Em Aju tudo se sabe

Acabei de saber que, além de um casamento oficial, eu tive outros dois “não-oficiais”.

Só não me disseram quem foram as duas infelizes, as pobres coitadas que tiveram que me aturar. Mais estranho ainda porque não lembro de um porre tão prolongado que me fizesse esquecer esses dois “casamentos”.

Sabe Deus quantas besteiras já fiz na vida, mas não costumo repeti-las. Muito menos duas vezes.

Agora eu quero saber quem foram elas. Porque preciso tomar uma atitude, agora mesmo.

Se forem feias vou fazer questão de desmentir esse boato torpe. Eu só caso com mulher muito bonita, porque meu coração é fraco, fraco, eu amo como as criancinhas e como o Bandeira.

Se forem bonitas, vou querer saber nome e telefone. Acho que vou tentar uma reaproximação, uma boa noitada, para lembrar os velhos tempos. Porque, afinal de contas, grandes histórias de amor não podem terminar assim.

18 thoughts on “Em Aju tudo se sabe

  1. Caro Rafael!

    com diz meu sábio pai, tem duas famas que nenhum homem pode renegar (mesmo que falsa): de comedor e de valente!

  2. “Eu só caso com mulher muito bonita, porque meu coração é fraco, fraco, eu amo como as criancinhas e como o Bandeira.”

    Não sabia que vc e o Bandeira eram viados, e que vc acha o poeta, digamos, “comível”. 😛

  3. Meu caro Rafael, esquecer sempre foi tido como uma maneira de defesa. Então atente para a possibilidade desses seus “affairs” terem sido assim…, como eu poderia dizer… “cruz credo”!

  4. Cris, tem outra fama do rafael que não dá prá negar, a de “adolescente punheteiro”…hohoho

  5. na sua esteira hermenauta …
    o post conjugado com sua comentario, me lembrou um velho ditado árabe que reza “Dê sempre uma surra na sua mulher. Vc pode não saber pq está batendo, mas ela sempre saberá pq está apanhando.”
    Caiu bem aqui, não?

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