Corredor da morte

Pergunta básica e simples: você é contra ou a favor da pena de morte? Por quê?

66 thoughts on “Corredor da morte

  1. Sou contra, por que o que mais aconteceria (principalmente no 3º mundo) seria a condenação de inocentes. Aqui no Brasil então… Vixe!

  2. contra. porque nosso povo jah eh condenado no dia a dia da exploracao, da falta de educacao, da violencia, da falta de saude, na insanidade, na miseria.. todo dia ja se morre um pouco. e , por outro lado, questoes religiosas: sou kardecista e acho q o inferno eh aqui mesmo…

  3. Contra. Acho que, primeiro, por defender a vida acima de tudo. E depois porque fico imaginando a apreensão dos milhões de brasileiros honestos, sob risco de terem seus traseiros acomodados na cadeira elétrica da injustiça brasileira.

  4. Esqueci do Por que: a mera possibilidade de se condenar um inocente (entre um milhão que fosse), já invalidaria qualquer sentido de justiça. Parto do princípio de que a justiça é feita pelos homens, um sistema criado pelos homens, portanto passível de erros, tal como os homens. Daí a possibilidade, nada remota ou improvável, de erro. Existem dezenas de outros motivos, mais racionais e estatísticos, mas se fosse citá-los transformaria um comentário num artigo.

  5. A favor. Por que? …

    Não acredito nessa história que “oh, um inocente pode morrer”. Se um só morrer, beleza. Mas caras como Beira Mar, Dudu, Bubu, Zuzu, Lulu, Severino, ACM iam rodar facil, facil. Direitos Humanos? Vivemos no mundo de Malboro, só que algumas pessoas não acreditam nisso.

    Alias, só a nega do interior da terra do Bia, que acredita que não existe isso Brasil. É só ter uma arma ou um pedãço de pau.

    (apos o sinal, criticas sobre o meu comentario)

  6. contra. porque ninguém tem o direito de tirar uma vida, mesmo que seja de algum doente psicopata. mas sou a favor da prisão perpétua, basicamente. (mas as vezes eu tenho vontade de te matar, serve?) rs

  7. A favor…
    Mas da seguinte forma, acho que pelo menos a pena de morte, mesmo com seus defeitos e com as matanças de algumas vezes de pessoas inocentes, faria com que os bandidos de todo o tipo sentissem medo, pois saberiam o risco que correriam e não a impunidade que vemos hoje em dia e a palhaçada e fracasso que são as atuais penitenciárias e cadeias de São Paulo principalmente.

  8. Já leio esse blog há algum tempo, mas raramente comento. Rafael, você sabia que isso ia dar em polêmica, né? Bem, vamos lá. Vou dizer algumas bobagens na esperança de ninguém notar que são bobagnes. Frog: se o sistema penitenciário brasileiro já é assim, imagine como seria o sistema de execussão. Outra coisa, criminosos não costumam ser muito racionais na prática do crime, exceto os muito organizados como assaltantes de banco. Na maioria das vezes não medem consequência, não refletem sobre a possibilidade de serem presos. Portanto, medo de morrer não seria entrave para eles. Basta conhecer um pouco os meandros da criminalidade e analisar expressões do tipo: “bicho solto”, “sangue nos zóio”, “matar ou morrer” e tantas outras que ilustram a “valentia” e o “peito aberto” com que se entregam à “correria”, à “pule” à “vida do crime”. Ana Carolina: você falou de direitos humanos com um certo desdém. Detesto ser piegas e usar clichês, mas é inevitável: “Olho por olho, e o mundo acaba cego.” Gandhi.

  9. Acho que é o modo mais fácil de tentar, coibir um crime. Isso não quer dizer que ele num vá ser praticado. Além disso a morte do meliante num vai corrigir o erro, o que pode sim, é haver um erro no julgamento deste cidadão e mais um inocente morrer.

