O Evangelho Segundo Santa Mônica

José, o “Zequinha Carpinteiro”, jamais desistiria de convencer Mary – ele a chamava de Meire – de que o filho a amava. Maria, a mãe de Jesus, procurava o amigo incansavelmente para falar do jeito distante do rapaz, de seu comportamento quase autista com relação a ela.

Monicômio

9 thoughts on “O Evangelho Segundo Santa Mônica

  1. Vou repetir aqui,o comentário que fiz lá:
    -Percebo um ressentimento latente no belo coração da mônica.
    E Sempre em defesa de Maria:
    -Ela disse SIM!

  2. Coração ressentido, Paulo? Com quem? Por quê? Como? Onde? Quando?

    Outra coisa: quem foi que disse que você conhece a Meire, hein? 😉

    Relaxa, Paulito, relaxa…

  3. permita-me, senhor rafael galvão, citar um poetinha qualquer… mas é só um trecho… em homenagem ao senhor PAULO, aí de cima:

    “[…]
    Nem sequer o deixavam ter pai e mãe
    Como as outras crianças.
    O seu pai era duas pessoas –
    Um velho chamado José, que era carpinteiro,
    E que não era pai dele;
    E o outro pai era uma pomba estúpida,
    A única pomba feia do mundo
    Porque nem era do mundo nem era pomba.
    E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.
    Não era mulher: era uma mala
    Em que ele tinha vindo do céu.
    E queriam que ele, que só nascera da mãe,
    E que nunca tivera pai para amar com respeito,
    Pregasse a bondade e a justiça!
    […]”

    procura por aí…
    é do alberto caeiro.
    ;>)

  4. Ô Bia, depois não pode reclamar das moçoilas te chamarem de Tio Bia, até tá precisando mudar o grau do óculos, a idade faz dessas coisas 😉 , é MI, e não MILENE ou MILENA, é Miiiiiiiiiiii!!!!!!

  5. Sobre o poema(?):
    -Ele teve DOIS pais maravilhosos,e Os amou com respeito!
    -Que eu saiba Ele pregou a bondade e a justiça!

  6. O Paulo não conhece esse poema (?). É um dos brilhantes do Fernando Pessoa. Uma coisa interessante é que as editoras quando vão fazer coletâneas quase sempre deixam esse de fora.

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