A mãe de todas as pesquisas de universidades inglesas

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De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

5 thoughts on “A mãe de todas as pesquisas de universidades inglesas

  1. Ou seja, somos escravos de nosso treinamento perceptivo. Inclusive, pensei numa coisa: saber ler é o inverso do analfabetismo, mas no fundo são faces da mesma moeda. Afinal, o analfabeto não consegue olhar para letras e entender do que se trata. Os alfabetizados? Esses escravinhos da linguagem não conseguem olhar palavras em seu idioma e NÃO LER. Os analfabetos estão, inclusive, numa cruel (e inútil) vantagem com relação aos que lêem: eles podem aprender a ler. E nós? Desaprender parece ser mais difícil.

  2. Aliás, esse povo tá com tempo para fazer pesquisas esquisitinhas, né? Será que isso esclarece alguma coisa a respeito de nossa percepção que a Psicologia da Gestalt já não tenha visto e revisto? Ou será que é um gosto que os ingleses têm de lidar detalhadamente com coisas inúteis? Bom… Dizem que inglês adora falar do tempo. Será que o cu tem algo a ver com as calças?

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