Notícias estranhas em um blog esquisito (XI)

Fumantes numa praia famosa em Sydney foram agredidos por conselheiros municipais, que haviam banido o fumo na praia.

Tiveram, entre outras coisas, areia chutada em seus rostos.

Na Austrália não tem homem macho do sexo masculino, percebi agora. Aqui isso era motivo para peixeirada e tiro.

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Um alemão, inventor de um mecanismo que obriga os homens a usarem o banheiro sentados, já vendeu mais de um milhão e meio dos seus exemplares.

O que mais vão fazer para acabar com a a masculinidade feminina? Obrigar os homens a pintar as unhas dos pés?

Está mais do que na hora de os homens se revoltarem contra essa crescente opressão feminina. Ser minoria em um mundo cada vez mais obcecado por sexo pode se transformar rapidamente em vantagem. Lembrem-se que homem está em falta. E que devemos ser tratados com pelo menos alguma dignidade.

(Brigado, Lulu.)

E na Itália os votos matrimoniais estão mudando de “eu a tomo por esposa” para “eu a recebo” por esposa.

Não é por nada, e não é por machismo, mas as digníssimas italianas não deveriam estar gratas ao céus por terem conseguido arranjar um marido em vez de ficar implicando por uma questão de semântica boba?

De qualquer forma, espero que aqueles que se recebem mutuamente tenham troco.

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Pessimistas têm reclamado do absurdo que é aquele hotel de Nova York cobrar mil dólares por um omelete.

Otimistas esperam o dia em que vão poder pagar por um.

Cínicos se perguntam se ao coletar o cocô alguém consegue recuperar ao menos parte do investimento.

E realistas vêm no omelete uma grande semelhança com as mulheres: o importante não é comer, é contar aos outros no dia seguinte.

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Uma mulher aceitou um casal de hóspedes, apresentados por um amigo, para passar uma noite em sua casa.

Seis semanas depois eles ainda estavam lá. Se recusavam a sair porque estavam descolando um trocado vendendo drogas no novo ponto.

Então ela resolveu se livrar deles ligando o gás.

Infelizmente, não funcionou. Eles continuam vivos.

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Mais uma da Alemanha: um sargento da polícia foi condenado a dois anos e meio na prisão por roubar bolsas femininas.

Ele roubava por uma única razão: fetiche. O sujeito tinha uma tara inexplicável por bolsas.

Eu estou começando a achar que alemães têm alguma desordem sexual. Ainda mais quando uma pesquisa (feita por ingleses?) diz que, em um engarrafamento, um terço deles se distrai pensando em sexo.

Só um terço.

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Uma inglesa foi presa por vender na web seu bebê, ainda por nascer, a dois casais, e ainda negociar com um terceiro.

Ser uma mãe desnaturada, tudo bem. Mas ser uma mãe desnaturada que ainda por cima não entrega o produto já é demais até para a proverbial fleuma inglesa.

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Ainda alemães: pesquisas de lá mostram que mulheres assistindo a filmes eróticos são estimuladas em uma parte do cérebro associada ao planejamento e à emoção. Numa experiência com voluntários, tanto homens quanto mulheres mostraram atividade nos lóbulos temporais ligado à percepção e à memória, mas só as mulheres usaram seus lóbulos frontais.

Sem querer desmerecer o esforço e a metodologia dos galhardos pesquisadores alemães, seria o caso de ver quem, afinal, foram essas “mulheres que calculavam”.

Provavelmente, uma era prostituta: “Se ele acabar logo, ainda dá para fazer uns três programas”.

Outra era uma maria-chuteira (ou maria-pagode, tanto faz): “Se eu engravidar, tô feita na vida.”

E a última era casada: “Bege… Vou pintar o teto de bege…”

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