  10. Contra, por uma infinidade de motivos. Cito apenas dois: o primeiro, a possibilidade de erro judicial; e o segundo, o nivelamento do Estado (e por conseqüência, da sociedade) ao nível da barbárie.
    (Os mais ranhetas podem dizer que sou contra a penas de morte apenas porque sou advogado e conseqüentemente adoro tirar bandidos das jaulas e jogá-los nas ruas.)

  11. Contra, ainda mais no Brasil. Toda a cantilena politicamente correta (“não se combate violência com violência”) tem sentido. E tem a questão óbvia de que qualquer erro é irreversível. Só que o que mais me convence são os argumentos do velho Durkheim sobre as sanções penais: elas não são de forma nenhuma apenas um caminho para ‘desestimular’ a quebra da lei. Sua essência não está num cálculo racional; pelo contrário, a pena criminal representa muito mais a reação da consciência coletiva contra quem fere certos sentimentos sociais (coletivos) fortes. É por isso que o ladrão de colarinho branco recebe punição menor (não há pena de morte, por exemplo) do que o homicida: a consciência coletiva tolera muito menos o assassinato do que a corrupção. A pena é, portanto, majoritariamente um ato de vingança contra quem agride a consciência coletiva (viva a repetição). A pena de morte, por extensão, é apenas a vingança levada às últimas conseqüências. Uma vez desorganizada pela ofensa (chocada etc etc) a sociedade precisa reagir, reconcentrar-se, punir o criminoso e, assim, restabelecer a normalidade, isto é, reafirmar os valores coletivos. Só nessa perspectiva é que a pena serve para coibir crimes futuros, porque, teoricamente, com valores coletivos mais fortes as agressões são menos prováveis (vide a criminalidade baixa em países muçulmanos ortodoxos). E o problema da pena de morte reside nisso: não só ela não necessariamente impede crimes futuros (e nos EUA há estudos mostrando que não impede) como também ela é uma contradição, pois, num mundo assumidamente individualista e valorizador dos direitos humanos (isto é, respeitador da ‘dignidade intrínseca’ ao indivíduo), a pena de morte, ao tentar corrigir uma ofensa social, comete outra: viola o direito à vida. Para reparar um erro, comete-se outro. Quebra-se a “coerência” cultural que acreditamos ter (sociedade democrática blablabla) e que é tão importante para nosso pensamento. Afinal, se é lícito matar quem comete um assassinato – pura Lei de Talião – então é porque, no fundo, a vida não é tão ‘sagrada’ assim: sua inviolabilidade é meramente circunstancial, dependente dos contextos.

  12. Contra
    Motivos:
    1. A eficácia da prática nos lugares em que ela existe é bastante questionável.
    2. É impossível dizer que 100% dos casos julgados acertem em culpar o réu. Há a possibilidade de morrerem inocentes.
    3. A morte é pouco para criminosos.. O que eles temem mesmo é ter que trabalhar de verdade. Acho que deveriam existir prisões onde eles tivessem que trabalhar 18 horas/dia, com baixa remuneração, para a sociedade. Isso sim!
    4. Sempre acho perigoso que a pena de morte exista em um pais e seja usada em possíveis ditaduras.
    5. Questões religiosas.

  13. Qual o conceito de morte que vc estah considerando, Rafael? Morte biologica? Morte cerebral? Morte = ausencia de vida? Morte = fim?
    Sim, porque dependendo do conceito, a discussao vai loooonge… basta lembrar q, dependendo do conceito, Terri Schiavo foi “condenada a pena de morte”, um feto abortado eh um “condenado a pena de morte”, e um criminoso pode ser um “condenado a pena de morte”. Se bem q, a palavra “pena” relaciona-se a existencia de um dolo qualquer, o q excluiria os abortos e Terris da vida por nao terem cometido crimes… (Serah q excluiria mesmo?)
    Minha opiniao eh: nao sei. Depende do q eh morte.

