos a fazer licenciatura são aqueles que não conseguem passar em mais nada. O normal é ter aluno de licenciatura em matemática que não sabe nem equação do segundo grau. Os alunos com bom preparo simplesmente não estão interessados na perspectiva de uma carreira de professor, devido aos baixos salários. Seguem exatamente a sugestão: não gostou, procura outro emprego.</p>
<p>Mas não tem problema pois esses alunos sem preparo farão cursos de licenciatura meia boca e irão mesmo dar aula na rede pública. Só não vale depois reclamar da qualidade do ensino público&#8230;</p>
<p>ATENÇÃO: Não estou dizendo que essa é a única causa da baixa qualidade do ensino público, mas no ensino de ciências é uns 70% do problema.</p>
<p>Abraços a todos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Comentários vagabundos by Walber</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/03/comentarios-vagabundos/comment-page-1/#comment-21136</link>
		<dc:creator>Walber</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 15:22:59 +0000</pubDate>
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		<description>Deixa ver se eu entendi: &quot;A greve é um direito inalienável de qualquer trabalhador&quot;, mas &quot;quando esses vagabundos prestaram concurso, sabiam exatamente quanto iam ganhar&quot; como qualquer outro trabalhador, eu presumo. 

Então apesar de ser um direito inalienável ela é injustificável afinal todo trabalhador, ou pelo menos a maioria, sabe quanto vai ganhar quando começa um trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa ver se eu entendi: &#8220;A greve é um direito inalienável de qualquer trabalhador&#8221;, mas &#8220;quando esses vagabundos prestaram concurso, sabiam exatamente quanto iam ganhar&#8221; como qualquer outro trabalhador, eu presumo. </p>
<p>Então apesar de ser um direito inalienável ela é injustificável afinal todo trabalhador, ou pelo menos a maioria, sabe quanto vai ganhar quando começa um trabalho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on &#8220;Das coisas que me irritam&#8221;, ou &#8220;Vai trabalhar, vagabundo&#8221; by Nicolle</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/03/das-coisas-que-me-irritam-ou-vai-trabalhar-vagabundo/comment-page-1/#comment-21134</link>
		<dc:creator>Nicolle</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 08:42:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3083#comment-21134</guid>
		<description>Sou filha de uma professora de Cabo Frio, RJ. Lembro bem de que o salário dela quando entrou era de 330,00 brutos, ou seja, com os descontos era ainda menos do que isto. A contratação foi em 1998, e você pode alegar que 330,00 valiam mais naquela época, mas ainda assim era uma miséria, utilizada para sustentar mais duas filhas pequenas... Por que ela tentou esse concurso? Por que ficou desempregada com a privatização da telerj e não havia outra opção. Por que estou dizendo isso? Me senti profundamente ofendida em minha história quando li este texto, por mim e por vários outros professores que além de ganharem mal, tomam porrada da polícia quando fazem greve e sequer são valorizados por educarem SEUS filhos. Pense no seguinte:

Por 2000 reais você lutaria contra traficantes no morro do alemão, na rocinha ou na maré? E se eu acrescentasse que eles estão em maior número, mais bem armados e talvez até mais organizados que você?

Por pouco mais de 500 reais você trabalharia de segunda à sexta sob condições de trabalho precárias das escolas públicas brasileiras? E se eu acrescentar aí que a escola referida fica numa comunidade carente, seus alunos estão sendo recrutados para o tráfico e até ameaças de morte você recebe?

Já foi em um hospital público? Eu já fui em alguns. Você pode reclamar que o salário é &quot;bom&quot; e considerando a renda média do brasileiro eu não poderia discordar, mas você é capaz e imaginar a que tipos de condições de trabalho eles estão submetidos? O nível e contaminação dos hospitais publicos é bizarro pra dizer no mínimo. Falta medicamentos, equipamentos, assepsia adequada... Sem contar a situação de um médico socorrista: eles trabalham por plantão (normalmente é um recém-formado) e atendem todo tipo de enfermidade: unha encravada, baleados, doenças infecto-contagiosas, bêbados, moribundos de todos os tipos. Então tá: você trabalha em um local onde TUDO é urgente e você precisa saber resolver todos os tipos de enfermidade, está sujeito à várias doenças infecto-contagiosas, está sempre a um pulo de ser agredido pelos familiares dos pacientes, vê gente morrendo todo dia ou quase e ainda vem um sujeito que não faz idéia do que é isso dizer que você está &quot;aposentado&quot;! Então ta! Por quanto você encararia isso? Eu mesma já quis e desisti...

