Vida de cachorro

Do Amorous Propensities:

Dr. Melvyn Greenberg said: “An intact male dog has no pheromonal or odoriserous attraction towards a human female. The male dog has no inherent desire for sexual copulation with a human female.
(…)
He said a male dog cannot be changed to perform sexual intercourse with a human female. The dog would have to be masturbated, held under appropriate restraints and forced by a human to enter a female vagina. A minimum of six men would be required for such an exercise.

Resta dizer três coisas.

A primeira é que, em relação a esse tipo de uso de cães, não é exatamente o pênis que interessa.

A segunda é que na Inglaterra vitoriana, onde o homossexualismo masculino era crime — como bem sabia Oscar Wilde –, o lesbianismo era “liberado”. A razão era simples: a rainha Vitória não acreditava que duas mulheres pudessem fazer aquilo.

Terceira: alguém lembrou de avisar isso aos yorkshires das senhoras de Copacabana?

Quarta (eu não aprendi matemática no colégio): cachorros podem até não gostar de mulheres, mas que são fissurados numa perna, ah, isso são.

2 thoughts on “Vida de cachorro

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