Fazendo anjos

Só mais outra pergunta, também básica e também simples: você é contra ou a favor da legalização do direito ao aborto? Por quê?

43 thoughts on “Fazendo anjos

  1. contra. pelos mesmos motivos da pena de morte… religioso e tal… e porque sempre achei que decisoes de construcao( ter a crianca) sao sempre preferiveis as de destruicao( matar um ser vivo, no caso de aborto).

  2. Sou a favor.

    Em primeiro lugar, o vício pelas ressalvas: não acho que o aborto seja um método contraceptivo. E meu porquê: eu prefiro ver um conjunto de células que ainda não se humanizou morta a ver uma criança no orfanato. Comum essa.

    Eu não consigo conceber que aquilo já seja um ser humano. E eu acho a luta da Igreja (vocês sabem qual) pela proibição do aborto em casos de fetos anencéfalos uma crueldade. Nem preciso falar da camisinha, não? Muito menos dos contraceptivos que não a mentirosa tabelinha.

  3. E me digam: o que vocês acham da inseminação artificial? Foi lindo quando todos souberam que os trigêmios prematuros de William Bonner e Fátima Bernardes estavam bem.

    Prematuros sim. Gravidez múltipla, coisa comum em casos de “bebê de proveta”, pode fazer com que os bebês venham antes da hora. E pode haver seqüelas graves.

    Ah, mas não é aborto? É sim. Muitos dos embriões que são inseridos no útero da mãe são expelidos pelo organismo. Não é “aborto espontâneo”. É aborto previsto nesse tipo de tratamento. Ou seja: mesmo que todos nasçam bem, a prática do aborto já aconteceu.

    Bebês nascendo com seqüelas porque esse é um dos possíveis efeitos colaterais de um tratamento para ter filhinhos? Para mim isso é muito pior do que o aborto. Os embriões expelidos durante a tal inseminação não me importam. Os bebês doentes sim.

    Prefiro o aborto.

  4. ah, você já está de sacanagem.

    daqui a pouco vai perguntar se a gente é a favor da gomorria, aquele pecado que ninguém sabe o que é porque findou-se com Gomorra.

    eu sou a favor do aborto, inclusive retroativo, para menores de 40 anos.

  5. Rafa, como método contraceptivo, sou contra. Qdo se sabe, de antemão, q há má formação no feto, a favor. E aceito qdo é um filho n desejado, tb.
    Triste, lamentável é saber q clínicas clandestinas crescem por aí e muitas mulheres morrem até por falta de assepsia. Questão polêmica … discussão boa! Beijos,

  6. Depende enormemente do caso. Como método contraceptivo sou completamente contra. Não acho que qualquer pessoa tenha esse direito. E também depende mto daquela questão complicada de quando deixa de ser feto e começa a ser criança…

  7. Ah po.

    Eu pensei que o proximo topico fosse ser: “E ai, desligar ou não desligar os aparelhos da Terri… ops do Papa.”

    A favor e contra.
    A favor quando o caso for estupro, causar problemas para a mãe e para o bebê. (E também quando o caso foi colocar o Bia no mundo… aonde a mãe dele estava com a cabeça?)

    O resto é putaria. Existe um bilhão de maneiras de se evitar filhos.

  8. Mas quando se discute o direito ao aborto, não se está discutindo, por definição, o aborto como método contraceptivo. Está se discutindo o direito de realizá-lo de forma digna. A lei não deve ter o direito de “entrar na cabeça” da sujeita para decidir se ela está exercendo o direito “como método contraceptivo” ou não. Ou o direito existe ou ele não existe. Por isso a pergunta do Rafa está bem formulada. As vozes mais conservadoras e religiosas gostam de perguntar se nós somos “a favor do aborto”. Ora, nem mesmo a mulher que acaba de realizar um aborto -decisão sempre dura, complicada, cheia de mil considerações para qualquer mulher – dirá, em geral, que é “a favor” do aborto assim, sem mais nem menos. Trata-se de defender o direito. É da natureza do direito ser incondicional, ou seja, você não pode julgar o caráter da mulher, ou julgar se ela irá usar o direito “como contraceptivo” antes de defender o direito. Ou você é a favor do direito ou não. Mas “aborto como método contraceptivo”, no meio de uma discussão sobre o direito legal ao aborto, é um sintagma que não tem o menor sentido, no meu modo de ver.

