Meus amigos melhores que eu

Eu já devo ter dito aqui que tenho muito orgulho dos meus amigos.

Eles costumam ser melhores que eu. E por saber disso, eu que sou esperto viro amigo deles, na esperança de que alguém lembre daquele ditado antigo: “diga-me com quem andas e te direi quem és”.

Mas de vez em quando um desses amigos me surpreende ainda mais do que o normalmente esperado, e aparece com algo realmente genial, absolutamente genial, e eu fico meio bobo, com a boca aberta e a incapacidade de dizer algo que considere à altura.

Foi a Tata quem fez essa capa do Diário de São Paulo no dia seguinte ao acidente do vôo da Air France no Atlântico.

Eu tenho muito orgulho dos meus amigos (e, senhora Maneschy, eu queria uma chance de fazer um post falando de você. Fazia tanto tempo.)

10 Comentários

MônicaJune 9th, 2009 at 22:36

Tata,
Lindo…lindo…e…lindo.
Beijos.

MarcusJune 9th, 2009 at 22:53

Eu já tinha visto essa capa, e achei linda, um primor mesmo.

Não sabia que era da sua amiga. Parabéns a ela.

LuizJune 10th, 2009 at 00:04

Rafael,
O link da imagem está quebrado.

olney figueiredoJune 10th, 2009 at 08:08

Simplesmente genial!

BrunoJune 10th, 2009 at 09:00

Porra,já bastava ser puxa-saco de político e cidade suja, agora anda pagando pau pra amigo também… você é incorrigível mesmo.

Rafael GalvãoJune 10th, 2009 at 11:50

Eu também amo você, Bruno. :)

TataJune 11th, 2009 at 01:02

Rafex, você é um amor!
Duas alegrias num mesmo dia: ver o seu post e o de um blogueiro do Le Monde falando sobre a minha capa. É de emocionar! Obrigada pelo carinho.
Amo você! Tata

ps: depois dá uma espiada lá…
http://gklein.blog.lemonde.fr/2009/06/02/la-drame-air-france-vu-du-bresil/

AmigaoJune 11th, 2009 at 09:51

Eu também tenho orgulho dos meus amigos.Paga pau legítimo deles.

Abração do amigão

JotalhãoJune 13th, 2009 at 06:50

A Tata já deve ter feito coisas melhores. Não a conheço, mas se você diz que ela é boa, concederei o benefício da dúvida (leitores, também não conheço o Galvão, mas estive lendo o que ele escreve aqui e pude notar – posso estar sendo apressado – que o cara não é nenhum débil mental). Mas, honestamente, achei de uma obviedade atroz. Nada inventivo, nada original, nada de novo nessas brincadeiras entre texto e imagem. Além disso, achei “fora de lugar” essa imagem quase pueril para falar de uma tragédia. Poderia passar em outras circunstâncias, mas continuaria sendo clichê. Desculpe-me se fui rude ou deselegante com a moça ou com a sua opinião, mas não pude evitar o comentário (agora mesmo devo ir ao banheiro, pois sinto que não posso adiar a evacuação).

Rafael GalvãoJune 14th, 2009 at 10:35

Claro, Jotalhão.

Eu vou levar em consideração a sua opinião em vez da de professores de design e semiótica e de gente do Le Monde — que provavelmente também não é débil mental –, além da minha própria.

A capa bem pode ser pueril. Mas que ficou uma impressão de que não, você não adiou a evacuação, ah, isso ficou.

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