E o que dizer dos professores universitários? Muitos de fato estão bem obrigada, afinal estão dando aulas em instituições pagas ou em pós-graduações pagas que funcionam dentro das universidades públicas...Tem professor ganhando a partir de 30 mil reais por mês...

Mas daí eu vou para a minha universidade em particular, a UFF: A engenharia vai bem obrigada, mas o campus de humanas é mais ou menos assim: Os prédios são velhos, elevadores quase nunca funcionam, os banheiros estão quase sempre sujos, pois se economiza até no material de limpeza e no papel higiênico... O material de escritório muitas vezes é pago pelos próprios funcionários num esquema de &quot;vaquinha&quot; e como o quadro de professores é cada vez menor, cada um deles assume uma carga cada vez maior de trabalho. No caso da psicologia por exemplo, os professores se dividem entre dar matérias obrigatórias, optativas, estágio supervisionado obrigatório, matérias de outros cursos e ainda administrar em várias instâncias o departamento, a coordenação, os estágios. Podemos ainda incluir aí a pesquisa e a extensão. Em um prazo de 10 anos o quadro de professores caiu de 55 professores para menos de 40. os professores que se aposentaram, pediram demissão ou morreram não foram substituídos e os concursos que aconteceram recentemente não tem o propósito de curar a defasagem, mas sim, ampliar o número de vagas no curso com o menor custo possível. 

Daí você argumenta que uma pessoa que é contratada com um salário X, não pode reclamar depois, afinal, ninguém o obrigou a prestar concurso, porém os servidores federais para dar um exemplo, tiveram perda salarial de aproximadamente 70% desde o Sarney. Você aceitaria ficar com menos 70% do seu salário?

Parece que para o senhor, contribuir para o desenvolvimento do conhecimento (científico, artístico, cultural)  de seu país não é importante. As Universidade públicas estão em decadência, existe uma morte anunciada há tempos, cada vez mais as Universidades se transformam em meras fábricas e seus professores e demais funcionários se tornam cada vez mais proletários. 

Acho que em cada um deles o que incomoda mais não é o salário, por que este ainda é privilegiado, mas sim o fato de estar perdendo espaço para cursos à distância, turmas inchadas, mercantilização do ensino... 

O ensino virou mercadoria e não há mais volta. Uma pena, eu queria ser professora universitária e contribuir para a produção de conhecimento do meu país e quem sabe fazer a diferença. Não será possível, vou ter que ir fazer a diferença em outro lugar, quem sabe?

