O imaginário popular

A Lili lançou uma pergunta no seu blog: “Como vocês acham que eu sou?”

É curioso, pelo menos para mim, porque eu não costumo imaginar como sejam as pessoas que leio aqui.

Porque não acho que seja importante, e porque, no final das contas, é uma grande perda de tempo. A beleza disso aqui é que você julga as pessoas pelo que elas têm a dizer, e pela forma como dizem, e não porque são assim ou assado. Não há nenhum preconceito — racial, social ou estético –, mas apenas o julgamento do que as pessoas realmente são (ou querem parecer, o que muitas vezes dá no mesmo). E isso é uma coisa maravilhosa.

Mas afinal, como vocês acham que a Lili é?

E Lili, se você for gostosinha e bonitinha, me dá seu telefone?

5 thoughts on “O imaginário popular

  1. Uai… Veja a poesia da Lili. “Ser” virou verbo intransitivo. Mas o “ser” intransitivo não significa existir? Ih… Bagunçou tudo aqui na minha cabeça. Respondendo à Lili: se ser, e somente ser, significa “existir”, e, se você escreve num blog, devo lhe informar que você É sim.

  2. Sou favorável ao completo anonimato(qualquer tipo de imagem!) dos(as) proprietários(as) dos Blogs!

  3. Uai, Paulo. Você é a favor do anonimato? Mas seu blog tá cheio de foto sua, dos seus filhos, da sua mulher, dos seus bichinhos de estimação, da sua cidade… 😉

  4. Quem não deve não teme….rs E o intuito do comentário,foi dizer que mediante o anonimato…”quintas intenções” estariam descartadas!!! sempre!! veja o Rafael: Quer o telefone da LiLi…(Seria melhor apenas o número!…rs)

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