Rafael Galvão

Flower

Não esqueçam Ronaldinho

A mis hermanos, as duas primeiras estrofes de um velho tango de Gardel, para que possam se distrair na longa, longa viagem de volta.

(Eu sempre disse que, para mim, o melhor de um jogo de futebol é tripudiar depois. Não me culpem.)

Adiós muchachos, compañeros de mi vida,
Barra querida de aquellos tiempos;
Me toca a mí hoy emprender la retirada,
Debo alejarme de mi buena muchachada.

Adiós muchachos, ya me voy y me resigno,
Contra el destino nadie la talla,
Se terminaron para mí todas las farras,
Mi cuerpo enfermo no resiste más

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One Response to “Não esqueçam Ronaldinho”

  1. June 3rd, 2004 at 11:20 am

    Lucia says:

    Cruel Rafael….rsssss

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