Resumindo o que eu disse: sou do interior do Estado do Rio de Janeiro, freqüentei escolas públicas, hospitais públicos, meus pais passaram privações no governo Collor, ficaram desempregados no governo no FHC, minha mãe é funcionária pública, eu freqüentei uma universidade pública (e ainda faço mestrado), mas sou uma mera garçonete atualmente. Daí eu não tenho como não me revoltar com um texto tão pornograficamente reacionário como este, afinal, fora minha biografia proporcionar isto, tua própria visão é burguesa, provinciana e pueril. Não te respeito mais e é por causa destes dois textos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou filha de uma professora de Cabo Frio, RJ. Lembro bem de que o salário dela quando entrou era de 330,00 brutos, ou seja, com os descontos era ainda menos do que isto. A contratação foi em 1998, e você pode alegar que 330,00 valiam mais naquela época, mas ainda assim era uma miséria, utilizada para sustentar mais duas filhas pequenas&#8230; Por que ela tentou esse concurso? Por que ficou desempregada com a privatização da telerj e não havia outra opção. Por que estou dizendo isso? Me senti profundamente ofendida em minha história quando li este texto, por mim e por vários outros professores que além de ganharem mal, tomam porrada da polícia quando fazem greve e sequer são valorizados por educarem SEUS filhos. Pense no seguinte:</p>
<p>Por 2000 reais você lutaria contra traficantes no morro do alemão, na rocinha ou na maré? E se eu acrescentasse que eles estão em maior número, mais bem armados e talvez até mais organizados que você?</p>
<p>Por pouco mais de 500 reais você trabalharia de segunda à sexta sob condições de trabalho precárias das escolas públicas brasileiras? E se eu acrescentar aí que a escola referida fica numa comunidade carente, seus alunos estão sendo recrutados para o tráfico e até ameaças de morte você recebe?</p>
<p>Já foi em um hospital público? Eu já fui em alguns. Você pode reclamar que o salário é &#8220;bom&#8221; e considerando a renda média do brasileiro eu não poderia discordar, mas você é capaz e imaginar a que tipos de condições de trabalho eles estão submetidos? O nível e contaminação dos hospitais publicos é bizarro pra dizer no mínimo. Falta medicamentos, equipamentos, assepsia adequada&#8230; Sem contar a situação de um médico socorrista: eles trabalham por plantão (normalmente é um recém-formado) e atendem todo tipo de enfermidade: unha encravada, baleados, doenças infecto-contagiosas, bêbados, moribundos de todos os tipos. Então tá: você trabalha em um local onde TUDO é urgente e você precisa saber resolver todos os tipos de enfermidade, está sujeito à várias doenças infecto-contagiosas, está sempre a um pulo de ser agredido pelos familiares dos pacientes, vê gente morrendo todo dia ou quase e ainda vem um sujeito que não faz idéia do que é isso dizer que você está &#8220;aposentado&#8221;! Então ta! Por quanto você encararia isso? Eu mesma já quis e desisti&#8230;</p>
<p>E o que dizer dos professores universitários? Muitos de fato estão bem obrigada, afinal estão dando aulas em instituições pagas ou em pós-graduações pagas que funcionam dentro das universidades públicas&#8230;Tem professor ganhando a partir de 30 mil reais por mês&#8230;</p>
<p>Mas daí eu vou para a minha universidade em particular, a UFF: A engenharia vai bem obrigada, mas o campus de humanas é mais ou menos assim: Os prédios são velhos, elevadores quase nunca funcionam, os banheiros estão quase sempre sujos, pois se economiza até no material de limpeza e no papel higiênico&#8230; O material de escritório muitas vezes é pago pelos próprios funcionários num esquema de &#8220;vaquinha&#8221; e como o quadro de professores é cada vez menor, cada um deles assume uma carga cada vez maior de trabalho. No caso da psicologia por exemplo, os professores se dividem entre dar matérias obrigatórias, optativas, estágio supervisionado obrigatório, matérias de outros cursos e ainda administrar em várias instâncias o departamento, a coordenação, os estágios. Podemos ainda incluir aí a pesquisa e a extensão. Em um prazo de 10 anos o quadro de professores caiu de 55 professores para menos de 40. os professores que se aposentaram, pediram demissão ou morreram não foram substituídos e os concursos que aconteceram recentemente não tem o propósito de curar a defasagem, mas sim, ampliar o número de vagas no curso com o menor custo possível. </p>
<p>Daí você argumenta que uma pessoa que é contratada com um salário X, não pode reclamar depois, afinal, ninguém o obrigou a prestar concurso, porém os servidores federais para dar um exemplo, tiveram perda salarial de aproximadamente 70% desde o Sarney. Você aceitaria ficar com menos 70% do seu salário?</p>