    O outro lado da discussão, claro, é barafunda religiosa que acha que um feto de 4-12 semanas (período em que a esmagadora maioria dos abortos segura e legalmente garantidos tenderiam a realizar-se) é um “ser de Deus”. Enquanto esparramam seu proselitismo medieval, claro, demonstram completo descaso pela saúde das mulheres que portam aqueles fetos. Na defesa dessa estranha teoria de que um feto de 7 semanas tem um lugar reservado nos céus, a corja safada da padraiada vira as costas para as quase 1 milhão de mulheres que arriscam a vida anualmente em abortos de esquina no Brasil. O Biscoito Fino e Massa defende o direito incondicional ao aborto como direito inalienável da mulher grávida, ante a qual o único papel do estado deveria ser fornecer assistência médica, e não impor preconceitos religiosos que mal conseguem mascarar sua misoginia, seu atraso medievalesco, e acima de tudo sua completa irresponsabilidade social.

  9. Tenho dúvidas. Acredito que um ser humano só é humano se existe um sistema mínimo que garanta a existência de consciência e vida, assim não sou contra pílulas do dia seguinte, métodos abortivos no ínicio da gravidez (quando não há um sistema mínimo formado), nem aborto em feto sem cérebro ou condenado a morte. Em caso de risco de vida para ~mãe também não há o que discutir. Mas, a questão é complicada numa gravidez saudável e com feto já formado. Teria um futuro cidadão direitos perante a sociedade que sobrepujassem a vontade de um cidadão integrado? Ou seja, seria isso questão de Estado ou caberia a cada um decidir sozinho? Eu, heim…

  10. Sou a favor e não estou em fase de discutir conceitos fundamentais. Cansei.

    Bem, vim aqui só para te alertar que fiz rapidíssima referência a teu blog em meu último post.

    Grande abraço.

  11. Taí um assunto que eu me recuso a comentar. Quem se posiciona MESMO a respeito desse assunto ou é fundamentalisma cristão ou é femininista e eu não quero me posicionar junto de nenhum destes dois.

  12. Contra, por motivos pessoais.

    Minha mãe teve rubéola durante a terceira gravidez, e todos os médicos aconselharam-na a abortar, pois diziam que a criança seria um vegetal.

    Por ser muito religiosa, ela resolveu ter o bebê de qualquer forma. Ele nasceu com várias deficiências, mentais e físicas, mas nunca foi um vegetal como os médicos previram.

    Minha mãe abriu mão de muitas coisas para cuidar dele. Mas tenho certeza de que ela não se arrepende nem um pouco.

    Hoje ele está com 21 anos, quando todos diziam que não iria viver nem 5. É totalmente dependente, mas é inteligente, carinhoso, e sua presença uniu a nossa família ainda mais.

  13. Eu sou a favor, como ja disseram anteriormente, o direito particular de cada um, não deve sofrer a interferëncia de ninguém. O que seria melhor, abortar ou colocar no mundo mais um vendedor de balas, um malabarista de bolinhas de ping pong???? Melhor seria discutir métodos de controle de natalidade do que o aborto. Quem tem dinheiro, manda a filha adolescente que fez “bobagem” para um clínica chiquérrima, pagando uma baba, e a menininha sai de lá virgem e imaculada.. enquanto a menos favorecida, pobre, sem cultura, toma remédios escondido, vai a clínicas além da clandestinidade, e morre como indigente.Vamos acabar com a hipocrisia e deixar cada um tomar conta da sua própria vida…

    OBS: Rafael, obridado por ter passado no meu blog…

  14. Sou a favor do direito de escolha. Me colocando no papel de um possível pai, não gostaria que minha companheira praticasse um aborto, mesmo que hoje não esteja nos meus planos ser pai.
    No entanto, tenho amigas que já fizeram, e seus motivos pareciam justos, pelo menos naquele momento, não sei o que sentem a respeito hoje, mas espero que o trauma tenha aliviado.
    E pra chover no molhado, digo o que todos aqui já disseram: o que precisamos realmente é de uma politica pública de prevenção da natalidade.
    Um abraço.

  15. A favor porque o corpo da mulher pertence a ela mesma e a nenhum outro ser mais, nem mesmo aos filhos. Ninguém tem o direito de determinar o que ela deve fazer com ele, menos ainda obrigá-la a gerar um outro ser dentro dele apenas porque ele foi concebido.