  14. Rogério, concordo em partes com o que você disse, e até acho que o que deveria estar sendo discutido aqui, seria mais a prisão perpétua do que a pena de morte em si, pois as discussões inúmeras sobre o poder de um ser humano tirar a vida de um semelhante e etc.
    Mas como um mero cidadão, que preza por sua segurança e confiança nas autoridades, se os bandidos que vivem de acordo com a lei da selva, estão soltos por aí, impunes e indiferentes pelas consequências de seus atos… o que eles então iriam temer!? Se o máximo que possamos fazer é tirar a vida desses que são escória (por, talvez, falta de opção) da sociedade, acho nada mais certo faze-lo… ao contrário de deixar preso por alguns anos no máximo, num lugar onde provavelmente ele sairá pior… é complicado discutir essas coisas… principalmente em comentários… HaHa… mas bem, de uma forma ilegível, espero ter conseguido me expressar um pouco… e para ficar no popular, uma tese: Se matar alguma pessoa, a pena será a sua vida… se tentar escapar, quando voltar, será confinado perpetuamente ou morrerá… acho que apenas o radicalismo pode combater a violência… então, matou, morreu… fugiu, se fudeu… de resto, prisões sempre acima de 15 anos de penitência… o resto é burocracia!

  15. Contra. Por motivos de duas ordens diferentes, já mencionadas por muita gente. Há um motivo de ordem essencial, filosófico mesmo: o estado não deve ter o direito de tirar a vida de ninguém. Os outros motivo são conjunturais, sociológicos: ela não é inibidora do crime, tende a ser indiscriminadamente usada em períodos de exceção e faz do erro judicial sempre possível um desastre sem retorno. No Brasil, para completar, seria um fracasso moral e político completo.

  16. Frog, retribuo dizendo que também concordo com você quando diz que o que deveria se discutir é a prisão perpétua, não a pena de morte. De resto, tenho de dizer que discordo frontalmente (sem agressividade, claro) de você. Mas não creio que aqui, num sistema de comentários, possamos chegar a um consenso ou mesmo estabelecer um debate com a profundidade e o tempo que o assunto merece. É, de fato, um assunto tão polêmico quanto religião, até porque, invariavelmente, está mesmo ligado à ela, como provam outros comentários já feitos aqui. Comentários que já expuseram outros de meus argumentos não declarados, por economia de espaço, e que foram muito mais eloquentes do que eu seria. Especialmente o Rei Açucar, que tratou o assunto com uma perspectiva e conhecimento teórico que me deixou com inveja. Por isso, não creio que eu tenha algo mais de relevante a acrescentar, mas é certo que o assunto não se esgotará tão cedo, nem aqui, nem em qualquer esfera de discussão.

  17. Não podemos esquecer que estamos falando de Brasil, não dos EUA (onde a prática não funciona 100%), ou China (onde bem… funciona de uma maneira adequada).

    As leis aqui funcionam de uma maneira, lá de outra. E se não servir, uma 38 custa qualquer 50 reais ali na esquina.

    Digo pena de morte para alguns crimes, não todos. O cara que rouba bala não deveria ser morto. Lalau deveria sim, cade os meus 175 milhões? Já que o cara vai pro purgatorio mesmo, que vá antes.

    Agora crimes leves, processos, e advogados deveria ser assim: enche o Maracanã de gente, escolhe-se o reu e a promotoria (?). Da dois machados pra cada um. O que sobreviver foi porque Deus quis assim.

  18. Contra.
    Primeiro porque todos nos estamos condenados a morrer.
    Segundo: Vamos matar alguem pelo fato de que essa pessoa matou alguem? Nos podemos e ele nao? é No minimo estranho.
    Terceiro: é horrivel ver o cara queimando.

  19. Galvão, uma questão. A sua pergunta deveria ser: “Quais dos catolicos é a favor da pena de morte?”

    Agora sério (antes era tudo piada), essa questão ainda está ligada muito a religião. Catolicos, evangelicos serão sempre contras.