<p>Parece que para o senhor, contribuir para o desenvolvimento do conhecimento (científico, artístico, cultural)  de seu país não é importante. As Universidade públicas estão em decadência, existe uma morte anunciada há tempos, cada vez mais as Universidades se transformam em meras fábricas e seus professores e demais funcionários se tornam cada vez mais proletários. </p>
<p>Acho que em cada um deles o que incomoda mais não é o salário, por que este ainda é privilegiado, mas sim o fato de estar perdendo espaço para cursos à distância, turmas inchadas, mercantilização do ensino&#8230; </p>
<p>O ensino virou mercadoria e não há mais volta. Uma pena, eu queria ser professora universitária e contribuir para a produção de conhecimento do meu país e quem sabe fazer a diferença. Não será possível, vou ter que ir fazer a diferença em outro lugar, quem sabe?</p>
<p>Resumindo o que eu disse: sou do interior do Estado do Rio de Janeiro, freqüentei escolas públicas, hospitais públicos, meus pais passaram privações no governo Collor, ficaram desempregados no governo no FHC, minha mãe é funcionária pública, eu freqüentei uma universidade pública (e ainda faço mestrado), mas sou uma mera garçonete atualmente. Daí eu não tenho como não me revoltar com um texto tão pornograficamente reacionário como este, afinal, fora minha biografia proporcionar isto, tua própria visão é burguesa, provinciana e pueril. Não te respeito mais e é por causa destes dois textos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Comentários vagabundos by PIÑERO</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/03/comentarios-vagabundos/comment-page-1/#comment-21132</link>
		<dc:creator>PIÑERO</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 01:10:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rafael.galvao.org/?p=3093#comment-21132</guid>
		<description>poutaqueparolhas .......
e OS ADÊVOGADOS ..... NINGUÉM VAI DEFENDER NÃO???!!!
A gente estudamos cinco ânu, temo que tirar a carteira da oabê (que mooitos não conseguem) e dae entrar na assistência pra tirar milzão por mêis, e ainda pegar tudo quanto é tipo de coisa que no fim não geram renda, e ainda aturar Juiz, Serventuário (nossa, depois desse gasto todo, não vou falar mais direito por um &quot;mêis&quot;), parte contrária, cliente, delegados, policiais, médicos e publicitários, que como uma pá de gente poraí, que chega, e como quem não quer nada, já manda a clássica: o sr. é advogado?
É ... né mole não, mas tem pra todo gosto. Gente ganhando ao nível de jogador de futebol de primeira linha, e gente não ganhando nem pro gasto. E entre uns e outros têm os que não valem nada e os que valem muito. Certo é que no primeiro, a maioria tem melhores atributos, dentre os quais um bom &quot;berço&quot;, se é que vocês me entendem.
E os motivos também têm até pra calo de pé: o cara é ruim mesmo, ou apenas não deu aquela sorte (e aqueles bons contatos, ou boa tendência para ganhar &quot;fácil&quot;, aí inserido, muitas e muitas vezes, questões nem sempre bem resolvidas, explicadas, ou pura e simplesmente criminosas. 
Têm os que ralam, e disso tiram boníssima renda, e os exemplos vão longe.
Como os médicos, são também odiados e ou amados. Depende se um deles salvou ou fodeu você, o que muitas vezes também não precisa, para estar aqui e ali.
Não é fácil, mas a gente gosta (eu hoje muito menos de quando entrei, por que a real é sempre muito diferente da ideal, em tudo). E é necessário, como é polícia, juiz e gari e lixeiro, etc...
Mais fácil é não gostar. A fama de ladrão rende boas piadas. ótimas. tão boas que adoro todas, mas gosto tbm das de judeus, putas, bixas, argentinos.
Como gosto deste blog, sempre tão certo em tudo que põe na tela.
Até mesmo agora, por que o serviço público em geral é mesmo posto à prova pelos próprios servidores. Não vai longe o tempo, e mesmo agora, em que simplesmente não trabalham, porém ganham.
Mas vamos falar sério: a gente não fode só o serviço público. A gente fode é mesmo tudo. A gente jogamos lixo nas ruas, e isso resume tudo. Sempre. O dia que isso, de fato, de verdade mudar, por estas plagas, aí sim, a isso sim, será diferente. Até mesmo os médicos e professores.
Quem é que fode com a fama dos advogados?
Pois é .... 
Mas rafael ... claro que falei disso, apenas pra levantar pra você cortar.
VAi com fé irmão.
Grande abrasssss</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>poutaqueparolhas &#8230;&#8230;.<br />
e OS ADÊVOGADOS &#8230;.. NINGUÉM VAI DEFENDER NÃO???!!!<br />
A gente estudamos cinco ânu, temo que tirar a carteira da oabê (que mooitos não conseguem) e dae entrar na assistência pra tirar milzão por mêis, e ainda pegar tudo quanto é tipo de coisa que no fim não geram renda, e ainda aturar Juiz, Serventuário (nossa, depois desse gasto todo, não vou falar mais direito por um &#8220;mêis&#8221;), parte contrária, cliente, delegados, policiais, médicos e publicitários, que como uma pá de gente poraí, que chega, e como quem não quer nada, já manda a clássica: o sr. é advogado?<br />