  16. Idelber, concordo com você, e olha que meu texto começou justamente com a ressalva de que eu não considerava a prática um método contraceptivo.

    O que eu penso disso, mas não disse, já que só mencionei o nome contraceptivo, é que aborto é uma prática invasiva, cercada de riscos, cara e, portanto, não soluciona a questão da contracepção. Mas acidentes e descuidos acontecem. E, portanto, se o casal se descuidou e não é o caso de ter o bebê, sou, sim, a favor do aborto. É o corpo dela, pra começar. Por isso não acho que deva ser permitido só nos casos de estupro e etc não.

    Não houve aí nenhum juízo moral. O que eu pensei ao mencionar a contracepção foi que quem faz sexo tem que pensar na prevenção da gravidez. Aborto tem que ser um direito. Se ela ficou grávida cinco vezes e fez cinco abortos, a questão é dela. Eu só quis dizer que isso pode gerar problemas para saúde da mulher. Do mesmo jeito que usar a pílula do dia seguinte várias vezes não funciona. E do mesmo jeito que se entupir de comida e depois vomitar para emagrecer gera problemas de saúde. Como você vê, não é uma questão moral. Estou sendo pragmática. Toquei no assunto porque me empolgo com essas coisas.Eu me animei e acabei indo além da pergunta. 😉
    ____________________

    E falei também sobre a inseminação artificial por achar curiosa a aceitação maior dessa prática do que a aceitação aborto. Tecnicamente, abortos estão acontecendo ali. E o grave é o nascimento de bebês com problemas de saúde. Mas ainda assim, se é um direito, que seja.

  17. Aborto é uma questao social e como tal é armadilha trata-la como questao moral, politica ou religiosa visto que ela esta acima destes ambitos. Por ser uma questao de direito civil, misturar o conceito do aborto com o direito de pratica-lo é ja partir com o pé errado. Eu posso ser contra a ideia do aborto, que nao é o caso, mas ser perfeitamente a favor do direito de pratica-lo. Quando no Brasil se entender que o direito civil nao é politica, nem religiao, nem moral, a democracia tendera a crescer e frutificar. Em 1974 me lembro ( a maioria de voces nao existia ) da campanha pelo divorcio que foi suprapartidaria e transversal. E pensar que a questao divorcio, hoje quase banal, galvanizou por meses a opiniao publica e o exito foi positivo. Isso quer dizer que a sociedade brasileira ha 20 anos deu um passo avante em termos de democracia e civilidade. Esperamos que o mesmo se de com as questaos aborto, drogas, voto facultativo e outras causas civis importantes.

  18. Depende, depende, depende. Argumentos bons nos comentários anteriores não faltaram. Para não ser repetitiva, acho sim que cada mulher deveria ter o direito de escolher o que ela julga melhor fazer no momento e ter condições dignas para realizar o aborto, caso seja a sua decisão. Mas para tanto, seriam necessárias algumas normas (e aí entra o perigo). Questão delicadíssima.

  19. Concordo com a Luluzita. Sou a favor é de que a Igreja páre de implicar com medidas anticoncepcionais. Isso sim.

  20. Eu sou contra! Porque é uma agressão sem igual! Tenho casos de aborto em minha família, acho muito triste isso. Apesar de algumas pessoas não terem condições de criar o bêbê, acho que ninguém tem esse direito de assassinar vida nenhuma, muito menos de um ser completamente inocente.

    Ah, gostei muito do blog! Interessante! Gostei da template também! Muito legal.

    Abraço! Aparece se der.
    Elisandro.

  21. A favor, porque vivemos em uma sociedade onde, presumivelmente, somos livres para decidir a respeito dos nossos destinos.

  22. Sou a favor do direito ao aborto. Não cabe a uma determinada facção religiosa ou ideológica impor a toda a sociedade a sua lei. Para muitas pessoas, o embrião é um aglomerado de células que não corresponde a um ser humano dotado de consciência. Quem discorda disso, que não faça abortos, mas não venha impor sua visão aos demais.