  20. Nem vou ler esse monte de comentários, minha preguiça a essa hora da manhã não permite. hehehe
    O problema da Justiça, das penas e da pena de morte é que a sociedade ainda não aprendeu a separar justiça de vingança pública.
    O único motivo de serem criadas leis e um sistema para nos obrigar a cumprir essas leis é a manutenção de uma ordem básica nas relações sociais. Assim, quando alguém recebe uma multa, é preso ou condenado a fazer qualquer coisa coercitivamente a lógica não é fazer vingança é manter as regras estabelecidas e corrigir as distorções cometidas quando possível.
    Não sou religioso e pra mim não existem bem e mal de forma absoluta e externa ao homem. Estes são conceitos humanos criados para equilibrar as relações do indivíduo com o meio, a coletividade ou outro indivíduo. Mais nada. Não existe pessoa ou Estado que possa se arrogar ares de divindidade onisciente definindo o que é bem e o que é mal. Pior, julgar outros com base nessas definições.
    Quando entendemos que as regras não são nem podem ser perfeitas e que elas existem não para fazer julgamentos morais entre bem e mal, entendemos que sua função é simplesmente manter a ordem e não executar vinganças da justiça divina. A Justiça deve ser a legítima defesa da sociedade, mais nada. E, dessa forma, deve ser praticada nos limites da manutenção da nossa segurança. Sem excessos, sob pena de se tornar injustiça.
    Dito isso, nada mais humanamente justo que buscar penas proporcionais a esta missão de manter a ordem e reparar danos quando possível. Por isso a pena de morte é um exagero vingativo sem precedentes.
    Será que a sociedade é tão impotente diante de um indivíduo que precisamos matá-lo para nos manter seguros? Penso que essa situação só se apresentaria raramente e em situações de verdadeiro colapso social, não no dia-a-dia. Por isso não se justifica.

  21. Sou contra.

    Prefiro falar só dos motivos pessoais, subjetivos: eu acho a vida uma coisa muito espantosa, e incluo a morte como uma das partes mais esquisitas disso tudo aí. Tenho a sensação do Estado, das instituições, do cafezinho de manhã como algo concreto. Essas coisas que fazem a gente esquecer essas questões metafísicas.

    Aí vem o Estado e, seguindo toda uma burocracia, mata o sujeito. Gente assistindo, última refeição, um religioso urubu rezando antes da hora F (final) do condenado.

    Depois? Nada. Porque se EU não existo, para mim nada existe mais. E aí, um belo dia, independente do que uma pessoa qualquer tenha feito, vem o nada para ela pelas mãos do Estado, que lhe oferece a cotidiana comilança – que dessa vez não é tão cotidiana assim – antes daquele fim do mundo particular.

    Esse é um ritual que não faz bem nenhum a minha cabeça. E, assim, além de muitos e muitos outros porquês mais mundanos, é por isso que sou contra.

  22. Contra. Matar alguém é eticamente condenável (excluída a hipótese da legítima defesa, é claro).

  23. Contra. Estou com Idelber e Biajoni. Aliás, lembrem-se sempre: eu também AMO o Biajoni.

  24. Contra, por razões objetivas.
    Nos EUA, os estados que adotam a pena capital têm a mesma taxa de homicídios que os estados que não têm tal punição. Ou seja, não se reduz violência com pena de morte.
    Executar o acusado e depois constatar sua inocência depõe contra o Estado, que não pode desfazer esse erro.
    Não há meios seguros de evitar o sofrimento do que está para ser executado (discussão para os americanos), nem mesmo com a injeção letal, método considerado “civilizado”.
    Enfim, é uma crueldade sem fim a pena de morte.
    Mas ao mesmo tempo, prisão perpétua e fazer o sujeito viver às expensas do contribuinte. Como proceder? É uma questão a se discutir.

  25. Sou contra. Acho que seria muito rápido. Vagabundo que cometa crime hediondo tem que ficar o resto da vida trancafiado, trabalhando para comer, e sem a menor mordomia.