É &#8230; né mole não, mas tem pra todo gosto. Gente ganhando ao nível de jogador de futebol de primeira linha, e gente não ganhando nem pro gasto. E entre uns e outros têm os que não valem nada e os que valem muito. Certo é que no primeiro, a maioria tem melhores atributos, dentre os quais um bom &#8220;berço&#8221;, se é que vocês me entendem.<br />
E os motivos também têm até pra calo de pé: o cara é ruim mesmo, ou apenas não deu aquela sorte (e aqueles bons contatos, ou boa tendência para ganhar &#8220;fácil&#8221;, aí inserido, muitas e muitas vezes, questões nem sempre bem resolvidas, explicadas, ou pura e simplesmente criminosas.<br />
Têm os que ralam, e disso tiram boníssima renda, e os exemplos vão longe.<br />
Como os médicos, são também odiados e ou amados. Depende se um deles salvou ou fodeu você, o que muitas vezes também não precisa, para estar aqui e ali.<br />
Não é fácil, mas a gente gosta (eu hoje muito menos de quando entrei, por que a real é sempre muito diferente da ideal, em tudo). E é necessário, como é polícia, juiz e gari e lixeiro, etc&#8230;<br />
Mais fácil é não gostar. A fama de ladrão rende boas piadas. ótimas. tão boas que adoro todas, mas gosto tbm das de judeus, putas, bixas, argentinos.<br />
Como gosto deste blog, sempre tão certo em tudo que põe na tela.<br />
Até mesmo agora, por que o serviço público em geral é mesmo posto à prova pelos próprios servidores. Não vai longe o tempo, e mesmo agora, em que simplesmente não trabalham, porém ganham.<br />
Mas vamos falar sério: a gente não fode só o serviço público. A gente fode é mesmo tudo. A gente jogamos lixo nas ruas, e isso resume tudo. Sempre. O dia que isso, de fato, de verdade mudar, por estas plagas, aí sim, a isso sim, será diferente. Até mesmo os médicos e professores.<br />
Quem é que fode com a fama dos advogados?<br />
Pois é &#8230;.<br />
Mas rafael &#8230; claro que falei disso, apenas pra levantar pra você cortar.<br />
VAi com fé irmão.<br />
Grande abrasssss</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Comment on Comentários vagabundos by Alcantara</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/03/comentarios-vagabundos/comment-page-1/#comment-21131</link>
		<dc:creator>Alcantara</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 00:09:34 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael, seu argumento parte de que eles sabiam quanto iriam receber. Mas não dá pra ignorar a inflação e a diminuição do poder de compra. Com o tempo, eles já não receberão o que recebiam quando prestaram o concurso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael, seu argumento parte de que eles sabiam quanto iriam receber. Mas não dá pra ignorar a inflação e a diminuição do poder de compra. Com o tempo, eles já não receberão o que recebiam quando prestaram o concurso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Episódio de uma noite de verão by Nyla</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2004/02/episodio-de-uma-noite-de-verao/comment-page-2/#comment-21130</link>
		<dc:creator>Nyla</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 23:29:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rafael.galvao.org/?p=488#comment-21130</guid>
		<description>Tomo lexapro desde dezembro de 2009. Tomava pela manhã, mas sentia muito sono, então resolvi tomar na hora do almoço. A psiquiatra me receitou pra ansiedade e um pouco de depressão. Tenho sentido melhoras, como na diminuição da ansiedade q está quase normal. Mas com relação à depressão, tenho tido meus altos e baixos como sempre e isso me incomoda muito. Mas, na minha opinião esse remédio é muito bom, quase não tem efeitos colaterais, como os outros que estão no mercado. 
Tenhamos fé e não desistamos de lutar, eu sei que não é facil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tomo lexapro desde dezembro de 2009. Tomava pela manhã, mas sentia muito sono, então resolvi tomar na hora do almoço. A psiquiatra me receitou pra ansiedade e um pouco de depressão. Tenho sentido melhoras, como na diminuição da ansiedade q está quase normal. Mas com relação à depressão, tenho tido meus altos e baixos como sempre e isso me incomoda muito. Mas, na minha opinião esse remédio é muito bom, quase não tem efeitos colaterais, como os outros que estão no mercado.<br />
Tenhamos fé e não desistamos de lutar, eu sei que não é facil.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Comentários vagabundos by Mônica</title>
		<link>http://www.rafael.galvao.org/2010/03/comentarios-vagabundos/comment-page-1/#comment-21129</link>
		<dc:creator>Mônica</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 23:28:16 +0000</pubDate>
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		<description>Fabiana, você é de Minas, não é?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabiana, você é de Minas, não é?</p>
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