Notícia velha, tão velha
Do Terra:
FHC e Severino fecham acordo para 2006, diz jornal
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) teria fechado novo acordo com o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PE-PE) para enfraquecer o governo federal no Congresso e dificultar o trabalho do PT nas eleições presidenciais de 2006.
Como era mesmo aquela conversa de “republicanismo” e “oposição responsável” do PSDB?
This entry was posted on Monday, May 23rd, 2005 at 12:00 am and is filed under Putas, políticos e palhaços. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can skip to the end and leave a response. Pinging is currently not allowed.
May 23rd, 2005 at 9:56 am
Nada de se estranhar, afinal o Severino foi eleito para presidência da câmara principalmente pelo PSDB e PFL (apesar da “mídia de sempre” por a culpa no PT, num exercício mental que me dá dor de cabeça).
May 23rd, 2005 at 10:14 am
Pois é, Fernando fecha o acordo que o PT tentou e não conseguiu…
May 23rd, 2005 at 12:53 pm
Ué, é que nem a responsabilidade fiscal (= déficit de 7,5%) do PSDB.
May 23rd, 2005 at 2:57 pm
STAR WARS!
May 24th, 2005 at 5:48 am
daqui a pouco o Severino sai candidato a presidente…
May 24th, 2005 at 11:08 am
Esses ex-presidentes com prenome Fernando me dão arrepios. Buuuuuu!
May 24th, 2005 at 10:31 pm
Ué, o PT fechou acordo com Sarney, ACM, Arnon de Mello, etc. Porque todos os outros políticos agora precisam parar de fechar acordo - sempre fecharam, até parece que é alguma novidade - se a única turminha de oposição-declarada que tinha sobrado incólume passou a fechar acordo com qualquer um por qualquer motivo antes e depois da eleição?
Até parece que vocês viviam em um país que não era o Brasil!
May 25th, 2005 at 6:36 pm
Um acordo que (teoricamente) visa à governabilidade, como são os do PT de hoje e do PSDB do passado, é (teoricamente) mais justificável do que um acordo para impedir que se governe. Um tem (vá, teoricamente) um fim positivo, o outro não. E a aliança do PT é bastante mais problemático - pergunte à base “aliada.” Jucá não saiu do PSDB para o PT, apesar de virar ministro, foi para a salada PMDB.
Além disso, a eleição do Severino não foi um caso de pragmatismo, de se adaptar às forças da política brasileira, mas sim um caso de quebra da tradição. Quebrar a tradição e tumultuar a política no sentido severino é menos razoável do que fazê-lo num sentido progressista. (Deixando de lado que o PT nunca teve a força da UDN para criar entraves - afinal, falta de força não justifica nada.)
Fora isso, lendo a Primeira Leitura, com a reclamação de “racismo contra brancos” e a afinidade com o Mídia sem Máscara, veio a resposta à pergunta original : “republicanismo” era no sentido americano-partidário da palavra.