  26. sou contra; acho balela essa história de que nos países em que a pena de morte existe a criminalidade é menor; acho balela também acreditar que os criminosos de colarinho branco seriam mais facilmente punidos; a justiça com ou sem pena de morte continuaria com as mesmas deficiências. Além disso, que ser humano é superior a um outro que tenha errado tendo o direito de matá-lo? Isso é hipocrisia: “vamos castigá-lo com a morte que é o que ele merece!”. Todo mundo está sujeito a cometer um crime; ou porque é ruim mesmo ou porque surtou, ou porque é louco. Por outro lado, acho a prisão perpétua um bom caminho, isto é, se o brasil, a justiça do bRasil e o sistema penitenciário do brasil fossem sérios.

  27. Homicídio chancelado pelo Estado. SOU CONTRA.

    Também é um processo custoso aos cofres públicos, não reduz índices de criminalidade etc etc.

  28. Rafael,
    Se a sua intenção era criar polêmica,bingo! Se queria somente testas sua capacidade de movimentar as massas com poucas palavras, não vale: você é publicitário.

    Uma das coisas mais abomináveis daas execuções de pena de morte é a sensação de vingança que ela provoca. Os parentes da vítima do réu se tornam tão assassinos quanto ele, mesmo sem apertar gatilho algum.

    Ah, mas você quer saber a minha opinião. Como bom aprendiz de soteropolitano, “eu não sou contra nem a favor, muito pelo contrário. Sou até a favor de que alguém seja contra, porque em termos de certas coisas, eu acho que não tem nada a ver. Tipo, …sei lá, sabe?”
    Ciao

  29. Soy contra.
    Basicamente é o que já falaram. Não há comprovação de que diminui a criminalidade, o sistema não é infalível, podendo um inocente vir a ser executado e acho perigoso dar essa prerrogativa ao Estado.
    ***
    Fugindo um pouco da questão, no Brasil só há um caso, absolutamente excepcional, em que se admite pena de morte: guerra externa declarada. E não é possível instituir outros casos de aplicação da pena capital — salvo, é claro, se a alteração for feita numa nova Constituição.

  30. Contra, por ser ineficiente do ponto de vista de coação a criminalidade, concentrar muito poder dentro do Estado e abrir possibilidade de injustiças.

  31. Sou absolutamente contra. Por que?
    Porque o brasileiro é passional, facilmente manipulável e preconceituoso contra pobres. Também porque o nosso judiciário está perdendo de dez a zero em termos de justiça, rapidez e isenção. Também porque a nossa polícia está desaparelhada para conduzir bons inquéritos policiais. Finalmente porque tem muito bandido vestido de mocinho por ai.

  32. Já se falou muito aqui, não vou entrar na generalização que todos que foram contras seguem dogmas ou são de uma especifica religião, também não vou criar mais discussão dentro de um assunto que nunca chegará a um consenso, principalmente em um comentário, por isso só digo aqui que eu sou a favor, sem dar motivos, por que se os que são a favor forem responder todas as perguntas dos que são contra aqui, não terá comentário suficiente pra isso, mas só pra atiçar um pouquinho, “se alguém tira a vida de alguém, nós não podemos tirar a vida dessa pessoa… assim dizem muitos, pois seria não social, contra lei de Deus… pergunta pro individuo que matou, se ele pensou muito nisso na hora do ato… mas não, não devemos agir com a mesma ignorância deste ser… mas então, o que fazer!?” Por isso que eu digo, o que deveria ser posto aqui era a prisão perpetua!

  33. Não sou contra a pena de morte mas acredito ser necessária uma evolução do sistema judiciário para diminuir o número de possíveis inocentes condenados. Por outro lado defendo a castração de todos os estupradores como medida de socialização e correção do comportamento pervertido. O sujeito voltaria ao convívio social sem qualquer problema e seria útil a sociedade

  34. A favor em casos de pedofilia e pornografia infantil. Alem da taxa de reincidencia ser altissima (pedofilo eh praticamente incorrigivel), acho a sarjeta da sarjeta humana se aproveitar de uma crianca de 3, 4 anos para coisas assim.

    Quem eh contra eh porque nunca foi um tio ou pai/mae que viu um sobrinho ou filho passar por isso.