    Legalizar o aborto não vai provocar uma corrida às clínicas especializadas (ou a hospitais que vão oferecer o serviço). Simplesmente vai proteger a saúde de mulheres que vão optar fatalmente pelo aborto, e têm feito isso há séculos, seja o aborto legal ou não. “Acidentes” infelizmente acontecem, às vezes até com quem usa contraceptivos, é hipocrisia negar isso e obrigar uma mulher a levar uma gravidez adiante sem condições psicológicas, físicas, financeiras ou logísticas para tal. E pior, se for diagnosticado um defeito genético grave que vá tornar a vida da criança um sofrimento sem fim, ou que ela vá morrer com certeza logo após o parto. Melhor fazer o aborto enquanto o embrião é apenas um amontoado de células, sem consciência ou dor, do que deixar o bebê morrer ou sofrer quando já é capaz de sentir dor e medo.

  23. Tenho duas opiniões: a opinião pessoal e a de cidadã.

    Opinião Pessoal: Minha opinião pessoal é baseada nas minhas convicções religiosas. Não tem muito o que discutir nisso.Sou espírita, e aborto é homicídio. Inclusive no caso citado pela Mônica, a respeito dos fetos que morrem em processos de inseminação artificial. E clonagem. E qualquer processo que implique em fertilização e posterior descarte do zigoto. Inclusive células-tronco de embriões. A mulher é sim, dona do corpo dela, mas eu não consigo conceber que um feto (ou um zigoto) seja uma inflamação. Ou um tumor. Ou um apêndice. Cara, se deixar ficar na barriga, é grande a possibilidade de que aquele amontoado de células respire e pense e diga mamãe. Deixa um tumor na barriga pra ver o que acontece com ele!

    “Esse amontoado de células não poderia ter sobrevivência independente da mãe”. A rigor poderíamos matar uma criança de um ano e seis meses. Se ela ficar sozinha, é totalmente desprotegida, mesmo sendo completamente saudável. Vai enfiar tanta terra na boca que provavelmente morrerá de infecção intestinal. E ao que eu sei, ninguém mataria uma criança de um ano e seis meses e iria fazer passeatas defendendo esse direito.

    Opinião Cidadã: O Estado é laico. Os argumentos para legalizar ou não o aborto devem ser somente jurídicos, não guiados por orientação religiosa alguma. Nem a minha, nem a de ninguém. A liberdade de escolha deve ser garantida. Parâmetros devem ser estabelecidos. E eu não tenho respaldo para opinar sobre a parte jurídica.

    Isso nos leva a situações hipotéticas interessantes. E se uma mulher não quiser ter o filho mas o homem quiser? Ele tem 50% dos cromossomos dele envolvidos na operação baby. Ela tem mais direito de escolha por passar nove meses com a criança na barriga? E se a justiça decidir que a criança deve nascer e ficar com o pai, ela tem o direito de não querer olhar na fuça do bebê (que ela não queria)? Os homens que tentam não olhar na fuça de seus rebentos indesejados, porém nascidos, são forçados a cumprir com seu dever de pai.

    Poderíamos debater muuuuito sobre isso. Toda opinião irredutível é perigosa nesse assunto.

    ****
    Pessoal, cá entre nós,não seria melhor incentivar a pílula? Evitaria a formação de montinhos de células pensantes e respirantes.

  24. Rafael, sou a favor da legalização do direito ao aborto, pelas mesmas razões levantadas pelo Idelber. Toda mulher tem direito a decidir sobre seu corpo, sobre sua gravidez, seja esta decisão tomada em conjunto com um parceiro ou não. A proibição do aborto não faz com que deixem de abortar, submetendo-se as condições deploráveis advindas das más condições das clinicas clandestinas e dos riscos e constrangimentos de agir na ilegalidade. Por isso acho que as mulheres devem ter, sim, o direito de abortar dignamente.

  25. Sou contra o aborto como meio contraceptivo de quem não pôde se cuidar, porque isso legitima os erros de quem nem teve culpa de ser formado.
    Entretanto, legalizar o aborto para os casos de estupro ou de risco à vida da mãe é questão de justiça que o Brasil adota e eu apóio.
    Pode parecer um contrasenso, mas não: no estupro, a gestante tem o direito de não manter aquilo que alguém que lhe fez mal pôs. Muitas mulheres mantêm, mas isso é por convicções pessoais e não pode tal opção ser imposta universalmente; no risco de vida à gestante, vale mais a vida de quem já nasceu – a da gestante, aí não há risco ao feto, porquanto a gestação que deu azo ao perigo à gestante.
    Mas considero esta questão explosiva porque as mulheres com condições fazem aborto em clínicas clandestinas com higiene, enquanto as mais carentes geralmente sofrem graves conseqüências tomando Cytotec ou indo a aborteiros que são verdadeiros açougueiros, perdendo, a capacidade de procriar, contraindo doenças e até morrendo em certos casos. É uma discussão que a sociedade deve levar sem hipocrisia, sob pena de perpetuar nossa atual condição no tocante a esse assunto.

