Yeah, yeah, yeah

Qual o seu beatle preferido? John Lennon, Paul McCartney, George Harrison ou Ringo Starr?

Por quê?

32 thoughts on “Yeah, yeah, yeah

  1. O melhor Beatle.

    Paul; sem ele, talvez, os Beatles nem mais fossem lembrados. Alem de ser o melhor cantor, tinha visão de negócios. Não queira mais ser pobre.

  2. harrison disparado. entre outros motivos, porque era o cara que tinha mais vontade de refazer a banda. e justamente por causa disso lennon está lá embaixo na minha escala.

  3. difícil…A maioria das músicas que eu gosto são do Paul McCartney e também gosto do inicío da carreira solo dele. São do Harrison duas músicas que eu adoro e gostava daquele ar timido dele. John Lennon era bonito e charmoso. Mais fácil dizer que o menos preferido era o Ringo.

  4. Sir Paul. Grande baixista, e junto com John um dos mais excepcionais letristas surgidos na cena.

  5. olha, não vou responder agora, mas com minha cabeça de décadas atrás, adolescente: o Ringo! Por que? Porque era o mais feio e narigudo e poucas gostavam dele. E como eu sempre tentava me juntar aos poucos e não aos muitos…

  6. Eu conheço muito pouco deles, aprendi um pouco com meu coroa e desde então gosto do McCartney…mas acho que essa opinião é “café com leite”…blé!
    Beijos Rafa

  7. McCartney é muito bom como músico e letrista, mas sempre parece muito artificial em entrevistas, o John virou o mais pela-saco de todos. Gosto do Harrison, músicas boas, amadureceu muito durante toda carreira. O Ringo parece ser o mais equilibrado e mais agradável como pessoa. Difícil separar a pessoa do músico, mesmo tendo acesso a eles, apenas por documentários, mas é difícil não ter a opinião afetada pela personalidade de cada um. Como músico nos Beatles prefiro o Lenon (na carreira solo fico com o Harrison), como pessoa o Ringo.

  8. George. Escreveu ‘While my guitar gently weeps’, era hippie sem ser ridículo, é um brother canceroso e sem menor sombra de dúvida me parece ser o menos pedante dos três que sabiam tocar alguma coisa na banda.

  9. Na minha opinião, e artisticamente falando, Lennon deu-se melhor após os beatles, mas acho que eles juntos foram um time, sozinhos não teve graça.
    Abraço

  10. É normal não gostar de Beatles?
    … é que não gosto. Mas lendo os comentários aqui deixados, vou tentar novamente. Vou pegar alguns discos emprestados pra ouvir.

    Ah, não sou um ser ignorante e desprovido de cultura… gosto de boas músicas e de bons intérpretes.

  11. Harrison, claro!
    Por não fazer caras e bocas (Paul), por não ser doido e pernóstico (John), e nem passado (Ringo), pela guitarra (rivalizava com Clepton) e por ‘While my guitar…’ e ‘Something’.

    Depois, bem depois, Paul pela carreira pós-Beatles com o Wings.

  12. no período dos Beatles, Lennon. o considero um grande músico e gosto muito do estilo de cantar.

    no todo, Harrison, pelo All Things Must Pass e pela magnífica barba, além da personalidade.

    sempre impliquei com Paul por achar ele muito macaquinho. méritos à parte.

  13. Fugindo totalmente do seu post…
    estava eu vagando pela internet e resolvi (re)ler uma crônica que lí pela primeira vez aos 9 anos de idade, no 3º ano primário. Eis que me deparo com esse link http://www.rafael.galvao.org/2004/10/a_ultima_cronica.php
    e lí o seu post com a reprodução da crônica. Acho que todos que leram ela sentiram o mesmo que nós!
    abraço…. muito bom o blog

  14. Gostava do quarteto. O todo era maior que a soma das partes.
    Se tivesse mesmo que escolher, talvez escolheria o John, ou o Paul. Ou, ainda, o George ou o Ringo. Por que cada um deles era parte daquele todo que me impressionava.

  15. Minha opinião é a do Wilson ! Como músico o Lennon, como pessoa o Ringo, no geral(pessoa+musico)/2, o Paul.

    Mas gosto do harrison tb : P

  16. Lennon, sem dúvida, pq soube viver e morrer mais q todos os outros q, depois dos Beatles, só souberam juntar grana!

  17. forcei a mente agora, espremi à morte, mas juro que não consegui escolher um.

    talvez se eu tivesse maior conhecimento biográfico ou da carreira solo de cada um, conseguisse selecionar o preferido. mas só conheço a fase beatle, e ainda assim dentro da esfera musical. então fica como alguém aqui já falou, o que me impressionava e impressiona ainda hoje é o todo. se penso “ah, é o paul por isso, isso e isso” logo me vem à mente “mas putz, o john tem isso e aquilo tb no mesmo álbum” e por aí vai.

    se fosse pra chutar só um, tipo vestibular, seria o paul. mas assim, só um chute, meio que impressão inconsciente, sei lá. racionalmente, não sei.

  18. Paul foi/é um excelente melodista, além de um músico absurdamente versátil e inteligente. Provavelmente o maior baixista da história (pelo menos, o mais melódico e com as linhas mais agradáveis).
    George cresceu muito como músico durante o período dos Beatles e fez um puta disco no pós-Beatles.
    Mas, pô, o John, a despeito da chatice, da Yoko e das merdas que ele fez com ela, era “o” cara. Vc ama e odeia o cara. Ri com os sucessos e fica puto com as merdas que ele fez, controverso, falador, fanfarrão, carismático, enfim, o mais humano. Por isso prefiro ele.
    Abs.

  19. Gosto do jeito rippie e anarquista do Lennon, portanto, p/ mim ele é o cara. Agora, se tratando de carreira bem sucedida, ñ tenho dúvidas que além do talento, Paul é o mais articulado e faz o som que a maioria quer ouvir. Tenho respeito a Banda e até curto um pouquinho… não é o meu Rock preferido… enfim, quero dizer, que a mágica só funciona com os “quatro elementos”, e ainda bem que ela ainda existe nos corações dos fãs e “nos das gravadoras”, para não perdermos as referências. Abçs à todos.

  20. Gosto do jeito rippie e anarquista do Lennon, portanto, p/ mim ele é o cara. Agora, se tratando de carreira bem sucedida, ñ tenho dúvidas que além do talento, Paul é o mais articulado e faz o som que a maioria quer ouvir. Tenho respeito a Banda e até curto um pouquinho… não é o meu Rock preferido… enfim, quero dizer, que a mágica só funciona com os “quatro elementos”, e ainda bem que ela ainda existe nos corações dos fãs e “nos das gravadoras”, para não perdermos as referências. Abçs à todos.

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