  35. Sou a favor. Não acredito que os bandidos, estupradores, sequestradores e caras que matam por nada, vão melhorar.O jeito é , por medo nos caras… Eles não tem medo, não respeitam, alguma coisa tem de ser feita pra brecar essa pouca vergonha. So tende a piorar, pois esses bandidos depois de presos, completam os estudos de bandidagem nas penitenciarias e saem piores do que entraram e ainda a nossas custas. Temos que pensar no bem estar da sociedade e eles escolheram de que lado querem ficar.

  36. sou totalmente contra, ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém!
    não seria errado então tirar a vida das pessoas só pq se está do lado da justiça???eles estariam matando do mesmo jeito só que na lei?!!??

  37. CONTRA!
    Quem se diz a favor, é movido apenas pela emoção, manipulado pelas informações sensacionalistas da imprensa.
    BAsta estudar o direito comparado e PENSAR RACIONALMENTE para perceber que a PENA DE MORTE jamais diminuiu criminalidade em regiões que a adotaram como punição.
    Em todos os países em que a pena de morte foi proibida, o número de assassinatos DIMINUIU!

    Pensem, pessoal! PENA DE MORTE é uma falácia!

  38. contra ,deve sim ser aprovada a prisão perpétua com trabalho ,assim o preso pagaria pro sua prisão,não o contribuinte!!

  39. SOU A FAVOR…alguns bandidos são irrecuperáveis e merecem a pena de morte…e quem apela para a religião, é pq não tem aonde se apegar…pq na biblia diz quem com ferro fere, com ferro sera ferido…

  40. Sou a favor. Por que? Se um criminoso de dentro da cadeia, mandasse sequestrar o teu pai e em seguida matasse, depois teu irmão e matasse, depois o teu filho… você seria o próximo…ainda assim você seria contra a pena de morte? quantos sequestrados foram mortos, mesmo os parentes pagando o resgate? matam crianças, velhos, jovens, mulheres, nunca se saciam em sua sede de matar.É contra esse tipo de gente (gente?) que eu sou a favor da pena de morte. Depois que um brasileiro foi condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas, faça uma pesquisa entre os traficantes e pergunte quem gostaria de vender cocaína lá? E quem se apega à religião é por que não não conhece a Bíblia. Em Romanos l4 diz: “a espada não vem sobre aqueles que fazem o bem”. A espada na Bíblia significa morte. É Novo Testamento.

  41. Sou parcialmente a favor especialmente em países como o Brasil onde há uma infinidade de leis penais, processuais, constitucionais e outros ais… que não são nem de perto aplicadas. Acredito que seria prazeroso ver a Georgina de Freitas (INSS) ser estrangulada segundo a segundo. (fui muito má?)

  42. Somos a FAVOR!
    amiga 1 – pq é a mesma coisa q eu matar e pedir desculpa. sim, em alguns casos há o arrependimento, porém, antes de matar temos q ter a absoluta certeza.

    amiga 2 – não acredito em arrependimento. toda regra tem sua exessão. depende do crime.

    CONTRA
    amiga 3 – e acredito no arrependimento. uma pessoa pode morrer inocênte por causa dos erros judiciais.
    parcialmente a favor. para com aqueles q ficam anos e anos na cadeia, sobrevivendo da custa de nossos impostos. para aqueles que comentem homicídios e latrocídios.
    acredita q a pena de morte é vingança.

    para nós (amiga 1 e 2) quem mata deve morrer.

  43. Sou completamente a favor, acredito que o Estado tem a legitimidade para executar elementos de altíssima periculosidade, principalmente aqueles que a ciência o têm como irreversível, que são os casos dos psicopatas etc…
    Com relação a enganos, fica a cada ano que passa muito difícil de se cometer erros principalmente com perícias técnicas e o advento do dna, se em 1000 casos a penas 1 for morto por engano significa que está funcionando, pois esse pequeno percentual é despresível, e considero um acidente, assim como de um raio cair sobre a cabeça do indivíduo, pois ele estava na hora errada e no lugar errado.

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