  26. seguinte: sou a favor. não prego que toda mulher grávida faça aborto.
    é uma questão muito pessoal, difícil, complicada e que dói a vida inteira. fica sempre a pergunta “e se?…”.

    é um erro comum pensar que apenas mulheres pobres abortam por não quererem que o filho passe privações. mulheres cultas e educadas também o fazem — por razões muito diversas, desde gravidez precoce, imaturidade, puro descuido ao transar ou por priorizar a carreira (isso não é um rol taxativo, please). a diferença é que mulheres com melhor situação financeira fazem aborto em clínicas melhores e as chancez de zica tendem a zero.

    no entanto, cada um sabe o que é melhor pra si. pra falar o mínimo, não é justo que outras pessas — a sociedade, se preferirem — interfiram nessa decisão que pode ser do casal ou, mais comum, ser uma decisão solitária, onde não há um companheiro ou o biltre se omite e deixa tudo na mão da mulher.
    como o idelber lembrou muitíssimo bem, pelo fato de ser ilegal, as mulheres que optam por esse caminho se arriscam demais e podem ficar com seqüelas gravíssimas, cujo tratamento será infinitamente mais dispensioso que um aborto legalmente feito, com toda a segurança, proteção e acompanhamento (psicológico também, por que não?).

    claro que cada religião ou cada um dentro de suas próprias crenças e valores pode defender a posição que lhe convier desde que RESPEITE o direito alheio. porque DEMOCRACIA também é saber conviver com as diferenças por mais que elas lhe pareçam absurdas.

  27. Acho q sou a favor, com o adendo de q um amontoado de células se diferenciando a todo vapor não pode ser considerado um Homo sapiens sapiens ainda até q haja consciência, fato q a ciiencia não sabe até hoje quando acontece precisamente.

  28. Sou a favor. O comentário do Idelber e da Mônica são excelentes.
    Não adianta regulamentar cheios de “se”. Li uma vez o relato de uma senhora de cinquenta e tantos anos que foi estuprada e conseguiu o aborto pelas vias legais que sofreu muito no processo. Ela era viúva, com dois filhos adultos. O sofrimento emocional é tão dolorido quanto a dor física. Além de ter sido estuprada essa mulher teve que suportar seus próprios pensamentos pessoais a respeito, muita vezes contraditórios; a humilhação de ter que ficar repetindo durante quase 4 meses para várias pessoas estranhas – policiais, advogado, funcionários do judiciário, juiz, etc – os fatos do estupro, o sofrimento de ter que optar por um aborto porque seu horror ao estupro e ao estuprador eram maiores que sua convicção pessoal de respeito à vida e o medo de que a decisão demorasse demais e ela acabasse ou sendo obrigada a ter aquela criança ou a abortar acima dos seis meses de graavidez.
    Todas as mulheres deveriam ter o direito de abortar com higiene e segurança médica, independente da origem daquela gravidez.
    Para quem não sabe, se uma criança nasce com menos de 500 gramas ou menos de cinco meses de gestação é considerada aborto espontâneo pela medicina e legalmente, não importa a opinião pessoal ou religiosa de ninguém. Em alguns países, nem vai pra UTI neonatal.

  29. Sou contra.
    Muitos dos que são a favor,nunca procuraram pesquisar sobre o assunto.
    A maioria dos abortos não são no início da gravidez.
    E mesmo no início,um coração já pulsa!
    Tenho certeza que todos que aqui escreveram não gostariam de ter sido abortados!
    E somos livres para decidir os nossos destinos sim;não o destino dos outros.

  30. eu sou inteiramente contra o aborto,uma criança
    na barriga da mãe eh sim um ser humano,pq nao vai
    ser ?,e tirar a vida de uma criança fragil q nao pode luta por si mesma,peraih neh???
    axo q devemos lutar contra o aborto!!!!
    O ABORTO eh um tipo de eutanásia pq estah matando
    um ser vivo!!!
    agora pensem e se fose com vc???
    o q vc faria!!!
    vc nao estaria aki certo???

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